Questões de Concurso Para psiquiatria

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Q3606130 Psiquiatria

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A alteração fisiopatológica previsto ao Box 4 corresponde a:

Alternativas
Q3606129 Psiquiatria
Após o parto de uma mulher portadora de transtorno afetivo bipolar grave, em uso de lítio, qual deve ser a conduta médica em relação ao estabilizador de humor
Alternativas
Q3606128 Psiquiatria
Sobre o sistema de neurotransmissão química endocanabinoide:
Alternativas
Q3606127 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


"Novo medicamento promete um reforço e tanto no controle do TDAH: o cenário do distúrbio tem tudo para mudar com a chegada do primeiro medicamento não estimulante e sem potencial viciante no Brasil. Trata-se da atomoxetina." (adaptado de Felix, Paula. Novo medicamento promete um reforço e tanto no controle do TDAH. Veja, publicado em 08/09/2023).
Além do TDAH para qual das condições abaixo a atomoxetina pode proporcionar efeitos positivos no uso de forma continuada?
Alternativas
Q3606126 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


"Novo medicamento promete um reforço e tanto no controle do TDAH: o cenário do distúrbio tem tudo para mudar com a chegada do primeiro medicamento não estimulante e sem potencial viciante no Brasil. Trata-se da atomoxetina." (adaptado de Felix, Paula. Novo medicamento promete um reforço e tanto no controle do TDAH. Veja, publicado em 08/09/2023).
Sobre a farmacologia da atomoxetina:
Alternativas
Q3606124 Psiquiatria
O modelo de etiopatogenia mental, denominado "modelo estresse-diátese" é uma teoria biopsicossocial que busca explicar a história natural dos transtornos mentais, como o resultado de uma interação entre as vulnerabilidades ou fatores predisponentes com o estresse decorrente das experiências de vida.

Em relação ao modelo estresse-diátese, é correto afirmar:
Alternativas
Q3606122 Psiquiatria
O tratamento medicamentoso com psicofármacos em idosos requer atenção a que fatores fisiológicos do envelhecimento:
Alternativas
Q3606121 Psiquiatria
No que concerne ao modelo de tratamento previsto pela Lei nº 10.216/2001 para pessoas portadoras de sofrimento mental decorrente do uso de álcool e outras drogas:
Alternativas
Q3606120 Psiquiatria
Sobre o tratamento de transtornos mentais perinatais:
Alternativas
Q3606119 Psiquiatria
Na elaboração de políticas públicas eficazes na prevenção do suicídio deve-se ter em mente:
Alternativas
Q3606118 Psiquiatria
Sobre a eficácia e tolerabilidade dos antidepressivos para tratamento agudo de transtorno depressivo:
Alternativas
Q3606117 Psiquiatria
Sobre a prescrição medicamentosa:
Alternativas
Q3606114 Psiquiatria
Sobre a perícia médica em psiquiatria:
Alternativas
Q3606113 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 19 anos, procurou atendimento na atenção primária em busca de ajuda por dificuldades acadêmicas. Desde o início da faculdade, seis meses antes, saía-se mal nas avaliações e não conseguia administrar seus horários de estudo. Relatou que costumava ser incapaz de se manter concentrado enquanto lia ou assistia a palestras. Distraía-se com facilidade e, portanto, tinha dificuldade em entregar trabalhos escritos no prazo. Reclamou de sentimentos de inquietação, agitação e preocupação. Descreveu dificuldades para dormir, baixa energia e uma incapacidade de "se divertir" com seus pares. Sente-se "sozinho, burro, um fracasso - incapaz de perseverar". Na última semana, esteve visitando a família em sua cidade natal quando manifestou a seus pais seu plano de desistir da faculdade.
Sobre o manejo terapêutico do paciente, qual a melhor conduta a ser adotada?
Alternativas
Q3606112 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 19 anos, procurou atendimento na atenção primária em busca de ajuda por dificuldades acadêmicas. Desde o início da faculdade, seis meses antes, saía-se mal nas avaliações e não conseguia administrar seus horários de estudo. Relatou que costumava ser incapaz de se manter concentrado enquanto lia ou assistia a palestras. Distraía-se com facilidade e, portanto, tinha dificuldade em entregar trabalhos escritos no prazo. Reclamou de sentimentos de inquietação, agitação e preocupação. Descreveu dificuldades para dormir, baixa energia e uma incapacidade de "se divertir" com seus pares. Sente-se "sozinho, burro, um fracasso - incapaz de perseverar". Na última semana, esteve visitando a família em sua cidade natal quando manifestou a seus pais seu plano de desistir da faculdade.
Quais das seguintes informações complementares teriam maior peso para confirmação da hipótese diagnóstica de TDAH?
Alternativas
Q3606110 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 17 anos, foi encaminhada para reavaliação diagnóstica após ter recebido vários diagnósticos de autismo e retardo mental ao longo de toda sua vida. Recentemente descobriu-se que ela apresenta síndrome de Kleefstra, e a família gostaria de reconfirmar os primeiros diagnósticos e avaliar o risco genético para os futuros filhos de suas irmās mais velhas.

