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Soares (2004) aborda a educação física no Brasil, considerando saúde, higiene, raça e moral como referenciais de abordagem e de análise, privilegiando as instituições médicas e o discurso higienista, considerando que é possível encontrar, elementos que auxiliam “[...] na compreensão de uma Educação Física como sinônimo de saúde física e mental, como promotora da saúde, como regeneradora da raça, das virtudes e da moral” (p.86).
As análises da autora indicam que:
No que se refere às desigualdades raciais, devemos acentuar o papel desempenhado pela ciência que, por meio de comparações e generalizações, absolutamente descontextualizadas, ‘comprovava’, a superioridade da raça branca em relação à negra, assim como do homem em relação à mulher (p.89).
É correto afirmar que, no Brasil,
Os elementos abordados por Bracht (2005, p. 112-114), na crítica ao esporte e suas instituições, constituem-se numa análise que
Ainda no que diz respeito à síntese das críticas que apresenta, Bracht (2005) analisa o esporte e as instituições. Em certa altura dessa análise indica que:
O esporte de alto rendimento ou espetáculo vai organizar-se a partir dos princípios econômicos vigentes na economia de mercado – situa-se no plano da transformação da cultura em mercadoria, é parte do que se chama de indústria de entretenimento e precisa ser estudado no plano da economia da cultura. Em princípio, poderia, regendo-se pelas leis de mercado, prescindir da intervenção generosa (ou subsidiária) do Estado, prescindir também da legitimação via contribuição educativa e para a saúde, mas, como aliás outros setores da economia – que fazem concomitantemente apologia da economia de mercado – parece não querer abrir mão desta ‘parceria (BRACHT, 2005, p.111).
Em consonância com as críticas tecidas pelo autor, pode-se afirmar que a organização esportiva,
Em Bracht (2005), o autor coloca como objetivos para o estudo que realiza, “a) oferecer à comunidade da Educação Física brasileira e de áreas afins, uma síntese das principais críticas de cunho sócio-filosófico do esporte, e b) contribuir para o avanço da avaliação e do entendimento críticos das funções sociais e do significado humano do fenômeno esportivo.”
Ao se propor essa tarefa, iniciam-se suas análises por meio de uma abordagem d’a gênese do esporte moderno e, nela, considera um esquema dual, em que pese a complexidade de uma abordagem do tipo.
O esquema dual de que se vale o autor é esporte
Ao pensar a educação do corpo na e para a escola, Taborda de Oliveira e Linhales (2011, p. 405) apontam que:
Mapeando e catalogando fontes, identificando novos acervos, ampliando o diálogo com a literatura e, sobretudo, ampliando a compreensão histórica da educação do corpo na escola para além dos limites de seu conteúdo sem, contudo, excluí-lo, podemos contribuir de forma bastante significativa para a compreensão do lento processo de afirmação da forma escolar como modo privilegiado de socialização, uma vez que podemos entender os vários dispositivos mobilizados para controle dos corpos por diferentes formas escolares em diferentes períodos da história da escolarização e em diferentes regiões do Brasil.
Sendo assim, pode-se considerar que
I. essa é uma perspectiva que deve promover maior abertura e ampliação do diálogo com outras áreas do saber na compreensão dos processos de formação e de educação dos corpos.
II. essa perspectiva não deve considerar a padronização de condutas, baseada na definição de tempos e espaços escolares como referência, sob pena de engessar e comprometer suas análises.
III. essa perspectiva encontra possibilidades de investigação pouco exploradas na história das disciplinas escolares e no estudo de práticas corporais institucionalizadas por meio das quais se privilegia a formação do espírito.
IV. nessa perspectiva, a interação e a inter-relação, com as diversas áreas do saber, proporcionam ao historiador da educação possibilidades fecundas de investigação dos mais diversos saberes e práticas escolares instituídos, que dão sustentação à educação corporal em determinado contexto.
