Questões de Vestibular Comentadas sobre história do brasil em história

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Ano: 2011 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2011 - UNICAMP - Vestibular - Prova 1 |
Q283049 História
“Ninguém é mais do que eu partidário de uma política exterior baseada na amizade íntima com os Estados Unidos. A Doutrina Monroe impõe aos Estados Unidos uma política externa que se começa a desenhar. (…) Em tais condições a nossa diplomacia deve ser principalmente feita em Washington (...). Para mim a Doutrina Monroe (...) significa que politicamente nós nos desprendemos da Europa tão completamente e definitivamente como a lua da terra.” (Adaptado de Joaquim Nabuco, citado por José Maria de Oliveira Silva, “Manoel Bonfim e a ideologia do imperialismo na América Latina”, em Revista de História, n. 138. São Paulo, jul. 1988, p.88.)

Sobre o contexto ao qual o político e diplomata brasileiro Joaquim Nabuco se refere, é possível afirmar que:

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Ano: 2011 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2011 - UNICAMP - Vestibular - Prova 1 |
Q283048 História
Emboaba: nome indígena que significa “o estrangeiro”, atribuído aos forasteiros pelos paulistas, primeiros povoadores da região das minas. Com a descoberta do ouro em fins do século XVII, milhares de pessoas da colônia e da metrópole vieram para as minas, causando grandes tumultos. Formaram-se duas facções, paulistas e emboabas, que disputavam o governo do território, tentando impor suas próprias leis. (Adaptado de Maria Beatriz Nizza da Silva (coord.), Dicionário da História da Colonização Portuguesa no Brasil. Lisboa: Verbo, 1994, p. 285.)

Sobre o período em questão é correto afirmar que:

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Ano: 2011 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2011 - UNICAMP - Vestibular - Prova 1 |
Q283047 História
A política do Império do Brasil em relação ao Paraguai buscou alcançar três objetivos. O primeiro deles foi o de obter a livre navegação do rio Paraguai, de modo a garantir a comunicação marítimo-fluvial da província de Mato Grosso com o restante do Brasil. O segundo objetivo foi o de buscar estabelecer um tratado delimitando as fronteiras com o país guarani. Por último, um objetivo permanente do Império, até o seu fim em 1889, foi o de procurar conter a influência argentina sobre o Paraguai, convencido de que Buenos Aires ambicionava ser o centro de um Estado que abrangesse o antigo vice-reino do Rio da Prata, incorporando o Paraguai. (Adaptado de Francisco Doratioto, Maldita Guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 471.)

Sobre o contexto histórico a que o texto se refere é correto afirmar que:

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Ano: 2011 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2011 - UNICENTRO - Vestibular - História 1 |
Q266580 História
Era um domingo de 27 de novembro de 1983. Milhares de pessoas se aglomeravam na Praça Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo, mas não era dia de jogo. Convocada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), foi a primeira grande manifestação da campanha por eleições diretas para presidente da República, que reuniu cerca de 10 mil pessoas. (ELEIÇÕES JÁ. 2010, p. 132).

As gigantescas manifestações populares do movimento das “Diretas Já”, que marcaram a política brasileira da década 80 do século XX,

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Ano: 2011 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2011 - UNICENTRO - Vestibular - História 1 |
Q266578 História
A cidade de Lapa tem uma página épica de sua história, nas lutas que ali se desenrolaram por ocasião da Revolução Federalista, no ano de 1894.
No início daquele ano, a parte sul do município foi invadida pelas tropas revolucionárias rio- grandenses. Então, de um momento para o outro, a pacífica e calma cidade campesina foi transformada em autêntica praça de guerra, onde, por vários dias seguidos, se verificaram sangrentos acontecimentos. (O CERCO..., 2011).

