Questões de Concurso Nível fundamental

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Q4176343 Meio Ambiente
De acordo com a Resolução n.º 275/2001, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva, assinale CORRETAMENTE a cor utilizada nos coletores para o descarte de resíduos perigosos.
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Q4176342 Saúde Pública
As Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue são um instrumento que possibilitam aos gestores adequarem seus planos estaduais, regionais, metropolitanos ou locais, tornando-se imperioso que o conjunto das atividades que vêm sendo realizadas, e outras a serem implantadas, sejam intensificadas, permitindo um melhor enfrentamento do problema e a redução do impacto da dengue sobre a saúde da população brasileira. Diante do exposto, o objetivo geral dessas Diretrizes é:
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Q4176341 Direito Sanitário
A Portaria de n.º 6, de 28 de setembro de 2017, consolida:
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Q4176340 Saúde Pública
Segundo a Portaria n.º 2.436/2017 do Ministério da Saúde, que aprovou a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE uma diretriz da Atenção Básica:
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Q4176339 Saúde Pública
Acerca das políticas de saúde pública que vigoram no Brasil, assinale a alternativa que indica CORRETA e respectivamente, a sua sigla e a nomenclatura:
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Q4176338 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o Capítulo II da Lei Orgânica do Município de Pindorama (SP), que trata da organização das competências locais, o Município possui atribuições privativas e concorrentes. Em relação à articulação normativa com as demais esferas da federação, o parágrafo único do Artigo 3° estabelece expressamente que o Município poderá, no que couber: 
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Q4176326 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta o significado CORRETO da palavra destacada em “O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera.”
Alternativas
Q4176322 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma oração destacada com função de sujeito. 
Alternativas
Q4176081 Engenharia Hidráulica
No planejamento da rede de distribuição de água de um loteamento residencial, a equipe técnica precisa dimensionar os diâmetros das tubulações para garantir que a água chegue aos pontos de consumo com pressão e vazão adequadas. Durante o dimensionamento da rede, os técnicos devem considerar a perda de carga ao longo das tubulações para garantir o abastecimento adequado. Com base nos fatores físicos e nas variáveis que influenciam a perda de carga na rede de distribuição, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4176080 Engenharia Hidráulica
No planejamento da rede de distribuição de água de uma região metropolitana, a etapa de armazenamento (reservação) desempenha um papel estratégico na operação do sistema. A escolha da localização e do tipo construtivo dos reservatórios deve garantir a eficiência hidráulica desde a saída da estação até o ponto de consumo final. De acordo com os propósitos da reservação e a classificação técnica dessas estruturas de armazenamento, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4176079 Engenharia Hidráulica
Para melhorar o sistema de abastecimento de água de uma cidade, a prefeitura planeja instalar novas tubulações principais (adutoras) para ligar o rio, a Estação de Tratamento de Água (ETA) e os reservatórios dos bairros. Considerando as regras técnicas para o funcionamento e a classificação dessas tubulações de abastecimento, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4176078 Engenharia Ambiental e Sanitária
No manejo de resíduos sólidos urbanos, sistemas específicos de devolução e retorno pós-consumo são estruturados para garantir que determinados produtos pós-consumo retornem às cadeias industriais de origem, evitando sua mistura com o lixo comum. Esse instrumento de desenvolvimento econômico e social, caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento ou destinação final adequada, é CORRETAMENTE definido como:
Alternativas
Q4176077 Meio Ambiente
Uma associação de moradores, preocupada com a degradação das nascentes locais e o descarte inadequado de efluentes no rio que corta o bairro, decidiu organizar um programa de Mobilização e Educação Ambiental. Para estruturar as ações comunitárias de proteção aos recursos hídricos, a coordenação do projeto avaliou diferentes linhas de pensamento e concepções pedagógicas para guiar o trabalho com os cidadãos. Considerando as diretrizes teóricas da Educação Ambiental aplicadas a esse contexto de engajamento social, a associação CORRETA entre a concepção do recurso hídrico e a estratégia comunitária é: 
Alternativas
Q4176076 Meio Ambiente
Em relação às características e os desafios que envolvem a execução de ações de Educação Ambiental na modalidade não formal, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4176075 Direito Ambiental
Acerca das ações de controle da poluição e da manutenção da qualidade das águas, do ar e do solo, a atuação normativa do Estado deve garantir que:
Alternativas
Q4176074 Direito Ambiental
De acordo com o tratamento dado pela Constituição Federal (CF) de 1988 ao meio ambiente, sua natureza jurídica e os deveres relacionados à sua proteção, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q4176073 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma equipe de saneamento foi escalada para realizar a desobstrução e a manutenção preventiva na rede subterrânea de esgoto de uma avenida movimentada. Sabendo que os operários de serviços externos ficam expostos a ruídos de tráfego intenso, umidade constante e emanações de gases do próprio sistema de esgotamento, a gerência operacional recorreu aos fundamentos da higiene do trabalho para estruturar as ações de proteção. Com base nos conceitos da higiene do trabalho na segurança de serviços de campo, a ação CORRETAMENTE aplicável a essa operação deve ser:
Alternativas
Q4176072 Segurança e Saúde no Trabalho
Em relação às estratégias de prevenção de acidentes no trabalho, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4176071 Segurança e Saúde no Trabalho
No planejamento das ações de segurança para a escavação de valas para o assentamento de tubos de esgoto em uma via pública, a equipe técnica deu início ao protocolo estruturado de prevenção de acidentes e gerenciamento de riscos ocupacionais. Concluída a etapa de identificação dos perigos ocupacionais na obra, os profissionais precisaram aplicar as etapas subsequentes para subsidiar a tomada de decisão da gerência. Considerando a ordem cronológica e os critérios técnicos que regem as etapas de avaliação e tratamento desses riscos, a conduta metodologicamente CORRETA a ser adotada pela equipe é:
Alternativas
Q4176070 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante uma atividade de manutenção em uma galeria subterrânea de esgoto, um operador utilizou um capacete de segurança que trazia acoplado, em uma única estrutura de fábrica, uma viseira de proteção facial e um protetor auricular do tipo concha. Acerca das diretrizes normativas sobre os tipos de equipamentos de proteção, o dispositivo utilizado pelo trabalhador é definido CORRETAMENTE como:
Alternativas
Respostas
6581: A
6582: C
6583: B
6584: D
6585: B
6586: D
6587: C
6588: A
6589: C
6590: D
6591: C
6592: A
6593: B
6594: A
6595: D
6596: B
6597: C
6598: D
6599: D
6600: A