V. nessa perspectiva, deve-se manter o estudo das diferentes culturas escolares relativamente afastado das transformações nos padrões de entendimento e no comportamento corporal, como forma de se obter mais clareza dos processos de desenvolvimento da forma escolar e de seus dispositivos.
Está correto apenas o que se afirma em
As Orientações Curriculares para o Ensino Médio, contidas em Brasil (2006), em determinado ponto do texto, trazem as seguintes considerações:
Apesar de anteriormente termos tratado o esporte como conteúdo, somos obrigados a reconhecer que, analisando o contexto e o cotidiano escolar [...], a forma como os conteúdos são tratados nas escolas nas últimas décadas acabam por torná-los formas esportivas/competitivas por excelência, deixando em segundo plano outros temas e perspectivas de formação próprios da Educação Física. Praticamente todos os conteúdos, dos jogos populares às danças de salão, foram transformados em práticas de disputas, com regras formalizadas e institucionalizadas, organização de torneios e premiação aos melhores. Nesse caso, os temas gerais da escola e os específicos da Educação Física ficaram à mercê do processo de esportivização da comunidade escolar. Essa forma esportiva de tratar os conteúdos acabou por transformar a competição como princípio das relações educativas. A competição ganha tal força como se essa fosse a única maneira de se promover a formação das pessoas, em especial dos nossos jovens (BRASIL, p. 230-231).
Com base nessas considerações, é correto afirmar que a
Silva, Silva e Molina Neto (2016), ao tratarem das Possibilidades da Educação Física no ensino médio técnico, avaliam que:
No Brasil, a educação profissional e tecnológica está em expansão, com a atribuição de contribuir com o desenvolvimento material da nação. Porém, é tarefa dos Institutos Federais de Educação avançar para além desse desenvolvimento material, cabendo-lhes proporcionar uma formação para o pensar. Essa formação, no entanto, só poderá acontecer se não se restringir à capacitação técnica exigida pelos interesses de um mercado de trabalho (SILVA; SILVA; MOLINA NETO, 2016, p. 326).
Em consonância com essas afirmações, é correto dizer que
Ainda no Coletivo de Autores (p. 30-33), ao se tratar da Educação Física Escolar no currículo escolar, são considerados alguns princípios curriculares, cuja referência no trato com o conhecimento articulam-se à ideia de currículo ampliado. Posto isso, relacione os princípios aos significados correspondentes.
Príncípios
1. Relevância social do conteúdo
2. Contemporaneidade do conteúdo
3. Adequação às possibilidades sociognoscitivas do aluno
4. Simultaneidade dos conteúdos enquanto dados da realidade
5. Provisoriedade do conhecimento
6. Espiralidade da incorporação das referências do pensamento
Significados
( ) Inclui o que também é considerado clássico.
( ) Confronta o etapismo na organização curricular conservadora.
( ) Vincula a explicação da realidade concreta.
( ) Compartilha significados construídos no pensamento do aluno.
( ) Compreende diferentes formas de organizar o pensamento.
A sequência correta é:
Em Darido (2012, p. 135), a autora considera a classificação de conteúdos de Zabala (1998) para “[...] discutir o que avaliar” nas dimensões conceitual, procedimental e atitudinal.
Sendo assim, no que diz respeito à dimensão conceitual, é correto propor questões cujas respostas
Soares et al. (1992, p. 26-27), no Coletivo de Autores, ao tratarem da concepção de currículo ampliado, tomam, inicialmente, duas aproximações conceituais em relação a currículo, cuja origem vem do latim curriculum e “[...] significa corrida, caminhada, percurso.”
Essas duas aproximações são:
I. O currículo escolar representa o projeto de escolarização do homem no processo de apreensão do conhecimento científico, apropriando-se desse conhecimento, que é confrontado com o saber que o aluno traz de seu cotidiano e de outras referências do pensamento humano.
II. O currículo escolar toma como objeto o conhecimento científico, a partir do qual o aluno desenvolve suas habilidades e capacidades intelectuais de forma a torná-lo instrumento para sua formação intelectual e profissional.
