Questões de Concurso
Para artes
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Fonte (adaptada): www.journals.openedition.org/iss/2720?lang=en
Julgue o excerto acima e assinale a alternativa CORRETA.
Acerca do Neoclassicismo no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
1.(__)Ana Mae Barbosa foi uma das precursoras da chamada Arte-Educação no Brasil.
2.(__)Ana Mae Barbosa, nos anos 80, foi responsável por criar a chamada "Proposta Triangular".
3.(__)Os três eixos da Proposta Triangular são os seguintes: Fruição, Reflexão e Produção.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
No Plano de Aula, podemos afirmar que esse ponto se refere ao (à):
Após análise, marque a opção CORRETA.
I.Heitor Villa Lobos foi um dos maiores expoentes do nacionalismo musical brasileiro.
II.A música brasileira foi formada, essencialmente, a partir dos elementos das culturas africanas e europeias.
III.As modinhas ganharam destaque no Brasil entre os séculos XVIII e XIX com canções sentimentais acompanhadas somente por uma viola ou guitarra.
Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões).
Discussões à parte, é correto afirmar que:
Sobre a relação das novas tecnologias com a Arte, é correta a afirmativa:
A partir do contexto apresentado, acerca das pesquisas experimentais contemporâneas, afirma-se quanto ao uso de novas tecnologias:
As noções de patrimônio artístico e cultural não são unânimes entre os diversos segmentos sociais interessados na área. Para Canclini:
“Sempre foram problemáticas as noções de patrimônio nacional ou da humanidade; parecem ainda mais equivocadas neste tempo globalizador que difunde bens e acontecimentos culturais de todos os continentes e que acentua as disputas entre patrimônios e adversários, entre atores públicos e privados e entre locais nacionais e transnacionais. Dizíamos que historicamente os patrimônios – museus nacionais, muralhas, etc.- reafirmam algo próprio, superestimado em face dos bens de outros, reiterando, portanto, sua lógica divisora. Se por acaso tivesse sentido nomeá-los patrimônios da humanidade não seria tanto porque poderíamos todos nos orgulhar de centenas de lugares distantes que nunca conheceremos, mas porque alguns deles, graças ao turismo intercontinental, que possibilita serem filmados ou associados a acontecimentos mundiais como as Olimpíadas, são difundidos como parte de um imaginário globalizado.” (CANCLINI, 2015, p. 81)
O discurso contemporâneo da valorização de saberes e bens culturais e os conflitos entre patrimônio local e bens universalizados, levantados pelo autor no texto acima, perpassam o dilema pós-moderno. No que se refere ao patrimônio material, pode-se aferir, a partir da fala de Canclini:
Se eu soubesse que tu vinha, eu fazia o dia maior,/ dava um nó na fita verde, prá prendê o raio de sol/
Iá, iá eu sou da lira,/ iá, iá da lira eu sou/ iá, ia eu sou da lira/ da lira meu amor
(Lucindo Rebelo da Costa – Mestre Lucindo)
Em setembro de 2014, o Carimbó, após cerca de uma década de inventário, foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, pelo Iphan, e recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No conjunto das expressões culturais, desse bem imaterial, incluem-se:
No mês de outubro/ Em Belém do Pará/ São dias de alegria e muita fé/ Começa com intensa romaria matinal/ O Círio de Nazaré/
Que maravilha a procissão/ E como é linda a Santa em sua berlinda/ E o romeiro a implorar/ Pedindo a Dona em oração/ Para lhe ajudar.../
O trecho descreve o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, manifestação paraense que, em 11 de outubro de 2013, recebeu o Título de Patrimônio Cultural do Brasil. Pela aquisição desse título, o Círio:
“A Cidade do Halloween, assim como Gotham City, contém vastos complexos de formas recortadas, pontudas, lembrando muito os padrões góticos. Os cenários são repletos de objetos materiais que sofreram uma representação mais emocional. A cidade parece um recorte de filmes como O gabinete do Dr. Caligari e Nosferatu ou paisagens das telas de Münch, Klee, Chagall ou Kandinsky. Os tetos e as chaminés oblíquos e confusos, janelas com arabescos distorcidos, as sombras em desarmonia com os efeitos de luz, são todos elementos constantemente presentes em obras de conteúdo expressionista. Tais características são evidentes nas obras de Burton.
As personagens de O estranho mundo de Jack não fogem desses padrões. Jack Skellington, o protagonista, é feito de ossos e se veste todo de negro, usando uma gravata que imita um morcego. Arranca sua cabeça para citar Shakespeare com naturalidade e facilmente se desfaz de uma costela para entreter o seu estimado cão Zero. A mesmice e a passividade de sua rotina assolam a personagem, deixando-o angustiado e taciturno. Sally, a boneca de trapos, se desmembra com extrema facilidade, ora para escapar de seu criador, o Dr. Finklestein, que levanta habitualmente a parte superior se seu desfigurado crânio para coçar o cérebro, ora para salvar o próprio Papai Noel das garras do hilário Oogie Boogie, um ser totalmente recheado de insetos viscosos. Ao se desmem-brar, Sally costura por sua conta as partes de seu corpo. Essa alusão à obra de Mary Shelly é a grata surpresa do filme, sendo que a personagem não existe no livro. O andar desen-gonçado, o equilíbrio precário, os olhos esbugalhados e a boca toscamente cortada encantam o filme” (ABREU, p.229).
Com seu formato alternativo, o cinema expressionista apresenta como uma característica importante:
Apesar da obra de Frida e Nery serem constantemente associadas à estética surrealista, cada um dos autores trilhou seu próprio caminho. Observando as obras Auto Retrato (1927) e A coluna partida (1944), identifica-se que a aproximação entre a obra de Nery e Frida. Ressalta-se, principalmente, na poética pessoal e intimista dos dois artistas. Nesse sentido, a aproximação à estética surrealista se apresenta:
Fonte: Autorretrato: https://masp.org.br/acervo/obra/autorretrato-rio-paris. Coluna quebrada https://g.co/arts/255EUaYZrtSjna4P8