Foram encontradas 2.826.012 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3698167 Biologia
Assinale a alternativa que indica corretamente a probabilidade de um casal, ambos heterozigotos para uma característica que só se expressa na homozigose recessiva, ter um(a) filho(a) em que a doença não se manifeste.
Alternativas
Q3698168 Biologia
Assinale a alternativa que cita corretamente o inseto transmissor e a doença que pode transmitir.
Alternativas
Q3766534 Engenharia Civil
A planta-baixa, que é uma ferramenta fundamental para arquitetos e engenheiros, por permitir que eles planejem espaços e projetem edifícios de forma precisa e eficiente, representa 
Alternativas
Q3698170 Biologia
Assinale alternativa que apresenta somente doenças cujos transmissores são insetos.
Alternativas
Q3766536 Arquitetura

Atente para as seguintes afirmações sobre elementos dos projetos arquitetônicos:



I. A planta de situação mostra o lote no contexto do quarteirão, indicando acesso e recuos.



II. As convenções gráficas nos desenhos servem para padronizar a leitura entre diferentes profissionais.



III. As fachadas representam as divisões internas de cada ambiente da edificação.



IV. O desenho topográfico é utilizado para mostrar a cobertura e os materiais de acabamento do telhado.



É correto o que se afirma em

Alternativas
Q3766537 Matemática
Um cômodo com 5,50 metros de comprimento e 4,00 metros de largura possui área igual a
Alternativas
Q3766538 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará
De acordo com o art. 18 do Código de Obras, Edificações e Posturas do Município de Tauá/CE, estão isentas de licença para construção as obras que 
Alternativas
Q3766539 Engenharia Civil
O aço é amplamente utilizado na construção civil devido a suas características. Uma de suas principais aplicações é feita 
Alternativas
Q3698176 Física
Assinale a alternativa correta sobre o processo de transmissão de calor em corpos sólidos.
Alternativas
Q3766541 Direito Urbanístico
Conforme o Estatuto da Cidade e os princípios do Plano Diretor, o instrumento urbanístico que permite à municipalidade exigir que o proprietário edifique, utilize ou promova o adequado uso do solo urbano é denominado 
Alternativas
Q3766542 Administração Pública
Considerando o Plano Diretor do Município de Tauá - CE no que se refere aos instrumentos de planejamento da política municipal, atente para os seguintes itens: 

I. Planos de desenvolvimento econômico e social;

II. Lei de Responsabilidade Fiscal;

III. Instituição de unidades de preservação de bens socioambientais;

IV. Zoneamento de organização e controle do uso e ocupação do solo.

Corresponde a instrumento de planejamento da política municipal o que consta em
Alternativas
Q3766543 Engenharia Civil

Considerando a atuação do fiscal de obras, é correto afirmar que esse profissional



I. pode autorizar modificações em projeto aprovado no momento da vistoria.



II. deve produzir parecer técnico com base em vistoria e legislação vigente.



III. pode emitir relatório circunstanciado para subsidiar decisões administrativas.



IV. deve observar acessibilidade e parâmetros construtivos durante a inspeção.



Estão corretas as complementações contidas em 

Alternativas
Q3766544 Engenharia Civil
Durante o processo de emissão de aceite de obra, a autoridade fiscal deve verificar
Alternativas
Q3766545 Arquitetura
Relacione corretamente as plantas de um projeto arquitetônico às respectivas definições, numerando os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação: 

1. planta de situação;
2. planta de implantação;
3. planta de pavimento. 


(    ) Vista superior resultante de um plano secante horizontal, que corta a edificação em uma determinada altura.

(    ) Planta com a função de situar a área de intervenção no terreno em relação às áreas vizinhas ou aos terrenos vizinhos que compõem a(s) quadra(s) e ao(s) logradouro(s) que a limita(m).

(    ) Planta que compreende a localização e as dimensões da edificação ou do edifício isolado no lote ou na área de intervenção, indicando dimensões do terreno, recuos, projeção das coberturas e áreas permeáveis/impermeáveis.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3766546 Engenharia Civil

Atente para o que se afirma a seguir sobre instalações hidráulicas prediais.



I. O sistema de esgoto sanitário deve ser separado do sistema de águas pluviais, conforme exigido pelas normas técnicas.



II. O dimensionamento das tubulações hidráulicas deve levar em conta a vazão, a pressão e a perda de carga.



III. O ramal predial de água potável não precisa de controle e deve ser ligado diretamente à rede pública.



IV. As caixas de inspeção devem, preferencialmente, estar localizadas em áreas externas e de fácil acesso para manutenção.



É correto o que se afirma em

Alternativas
Q3698184 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Acerca do Texto I, analise as seguintes assertivas.

I- A falta de horizontes, a solidão, não se sentir importante para alguém ou para o mundo são fatores que influenciam a saúde orgânica – e isso pode impactar a economia de uma nação.
II- As chamadas “mortes por desespero”, cada vez mais comuns nas últimas décadas em algumas populações, incluem o suicídio, a overdose por drogas e doenças hepáticas devido ao uso abusivo de álcool.
III- A saúde pública não pode ser considerada um determinante social porque não afeta o equilíbrio econômico de um país.
IV- A primazia da matéria sobre a alma é vista pelo autor como uma questão de prioridades.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3766548 Engenharia Civil
Considerando as principais orientações e normas que servem de base para implementação de um Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM), analise os seguintes itens: 

I. NBR 14166 – Rede de referência cadastral municipal;

II. Lei Nº 10.257, de 10 de julho de 2001, que regulamenta o Estatuto das Cidades (Ministério das Cidades);

III.  Normas Técnicas da Cartografia Nacional (Decreto Nº 89.817, de 20 de junho de 1984);

IV. Diretrizes do Cadastro Territorial Multifinalitário (Portaria Nº 511 do Ministério das Cidades do Brasil, de 7 de dezembro de 2009).

Faz parte do conjunto de orientações e normas que servem de base para implementação de um CTM o que consta em
Alternativas
Q3698186 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
O Texto I é um artigo de opinião. Arespeito desse gênero textual, analise as assertivas a seguir.

I- A tipologia textual predominante em um artigo de opinião é a argumentação.
II- Num artigo de opinião, a descrição de um problema é mais importante do que a persuasão do público leitor/ouvinte.
III- O domínio dos elementos da situação comunicativa no texto envolve a compreensão do público-alvo, do contexto de circulação e das normas implícitas que regem o gênero.
IV- No artigo de opinião em análise, o público-alvo precisa dominar a norma padrão da linguagem para compreender o texto.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3698187 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
No período retirado do Texto I: “Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo”, do ponto de vista das relações semântico-pragmáticas, tem-se um exemplo de:
Alternativas
Q3766554 Direito Tributário
O artigo 34 do Código Tributário Nacional determina o contribuinte que deverá pagar o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana ‒ IPTU. Considerando esse artigo, assinale a afirmação verdadeira. 
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: B
4: E
5: D
6: A
7: B
8: B
9: D
10: C
11: D
12: D
13: A
14: B
15: C
16: C
17: D
18: D
19: E
20: A