🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso

Questões Discursivas

Foram encontradas 2.789.867 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4222090 Matemática
Sabe-se que em qualquer sequência de três números inteiros consecutivos, exatamente um deles é múltiplo de 3 e pelo menos um deles é par.
Considere três números inteiros consecutivos, x, y e z, nessa ordem. Julgue as afirmações e assinale a alternativa verdadeira.
I- A soma de três números inteiros consecutivos é sempre par. 5 II. A soma de três números inteiros consecutivos é sempre um múltiplo de 3. III- O produto de três números inteiros consecutivos é sempre um múltiplo de 6. IV- A média aritmética desses três números sempre será o número do meio (y). 
Alternativas
Q4222089 Raciocínio Lógico
No livro “Incríveis passatempos matemáticos”, Ian Stewart, apresenta a seguinte curiosidade matemática: 
(8 × 8) + 13 = 77. (8 × 88) + 13 = 717. (8 × 888) + 13 = 7117. (8 × 8888) + 13 = 71117. (8 × 88888) + 13 = 711117.
... Adaptado de: STEWART, Ian. Incríveis passatempos matemáticos. Tradução: Diego Alfaro. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
Observando-se o padrão dessa curiosidade matemática, o nono valor obtido tem como soma dos seus algarismos:
Alternativas
Q4222088 Literatura
Leia as afirmações sobre o romance Quincas Borba, de Machado de Assis, indique se são (F) falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa correta.
( ) Sofia age abertamente, aceitando a corte de Rubião. Pode-se denominar isto de adultério consciente. Sofia, entretanto, tem uma real atração por Carlos Maria, jovem bonito e rico. É possível dizer que Sofia, ao mesmo tempo em que incentiva a paixão platônica de Rubião, pretende conquistar Carlos Maria.
( ) Cristiano Palha tem consciência de que a esposa aceita a corte de Rubião, mas desconhece a simpatia crescente entre Sofia e Carlos Maria.
( ) Quem sente realmente o ciúme de Sofia é Rubião. Pode-se dizer que a posição de Palha é bastante cômoda no que se refere a Rubião. Quanto à Sofia, o que se pode dizer de seu relacionamento com Rubião não é fácil, pois seu papel é duplo: o de atrair e depois repudiar.
( ) A diferença básica entre Rubião e Carlos Maria é que o último, não ama Sofia e Rubião sim. 
Alternativas
Q4222087 Português
Em significação das palavras, os pares correto/certo; sim/não; auto/alto; celeiro/seleiro, são respectivamente:
Alternativas
Q4222086 Português
Aludindo-se ao uso ou não do sinal grave indicativo de crase, identifique a alternativa indevida.
Alternativas
Q4222085 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q4222084 Português
Sobre tipologia textual, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Dissertação-expositiva, (informativa), apresenta dados sobre um determinado assunto. Há informações sobre diferentes temas, em que o autor expõe dados e/ou conceitos de modo objetivo.
( ) O objetivo principal da dissertação-expositiva (informativa) é informar, esclarecer.
( ) Na Dissertação-expositiva (informativa), os gêneros mais comuns são aula, resumo, textos científicos, enciclopédia, textos expositivos de revistas e jornais.
( ) Na dissertação-argumentativa é comum encontrar sermão, ensaio, monografia, tese, ensaio, manifesto, crítica.
Alternativas
Q4222083 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “dilacerante” significa: 
Alternativas
Q4222082 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (primeira, rejeição, ausência). 
Alternativas
Q4222081 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Ainda no texto, o período “mas já é outra”, a oração é: 
Alternativas
Q4222080 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (saudade, história, concordância), são respectivamente:
Alternativas
Q4222079 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Analise o texto e marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4222078 História e Geografia de Estados e Municípios
Indique a alternativa incorreta sobre o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32. 
Alternativas
Q4222052 Administração de Recursos Materiais
Um gestor de estoque de um hospital possui os seguintes dados, referente a determinado item:
• Demanda anual: 800 unidades;
• Custo para emissão de cada pedido: R$ 25,00;
• Custo anual de armazenagem: R$ 4,00 por unidade.
O tamanho do Lote Econômico de compra deste item vale 
Alternativas
Q4222051 Administração de Recursos Materiais
Na gestão do almoxarifado de manutenção de um hospital, o engenheiro decidiu aplicar a metodologia da Curva ABC para os itens de estoque.
Dessa forma, esses itens foram classificados considerando 
Alternativas
Q4222050 Engenharia Mecânica
O uso de indicadores é essencial para o planejamento e programação da manutenção. Relacione os três indicadores a seguir, com seus respectivos significados
1. OEE              
2. MTBF        
3. MTTR             
( ) Tempo médio entre falhas
( ) Tempo médio gasto no reparo
( ) Índice de desempenho global do equipamento
A sequência correta dos indicadores, na ordem apresentada, é
Alternativas
Q4222049 Engenharia de Produção
Em um hospital, a equipe de engenharia implantou um programa de Manutenção Produtiva Total (TPM). Como parte dessa iniciativa, os operadores dos equipamentos passaram a realizar atividades rotineiras de limpeza, inspeção visual, reapertos simples e identificação de anomalias, comunicando à equipe de manutenção as irregularidades encontradas.

Essa prática corresponde ao pilar da TPM denominado 
Alternativas
Q4222048 Engenharia de Qualidade
Durante a revisão do plano de manutenção de um sistema de gases medicinais de um hospital, a equipe decidiu aplicar a metodologia da Manutenção Centrada em Confiabilidade (RCM). Após identificar as funções do sistema, os modos de falha e suas consequências, verificou-se que determinada falha não apresentava impacto significativo sobre a segurança, o meio ambiente, a operação ou os custos de manutenção.
De acordo com os princípios da RCM, a medida mais adequada é
Alternativas
Q4222047 Engenharia Mecânica
A principal técnica para identificar falhas mecânicas em equipamentos rotativos é a(o)
Alternativas
Q4222046 Engenharia Elétrica
Na manutenção preditiva de um painel elétrico hospitalar, pretende-se identificar conexões com aquecimento anormal sem interromper o funcionamento da instalação.
A técnica de monitoramento de condição mais adequada é a(o)
Alternativas
Respostas
5881: C
5882: C
5883: B
5884: C
5885: A
5886: A
5887: A
5888: B
5889: D
5890: B
5891: A
5892: C
5893: B
5894: D
5895: A
5896: B
5897: C
5898: D
5899: B
5900: A