Na época da avaliação a paciente frequentava uma escola especial. Ela conseguia se vestir sozinha, mas era incapaz de tomar banho sem assistência ou de ficar em casa desacompanhada. Mudanças em seu horário e expectativas funcionais elevadas geralmente a deixavam irritada. Quando perturbada, a adolescente frequentemente feria a si mesma (mordia o punho) e a outras pessoas (dava beliscões e puxava o cabelo).

Segundo os pais, a paciente foi atendida pela primeira vez aos 9 meses de idade, depois que os pais perceberam atrasos significativos na função motora. Ela caminhou aos 20 meses e aprendeu a ir ao banheiro aos 5 anos. Falou a primeira palavra aos 6 anos de idade.

Seus pais informaram que a adolescente sabia centenas de palavras individuais e várias frases simples. Ela sempre teve interesse por placas de carros e passava hora desenhando-as. O exame de da paciente revelou uma jovem acima do peso, com contato visual inconsistente. Ela não iniciava atenção compartilhada tentando olhar nos olhos. Frequentemente ignorava o que os outros lhe diziam. Para solicitar um objeto desejado, se balançava de um pé para o outro e apontava.
Os pais de da paciente queriam saber especificamente se os resultados do teste genético afetavam os diagnósticos anteriores dela. Qual seria a resposta mais apropriada?
Alternativas
Q3606109 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 17 anos, foi encaminhada para reavaliação diagnóstica após ter recebido vários diagnósticos de autismo e retardo mental ao longo de toda sua vida. Recentemente descobriu-se que ela apresenta síndrome de Kleefstra, e a família gostaria de reconfirmar os primeiros diagnósticos e avaliar o risco genético para os futuros filhos de suas irmās mais velhas.

Na época da avaliação a paciente frequentava uma escola especial. Ela conseguia se vestir sozinha, mas era incapaz de tomar banho sem assistência ou de ficar em casa desacompanhada. Mudanças em seu horário e expectativas funcionais elevadas geralmente a deixavam irritada. Quando perturbada, a adolescente frequentemente feria a si mesma (mordia o punho) e a outras pessoas (dava beliscões e puxava o cabelo).

Segundo os pais, a paciente foi atendida pela primeira vez aos 9 meses de idade, depois que os pais perceberam atrasos significativos na função motora. Ela caminhou aos 20 meses e aprendeu a ir ao banheiro aos 5 anos. Falou a primeira palavra aos 6 anos de idade.

Seus pais informaram que a adolescente sabia centenas de palavras individuais e várias frases simples. Ela sempre teve interesse por placas de carros e passava hora desenhando-as. O exame de da paciente revelou uma jovem acima do peso, com contato visual inconsistente. Ela não iniciava atenção compartilhada tentando olhar nos olhos. Frequentemente ignorava o que os outros lhe diziam. Para solicitar um objeto desejado, se balançava de um pé para o outro e apontava.
Quais elementos clínicos da paciente são relevantes para confirmar o diagnóstico de transtorno de espectro autista?
Alternativas
Q3606108 Psiquiatria
Paciente 28 anos, acompanhado da esposa, procurou atendimento em pronto socorro com sintomas de dor no peito, palpitação, falta de ar e sudorese, os quais iniciaram há 40 minutos, de forma súbita, com a sensação iminente de que poderia "morrer do coração". Relata episódio anterior há 45 dias, com duração breve, para o qual não procurou atendimento. Ao exame físico e complementar, foi evidenciada taquicardia sinusal, sem outras alterações. Nega doenças anteriores ou uso de substâncias ilícitas ou medicamentos. Foi encaminhado para avaliação com psiquiatra na urgência para intervenção precoce e prevenção de novas "crises"

