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Q4122518 Noções de Informática
Um sistema computacional moderno é composto pela integração de elementos físicos e lógicos que trabalham em conjunto para processar informações. Sobre a distinção entre hardware e software, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4122517 Noções de Informática
No ecossistema do Google Workspace, o Google Drive atua como uma solução de armazenamento e sincronização de arquivos. Sobre o gerenciamento e o compartilhamento de recursos nesta plataforma, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4122516 Noções de Informática
O termo phishing refere-se a uma prática de cibercrime que busca comprometer a segurança de dados de usuários e instituições. Sobre a definição e o modo de operação dessa ameaça, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4122515 Noções de Informática
No Windows 10, a gestão de informações é centralizada no Explorador de Arquivos. Sobre as funcionalidades de organização e as características de pastas e arquivos nesse ambiente, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4122514 Matemática
Em um estúdio de criação, cada capa de caderno personalizada é produzida com a escolha de 1 cor de fundo, 1 tipo de ilustração e 1 estilo de letra para o nome do cliente. Há 6 opções de cor de fundo, 4 opções de ilustração e 3 estilos de letra. Nessas condições, o número de capas diferentes que podem ser criadas é igual a:
Alternativas
Q4122513 Matemática
Uma empresa de paisagismo utilizou 12,4 quilogramas de adubo em um jardim, 8,8 quilogramas em outro e ainda utilizou 3,2 quilogramas em manutenções diversas. Sabendo que a empresa havia comprado inicialmente 30,8 quilogramas de adubo e que o restante não utilizado foi dividido igualmente em 4 sacos menores, pode-se afirmar que a quantidade de adubo colocada em cada saco foi, em quilogramas, de: 
Alternativas
Q4122512 Matemática
Para digitalizar o acervo de um museu, 8 técnicos com igual capacidade levariam 18 dias para concluir o trabalho, mantendo o mesmo ritmo diário de produção. Pode-se afirmar que, se 12 técnicos com a mesma capacidade forem designados para realizar esse mesmo serviço, nas mesmas condições, o número de dias necessários para concluí-lo será:
Alternativas
Q4122511 Matemática
A tabela apresenta a quantidade de camisetas vendidas por uma representante durante as três primeiras semanas do mês de fevereiro:
Imagem associada para resolução da questão
Analisando a tabela, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4122510 Matemática
Uma loja de artigos esportivos fez um levantamento sobre a venda de mochilas em uma promoção de fim de semana. No sábado, foram vendidas 240 mochilas. No domingo, o número de mochilas vendidas foi 25% menor que no sábado. Pode-se afirmar que o total de mochilas vendidas nesse fim de semana foi de:
Alternativas
Q4122509 Português
O uso de artigos definidos e indefinidos não é aleatória. É preciso fazer uma escolha consciente, uma vez que sentidos serão construídos a partir dos artigos usados no texto. Tendo isso em consideração, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos dos artigos indefinidos aos sentidos construídos:
Primeira coluna: uso dos artigos indefinidos
1.Estampava no rosto o sorriso, um sorriso de gente má.
2.Terá uns quarenta anos que aconteceu o acidente com o Césio-137 em Goiânia.
3.A autora escreveu de uma maneira, que era impossível parar a leitura.
Segunda coluna: sentidos construídos
(__)Denota aproximação.
(__)Dá ênfase ao termo que acompanha.
(__)Usa-se o artigo indefinido para aclarar melhor as características de um substantivo enunciado anteriormente.

Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4122508 Português
As sentenças a seguir apresentam palavras em destaque que podem conter ou não o acento grave (crase). Analise-as com atenção e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4122507 Português
Leia o excerto a seguir e complete as lacunas:
É nesse ponto que a _________ fragilizada se torna uma porta de entrada poderosa para promessas de transformação rápida. Segundo a psicóloga Carolina Mattos, "Quando uma pessoa acredita que só será amada, valorizada ou aceita depois de 'se _________', ela se torna mais vulnerável a discursos que oferecem mudanças milagrosas."
O risco está em transformar __________ em __________ permanente. [...] Esse tipo de lógica costuma produzir relações frágeis com qualquer tentativa de mudança, porque a urgência emocional raramente sustenta constância. Quando a expectativa é resolver rapidamente dores profundas, a frustração se torna quase inevitável. [...]
(Disponível em:https://l1nq.com/lj8gu2c. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas no excerto:
Alternativas
Q4122506 Português
Leia o excerto a seguir:
Por muito tempo, o rap foi associado a uma ideia de força quase inabalável . Um espaço dominado por vozes masculinas que carregam histórias atravessadas por violência , sobrevivência e afirmação. E, por isso, muitas vezes parecem distantes de qualquer demonstração de fragilidade. Esse imaginário , no entanto, não está apenas nos artistas. Ele também atravessa o público , que compartilha dessa mesma imagem de um homem que aguenta, que não recua, que não expõe o que sente.
(Disponível em: https://vidasimples.co/cultura/nove-raps-nacionais-que-transformam-dor -em-musica/. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

De acordo com as regras de acentuação gráfica do português brasileiro, analise as sentenças a seguir:
I.A palavra "inabalável" recebe acento por ser uma paroxítona terminada em -l.
II.A palavra "ideia" foi grafada de modo equivocado, pois falta acento em "e", seguindo a mesma regra de "violência" e "sobrevivência". O correto seria "idéia".


