Questões de Concurso Nível superior

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Q4248064 Português
Texto 3


    Por que diabos “merda” é palavrão? Aliás, por que a palavra “diabos”, indizível décadas atrás, deixou de ser um? Outra: você já deve ter tropeçado numa pedra e, para revidar, xingou-a de algo como “filha-da-puta”, mesmo sabendo que a dita nem mãe tem.
    Pois é: há mais mistérios no universo dos palavrões do que o senso comum imagina. Mas a ciência ajuda a desvendá-los. Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões “moram” nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico. É o fundo do cérebro, a parte que controla nossas emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá.


BURGOS, A ciência do palavrão: o que está por trás dos xingamentos mais comuns. Superinteressante [edição virtual], São Paulo, 31 jan. 2008. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-ciencia-do-palavrao/. Acesso em: 04 jun. 2026.
No trecho “Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões ‘moram’ nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico.”, a expressão “mais exatamente” apresenta valor semântico de 
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Q4248063 Português
Texto 2

     Desde que começou a envelhecer realmente começou a querer ficar em casa.
    Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda. Não era para os outros que era feio ela passear, todos admitem que os outros sejam velhos. Mas para si mesma. Que ânsia, que cuidado com o corpo perdido, o espírito aflito nos olhos, ah, mas as pupilas essas límpidas.
     Outra coisa: antigamente no seu rosto não se via o que ela pensava, era só aquela face destacada, em oferta. Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso! Embora fosse impossível e inútil dizer em que rosto parecia pensar, e também impossível e inútil dizer no que ela mesma pensava.
     Ao redor as coisas frescas, uma história para a frente, e o vento, o vento... Enquanto seu ventre crescia e as pernas engrossavam, e os cabelos se haviam acomodado num penteado natural e modesto que se formara sozinho.


LISPECTOR, Clarice. A não aceitação. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 291.
No período “Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso!”, o adjetivo “horrorizada” exerce a função sintática de
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Q4248062 Português
Texto 2

     Desde que começou a envelhecer realmente começou a querer ficar em casa.
    Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda. Não era para os outros que era feio ela passear, todos admitem que os outros sejam velhos. Mas para si mesma. Que ânsia, que cuidado com o corpo perdido, o espírito aflito nos olhos, ah, mas as pupilas essas límpidas.
     Outra coisa: antigamente no seu rosto não se via o que ela pensava, era só aquela face destacada, em oferta. Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso! Embora fosse impossível e inútil dizer em que rosto parecia pensar, e também impossível e inútil dizer no que ela mesma pensava.
     Ao redor as coisas frescas, uma história para a frente, e o vento, o vento... Enquanto seu ventre crescia e as pernas engrossavam, e os cabelos se haviam acomodado num penteado natural e modesto que se formara sozinho.


LISPECTOR, Clarice. A não aceitação. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 291.
Considerando a construção de sentidos do texto como um todo, a coerência textual é organizada principalmente pela relação entre o(a)
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Q4248061 Português
Texto 2

     Desde que começou a envelhecer realmente começou a querer ficar em casa.
    Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda. Não era para os outros que era feio ela passear, todos admitem que os outros sejam velhos. Mas para si mesma. Que ânsia, que cuidado com o corpo perdido, o espírito aflito nos olhos, ah, mas as pupilas essas límpidas.
     Outra coisa: antigamente no seu rosto não se via o que ela pensava, era só aquela face destacada, em oferta. Agora, quando se vê sem querer ao espelho, quase grita horrorizada: mas eu não estava pensando nisso! Embora fosse impossível e inútil dizer em que rosto parecia pensar, e também impossível e inútil dizer no que ela mesma pensava.
     Ao redor as coisas frescas, uma história para a frente, e o vento, o vento... Enquanto seu ventre crescia e as pernas engrossavam, e os cabelos se haviam acomodado num penteado natural e modesto que se formara sozinho.


LISPECTOR, Clarice. A não aceitação. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. p. 291.
Releia este trecho da crônica: “Parece-me que achava feio passear quando não se era mais jovem: o ar tão limpo, o corpo sujo de gordura e rugas. Sobretudo a claridade do mar como desnuda.” Nesse excerto, a expressão “a claridade do mar como desnuda” produz efeito expressivo ao
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Q4248060 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
Considerando as características e funcionalidades de diferentes gêneros e tipologias textuais, o segundo parágrafo apresenta predominância da tipologia 
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Q4248059 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
No terceiro período do primeiro parágrafo, o pronome oblíquo “lo”, em “desnaturalizá-lo”, atua como recurso de coesão textual ao referir-se ao sintagma
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Q4248058 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
No primeiro parágrafo, a progressão temática ocorre por meio da
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Q4248016 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) estabelece, em seu art. 28, que incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar a:
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Q4248015 Pedagogia
A educação inclusiva constitui um movimento político, cultural e educacional que defende o direito de todos os estudantes à escolarização na escola comum. Nesse contexto, as práticas pedagógicas inclusivas buscam acolher as diferentes formas de aprender, considerando as potencialidades, os interesses e as necessidades educacionais de cada estudante.
Com base nesse tema, julgue os itens a seguir:

I.As necessidades educacionais dos estudantes podem implicar a elaboração de recursos, suportes, materiais e estratégias didáticas que favoreçam o acesso ao currículo e a aprendizagem.
II.A inclusão escolar dispensa que os princípios legais sejam efetivados por meio de práticas pedagógicas que garantam o direito à educação de todos os estudantes.

A partir da análise dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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Q4248014 Pedagogia
As propostas curriculares inclusivas, quando contextualizadas, reconhecem e valorizam as características, experiências e culturas dos estudantes. Nessa perspectiva, o currículo favorece a integração dos conhecimentos, a participação de todos e a superação da fragmentação do ensino. Com base nessa concepção de currículo inclusivo, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248013 Pedagogia
A relação entre saúde e educação exige atuação articulada entre os diferentes profissionais envolvidos no atendimento ao estudante. Nesse contexto, embora a saúde contribua para o cuidado e a identificação de necessidades, é importante evitar que a deficiência seja reduzida apenas ao diagnóstico clínico ou que a escola assuma funções de reabilitação.

Diante desse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248012 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial, instituída pelo Decreto nº 12.686/2025, define a Educação Especial como uma (um) (X) de ensino oferecida de forma transversal em todos os níveis, etapas e modalidades da educação, com o objetivo de assegurar recursos e serviços educacionais que apoiem, complementem e suplementem o processo de escolarização.

Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
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Q4248011 Libras
As escolas ou classes de educação bilíngue são aquelas em que a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa constituem as línguas de instrução em todo o processo educativo. Considerando as orientações didáticas para o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para estudantes surdos, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248010 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida legalmente como meio de comunicação e expressão da comunidade surda brasileira. No contexto da educação bilíngue para estudantes surdos, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248009 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) constitui um serviço da Educação Especial destinado a identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade, visando eliminar barreiras e favorecer o acesso, a participação e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da Educação Especial. Com base na organização do AEE, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)A oferta do AEE não precisa constar no projeto pedagógico da escola.
(__)A eliminação das barreiras para a plena participação dos estudantes constitui uma das funções do AEE.
(__)As atividades desenvolvidas no AEE não se diferenciam daquelas realizadas na sala de aula comum.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
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Q4248008 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB − Lei nº 9.394/1996) estabelece que o poder público, na esfera de sua competência federativa, deve divulgar a lista de espera por vagas nos estabelecimentos de educação básica de sua rede. Com base nessa determinação, julgue os itens a seguir.

I.A lista de espera deve, obrigatoriamente, ser divulgada por unidade escolar.
II.A divulgação da lista de espera não se aplica às creches.
III.A lista de espera deve ser divulgada por ordem de colocação.

É CORRETO o que se afirma em:
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Q4248007 Pedagogia
Considerando o processo de inclusão escolar e o atendimento aos estudantes da Educação Especial, os professores especializados devem realizar registros documentais que subsidiem o acompanhamento escolar e as estratégias de apoio ao educando. Sobre esse registro, julgue os itens a seguir.

I.No registro escolar devem constar informações sobre as características do estudante e seu contexto de vida, como histórico, ritmo de aprendizagem, potencialidades, limitações identificadas, níveis de aprendizagem.
II.O relatório descritivo também deve identificar as barreiras impeditivas existentes para o processo de aprendizagem e o desenvolvimento global do estudante.

Com base na análise dos itens, é CORRETO afirmar que:
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Q4248006 Libras
A comunicação adequada com estudantes surdos ou com deficiência auditiva constitui uma prática de respeito às diferenças e favorece sua participação nas atividades escolares. Relacione as estratégias de comunicação a seguir com suas respectivas finalidades. Sobre esse assunto, relacione a coluna I à coluna II.

Coluna I

1.Organização do ambiente.
2.Disposição do mobiliário escolar.
3.Recursos pedagógicos.
4.Comunicação do professor.

Coluna II

(__)Utilizar imagens e outros recursos visuais para favorecer a compreensão dos conteúdos.
(__)Evitar falar de costas para a turma ou olhando para o quadro.
(__)Manter o ambiente adequadamente iluminado.
(__)Organizar as carteiras em círculo ou meia-lua para facilitar a visualização dos colegas e a leitura labial.

Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA. 
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Q4248005 Pedagogia
Por que educação inclusiva diz respeito a todos? Porque todos precisamos, de alguma forma, de cuidado e educação permanentes, porque a extensão de nossas autonomias é relativa. É muito difícil conquistá-las, e todos as perdemos ou não as temos, em algum grau ou medida, ao longo da vida.

Fonte: MENDES, Rodrigo Hübner (org.). Educação inclusiva na prática: experiências que ilustram como podemos acolher todos e perseguir altas expectativas para cada um. São Paulo: Fundação Santillana, 2020.

Com base nesse entendimento sobre autonomia, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4248004 Fonoaudiologia
A Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) consiste em um conjunto de recursos, estratégias e técnicas que favorecem a comunicação de pessoas com dificuldades na fala e/ou na linguagem. Com base nesse conceito, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)É indicada para pessoas que não conseguem falar, que apresentam fala limitada ou cuja fala não é compreendida.
(__)Amplia as possibilidades de comunicação, oferecendo à pessoa diferentes meios para se expressar, participar de conversas, fazer escolhas e interagir com o meio em que vive.
(__)A CAA é composta por recursos que substituem a fala, tornando desnecessário o desenvolvimento ou o estímulo da comunicação oral.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
12321: C
12322: C
12323: B
12324: A
12325: C
12326: A
12327: D
12328: D
12329: C
12330: D
12331: A
12332: D
12333: A
12334: B
12335: D
12336: B
12337: B
12338: B
12339: C
12340: A