Questões de Concurso
Para ciências sociais
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A interseccionalidade nos estudos de gênero nas ciências sociais significa que, de forma geral, é preciso considerar fatores como os de raça, de classe social e de idade, por exemplo, na compreensão e explicação das diferenças entre homens, mulheres e pessoas de outras identidades de gênero. Em síntese, a lógica é a de que as mulheres negras e pobres não vivenciam, numa sociedade como a brasileira, as mesmas condicionalidades sociais que mulheres brancas de classe alta, por exemplo, e o mesmo vale para as pessoas LGBTQIAPN+ que se diferenciam umas das outras por variados fatores que se interseccionam.
Partindo desse enunciado, avalie as seguintes afirmações:
I. A perspectiva da interseccionalidade considera que as mulheres podem passar pelas mesmas experiências de violência, independente de classe social.
II. Os estudos de gênero nas ciências sociais demonstram que a interseccionalidade confirma as categorias “mulher” e “homem” como universais.
III. A noção de interseccionalidade aponta que as opressões que mulheres e pessoas trans sofrem se diferenciam por classe, raça e sexualidade.
IV. A análise das diferenças entre homens e mulheres é insuficiente quando não incluir as desigualdades entre brancos e negros e brancas e negras.
É correto o que se afirma em
MODERNA PLUS – Sociologia em Movimento. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2024.
Considerando o exposto, assinale a afirmação verdadeira.
Sobre o enunciado acima, assinale a afirmação verdadeira.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
BODIN, Jean. Os seis livros da República. Livro I. Trad. José Carlos Orsi Morel. São Paulo: Ed. Ícone, 2011., p. 83. (Adaptado).
Sobre o conceito de República, que se deixa ver na analogia feita por Jean Bodin (1530-1596), é correto afirmar que
GUIDON, Niède. Peintures rupestres de Várzea Grande: Piauí, Brésil. Paris: Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, 1975., p.42. (Adaptado).
No que diz respeito à epistemologia apresentada por Guidon, é correto afirmar que
I. O agronegócio é definido como modelo econômico da agropecuária industrial capitalista cujo objetivo é garantir a alimentação da população brasileira, especialmente dos mais pobres, configurando-se como o principal mecanismo de erradicação da fome no Brasil.
II. A Reforma Agrária tem como objetivo a democratização do acesso à terra, através de uma distribuição mais equitativa para a população, o que beneficia o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).
III. A luta por Reforma Agrária no Brasil, para além do acesso à terra, é um projeto de desenvolvimento social, político, educacional e de soberania alimentar para todos. É um projeto de enfrentamento à lógica do agronegócio.
IV. O desenvolvimento do agronegócio no Brasil se deu através da substituição do modelo tradicional de agricultura familiar por um sistema agropecuário industrial e globalizado, em que o alimento é tratado como mercadoria a ser comercializada no mercado externo, com objetivo de gerar lucro para os latifundiários, empresários e capitalistas.
É correto o que se afirma somente em