III. O currículo escolar incorpora um projeto de escolarização que considera determinado conhecimento científico, apropriado pela escola, como referência de um dado projeto de sociedade, considerado como único caminho a ser percorrido pelo aluno.
IV. O currículo escolar tem como objeto a reflexão do aluno, e o conhecimento científico é apropriado e tratado, metodologicamente, de modo a facilitar sua apreensão e o desenvolvimento da capacidade intelectual do aluno.
V. O currículo escolar expressa os anseios da sociedade, com base nas necessidades de formação técnica e profissional dos alunos, nas condições materiais oferecidas pelas escolas e nas demandas de acesso ao conhecimento científico.
Está totalmente correto apenas o que se afirma em
Em relação ao Programa de Controle Médico Ocupacional (PCMSO), assinale a alternativa CORRETA:
Segundo a Norma Regulamentadora 6(NR6), cabe ao empregador adquirir o equipamento de proteção individual- EPI adequado ao risco de cada atividade. Diante disso assinale verdadeiro(V) ou falso(F) para as obrigações dos empregados quanto a utilização dos EPI’s.
( ) Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina.
( ) Responsabilizar-se pela apenas pela sua conservação, sendo de responsabilidade do empregador a guarda dos EPI’s.
( ) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.
( ) Descumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
Assinale a alternativa CORRETA.
Tendo em vista o dimensionamento da CIPA da empresa X com 24 funcionários e enquadrada no grupo C-2, quantos funcionários no total terá a CIPA dessa empresa? Assinale a alternativa CORRETA conforme o quadro I abaixo retirada da NR5:
*GRU-POS |
N° de Empregados no Estabelecimento
N° de Membros da CIPA |
0 a 19 |
20 a 29 |
30 a 50 |
51 a 80 |
101 a 120 |
121 a 140 |
141 a 300 |
301 a 500 |
501 a 1000 |
C-1 |
Efetivos |
- |
1 |
1 |
3 |
3 |
4 |
4 |
4 |
6 |
Suplentes |
- |
1 |
1 |
3 |
3 |
3 |
3 |
3 |
4 |
|
C-1a |
Efetivos |
- |
1 |
1 |
3 |
3 |
4 |
4 |
4 |
6 |
Suplentes |
- |
1 |
1 |
3 |
3 |
3 |
3 |
4 |
5 |
|
C-2 |
Efetivos |
- |
1 |
1 |
2 |
2 |
3 |
4 |
5 |
6 |
Suplentes |
- |
1 |
1 |
2 |
2 |
3 |
3 |
4 |
5 |
|
C-3 |
Efetivos |
- |
1 |
1 |
2 |
2 |
3 |
3 |
5 |
6 |
Suplentes |
- |
1 |
1 |
2 |
2 |
3 |
3 |
4 |
5 |
|
C-3a |
Efetivos |
- |
- |
- |
1 |
1 |
2 |
2 |
3 |
3 |
Suplentes |
- |
- |
- |
1 |
1 |
2 |
2 |
3 |
3 |
Em relação ao funcionamento da CIPA, as reuniões ordinárias mensais deverão ser:
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) tem várias atribuições. Assinale a alternativa que NÃO é atribuição da CIPA:
Conforme a Norma Regulamentadora 4 (NR4), assinale a alternativa correta:
Segundo a Norma Regulamentadora 3(NR3) durante a paralisação decorrente da imposição de interdição ou embargo, assinale a alternativa correta.
Conforme a Norma Regulamentadora 3(NR3) o embargo implica a paralisação total ou parcial da obra. Podemos considerar como obra segundo a NR3:
A Norma Regulamentadora 3(NR3) trata de embargo e interdição que são medidas de urgência, adotadas a partir da constatação de situação de trabalho que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador. Podemos considerar como risco grave e iminente:
Conforme a Norma Regulamentadora 2(NR2), todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do MTb. Sendo assim o órgão regional do MTb, após realizar a inspeção prévia, emitirá: