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Q4217875 Noções de Informática
O termo hardware se refere aos componentes físicos de um computador, os quais podem ser classificados de acordo com o fluxo de informações (entrada, saída ou entrada/saída). Considere os seguintes componentes:
I. Teclado II. Microfone III. Caixas de som IV. Impressora com scanner
Com base nisso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4217874 Noções de Informática
A extensão de um arquivo indica o formato do seu conteúdo e qual aplicativo padrão deve ser utilizado para abri-lo. Considere os arquivos gastos_mensais.xlsx, contrato-de-seguranca.pdf e logotipo.png. A alternativa que lista corretamente, na ordem em que aparecem, os aplicativos indicados para abrir esses arquivos é:
Alternativas
Q4217870 Redes de Computadores
Considerando os conceitos de intranet e internet, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4217867 Noções de Informática
Considerando os atalhos de teclado do Sistema Operacional Windows 11 e do editor de textos Microsoft Word, analise as assertivas a seguir:
I. O atalho Ctrl + X, quando aplicado a um arquivo, apaga o arquivo, sendo totalmente equivalente à tecla Delete.
II. O atalho Ctrl + P, quando executado dentro do Microsoft Word, abre a janela de impressão.
III. O atalho Alt + Tab fecha a janela ou aplicativo ativo.
IV. O atalho Ctrl + Shift + C, quando executado dentro do Microsoft Word, cola o conteúdo da área de transferência, sendo sempre equivalente ao atalho Ctrl + V.
V. O atalho Win + I abre o painel de configurações do Windows.
Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4217861 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

Quanto à morfossintaxe, ainda na oração “A minha mãe é braba pra caramba”, o termo em destaque:
Alternativas
Q4217860 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

Quanto ao sujeito e ao predicado, no segundo quadrinho da tirinha do Armandinho, a oração “A minha mãe é braba pra caramba” apresenta: 
Alternativas
Q4217859 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

A relação entre língua e cultura possibilita variações linguísticas que se adequam a diferentes contextos de uso da linguagem. Nessa perspectiva, pode-se afirmar que, na tirinha do Armandinho: 
Alternativas
Q4217858 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.


12-16.png (333×340)

No período “Tenho quase certeza de que ela é selvagem”, presente no terceiro quadrinho da tirinha do Armandinho, a oração em destaque classifica-se como:
Alternativas
Q4217852 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa

Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.

        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.

        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.

        E é justamente aí que mora o meu receio.

        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.

        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção.

        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.

        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.

        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.

        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.

        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.

        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/

A oração em destaque no excerto “[...] quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico [...]”, retirado do sexto parágrafo do texto, apresenta, em sua relação subordinada à oração seguinte, relação sintático-semântica de: 
Alternativas
Q4217848 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa

Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.

        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.

        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.

        E é justamente aí que mora o meu receio.

        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.

        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção.

        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.

        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.

        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.

        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.

        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.

        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/

No texto “O surto psicodélico da Copa”, a autora Neide Fischer problematiza que: 
Alternativas
Q4217845 Arquitetura de Software
Em uma arquitetura de aplicação web com frontend e backend desacoplados, a comunicação entre as camadas é realizada exclusivamente por requisições HTTP a uma API RESTful.
Devido a requisitos de segurança e experiência do usuário, a equipe de desenvolvimento precisa garantir que falhas críticas no processamento do servidor (erros da classe 5xx) não exponham informações técnicas do ambiente ou páginas padrão do servidor web.
Com base nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.

I. Uma possível solução é configurar o servidor web como proxy reverso para interceptar respostas de erro 5xx provenientes do backend e retornar, em seu lugar, uma resposta padronizada ao cliente.

II. O frontend pode ser o responsável por capturar o código de status da resposta HTTP e decidir a forma de apresentação da falha, garantindo que a aplicação cliente mantenha o controle do fluxo de navegação.

III. O tratamento de erros deve ser delegado integralmente ao servidor web, para que o desacoplamento entre as camadas seja preservado e o frontend permaneça agnóstico às falhas ocorridas no backend.



Está correto o que se afirma em  
Alternativas
Q4217844 Arquitetura de Software
Durante a revisão de uma arquitetura, um arquiteto de software analisa duas abordagens para estruturação de uma aplicação corporativa:

• a Proposta A usa uma abordagem em que todo o processamento de regras de negócio e acesso a dados ocorre no lado do servidor, e o lado do cliente recebe apenas páginas renderizadas;
• a Proposta B adota um modelo em que parte significativa da lógica de negócio é executada diretamente no navegador do usuário, com o servidor funcionando basicamente como uma camada de persistência e serviços.


Sobre a classificação dessas propostas quanto à arquitetura de três camadas, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4217843 Arquitetura de Software
Uma organização migrou sua aplicação de um modelo monolítico para uma arquitetura distribuída. O novo ambiente conta com um componente A, que atua como ponto de entrada das requisições dos clientes web e as encaminha ao componente B, responsável por processar transações, validar regras de negócio e coordenar o acesso ao banco de dados.
Considerando as características técnicas típicas de cada componente, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4217842 Arquitetura de Software
Uma consultoria foi contratada para auditar a infraestrutura de integração de uma sociedade empresária que adota arquiteturas orientadas a serviços. Durante a análise, o auditor encontrou as seguintes descrições em um documento da equipe técnica:

- "usamos um diretório para que novos sistemas consigam localizar automaticamente os serviços disponíveis";
- "cada serviço expõe sua especificação em um documento que outros sistemas leem para saber como invocá-lo".



Considerando os padrões adotados em uma arquitetura SOA, as duas funcionalidades descritas são desempenhadas, respectivamente, por 
Alternativas
Q4217841 Segurança da Informação
Uma equipe de desenvolvimento integrou ao pipeline de DevSecOps uma ferramenta de análise de código-fonte capaz de identificar vulnerabilidades de segurança sem executar a aplicação.
Durante a análise, a ferramenta identificou o seguinte trecho de código PHP como potencialmente vulnerável: 
<?php $usuario = $_GET['user']; $query = "SELECT * FROM usuarios WHERE nome = '$usuario'"; $resultado = mysqli_query($conexao, $query); ?>


Considerando o cenário apresentado, assinale a opção que descreve corretamente a atuação da ferramenta utilizada. 
Alternativas
Q4217840 Arquitetura de Software
A arquitetura REST (Representational State Transfer), proposta por Roy Fielding, define um conjunto de restrições arquiteturais para o projeto de serviços web escaláveis, baseados no protocolo HTTP. Os serviços RESTful utilizam os métodos HTTP (GET, POST, PUT, PATCH, DELETE) como verbos de operação, URIs como identificadores de recursos, e códigos de status HTTP para comunicar o resultado das operações, promovendo interoperabilidade, desacoplamento entre cliente e servidor e navegabilidade entre recursos.
Considere que uma equipe de desenvolvimento está projetando uma API RESTful para um sistema de gerenciamento de tarefas. A API deverá permitir as operações de criação, leitura, atualização completa, atualização parcial e exclusão de tarefas. A equipe definiu o recurso tarefa e precisa mapear corretamente os métodos HTTP, as URIs e os códigos de status de resposta.
Considerando as restrições arquiteturais REST e as boas práticas de projeto de APIs RESTful, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4217839 Sistemas de Informação
O Drupal é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) de código aberto, desenvolvido em PHP, amplamente utilizado na construção de portais institucionais, sites governamentais e plataformas de conteúdo de grande escala. Sua arquitetura modular, baseada em um núcleo (core) extensível por módulos contribuídos e customizados, permite alto grau de personalização. Entre seus conceitos fundamentais estão os tipos de conteúdo (content types), a taxonomia, os blocos, as views, o sistema de permissões e papéis (roles) e o mecanismo de hooks e eventos para extensão de funcionalidades.
Considere o seguinte cenário:
Uma equipe de desenvolvimento está utilizando o Drupal (versão 9 ou superior) para construir um portal institucional de um órgão público. O portal deverá publicar notícias, organizar conteúdos por categorias temáticas, controlar o acesso de diferentes perfis de usuários (editor, revisor e administrador) e exibir listagens dinâmicas de conteúdo filtradas por data e categoria.
Considerando a arquitetura, os conceitos e os recursos do ambiente Drupal, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4217838 Programação
O Zend Framework é um framework PHP orientado a objetos que segue o padrão de arquitetura MVC (Model-View-Controller) e adota princípios como baixo acoplamento, reusabilidade e convenção sobre configuração.
A partir de 2019, o projeto migrou para a comunidade open source sob o nome Laminas Project, mantendo a mesma arquitetura e os mesmos conceitos fundamentais. Entre seus principais componentes estão o sistema de módulos, o Service Manager (gerenciador de serviços baseado em injeção de dependências), o Event Manager e o sistema de rotas.
Considere o seguinte trecho de código representando um controller em uma aplicação baseada no Zend Framework (ZF2/ZF3): 

<?php
namespace Application\Controller;
use Zend\Mvc\Controller\AbstractActionController; use Zend\View\Model\ViewModel;
class ProdutoController extends AbstractActionController {  private $produtoService;  public function __construct(ProdutoService $produtoService)  {  $this->produtoService = $produtoService;  }  public function listarAction()  {  $produtos = $this->produtoService->buscarTodos();  return new ViewModel([  'produtos' => $produtos,  ]);  } }



Considerando a arquitetura e os conceitos do Zend Framework (versões 2 e 3), e o funcionamento do framework, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4217837 Programação
O PHP (PHP: Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de programação amplamente usada no desenvolvimento web do lado do servidor.
Com suporte a múltiplos paradigmas — incluindo programação procedural e orientada a objetos —, o PHP oferece recursos como tipagem dinâmica, arrays associativos, funções de manipulação de strings, integração nativa com bancos de dados e, a partir da versão 7, melhorias significativas de desempenho e sistema de tipos, como declarações de tipo escalar e o operador null coalescing.
Considere o trecho de código PHP, a seguir. 

<?php function calcularDesconto(?float $preco, float $percentual = 10): float {
 $preco = $preco ?? 100.00;  $desconto = $preco * ($percentual / 100);  return $preco - $desconto; }
echo calcularDesconto(200.00) . "\n"; // Linha 1 echo calcularDesconto(null, 25) . "\n"; // Linha 2 echo calcularDesconto(null) . "\n"; // Linha 3 


Considerando os recursos da linguagem PHP (versão 7 ou superior) e o comportamento padrão do código apresentado, assinale a afirmativa correta.  
Alternativas
Respostas
17341: E
17342: C
17343: B
17344: C
17345: E
17346: C
17347: C
17348: B
17349: B
17350: B
17351: B
17352: D
17353: C
17354: A
17355: A
17356: C
17357: B
17358: A
17359: A
17360: A