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TEXTO 1

TEXTO 2
Nas cidades medievais, as mulheres trabalhavam como ferreiras, açougueiras, padeiras, candeleiras, chapeleiras, cervejeiras, cardadeiras de lã e comerciantes. Em Frankfurt, havia aproximadamente duzentas ocupações nas quais participavam entre 1 300 e 1 500 mulheres. Na Inglaterra, 72 das 85 guildas incluíam mulheres entre seus membros. Algumas guildas, incluindo a da indústria da seda, eram controladas por elas; em outras, a porcentagem de trabalho de mulheres era tão alta quanto a dos homens. No século XIV, as mulheres também estavam tornando-se professoras escolares, bem como médicas e cirurgiãs, e começavam a competir com homens formados em universidades, obtendo em certas ocasiões uma alta reputação.
FEDERICI, S. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2017.
Em uma aula para a Educação Básica, um professor constatou a percepção, entre os estudantes, de que o trabalho na esfera pública nas cidades medievais era realizado, quase que exclusivamente, por homens, enquanto as mulheres ficariam restritas a tarefas domésticas na esfera privada. Ao utilizar ambos os recursos didáticos — a fonte imagética e o texto acadêmico —, a metodologia adotada pelo professor, para abordar o espaço urbano medieval, foi a
Uma professora, ao trabalhar o tema Ditadura Militar no Brasil, utilizou essa fonte. Qual alternativa apresenta, respectivamente, a metodologia que possibilita a participação ativa dos estudantes e o objetivo do uso do relatório?
A exploração da leitura dessa obra, com base em uma perspectiva decolonial que oportuniza aos estudantes problematizações críticas por meio de uma postura investigativa, justifica-se pela concepção de literatura como espaço de
Partindo desse propósito e do potencial da obra de literatura africana Niketche: uma história de poligamia, qual prática docente é coerente com uma perspectiva emancipatória?
A proposta didática da professora apresenta abordagem metodológica que
Considerando o papel social da literatura infantojuvenil no processo de formação de leitor crítico, essa proposta pedagógica
Por esse tempo leu a Graziella e o Raphael de Lamartine. Ficou possuído de uma grande tristeza; as lágrimas saltaram-lhe sobre as páginas do livro. Sentiu necessidade de amar por aquele processo, mergulhar na poesia, esquecer-se de tudo o que o cercava, para viver mentalmente nas praias de Nápoles, ou nas ilhas adoráveis da Sicília, cujos nomes sonoros e musicais lhe chegavam ao coração como o efeito de uma saudade, amarga e doce, de uma nostalgia inefável, profunda, sem contornos, que o atraía para outro mundo desconhecido, para uma existência, que lhe acenava de longe, a puxá-lo com todos os tentáculos de seu mistério e da sua irresistível melancolia.
AZEVEDO, A. Casa de pensão. São Paulo: Ática, 1989.
TEXTO 2
—¡Uff!... —hizo cruzando los brazos en la nuca y dando un largo y hondo bostezo— ¡Qué remedio!..., mañana iré a ver a la china ésa. Encendió la luz, ganó la cama y abrió un libro. Media hora después cerraba los ojos sobre estas palabras de Schopenhauer, su maestro predilecto: “el fastidio de la noción del tiempo, la distracción la quita; luego, si la vida es tanto más feliz cuanto menos se la siente, lo mejor sería verse uno libre de ella”.
CAMBACERES, E. Sin rumbo. Estudio preliminar y notas de Carlos Alberto Leumann. Buenos Aires: Estrada, 1949.
Após a leitura desses dois fragmentos, um professor de literatura dividiu sua turma do Ensino Médio em três grupos para realizarem uma atividade em casa. Ao primeiro grupo, solicitou que buscasse, na internet, informações sobre a obra Graziella e, ao segundo, sobre Raphael, de Lamartine, respectivamente. Ao terceiro grupo, solicitou que tentasse descobrir a qual obra de Schopenhauer pertencia o trecho citado. O objetivo era explicar e analisar, na aula seguinte, a presença da intertextualidade por citação que figura nos dois fragmentos. Considerando os procedimentos pedagógicos adotados, a atividade realizada pelo professor com a turma pode ser descrita como uma
Considerando a perspectiva de uma pedagogia intercultural crítica e os domínios cognitivos esperados para estudantes no Ensino Médio, assinale a alternativa que justifica o caráter formativo dessa proposta.



Programa de Movilidad Internacional a Argentina
Qué está incluido: curso intensivo de lengua española, visita guiada por la ciudad, noche cultural de tango, hospedaje y pasajes incluidos en la beca. Para aprovechar al máximo esa oportunidad, los estudiantes deberán seguir algunas orientaciones antes, durante y después del viaje:
Antes del viaje: organizar documentación (identidad, autorización y seguro), asistir a reuniones preparatorias y seguir recomendaciones sobre salud y seguridad.
Durante el viaje: mantener comportamiento ético y respetuoso, adaptarse a la cultura local, participar activamente en todas las actividades y usar el español como lengua de comunicación.
Después del viaje: compartir la experiencia con la comunidad escolar, elaborar una memoria reflexiva y continuar el aprendizaje de la lengua.
Esta es una oportunidad única de crecimiento académico y cultural. Contamos con el compromiso de todos.
Tras presentar la divulgación sobre el Programa de Movilidad Internacional a Argentina, una profesora de español estructuró un plan de clase basado en ese documento, con el objetivo de desarrollar el protagonismo y la competencia oral en lengua española de los estudiantes. Como actividad principal, propuso una dinámica de roles, en la que los estudiantes, divididos en comités (logística, comunicación, bienestar y prensa), deben simular la organización de un nuevo programa de movilidad, usando el español en situaciones contextualizadas.
Teniendo en cuenta las características del enfoque comunicativo adoptado, se puede afirmar que esa actividad refleja dicho enfoque porque