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Sobre história do brasil em história
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Considerando as informações apresentadas, é correto afrmar que o início da industrialização no Brasil ocorreu.
“Nesta terra, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro. Águas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo aproveitar, dar-se-á nesta terra tudo, por bem das águas que tem.”
Relacionando esse trecho da carta de Caminha aos objetivos da colonização portuguesa na América, é correto afirmar que essa colonização foi:
No Brasil, o sistema ferroviário contribuiu para:
Nesse contexto, os movimentos feminista e homossexual se aproximam e lutam pela
As tarifas de ônibus caíram no Rio de Janeiro, em São Paulo e em dezenas de cidades brasileiras, mas as manifestações não cessaram país afora. Pelo contrário, vêm ganhando cada vez mais as ruas. O que começou, na semana passada, com um protesto contra o aumento nas passagens do transporte público da capital paulista se expandiu para uma revolta generalizada, com diversas bandeiras e motivos de reclamações.
Manifestações populares, como as descritas nos textos,são comuns na história do Brasil. Está estritamente relacionada as manifestações atuais, por guardar semelhança quanto às reinvindicações, a:
[...] É mole de ver Que em qualquer dura O tempo passa mais lento pro negão Quem segurava com força a chibata Agora usa farda Engatilha a macaca Escolhe sempre o primeiro Negro pra passar na revista Pra passar na revista Todo camburão tem um pouco de navio negreiro [...]
Todo Camburão Tem um Pouco de Navio Negreiro é uma música da banda o Rappa, em que a letra problematiza a(o) :
A charge acima, por exemplo, refere-se à;
O excerto refere-se ao conjunto de modificações históricas ocor- ridas no Brasil, no final do século XIX. Descreve, mais particularmente, a reforma na área econômica implementada pelo último gabinete do Império e pelo primeiro governo da República, que consistiu na;
*Magano: trapaceiro.
Estas estrofes, extraídas de dois poemas do escritor baiano Gregório de Matos (1633-1696), apelidado de “Boca do Inferno”, referem-se