Questões de Concurso Nível superior

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Q4120583 Atualidades

Julgue o próximo item, relativo a Microsoft Office, segurança da informação, ferramentas de comunicação e colaboração, inteligência artificial (IA) generativa e proteção de dados pessoais.


De acordo com a Política Nacional de Educação Digital, a consolidação de uma cultura digital envolve a aprendizagem destinada à participação consciente e democrática dos cidadãos na sociedade por meio das tecnologias digitais, o que pressupõe a construção de atitude crítica, ética e responsável em relação à multiplicidade de ofertas midiáticas e digitais.

Alternativas
Q4120582 Segurança da Informação

Julgue o próximo item, relativo a Microsoft Office, segurança da informação, ferramentas de comunicação e colaboração, inteligência artificial (IA) generativa e proteção de dados pessoais.


A principal função do firewall é permitir a realização de conexão entre dois pontos, como, por exemplo, entre um funcionário que trabalha remotamente e a infraestrutura de rede da empresa que o emprega, de forma a proporcionar acesso a recursos compartilhados, como servidores de arquivos.

Alternativas
Q4120581 Direito Digital

Julgue o próximo item, relativo a Microsoft Office, segurança da informação, ferramentas de comunicação e colaboração, inteligência artificial (IA) generativa e proteção de dados pessoais.


No contexto de uso da IA no serviço público, para a proteção de informações sensíveis e confidenciais, são indicadas apenas soluções de IA generativa aprovadas pelo órgão, uma vez que o servidor público mantém a responsabilidade integral pelo conteúdo produzido, sendo obrigatória a revisão, independentemente da ferramenta utilizada.

Alternativas
Q4120580 Noções de Informática

Julgue o próximo item, relativo a Microsoft Office, segurança da informação, ferramentas de comunicação e colaboração, inteligência artificial (IA) generativa e proteção de dados pessoais.


Se, no Microsoft Office 365, um usuário clicar a funcionalidade Inserir Sumário do Word, serão automaticamente identificadas as principais ideias, argumentos e conclusões, gerando-se resumos em tópicos do texto presente no documento.

Alternativas
Q4120579 Direito Digital

Julgue o próximo item, relativo a Microsoft Office, segurança da informação, ferramentas de comunicação e colaboração, inteligência artificial (IA) generativa e proteção de dados pessoais.


De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), tanto o controlador — a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais —, quanto o operador — que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador — podem ser pessoas jurídicas de direito público ou privado.

Alternativas
Q4120578 Legislação dos Tribunais de Contas (TCU, TCEs e TCMs) e Ministérios Públicos de Contas
De acordo com a Lei Complementar estadual n.º 464/2012, que dispõe sobre a Lei Orgânica do TCE/RN, julgue o seguinte item.
Compete ao TCE/RN suspender a execução de ato ou procedimento diante da iminência de lesão grave e de difícil reparação ao patrimônio público, sendo vedada, contudo, a concessão da medida cautelar sem a prévia oitiva do gestor público responsável pelo ato ou procedimento.
Alternativas
Q4120577 Controle Externo

No que diz respeito ao controle da atividade financeira do Estado, julgue o item que se segue.


Os tribunais de contas têm competência para aplicar multas a prefeitos que atuem como ordenadores de despesas, independentemente do julgamento das contas anuais pelo Poder Legislativo.

Alternativas
Q4120576 Controle Externo

No que diz respeito ao controle da atividade financeira do Estado, julgue o item que se segue.


No âmbito da fiscalização da atividade financeira do Estado, compete ao Tribunal de Contas da União realizar a fiscalização contábil, financeira e orçamentária das renúncias de receitas concedidas pela União. 

Alternativas
Q4120575 Controle Externo

No que concerne ao conceito, aos tipos e às formas de controle, julgue o item a seguir.


A sustação cautelar de procedimento licitatório pelo tribunal de contas, antes da prolação da decisão de mérito, é exemplo de controle prévio e legítimo, fundamentado no poder geral de cautela inerente às funções constitucionais dos tribunais de contas.

Alternativas
Q4120574 Direito Administrativo

No que concerne ao conceito, aos tipos e às formas de controle, julgue o item a seguir.


O controle de mérito, fundamentado no princípio da autotutela, permite que a administração pública revogue atos legítimos por razões de conveniência e oportunidade, sendo tal prerrogativa extensível ao Poder Judiciário no exercício de sua função jurisdicional.

Alternativas
Q4120573 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


The text states that current biocomputing systems are still limited in their capabilities and can perform only simple tasks.

Alternativas
Q4120572 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


In the sentence "While complex network behavior is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it" (last paragraph), the connector "While" expresses contrast, and could be correctly replaced with Although.

Alternativas
Q4120571 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


In the fragment "growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines" (second paragraph), the expression "blur the line" is used figuratively to indicate increasing integration between technological and biological systems.

Alternativas
Q4120570 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


According to the text, the growing interest in biocomputing is mainly the result of a single recent scientific discovery.

Alternativas
Q4120569 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


Pelas relações de sentido estabelecidas entre o primeiro e o segundo parágrafos, infere-se que o conectivo "Assim", no início do segundo parágrafo, denota conclusão.

Alternativas
Q4120568 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


A correção gramatical e os sentidos originais do texto seriam preservados se o trecho "a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos" (terceiro parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: a formação de servidores aptos a saberem lidar com esses sistemas, considerando seus limites, inclinações e impactos.

Alternativas
Q4120567 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


No trecho "a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas" (terceiro parágrafo), o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo "à", em à implementação", é facultativo.

Alternativas
Q4120566 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


No trecho "Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico" (terceiro parágrafo), é obrigatória a ênclise do pronome átono em "Trata-se".

Alternativas
Q4120565 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


No trecho "Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes" (terceiro parágrafo), a forma verbal "exige" estabelece concordância com o termo "adoção".

Alternativas
Q4120564 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


No trecho "A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas" (segundo parágrafo), a inserção de uma vírgula imediatamente após "indispensável" alteraria as relações sintáticas estabelecidas originalmente no texto.

Alternativas
Respostas
13821: C
13822: E
13823: C
13824: E
13825: C
13826: E
13827: C
13828: C
13829: C
13830: E
13831: C
13832: C
13833: C
13834: E
13835: E
13836: E
13837: E
13838: C
13839: C
13840: C