Foram encontradas 698.579 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO
Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente.
O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante.
Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes.
Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.
Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade.
Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.
A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO
Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente.
O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante.
Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes.
Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.
Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade.
Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.
A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO
Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente.
O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante.
Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes.
Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.
Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade.
Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.
A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO
Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente.
O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante.
Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes.
Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.
Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade.
Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.
Associe as fases da despesa pública (Coluna I) às suas respectivas características (Coluna II):
Coluna I 1.Empenho. 2.Liquidação. 3.Pagamento. 4.Restos a Pagar.
Coluna II (__)Verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
(__)Ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição.
(__)Quitação da obrigação após sua regular liquidação, mediante entrega de numerário ao credor.
(__)Despesas empenhadas, mas não pagas até o encerramento do exercício financeiro, podendo ser processadas ou não processadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Durante a condução do certame e da futura contratação, foram verificadas as seguintes situações:
.A Administração optou pela dispensa de licitação em razão do valor, sem promover a devida pesquisa de preços de mercado;
.O contrato foi celebrado com prazo inicial de 12 meses, admitindo-se prorrogações sucessivas, desde que demonstrada a vantajosidade;
.Foi exigida garantia contratual equivalente a 10% do valor do contrato, sem justificativa específica nos autos;
.Durante a execução, a contratada apresentou dificuldades financeiras, levando a Administração a cogitar a retenção de pagamentos para assegurar o adimplemento de obrigações trabalhistas.
Considerando esse cenário, assinale a alternativa correta:
Em determinado período, diante do aumento das demandas internas e da necessidade de atendimento simultâneo de diferentes solicitações, o servidor adotou procedimentos voltados à otimização do fluxo de trabalho e à maior agilidade na execução das tarefas administrativas. Algumas dessas práticas envolveram adaptações na forma de controle documental, organização de informações de uso frequente, gerenciamento de compromissos institucionais e condução das comunicações internas do setor.
Posteriormente, durante análise das rotinas administrativas realizadas pela unidade, verificou-se a necessidade de avaliação da conformidade desses procedimentos com os princípios de formalização, rastreabilidade documental, padronização da comunicação administrativa e controle institucional das informações.
Considerando as rotinas administrativas e a postura funcional esperada no exercício das atribuições do escriturário, assinale a alternativa correta:
Considerando esse contexto, completa-se corretamente o trecho a seguir:
A classificação documental fundamenta-se no princípio da __________, assegurando a manutenção do contexto de produção; a definição dos prazos de guarda e destinação final decorre da aplicação da __________; e, nos sistemas informatizados de gestão arquivística, a confiabilidade dos documentos está diretamente associada à preservação da __________, que garante que o documento permaneça livre de alterações indevidas ao longo do tempo.
À luz dos princípios da Administração Pública, das diretrizes de qualidade no atendimento e das boas práticas de gestão de processos administrativos, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I.A atuação do agente público no atendimento ao cidadão deve compatibilizar eficiência operacional com observância da isonomia, da transparência informacional e da rastreabilidade das demandas, sendo inadequadas práticas que, ainda que voltadas à redução de conflitos imediatos, comprometam a equidade, a clareza comunicacional ou a integridade dos registros administrativos.
PORQUE
II.A adoção de critérios informais de priorização baseados no comportamento do usuário, a utilização de linguagem excessivamente técnica sem mediação comunicacional, o diferimento sistemático do registro das demandas e a prestação de informações incompletas configuram distorções no fluxo administrativo, com potencial de afetar a confiabilidade dos dados, a accountability e a aderência aos princípios que regem o serviço público.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Com base nas normas de redação oficial aplicáveis ao ofício, assinale a alternativa que apresenta inadequação técnica:
À luz dos princípios constitucionais da Administração Pública e da organização administrativa, analise as afirmativas a seguir:
I.Ainda que possua personalidade jurídica de direito privado, a entidade está sujeita aos princípios constitucionais da Administração Pública, especialmente no que se refere à legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
II.A natureza jurídica de direito privado afasta a incidência dos princípios da Administração Pública, permitindo maior liberdade gerencial, inclusive quanto à escolha de fornecedores.
III.A descentralização administrativa permite a criação de entidades com maior autonomia, mas não afasta o dever de observância dos princípios constitucionais e dos mecanismos de controle.
IV.A promoção institucional que vincule a atuação administrativa à imagem de dirigentes públicos pode violar o princípio da impessoalidade, ainda que realizada por entidade da administração indireta.
V.As entidades da administração indireta com personalidade jurídica de direito privado submetem-se a um regime jurídico híbrido, no qual coexistem normas de direito privado com a incidência de princípios e regras de direito público, especialmente quando atuam na prestação de serviços de interesse coletivo.
Assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tomar chuva faz bem?
O som relaxante
Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.
"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.
"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."
Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.
Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.
Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.
"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."
Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente. Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.
Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado
Com base na acentuação dos vocábulos presentes no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'água' recebe acento por ser uma oxítona terminada em ditongo crescente. (__)O vocábulo 'têm' recebe acento porque todos os monossílabos tônicos terminados em 'em' recebem 'acento'. (__)O vocábulo 'responsável' está acentuado corretamente, assim como 'bambú', 'saguí' e 'Grajaú', embora por regras diferentes. (__)O vocábulo 'pelo', quando empregado como preposição, não recebe acento, porém, quando usado como substantivo, recebe acento, como em 'O pêlo do gato provocou alergia ao bebê'.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Rodrigo apresentou a Luciana uma proposta de aporte em um suposto fundo de investimentos. Utilizando relatórios e gráficos impressos falsificados, ele a convenceu de que o negócio era seguro. Confiando na expertise do profissional, Luciana entregou a ele todas as suas economias. Semanas depois, ao tentar resgatar uma parte dos valores para uma emergência, a médica descobriu que o fundo nunca existiu e que Rodrigo havia sumido com o dinheiro, gerando um prejuízo financeiro devastador na vida da vítima.
Com base na situação hipotética narrada e na legislação penal brasileira vigente aplicável ao crime de estelionato, assinale a afirmativa correta:
Posteriormente, a chefia verificou que todas as informações poderiam ter sido prestadas durante a própria ligação, sem prejuízo ao serviço e sem necessidade de deslocamento do cidadão. Ao analisar o caso, ressaltou-se a importância da ética, da eficiência e do compromisso com o interesse público.
Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta do servidor:
Com base nas noções de primeiros socorros no trânsito, assinale a alternativa correta.
À luz do Código de Processo Penal, assinale a alternativa correta.
À luz do Código Penal, a conduta atribuída ao servidor Luiz Gonzaga caracteriza:
Diante da situação hipotética, assinale a alternativa correta:
Diante da situação apresentada, a conduta praticada por Carlos configura o crime de: