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Q3785060 História e Geografia de Estados e Municípios
Em São João da Varjota, a persistência de manifestações como o catolicismo popular, as festas juninas e o mutirão agrícola é frequentemente interpretada como sinal de continuidade cultural. No entanto, sob a perspectiva da antropologia histórica, tais práticas podem ser compreendidas como formas reconfiguradas de sociabilidade, resultantes de processos de ressignificação pós-colonial. Diante disso, é correto afirmar que essas manifestações, embora enraizadas, não representam uma reprodução direta das instituições coloniais, mas sim uma reconstrução simbólica adaptada ao contexto de municipalização recente e das lógicas de pertencimento identitário contemporâneo.
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Q3785059 Administração Pública
O PNDH-3, (Programa Nacional de Direitos Humanos), ao incorporar diretrizes voltadas à promoção da segurança pública e ao combate à violência, adota uma perspectiva centrada no fortalecimento do aparato repressivo do Estado, com ênfase em medidas punitivas e no aumento do poder policial como caminho preferencial para a garantia dos direitos humanos. 
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Q3785058 Administração Pública
As políticas de inclusão social em sociedades democráticas visam à superação de desigualdades históricas, porém sua efetividade está condicionada à compreensão de que diversidade não se limita à tolerância passiva, mas exige o reconhecimento ativo das identidades, a redistribuição de oportunidades e a reconfiguração das estruturas institucionais excludentes. 
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Q3785057 Administração Pública
Apesar de prever instrumentos de democracia direta, como o plebiscito, o referendo e a iniciativa popular, o modelo constitucional brasileiro preserva a centralidade da representação política, estabelecendo barreiras normativas e práticas que limitam o uso efetivo desses mecanismos pela população. 
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Q3785056 Administração Pública
O bicameralismo estabelecido pela Constituição Federal de 1988 atribui à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal funções equivalentes, com distinção apenas quanto à origem dos seus membros, sem implicações sobre os princípios representativos que orientam a organização do Estado brasileiro. 
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Q3785055 Administração Pública
No contexto de um Estado Democrático de Direito, considerando as categorias analíticas de Jürgen Habermas sobre "esfera pública" e "ação comunicativa", é correto afirmar que: A ausência de educação política da população configura um risco estrutural à democracia, pois compromete a formação da vontade política racional, prejudica a intersubjetividade comunicativa essencial ao consenso democrático, e limita a função deliberativa das instituições públicas, conforme delineado na Teoria do Agir Comunicativo.
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Q3785054 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
Na construção “voltadas exclusivamente à fé”, a preposição “a” justifica-se pela regência da forma verbal passiva “voltadas”, e o advérbio “exclusivamente” atua como intensificador sem alterar a exigência sintática do termo regido. Considerando a transitividade do verbo “voltar” em sua forma pronominal, e a possibilidade de ambiguidade semântica na frase, é correto afirmar que a estrutura está gramatical e interpretativamente irrepreensível, mesmo sob análise estilística formalista.
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Q3785053 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
O texto “Furto de Flor” apresenta uma metáfora ampliada que permite interpretá-lo como uma alegoria da condição humana, em que o gesto de “furtar” a flor representa simbolicamente a tendência do ser humano de dominar o que é belo ou natural, e a inevitável frustração que decorre da tentativa de preservar, em ambiente artificial, aquilo que só existe plenamente em seu espaço de origem.
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Q3785052 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
A atribuição de emoções à flor no texto “Furto de Flor”, por meio da figura da prosopopeia, desvia completamente o foco da crítica ecológica e literária, limitando-se a um discurso lúdico e desvinculado de qualquer forma de simbolismo existencial ou antropocêntrico, configurando-se como exemplo típico de literatura infantil sem densidade filosófica.
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Q3785051 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
O texto combina lirismo e reflexão ética, sugerindo que todo ato, mesmo pequeno e poético, carrega consequências morais.
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Q3785050 Português
FURTO DE FLOR

        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
No conto "Furto de Flor", de Carlos Drummond de Andrade, a relação do eu lírico com a flor revela uma tensão simbólica entre ética e estética, onde o gesto de posse – embora motivado pela contemplação do belo – resulta na destruição do objeto contemplado. Considerando os recursos de personificação, deslocamento semântico da ideia de furto, e a crítica antropocêntrica subjacente, é correto afirmar que o texto articula uma crítica existencial à ação humana sobre o mundo natural, apontando a incompatibilidade entre o desejo de preservação e os mecanismos de apropriação estética.
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Q3783634 Saúde Pública
Durante a pandemia de Covid-19, o ACE teve papel essencial na disseminação de informações sobre prevenção, mas não pôde atuar diretamente no rastreamento de contatos de casos suspeitos.
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Q3783633 Saúde Pública
O ACE deve identificar e classificar áreas de risco utilizando critérios epidemiológicos, ambientais e sociais, propondo intervenções junto à equipe multiprofissional de saúde.
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Q3783632 Saúde Pública
Segundo a PNAB, a Atenção Básica deve ser organizada de forma territorializada, responsabilizando-se por um conjunto definido de pessoas, a fim de garantir continuidade do cuidado e vínculo entre profissionais e população.
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Q3783631 Direito Sanitário
A Lei 8.080/1990 permite que o SUS utilize serviços privados para complementar a oferta de saúde pública, desde que haja insuficiência de recursos próprios, e proíbe a destinação de recursos públicos para instituições privadas com fins lucrativos.
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Q3783630 Saúde Pública
O ACE deve desenvolver ações educativas em parceria com escolas, associações de bairro e lideranças comunitárias para fortalecer a prevenção de doenças.
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Q3783629 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), regulamentada pela Portaria nº 2.436/2017, tem como principal diretriz a atuação das equipes de saúde no nível terciário, garantindo o acesso direto a procedimentos de alta complexidade.
Alternativas
Q3783628 Saúde Pública
A Esquistossomose é uma doença causada por um verme que possui um ciclo indireto, utilizando o caramujo como hospedeiro intermediário.
Alternativas
Q3783627 Saúde Pública
A falta de saneamento básico adequado pode contribuir para o aumento da transmissão de doenças de veiculação hídrica, como diarreias, hepatite A e leptospirose.
Alternativas
Q3783626 Serviço Social
O sigilo profissional em saúde pública pode ser quebrado em casos em que o profissional identifique riscos coletivos ou situações de violação de direitos, como violência contra crianças, idosos e mulheres.
Alternativas
Respostas
14981: C
14982: E
14983: C
14984: C
14985: E
14986: C
14987: C
14988: C
14989: E
14990: C
14991: C
14992: E
14993: C
14994: C
14995: C
14996: C
14997: E
14998: C
14999: C
15000: C