Dentre as opções oferecidas, a melhor indicada na emergência é:
Alternativas
Q3606107 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Lactente de 9 meses, feminina, foi levada para o hospital com a queixa de "parada respiratória e cianose". A admissão, o relato incluiu tosse, febre e cianose persistente. Nasceu de parto normal a termo, pesando 3.380g, Apgar 09/10. Na história pregressa apresentou duas internações anteriores; a primeira por crises de parada respiratória e cianose (dois episódios) com eliminação de sangue pela boca e pelo nariz, permanecendo hospitalizada por 10 dias (aos dois meses de vida); durante a segunda internação, por pneumonia, apresentou crises convulsivas, sendo prescrito fenobarbital e suspenso em seguida da alta hospitalar pelo pediatra da atenção primária. Na internação atual, apresentava regular estado geral e moderada disfunção respiratória, sendo diagnosticada broncopneumonia (BCP). No segundo dia de internação, apresentou a uma crise convulsiva (que não foi vista por médico ou enfermagem). No 3°. dia de internação (DI), o médico relata ter encontrado a mãe com um saco plástico na mão e a criança cianótica, sem ter relacionado causa e efeito. Criança foi transferida para a UTI voltando para enfermaria 24 horas depois. Esteve na UTI internada por três vezes e sempre evoluindo muito bem, retornando logo em seguida para a enfermaria. Na UTI a paciente dividia o quarto com outros. Na enfermaria, ficava num quarto privativo sempre em companhia da mãe. O EEG mostrou-se alterado, mas após sua repetição apresentou-se normal. No 16°. DI, a criança apresentou vários episódios de vômitos, quando foi prescrita sonda nasogástrica (SNG) para realimentação. Nesse mesmo dia apresentou três episódios de apnéia, vistos somente pela mãe, e a criança estava sempre no colo da mesma. No 24°. DI, a paciente encontrava-se muito sonolenta e hipotônica, a dosagem do fenobarbital era 62 µg/ml, sendo que cinco dias antes era de 25,8 µg/ml (normal: 10 a 25 µg/ml). A criança estava recebendo dose não tóxica (dose menor que 30 µg/ml), e a mãe foi vista pelos auxiliares de enfermagem com um vidro de fenobarbital, fato que justificou como "não ter jogado fora a medicação até o momento". No 33°. DI, a paciente apresenta episódios de vômitos pós-alimentares, e a mãe insiste com o médico assistente que haveria algo no estômago da criança. Foi feito um REED que demonstrou uma imagem no estômago, sugestiva de corpo estranho. Na endoscopia digestiva alta foi encontrado um fragmento de cimento de parede, que segundo a mãe, foi oferecido pela irmã de 3 anos que costumava dar terra para a criança em casa, porém a paciente não havia recebido visitas da mesma. Sabe-se que 2 meses após, a criança chegou em outro hospital já falecida, e segundo laudo do médico legista a causa mortis foi edema agudo de pulmão.


Pires & Molle, 1999. Jornal de Pediatria
Quais são os transtornos ou traços de personalidade é mais prováveis de serem identificados à avaliação da mãe da criança?
Alternativas
Q3606106 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Lactente de 9 meses, feminina, foi levada para o hospital com a queixa de "parada respiratória e cianose". A admissão, o relato incluiu tosse, febre e cianose persistente. Nasceu de parto normal a termo, pesando 3.380g, Apgar 09/10. Na história pregressa apresentou duas internações anteriores; a primeira por crises de parada respiratória e cianose (dois episódios) com eliminação de sangue pela boca e pelo nariz, permanecendo hospitalizada por 10 dias (aos dois meses de vida); durante a segunda internação, por pneumonia, apresentou crises convulsivas, sendo prescrito fenobarbital e suspenso em seguida da alta hospitalar pelo pediatra da atenção primária. Na internação atual, apresentava regular estado geral e moderada disfunção respiratória, sendo diagnosticada broncopneumonia (BCP). No segundo dia de internação, apresentou a uma crise convulsiva (que não foi vista por médico ou enfermagem). No 3°. dia de internação (DI), o médico relata ter encontrado a mãe com um saco plástico na mão e a criança cianótica, sem ter relacionado causa e efeito. Criança foi transferida para a UTI voltando para enfermaria 24 horas depois. Esteve na UTI internada por três vezes e sempre evoluindo muito bem, retornando logo em seguida para a enfermaria. Na UTI a paciente dividia o quarto com outros. Na enfermaria, ficava num quarto privativo sempre em companhia da mãe. O EEG mostrou-se alterado, mas após sua repetição apresentou-se normal. No 16°. DI, a criança apresentou vários episódios de vômitos, quando foi prescrita sonda nasogástrica (SNG) para realimentação. Nesse mesmo dia apresentou três episódios de apnéia, vistos somente pela mãe, e a criança estava sempre no colo da mesma. No 24°. DI, a paciente encontrava-se muito sonolenta e hipotônica, a dosagem do fenobarbital era 62 µg/ml, sendo que cinco dias antes era de 25,8 µg/ml (normal: 10 a 25 µg/ml). A criança estava recebendo dose não tóxica (dose menor que 30 µg/ml), e a mãe foi vista pelos auxiliares de enfermagem com um vidro de fenobarbital, fato que justificou como "não ter jogado fora a medicação até o momento". No 33°. DI, a paciente apresenta episódios de vômitos pós-alimentares, e a mãe insiste com o médico assistente que haveria algo no estômago da criança. Foi feito um REED que demonstrou uma imagem no estômago, sugestiva de corpo estranho. Na endoscopia digestiva alta foi encontrado um fragmento de cimento de parede, que segundo a mãe, foi oferecido pela irmã de 3 anos que costumava dar terra para a criança em casa, porém a paciente não havia recebido visitas da mesma. Sabe-se que 2 meses após, a criança chegou em outro hospital já falecida, e segundo laudo do médico legista a causa mortis foi edema agudo de pulmão.


Pires & Molle, 1999. Jornal de Pediatria
Em relação ao diagnóstico do caso descrito, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
4401: B
4402: D
4403: C
4404: A
4405: B
4406: C
4407: B
4408: A
4409: D
4410: C
4411: B
4412: D
4413: A
4414: C
4415: B
4416: A
4417: C
4418: B
4419: D
4420: A