A Revolução Federalista (1893-1895), iniciada no Rio Grande do Sul, atingiu o interior do Paraná, produzindo o cerco da Lapa, que teve como fator motivante

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Ano: 2011 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2011 - UNICENTRO - Vestibular - História 1 |
Q266574 História
A confirmação da economia cafeeira como elemento propulsor da prosperidade do Brasil, na segunda metade do século XIX, é comprovada

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Ano: 2011 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2011 - UNICENTRO - Vestibular - História 1 |
Q266573 História
A autonomia administrativa das terras do Paraná processou-se

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Ano: 2011 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2011 - UNICENTRO - Vestibular - História 1 |
Q266572 História
A disputa das terras do Paraná entre colonos portugueses e espanhóis ocorreu

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Ano: 2011 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2011 - USP - Vestibular - Prova 1 |
Q266470 História
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta segunda-feira [30/5] que o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello foi apenas um “acidente” na história do Brasil. Sarney minimizou o episódio em que Collor, que atualmente é senador, teve seus direitos políticos cassados pelo Congresso Nacional. “Eu não posso censurar os historiadores que foram encarregados de fazer a história. Mas acho que talvez esse episódio seja apenas um acidente que não devia ter acontecido na história do Brasil”, disse o presidente do Senado.
Correio Braziliense, 30/05/2011.

Sobre o “episódio” mencionado na notícia acima, pode- se dizer acertadamente que foi um acontecimento

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Ano: 2011 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2011 - USP - Vestibular - Prova 1 |
Q266465 História
Os indígenas foram também utilizados em determinados momentos, e sobretudo na fase inicial [da colonização do Brasil]; nem se podia colocar problema nenhum de maior ou melhor “aptidão” ao trabalho escravo (...). O que talvez tenha importado é a rarefação demográfica dos aborígines, e as dificuldades de seu apresamento, transporte, etc. Mas na “preferência” pelo africano revela-se, mais uma vez, a engrenagem do sistema mercantilista de colonização; esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. Assim, os ganhos comerciais resultantes da preação dos aborígines mantinham-se na colônia, com os colonos empenhados nesse “gênero de vida”; a acumulação gerada no comércio de africanos, entretanto, fluía para a metrópole; realizavam-na os mercadores metropolitanos, engajados no abastecimento dessa “mercadoria”. Esse talvez seja o segredo da melhor “adaptação” do negro à lavoura ... escravista. Paradoxalmente, é a partir do tráfico negreiro que se pode entender a escravidão africana colonial, e não o contrário.
Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1979, p. 105. Adaptado.

Nesse trecho, o autor afirma que, na América portuguesa,

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Ano: 2011 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2011 - USP - Vestibular - Prova 1 |
Q266464 História
Fui à terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como celeiros e armazéns não diferentes do que chamamos na Inglaterra de armazéns italianos, de secos e molhados, mas, em geral, os ingleses aqui vendem suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou franceses. (...) As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, louça de barro, mas, acima de tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil.
Maria Graham. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo, Edusp, 1990, p. 230 (publicado originalmente em 1824). Adaptado.

Esse trecho do diário da inglesa Maria Graham refere- se à sua estada no Rio de Janeiro em 1822 e foi escrito em 21 de janeiro deste mesmo ano. Essas anotações mostram alguns efeitos

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Ano: 2011 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2011 - USP - Vestibular - Prova 1 |
Q266461 História
á cerca de 2000 anos, os sítios superficiais e sem cerâmica dos caçadores antigos foram substituídos por conjuntos que evidenciam uma forte mudança na tecnologia e nos hábitos. Ao mesmo tempo que aparecem a cerâmica chamada itararé (no Paraná) ou taquara (no Rio Grande do Sul) e o consumo de vegetais cultivados, encontram-se novas estruturas de habitações.
André Prous. O Brasil antes dos brasileiros. A pré-história do nosso país. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p. 49. Adaptado.

O texto associa o desenvolvimento da agricultura com o da cerâmica entre os habitantes do atual território do Brasil, há 2000 anos. Isso se deve ao fato de que a agricultura

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Ano: 2011 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2011 - UFT - Vestibular - Prova 02 |
Q265595 História
 As práticas político-estratégicas que se destacaram nos contatos entre os povos indígenas e os não-indígenas na Capitania de Goiás podem ser agrupadas em três perspectivas: uma civilizatória, uma eliminatória e uma autonomista

Adaptado de Cleube A. da Silva. Confrontando Mundos: os povos indígenas Akwen e a conquista de Goiás (1749-1851). Palmas: Nagô Editora, 2011, p. 77.

