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Considerando as regras de concordância, analise as afirmativas a seguir.
I.A forma verbal 'estão' está corretamente flexionada no plural, sendo, nesse contexto, a única forma de concordância.
PORQUE
II.Quando, na expressão de porcentagem, não existe um substantivo explícito, é preciso fazer a concordância com o número percentual.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Considerando o emprego do hífen na palavra 'Pé-de-Meia', assinale a alternativa correta.
Considerando a regência do verbo 'dizer' no contexto, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que apresenta as duas formas verbais que completam corretamente a lacuna do enunciado a seguir:
" ______ muitas coisas importantes que eu teria para dizer a você."
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem, em relação à ocorrência ou não de crase.
- Estou aqui ___ espera de vocês.
- Exatamente ___ meia-noite, farei ___ recepção de boas-vindas.
- A locomotiva veio ___ todo vapor, bem ___ favor do vento.

CAZO. Em um futuro próximo. Disponível em
<https://blogdoaftm.com.br/charge-em-um-futuro-proximo/>.
Na fala do personagem na charge acima, а expressão "em uma barra de rolagem infinita" tem o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola!
Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.
E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.
É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.
Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.
Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.
Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.
Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)
PRATA, Mário. A bola! Disponível em
<https://marioprata.com.br/a-bola/>
"Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva."
A palavra destacada acima, nas duas ocorrências no trecho, apresenta o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola!
Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.
E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.
É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.
Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.
Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.
Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.
Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)
PRATA, Mário. A bola! Disponível em
<https://marioprata.com.br/a-bola/>
"Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda."
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, estão sendo empregadas em sentido:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola!
Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.
E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.
É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.
Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.
Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.
Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.
Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)
PRATA, Mário. A bola! Disponível em
<https://marioprata.com.br/a-bola/>
Considerando a concordância verbal, assinale a alternativa correta.
(Fonte: CNNBrasil)
Considerando o emprego de 'ainda que' no contexto apresentado, analise as asserções a seguir.
I.O conectivo 'ainda que', no início do período, estabelece relação de concessão, admitindo que as próprias empresas e organizações da sociedade civil têm um papel insubstituível na garantia do direito à educação, sem que isso implique que sua atuação deva substituir a do poder público, e não seja complementar a ela.
PORQUE
II.Orações concessivas introduzem um argumento que, em princípio, poderia sugerir uma conclusão diferente da defendida no período — nesse caso, que o papel insubstituível justificaria protagonismo pleno desses atores —, mas que é relativizado pela oração principal, que reafirma a necessidade de atuação complementar ao poder público
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Considerando o emprego e a regência do verbo 'existir' no trecho, assinale a alternativa correta.
Os parônimos são palavras que apresentam grafia e pronúncia semelhantes, mas possuem significados distintos, o que pode levar a confusões em seu emprego.
Considerando os pares de parônimos a seguir, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando corretamente cada palavra ao seu significado.
Coluna 1 Palavra
1. Emergir
2. Imergir
3. Emigrar
4. Imigrar
5. Eminente
6. Iminente
Coluna 2 Significado
( ) Vir à tona, manifestar-se.
() Que está prestes a acontecer.
( ) Entrar em país estrangeiro para nele viver.
( ) Alto, elevado, sublime.
( ) Mergulhar, afundar.
( ) Deixar o país para residir em outro.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Dentre as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República atualmente em vigor, não se recomenda o uso de texto em caixa alta (letras maiúsculas) para destacar palavras ou trechos da mensagem em um correio eletrônico.
Qual é o motivo dessa orientação?
Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE
União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.
Por Mariana Assis, g1 — Brasília
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.
No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.
Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.
O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.
Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.
No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.
Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.
[…]
Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml
Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE
União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.
Por Mariana Assis, g1 — Brasília
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.
No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.
Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.
O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.
Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.
No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.
Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.
[…]
Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml