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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543213 Terapia Ocupacional
De acordo com a Política Nacional de Humanização, a ambiência é o “tratamento dado ao espaço físico entendido como espaço social, profissional e de relações interpessoais que deve proporcionar atenção acolhedora, resolutiva e humana” (Política Nacional de Humanização, 2017). Conforme essa política, constitui um eixo da ambiência: 
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Q3543212 Terapia Ocupacional
A neonatologia é a área de atuação especializada na assistência a recém-nascidos. Entre as ações propostas por terapeutas ocupacionais que atuam em unidade neonatal, está o posicionamento do bebê. De acordo com Correia, Maia e Cavalcanti (2023), configura-se como objetivo do posicionamento neonatal:
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Q3543211 Terapia Ocupacional
No contexto hospitalar, uma das populações atendidas por terapeutas ocupacionais é a de pacientes que foram submetidos a transplante de medula óssea (TMO). Esse procedimento é utilizado para o tratamento de diferentes doenças graves, entre elas as neoplásicas. De acordo com Santos (2023), constituem-se objetivos gerais do processo terapêutico-ocupacional no cuidado da criança transplantada: 
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Q3543210 Terapia Ocupacional
A comunicação é um fator essencial para a integração social. Em situações em que há perda temporária ou permanente da capacidade de expressão oral ou escrita, terapeutas ocupacionais podem recorrer à Comunicação Alternativa e Suplementar como forma de promover a funcionalidade. Um sistema de comunicação alternativa integra componentes, incluindo símbolos, recursos, estratégias e técnicas que auxiliam no processo comunicativo. A respeito desses componentes, é correto afirmar:
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Q3543209 Terapia Ocupacional
Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) podem sofrer com a agudização ou exacerbação dos sintomas, que são causadas principalmente por infecções de vias aéreas, levando à piora da função pulmonar. Em atendimento a um caso como este, terapeutas ocupacionais podem orientar que o paciente pratique técnicas de respiração durante a realização das Atividades de Vida Diária - AVD. Conforme Mathews (2005), essas técnicas consistem em:
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Q3543208 Terapia Ocupacional
Na hemiplegia resultante de um AVC, o posicionamento adequado do braço plégico deve ser garantido quando o paciente estiver no leito, na cadeira ou na cadeira de rodas. De acordo com Carvalho (2004), nesse posicionamento, as articulações do ombro e cotovelo devem estar: 
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Q3543207 Terapia Ocupacional
Segundo o Enquadramento da Prática da Terapia Ocupacional da AOTA (Gomes, Teixeira e Ribeiro, 2021), alguns tipos de intervenção em Terapia Ocupacional são voltados para oferecer suporte ao desenvolvimento das ocupações. Um tipo de intervenção que cumpre essa função é formado por modalidades, dispositivos e técnicas que têm por objetivo preparar o paciente para o desempenho ocupacional. Um exemplo desse tipo de intervenção, em contexto hospitalar, voltada a mulheres mastectomizadas, é:
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Q3543206 Terapia Ocupacional
A perspectiva da reforma psiquiátrica trouxe um novo entendimento acerca da loucura e do cuidado a sujeitos em sofrimento psíquico. Em termos de política pública, a oferta de atendimento em Saúde Mental passou a ser realizada pelos diferentes componentes que constituem a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Nesse contexto, a crise em saúde mental, entendida não somente como a agudização dos sintomas, mas como momento singular na vida do sujeito com repercussões em suas diferentes dimensões, passou a ser objeto de ação de diferentes componentes da rede, entre eles a Atenção Hospitalar. De acordo com Ballarin e Carvalho (2023), a respeito desse componente, é correto afirmar:
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Q3543205 Terapia Ocupacional
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) compõe o cenário que ancora a Saúde Funcional enquanto especialidade da Terapia Ocupacional. De acordo com Teixeira (2023), é correto afirmar que a CIF 
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Q3543204 Terapia Ocupacional
A Política Nacional de Atenção Hospitalar prevê que a “assistência hospitalar no SUS será organizada a partir das necessidades da população, com a finalidade de garantir o atendimento aos usuários, baseado em equipe multiprofissional” (Brasil, 2013). Além disso, define que a “equipe de saúde será integralmente responsável pelo usuário a partir do momento de sua chegada, devendo proporcionar um atendimento acolhedor e que respeite as especificidades socioculturais”. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), a respeito do trabalho em equipe no contexto hospitalar, é correto afirmar:
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Q3543203 Terapia Ocupacional
O registro dos processos assistenciais, por meio das evoluções em prontuário, produções de relatórios, entre outros, embora possa ser considerado, por parte dos profissionais, como uma mera exigência burocrática, é procedimento obrigatório e importante no processo terapêutico-ocupacional. De acordo com Matthews e Jabri (2005), dentre suas finalidades, estão: 
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Q3543202 Terapia Ocupacional
Embora o acompanhamento terapêutico-ocupacional junto a pessoas idosas no contexto hospitalar tenha muitos aspectos semelhantes aos do público em geral, algumas características relacionadas ao envelhecimento podem estar presentes na pessoa atendida e precisam ser consideradas por terapeutas ocupacionais. Segundo Motta e Ferrari (2004), dentre as particularidades de população idosa, é correto destacar:
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Q3543201 Terapia Ocupacional
A assistência em Terapia Ocupacional no contexto hospitalar é voltada para a promoção da saúde e da qualidade de vida ocupacional durante o período de internação. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), sobre o processo terapêutico-ocupacional nesse contexto, é correto afirmar:
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Q3543200 Terapia Ocupacional
No contexto hospitalar, o “terapeuta ocupacional pode lançar mão do uso da TA [Tecnologia Assistiva], na busca por ampliar as capacidades e com intuito de resgatar a independência e a autonomia nas atividades de vida diária, prejudicadas por conta da hospitalização e do quadro clínico” (Jacob, Maia e Mitre, 2018, p. 471). No entanto, antes da prescrição, é necessária uma cuidadosa avaliação para identificar os problemas do paciente, suas necessidades e prioridades, diminuindo as possibilidades de rejeição ou abandono da TA.
Conforme Cruz e Menezes (2012), são exemplos de fatores que podem contribuir para a rejeição ou abandono do uso de TA pelo paciente:
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Q3543199 Terapia Ocupacional
A evolução neurológica de pacientes que sofreram traumatismo cranioencefálicos (TCE) possui características peculiares, implicando processos de reabilitação específicos, distintos dos tratamentos direcionados a pessoas com sequelas neurológicas decorrentes de outras formas de lesão do sistema nervoso central. Fischer e Karisaka (2003) organizam a atuação da terapia ocupacional em três fases que possuem objetivos específicos. Sobre as fases da reabilitação do paciente que sofreu TCE e os objetivos específicos da terapia ocupacional, é correto afirmar:
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Q3543198 Terapia Ocupacional
“O terapeuta ocupacional deve construir e valorizar relações estabelecidas entre as práticas terapêuticas e os diferentes fundamentos teórico-metodológicos do corpo de conhecimento da Terapia Ocupacional”.

De Carlo MMRP, Bartalotti CC, Palm RCM. A Terapia Ocupacional em reabilitação física e contextos hospitalares: Fundamentos para a prática. In: De Carlo MMRP, Luzo MCM (Org.) Terapia Ocupacional: reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. p. 3-28.
De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), é correto afirmar:


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Q3543197 Terapia Ocupacional
Os momentos que precedem a alta para pessoas internadas em decorrência de acidente vascular encefálico e respectivos familiares são de expectativas, mas também de apreensão, pois, em sua maioria, ao menos parte dos cuidados pós-alta será de responsabilidade de membros da família. A partir da compreensão de que, quanto mais preparado o futuro cuidador sair do hospital, melhor será a recuperação funcional do paciente, terapeutas ocupacionais que queiram desenvolver um programa de capacitação, a partir das principais demandas de cuidadores descritas por Lousada, Vieira e Barbosa (2018), poderão abordar orientações quanto a/ao
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Q3543196 Terapia Ocupacional
Amanda e Cláudia são terapeutas ocupacionais em um hospital universitário no município de São Paulo. Ambas estão envolvidas no atendimento do Sr. Carlos, um homem de 57 anos prestes a receber alta após um acidente vascular encefálico isquêmico. Em uma reunião de equipe para reavaliação do Projeto Terapêutico Singular de Sr. Carlos, Amanda, ao retomar a história de vida do paciente, mencionou à equipe que realizou uma avaliação ocupacional, evidenciando a importância que a culinária tem em sua vida. Cláudia, por sua vez, relatou que, no último atendimento, manteve seu foco na análise da atividade de abrir latas, enquanto auxiliava Sr. Carlos na preparação de um brigadeiro. Um colega psicólogo, ao ouvir os dois relatos, disse que ficou confuso, pois Amanda mencionou a realização de uma análise ocupacional, enquanto Cláudia, uma análise de atividade. Com base nas definições da American Occupational Therapy Association (AOTA) presentes em “Enquadramento da Prática da Terapia Ocupacional: Domínio & Processo” - versão portuguesa (Gomes, Teixeira e Ribeiro, 2021), Amanda e Cláudia poderiam explicar ao colega psicólogo o seguinte:
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Terapeuta Ocupacional |
Q3543195 Terapia Ocupacional
As técnicas de conservação de energia podem ser utilizadas por terapeutas ocupacionais no tratamento de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Sobre elas, é correto afirmar:
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Q3543194 Terapia Ocupacional
“Uma pesquisa realizada pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), que coleta dados sobre a presença de infecção pelo novo coronavírus nos pacientes internados em UTIs adultas na rede pública […] estudou 3.034 pacientes com Covid-19 […] 56% deles precisaram de ventilação mecânica [...] a duração média da internação hospitalar foi de 22 dias, com permanência média na UTI de 11,6 dias.”
Internações por Covid-19 duram, em média, 22 dias, aponta pesquisa. CNN Brasil, 15 mar 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/. Acesso em: 04 jun 2025.
Na pandemia de COVID-19, muitos brasileiros foram internados em UTI, necessitando de ventilação mecânica durante o tratamento. Para situações semelhantes à dessas pessoas, em que há o uso de ventilação mecânica durante a permanência em UTI, a estratégia de interrupção diária da sedação combinada com intervenções em terapia ocupacional e fisioterapia, desde os primeiros dias de internação do paciente crítico, tem apresentado resultados promissores. Segundo Schweickert et al. (2009), essa estratégia pode contribuir para: 
Alternativas
Respostas
2121: C
2122: D
2123: D
2124: B
2125: C
2126: D
2127: A
2128: B
2129: A
2130: B
2131: A
2132: E
2133: E
2134: A
2135: A
2136: E
2137: E
2138: C
2139: D
2140: B