No que se refere à chamada perspectiva civilizatória na relação entre indígenas e não-indígenas no então território da Capitania de Goiás, é CORRETO afirmar que

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Ano: 2011 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2011 - UFT - Vestibular - Prova 02 |
Q265594 História
 Noventa milhões em ação,
Pra frente, Brasil, do meu coração.
Todos juntos, vamos, pra frente, Brasil,
salve a Seleção.
De repente é aquela corrente pra frente,
Parece que todo o Brasil deu a mão.
Todos ligados na mesma emoção,
Tudo num só coração.
Todos juntos, vamos, pra frente Brasil, Brasil,
salve a seleção.


Música Pra frente Brasil. Autoria de Miguel Gustavo.

A conjuntura econômica e política destacada na música e no slogan “Pra frente Brasil”, caracteriza-se

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Ano: 2011 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2011 - UFT - Vestibular - Prova 02 |
Q265593 História
 Numa piada corrente na era soviética, um ouvinte telefona para a Rádio Armênia e pergunta: “É possível prever o futuro?” Resposta: “Sim, sem problema. Sabemos exatamente como será o futuro. Nosso problema é o passado: está sempre mudando.”

JUDT, Tony. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2008, p. 815.

No que se refere à relação entre História e memória, a leitura da piada acima indica:

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Ano: 2011 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2011 - UFT - Vestibular - Prova 02 |
Q265592 História
 Afinal, é justamente nos anos 20 que a decepção quanto à possibilidade de a República realizar o ideal de uma sociedade nova torna-se absolutamente explosiva. Particularmente para os intelectuais, a década de 1920 será de questionamentos inéditos, até então, e que permanecem em pauta pelas próximas décadas. Não apenas concepções tradicionais são atacadas, mas também as instituições republicanas – identificadas com uma legalidade que não tem correspondência no real [...]

LAHUERTA, Milton. Os intelectuais e os anos 20: moderno, modernista, modernização. Em: DE LORENZO, Helena Carvalho; COSTA, Wilma Peres da. A década de 1920 e as origens do Brasil Moderno. São Paulo: Editora da Unesp, 1997, p. 93.

Os questionamentos e críticas contextualizados pelo autor para se referir à década de 1920 indicam que a Semana de Arte Moderna foi:

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Ano: 2011 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2011 - UFT - Vestibular - Prova 02 |
Q265591 História
O ano de 1850 significou, de fato, um marco decisivo na história do Segundo Reinado. No poder desde 1848, estava um Ministério nitidamente conservador, Araújo Lima (Marquês de Olinda), Euzébio de Queiroz, Paulino José Soares de Souza e Joaquim José Rodrigues Torres. Esse Ministério legislaria sobre questões fundamentais: o problema da estrutura agrária, a questão da escravidão e o incentivo à imigração.

São medidas vinculadas a esse Ministério:
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Ano: 2011 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2011 - UFT - Vestibular - Prova 02 |
Q265590 História
“Eu gostaria de ver a clausula do testamento de Adão em que ele divide o mundo entre portugueses e espanhóis.” Essa frase, atribuída ao rei francês Francisco I, mostra a determinação dos outros reinos europeus em participar na colonização das regiões atlânticas como a América e a África. Foi o caso da Holanda, que separada da Espanha em 1579, lançou-se ao mar. Sobre a relação entre Holanda e Portugal, durante o chamado Período Colonial, é CORRETO afirmar que:
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Ano: 2011 Banca: UNEMAT Órgão: UNEMAT Prova: UNEMAT - 2011 - UNEMAT - Vestibular - Prova 2 |
Q265419 História
O Governo de Getúlio Vargas, o Estado Novo, fez-se presente em Mato Grosso, com a interventoria de:
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Ano: 2011 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2011 - CEDERJ - Vestibular - Prova 01 |
Q265258 História
“Os governantes trataram com cautela a ‘questão civil’ durante o Império. Antes de 1850, apenas algumas vozes isoladas consideravam o escravismo uma instituição nefasta, responsável pelo atraso existente no país, corruptora da moral e dos costumes e inibidora do progresso e da indústria.”

NEVES, Lucia; MACHADO, Humberto. O Império do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p.379.

Assinale a alternativa que melhor identifica as condições da escravidão no Brasil após os anos de 1850.
Alternativas
Respostas
1741: A
1742: D
1743: A
1744: D
1745: A
1746: D
1747: A
1748: E
1749: A
1750: E
1751: C
1752: B
1753: A
1754: E
1755: C
1756: C
1757: A
1758: B
1759: C
1760: D