Questões de Concurso Para intérprete de libras

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Q3147166 Matemática
Um estudante tinha um papel em formato retangular. Ele cortou esse retângulo ao longo de uma de suas diagonais, resultando em dois triângulos idênticos. Ele então pegou um dos triângulos resultantes e recortou novamente ao longo do segmento que liga o ponto médio da hipotenusa ao vértice no qual se situa o ângulo reto, resultando em dois novos triângulos, chamados de A e B. Pode-se afirmar que:
I – Os triângulos A e B têm a mesma área;
II – Um dos triângulos, A ou B, é equilátero;
III – Um dos triângulos, A ou B, é retângulo;
IV – Os dois triângulos são isósceles.
Estão corretas:
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Q3147165 Matemática
Qual o capital inicial que uma pessoa deve investir numa aplicação com taxa de juros de 1% ao mês para que o lucro mensal recebido seja de R$ 10.000,00?
Alternativas
Q3147164 Matemática
Em um escritório de advocacia, dois analistas têm velocidades de produção diferentes. Um deles consegue analisar 6 processos a cada 8 horas trabalhadas, enquanto o outro consegue analisar 5 processos a cada 10 horas trabalhadas. Suponha que chegou uma demanda de 40 processos para serem analisados em 20 horas. O escritório precisar· contratar mais uma pessoa para ajudar os dois analistas. Qual deve ser a velocidade mínima de análise dessa nova pessoa para conseguir atender à demanda?
Alternativas
Q3147163 Matemática
Durante os dias da semana (segunda-feira à sexta-feira), uma cafeteria vende cappuccinos e seu lucro em cada bebida vendida é de 20% sobre o valor da venda. O restante do valor recebido cobre os custos de produção por bebida. Durante os finais de semana (sábado e domingo), a cafeteria vende o mesmo produto pelo dobro do preço original, sendo que seu custo de produção não muda. Então pode-se afirmar que a razão entre o lucro por bebida em vendas no final de semana e o lucro por bebida em vendas nos dias da semana é:
Alternativas
Q3147162 Português
A palavra cuja grafia está incorreta é:
Alternativas
Q3147158 Português

Leia o texto a seguir para responder à pergunta.



Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias



Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom-múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras.


Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome não estava no sentido figurado. Sua matéria-prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas.


A história dessa tinta começou na Europa renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos fins medicinais.


Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas, exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda de prata que circulava no mundo árabe.


Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.


No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.


É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.


Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.



LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/este-pigmento-amado- por-artistas-plasticos-que-era-feito-com-mumias>.

As palavras ‘marrom-múmia’, ‘matéria-prima’ e ‘sarcófago’ são formadas pelo mesmo processo, que corresponde à:
Alternativas
Q3147157 Português

Leia o texto a seguir para responder à pergunta.



Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias



Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom-múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras.


Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome não estava no sentido figurado. Sua matéria-prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas.


A história dessa tinta começou na Europa renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos fins medicinais.


Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas, exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda de prata que circulava no mundo árabe.


Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.


No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.


É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.


Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.



LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/este-pigmento-amado- por-artistas-plasticos-que-era-feito-com-mumias>.

A regência verbal em “Sua matéria-prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas” revela que:
Alternativas
Q3147156 Português

Leia o texto a seguir para responder à pergunta.



Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias



Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom-múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras.


Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome não estava no sentido figurado. Sua matéria-prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas.


A história dessa tinta começou na Europa renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos fins medicinais.


Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas, exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda de prata que circulava no mundo árabe.


Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.


No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.


É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.


Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.



LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/este-pigmento-amado- por-artistas-plasticos-que-era-feito-com-mumias>.

O vocábulo “si”, em [...] os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos [...]” é um pronome:

Alternativas
Q3143939 Braille
Durante a confecção de um texto extenso utilizando uma máquina de Braille, o operador percebe que o papel está desalinhado. Qual é a melhor solução para evitar erros na transcrição e garantir a continuidade do trabalho?
Alternativas
Q3143938 Braille
Um operador está utilizando uma máquina de escrever Braille para produzir um material didático que inclui números e sinais matemáticos. Qual deve ser a abordagem correta para inserir esses elementos no material Braille? 
Alternativas
Q3143937 Braille
A produção de mapas táteis é uma técnica utilizada para facilitar o entendimento espacial e geográfico de pessoas com deficiência visual, adaptando as informações em relevância. Qual é o objetivo principal dos mapas táteis para pessoas cegas? 
Alternativas
Q3143936 Braille
A produção de materiais em Braille deve obedecer a parâmetros de qualidade, garantindo legibilidade aos seus usuários. Qual fator é essencial para garantir a legibilidade de textos em Braille?
Alternativas
Q3143935 Braille
A inclusão social de pessoas cegas está ligada ao desenvolvimento de estratégias que promovam sua autonomia e participação ativa na sociedade. Qual prática contribui diretamente para a promoção da autonomia de pessoas com deficiência visual? 
Alternativas
Q3143934 Braille
A educação de alunos cegos requer metodologias adaptadas, que promovam a autonomia e o aprendizado significativo. Qual das metodologias a seguir é recomendada para a educação de alunos com deficiência visual?
Alternativas
Q3143933 Braille
A transcrição de livros didáticos para o formato Braille é uma prática fundamental para garantir a acessibilidade na educação. Qual o maior desafio na transcrição de textos educacionais para o Braille? 
Alternativas
Q3143932 Pedagogia
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura os direitos das pessoas com deficiência, incluindo o acesso à educação e materiais adaptados. Em que ano foi sancionada a Lei Brasileira de Inclusão? 
Alternativas
Q3143931 Braille
A utilização de Softwares permite o auxílio na transcrição de textos para o sistema Braille, facilitando o processo. Qual dos seguintes softwares é amplamente utilizado para transcrição de textos em Braille? 
Alternativas
Q3143930 Braille
Com o avanço tecnológico, surgiram dispositivos eletrônicos que utilizam o Braille, como os displays Braille e os leitores de tela. Qual é a função principal de um display Braille? 
Alternativas
Q3143929 Braille
Materiais pedagógicos adaptados em Braille são essenciais para a inclusão de alunos cegos no ambiente educacional. Qual dos itens abaixo é uma ferramenta utilizada para a produção de manual de material didático em Braille? 
Alternativas
Q3143928 Braille
A leitura tátil exige o desenvolvimento de habilidades específicas, permitindo que as pessoas cegas reconheçam padrões de pontos em relevância rapidamente. Qual é a técnica mais utilizada para aumentar a velocidade na leitura tátil do Braille? 
Alternativas
Respostas
1061: A
1062: B
1063: A
1064: E
1065: C
1066: D
1067: A
1068: C
1069: E
1070: A
1071: D
1072: E
1073: B
1074: C
1075: B
1076: D
1077: C
1078: A
1079: E
1080: B