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Sobre história do brasil em história
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Acreditamos que todos sabem que é do interesse comum haver na Constituinte opiniões de todas as classes, de modo que a lei seja uma verdadeira emanação do povo, e não de algumas classes privilegiadas, como foram todas as leis do Império. (www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/novosrumos/article/viewFile/2073/1705 Acesso em: 30.08.2013)
Analisando o conteúdo do texto, encontramos influência das ideias
Atente para os seguintes itens, no que dizem respeito ao que essa célebre frase representou:
I. Uma fissura no pensamento liberal que, aparentemente, até então, o Monarca defendia. II. Um contraste com o feitio autoritário da formação do Imperador, desenvolvida na corte absolutista luso-brasileira. III. A confirmação de que o Imperador poderia praticar atos de força e arbítrio, próprios de um rei do Antigo Regime.
É correto o que está contido apenas em
Eu te amo meu Brasil, eu te amo Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil Eu te amo meu Brasil, eu te amo Ninguém segura a juventude do Brasil (Dom e Ravel, 1970.)
A partir da mensagem subliminar que a canção proporciona, considere as afirmações abaixo.
I. Canções como essa expressam o uso político que os governantes militares faziam das expressões artísticas populares em seu proveito. II. A canção acima significa a euforia nacional pelas conquistas democráticas do período. III. A canção expressa um incentivo à abertura democrática que resultou na anistia de presos políticos na década seguinte.
Está correto o que se afirma apenas em
I. A Política do Café com Leite representava a imagem de um bem sucedido acordo entre Minas Gerais e São Paulo: um acordo de alternância na presidência da república entre os dois estados.
II. A união do Estado de São Paulo com o Estado de Minas Gerais foi um traço importante, mas que não resume toda a história do período; com o tempo, surgiram sérias divergências.
É correto afirmar-se que
I. Remodelação de ruas e edifícios das principais cidades brasileiras, com ampliação de espaços e destruição de cortiços e moradias consideradas insalubres.
II. Substituição da mão de obra escrava pelo trabalho dos imigrantes, posto que a escravidão passara a ser considerada, por muitos, uma instituição atrasada.
III. Implemento das ferrovias, que eram consideradas símbolo da modernidade, por sua função econômica de escoamento das mercadorias até os portos das cidades brasileiras.
É correto afirmar-se que contribuíram para a modernidade as ações contidas em
I. Foi delegado exclusivamente ao Imperador, e colocava-se acima dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
II. Através dele, o Imperador podia dissolver a Câmara dos Deputados, que seria legalmente a representação do povo.
III. Era perfeitamente adequado para garantir a liberdade do povo, bem como garantir a monarquia constitucional.
Está correto o que se afirma em
I. A explicação para a ampla difusão dessas práticas sincréticas está na precariedade do processo de catequização, o que resultou no fracasso de todas as tentativas de evangelização.
II. A grande diversidade dos africanos oriundos de diversas etnias que, propositadamente, eram separados ao desembarcar, contribuiu para as dificuldades do processo de evangelização.
III. Vários rituais e práticas religiosas originadas nas religiões africanas mesclaram-se aos ritos católicos e encontraram diferentes formas de expressão entre os africanos escravizados.
Está correto o que se afirma somente em
A Lei n. 581 do Império do Brasil, aprovada em 4 de setembro de 1850, conhecida como Lei Eusébio de Queiroz, extinguiu finalmente o tráfico de escravos africanos para o país, após mais de 30 anos de acordos não cumpridos com a Inglaterra.
(MATTOS, Hebe. Radicalização e cidadania no Império do Brasil. In.: CARVALHO, José Murilo, NEVES, Lucia M. Bastos (orgs.). Repensando o Brasil dos Oitocentos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 368.)
O fato de a proibição do tráfico no Brasil ser considerada tardia, se comparada a outros países, se deveu:
[...] Considerando-se que os povos das minas por não estarem suficientemente civilizados e estabelecidos em forma de republicas regulares, facilmente rompem em alterações e desobediências e se lhe devem aplicar todos os meios que os possa reduzir a melhor forma: me parecem engarregar-vos como por essa o faço procureis com toda diligência possível para que as pessoas principais e ainda quaisquer outras tomem o estado de casados e se estabeleçam com suas famílias reguladas na parte que elegeram para sua conveniência do sossego dela e consequentemente ficarão mais obedientes às minhas realis ordens e os filhos que tiverem do matrimônio o façam ainda mais obedientes [...]
(Carta de D. Lourenço de Almeida ao Rei. Vila Rica, 19 de abril de 1722, p. 111. Citada por LEWKOWICZ, Ida. Concubinato e casamento nas Minas Setencentistas. In.: RESENDE, Maria Efigênia Lage, VILLALTA, Luiz Carlos (orgs). História de Minas Gerais: As Minas Setecentistas (V.2). Belo Horizonte: Autentica, 2007. P. 532-533.)
O trecho acima demonstra a preocupação da administração colonial com os casamentos nas Minas Gerais.
Lewkowicz analisou os casamentos e a noção defendida pela Coroa de que os “mineiros aparentemente não
gostavam de casar”. Essa falta de gosto pelo casamento é percebida na grande quantidade das uniões ilegítimas
e no considerável número de famílias que vivia em domicílios chefiados por mulheres solteiras com seus filhos nas
Minas. Considerando-se o contexto colonial como um todo, é indicação da ilegitimidade das uniões em Minas:
Considerando o texto acima, a assinatura do Tratado de Madri culminou com a expansão mais representativa do território brasileiro na porção:
I. Eram redutos de negros fugidos, na maioria das vezes instalados em locais de difícil acesso, onde buscavam reproduzir a vida das sociedades tribais africanas. II. Eram comunidades isoladas de escravos alforriados que não admitiam a presença de não negros fugitivos e desenvolviam atividades de comércio no interior do Brasil. III. Eram refúgios de negros que acolhiam, também, brancos fugitivos da justiça e indígenas, entre os séculos XVI e XIX, na luta comum contra o dominador branco. IV. Desenvolveram-se nas regiões do nordeste e sudeste do país, exclusivamente, articulados aos interesses comerciais dos inimigos da Coroa Portuguesa. V. Resultaram da luta de escravos fugidos das regiões mineradoras a partir da Independência do Brasil, fundamentalmente, vinculados aos movimentos nativistas.
Marque a alternativa que contém as informações CORRETAS.
A respeito da Constituição de 1824, assinale a alternativa que a caracteriza CORRETAMENTE.

Disponível em: < www.gazetadotocantins.com.br>. Acesso em: agosto 2013.
A partir de 1966, militantes do partido comunista do Brasil se instalaram na região situada à margem esquerda do Rio Araguaia (PA) e iniciaram um movimento de luta armada que, historicamente, foi denominado Guerrilha do Araguaia.
Em relação aos movimentos de resistência no período da
ditadura militar no Brasil, implantada em 1964, assinale a
alternativa CORRETA.
Leia atentamente o texto a seguir.
“Em 1887, o Marechal Hermes da Fonseca, um dos principais líderes do exército brasileiro, enviou um documento à Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, comunicando que os militares se recusariam, dali em diante, a perseguir escravos. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel, Regente do Império na ausência do pai que se encontrava na Europa, assinou a Lei Áurea, libertando os escravos no Brasil.”
MOTA, Myriam Becho e BRAICK, Patrícia Ramos. História: das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Editora Moderna, 2005.
Sobre a vida dos ex-escravos após a abolição, assinale com V a afirmação verdadeira e com F, a falsa.
( ) Após a abolição, a vida dos negros sofreu
muitas alterações, uma vez que houve
planejamento para inseri-los na
sociedade.
( ) Alguns ex-escravos plantavam pequenas roças de subsistência e tentavam sobreviver dessa atividade.
( ) Como o mercado de trabalho não conseguiu absorver o contingente de libertos, foi grande o número de desempregados e subempregados.
( ) As elites da época consideravam os recém-libertos preguiçosos, malandros e vadios, juízos de valor ainda hoje transmitidos aos seus descendentes, em certa medida.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte
sequência:
Em dezembro de 1815, Dom João elevou o Brasil à condição de Reino Unido de Portugal e Algarves. Atente para o que é dito sobre esse assunto.
I. Tal medida deveu-se à transferência da família real portuguesa para o Brasil, posto que acabara de desembarcar e precisava oficializar a nova sede do governo português.
II. O Brasil deixou de ser colônia e, tornando-se a sede da monarquia portuguesa, equiparava-se politicamente à metrópole.
III. A medida facilitou as relações comerciais, e possibilitou maior autonomia à antiga colônia.
Está correto o que se afirma em
(IstoÉ,19.10.1977. Adaptado.)
Considerando o contexto histórico no qual a charge se insere, é correto afirmar que o cartunista chamava a atenção para
Eu acho que a anistia foi a solução, mas ela não foi completa. Quer dizer, não podiam ser anistiados aqueles que mataram torturando, porque esse é um crime inafiançável. Quem mata calmamente, friamente, tem de sofrer um processo e tem de sofrer também as consequências do seu ato. Isso nunca foi executado no Brasil como foi executado na Argentina com todos os generais. O Brasil fez uma anistia pela metade, mas nós ficamos contentes porque não houve derramamento de sangue.
(D. Paulo Evaristo Arns. Cult, março de 2004.)
Segundo a declaração de D. Paulo Evaristo Arns, Arcebispo de
São Paulo entre 1970 e 1998, a Lei da Anistia no Brasil, de 1979,