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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais “paulistinhas” tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em “L” e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formar uma pequena cova que serviria pra “embocar” as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão. (...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
“Sabem o que eu faria se tivesse algum poder?”
As formas verbais destacadas no trecho acima expressam, nessa mesma ordem, os sentidos de uma ação:
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Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais “paulistinhas” tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em “L” e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formar uma pequena cova que serviria pra “embocar” as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão. (...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
“A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo.”
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem, são sinônimas de:
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Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais “paulistinhas” tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em “L” e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formar uma pequena cova que serviria pra “embocar” as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão. (...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
Fui ter com Virgília; bem depressa esqueci o Quincas Borba. Virgília era o travesseiro do meu espírito, um travesseiro mole, tépido, aromático, enfronhado em cambraia e bruxelas. Era ali que ele costumava repousar de todas as sensações más, simplesmente enfadonhas, ou até dolorosas. E, bem pesadas as coisas, não era outra a razão da existência de Virgília; não podia ser. Cinco minutos bastaram para olvidar inteiramente o Quincas Borba; cinco minutos de uma contemplação mútua, com as mãos presas umas nas outras; cinco minutos e um beijo. E lá se foi a lembrança do Quincas Borba... Escrófula da vida, andrajo do passado, que me importa que exista, que molestes os olhos dos outros, se eu tenho dois palmos de um travesseiro divino, para fechar os olhos e dormir?
ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ática, 2002.
5, 13, 21, 29...
Qual é o valor do quinto termo dessa sequência?
9 ser divisível por 9, o valor de
pode ser: Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.