III.A acentuação das palavras "histórias, violência, sobrevivência e imaginário" atende à mesma regra e todas estão corretas.
IV.As palavras "também" e "público" estão corretamente acentuadas, sendo a primeira, uma palavra oxítona, e a segunda, uma proparoxítona.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4122505 Português
Analise o excerto a seguir, atentando à concordância das palavras destacadas:
"[...] A grande parte das nossas ações cotidianas ocorre sem reflexão profunda, liberando espaço mental para lidar com tarefas mais complexas. Isso significa que grande parte da nossa vida é, de fato, composta por decisões que sequer percebemos como escolhas. O cérebro atua por atalhos cognitivos, baseados em experiências, hábitos e associações anteriores, muitas vezes antes mesmo de nos darmos conta."
(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/fazemos-35-mil-escolhas-todos-os-dias/ . Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
(__)O verbo "ocorrer" apresenta duas possibilidades de concordância: singular ou plural. Isso se dá porque o sujeito está representado pela expressão "a grande parte de" + expressão no plural (as nossas ações cotidianas). Desse modo, a decisão da autora por conjugar o verbo no singular está correta.
(__)O verbo "ser" (em negrito) só pode ser conjugado no singular nesse contexto.
(__)A concordância do adjetivo "baseados" gera uma ambiguidade e confunde o leitor, pois não é possível definir se ele concorda com o substantivo "atalhos" ou com o adjetivo "cognitivos". O correto seria concordar com o substantivo "cérebro", evitando qualquer possibilidade de confusão no entendimento do texto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q4122504 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso dos "porquês:
I.Trata-se apenas de criar consciência nos momentos que importam porque , no pequeno espaço entre o impulso e a ação, existe a possibilidade de fazer diferente.
II.Estar presente é pausar antes de reagir, criar um pequeno espaço entre o impulso e ação. Esse espaço pode durar segundos, mas muda tudo. Por quê?
III.O mais surpreendente é que cerca de 90% das nossas decisões acontecem no automático e o porquê disso está no fato de que o cérebro humano precisa economizar energia.
IV.É preciso entender por que escolhas aparentemente pequenas, quando repetidas moldam nossas vidas. E a verdade é simples.

Está correto o uso das palavras destacadas em:
Alternativas
Q4122503 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Considere o seguinte trecho para análise:
"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos."
A respeito da regência verbal, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O verbo "romper" pode reger seu complemento com várias preposições, o que conferirá ao texto sentidos diferentes. No caso dado, o sentido de "romper" é de "opor-se, resistir", dado pela preposição "com".
(__)O verbo "romper", nesse contexto, pode ser acompanhado pela preposição "sobre", sem comprometer o sentido construído. O mesmo não acontece se for usada a preposição "em", pois ela mudaria o sentido.
(__)A regência construída pelo verbo "somar-se" está correta e confere, ao contexto, o sentido de "agregar, juntar para formar uma totalidade".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4122502 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Considere o excerto a seguir para analisar as sentenças a respeito da pontuação:
Durante muito tempo , o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo . Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.
I.A vírgula após a palavra "tempo" foi utilizada para separar o adjunto adverbial de tempo que está anteposto ao verbo.
II.As vírgulas usadas no trecho sublinhado estão corretamente aplicadas porque elas separam orações coordenadas assindéticas, isto é, sem a utilização de conectivos.
III.O travessão foi usado de modo equivocado, destacando o aposto explicativo. A única pontuação possível nesse contexto seria a vírgula.
IV.As duas vírgulas, antes e depois de "entretanto", são desnecessárias porque em caso de conjunção adversativa, usa-se apenas depois dela.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4122501 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas.
De acordo com o texto:
(__)Viajar é, cada vez menos, um ato de liberdade.
(__)Se em princípio, viajar era um ato que pedia autonomia do sujeito, na atualidade, outros fatores determinam esse gesto, entre eles a influência digital.
(__)Na contemporaneidade, o ato de viajar está mais relacionado com seguir sugestões fornecidas nas redes sociais virtuais do que com descobrir algo, conhecer o novo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4122500 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Analise o trecho a seguir com atenção, observando as escolhas feitas pela autora para a construção dos sentidos, e, em seguida, analise as sentenças:
"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados."
I.A palavra destacada em "o reproduz" é um pronome pessoal, tendo como referente o substantivo "cotidiano", substituindo-o.
II.O pronome demonstrativo "isso" foi usado para substituir toda a ideia contida no período anterior, evitando repetições desnecessárias.
III.O pronome pessoal "ela" é completamente desnecessário no contexto, uma vez que ele apenas repete seu referente "viagem", sem estabelecer nenhum efeito de sentido no contexto.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4122498 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Lei Orgânica do Município de Promissão/SP estabelece a repartição de competências entre a Câmara Municipal e o Prefeito, distinguindo atribuições de exercício privativo do Legislativo daquelas que dependem de sanção do Chefe do Poder Executivo. A correta compreensão dessa distinção é essencial para a análise da atuação normativa e administrativa no âmbito municipal.
Com base no disposto na referida norma, analise as afirmativas a seguir:
I.Compete privativamente à Câmara Municipal elaborar seu Regimento Interno, organizar seus serviços administrativos e eleger sua Mesa Diretora.
II.Compete à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, autorizar a concessão de serviços públicos, a alienação de bens imóveis e a celebração de convênios com entidades públicas ou privadas.
III.Compete privativamente à Câmara Municipal autorizar a concessão de serviços públicos e a concessão administrativa de uso de bens municipais.
IV.Compete à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, criar cargos públicos e fixar seus vencimentos, bem como estruturar órgãos da administração pública municipal.
V.Compete privativamente à Câmara Municipal fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo, incluídos os da Administração Indireta.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
3281: E
3282: E
3283: E
3284: D
3285: E
3286: D
3287: E
3288: C
3289: E
3290: D
3291: D
3292: B
3293: C
3294: A
3295: D
3296: E
3297: C
3298: C
3299: C
3300: B