Questões de Concurso Para agente de controle interno - superior

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Q3628139 Português
Considere as seguintes orações:

I. Os decretos flexibilizavam _____ aquisição e ____ circulação de armamentos no País
II. O Senado e a Câmara lançam ‘agosto Lilás’ em combate ____ violência contra mulheres.
III. Eles estabelecerão escalas de serviço a fim de que o atendimento _____ população não seja afetado.
IV. Os pais quilombolas e indígenas defendem legado de respeito _______ natureza.
V. O pai impulsionou _____ buscar os seus sonhos.



Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das orações acima:
Alternativas
Q3628134 Português
    Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza... Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”

    Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas. Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância” … Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa).

    Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.

     O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bateestacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos (tantos hai-kais sobre os grilos), dos galos, o barulho das ondas…

    “Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…

   “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…”
Acerca dos aspectos linguísticos do texto, marque com V ou com F, conforme sejam, respectivamente, verdadeiras ou falsas as afirmativas abaixo.

(___) A partícula “se” em “onde se registravam as entradas” é uma conjunção integrante.

(___) A partícula “se” em: “Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes” e em “é assim que cada verso se inicia” exercem a mesma função morfossintática.

(___) Na oração “Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta!” o termo em destaque exerce a função de pronome relativo.

(___) Em “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia” o sinal indicativo de crase justifica-se pela regência do verbo “poder”, que exige preposição, e pela presença de artigo definido feminino.

(___) Em “Os poetas são seres muito estranhos” encontramos uma oração coordenada assindética. O tipo de sujeito da oração é denominado de sujeito simples. Desse modo, os vocábulos “poetas” e “são” são termos essenciais da oração.

(___) A partícula “que” em “dinheiro que não era mais seu” e em “A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar” possuem a mesma função.

(___) A substituição do vocábulo “têm” em “Os outros têm de aprender” por “tem” prejudicaria a correção gramatical do texto.

(___) Em “Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem” a partícula “que” é pronome relativo e exerce, na oração, função anafórica.


A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3628133 Português
    Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza... Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”

    Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas. Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância” … Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa).

    Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.

     O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bateestacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos (tantos hai-kais sobre os grilos), dos galos, o barulho das ondas…

    “Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…

   “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…”
Considere o seguinte trecho do texto:

“Resta essa intimidade perfeita com o silêncio / Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado / Resta essa vontade de chorar diante da beleza / Resta essa comunhão com os sons / Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história.”

Acerca do trecho acima, julgue as assertivas abaixo:
I. A repetição das palavras “resta essa”, nos cinco versos, apresenta a figura de linguagem denominada de anáfora.
II. Os vocábulos “súbita” e “história” obedecem a mesma regra de acentuação gráfica.
III. Os vocábulos “subitamente” e “silêncio” pertencem a mesma classe gramatical.
IV. A forma verbal “chorar” está na forma nominal denominada de infinito e a sua transitividade é indireta.
V. Na expressão “que se perdem” o termo em destaque está no presente do subjuntivo do verbo perder.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3628131 Português
    Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza... Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”

    Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas. Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância” … Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa).

    Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.

     O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bateestacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos (tantos hai-kais sobre os grilos), dos galos, o barulho das ondas…

    “Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…

   “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…”
Sobre o texto, considere as seguintes assertivas:

I. Depreende-se do texto que a memória é produtora de poesias. 
 II. Entende-se do texto que a filosofia oriental valoriza a questão do nada.
III. Em “Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades” (linha 29-30) o autor recorre ao recurso linguístico da prosopopeia para explicar as suas experiências do barulho do vento aos seus ouvidos, o que transmite felicidade.
IV. Para o autor do texto, a educação forma poetas ao oportunizar que estes tenham uma vasta experiência nos mais variados âmbitos sociais.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3043067 Auditoria
Com base na NBC TA nº 530, assinale a alternativa INCORRETA quanto à amostragem em auditoria. 
Alternativas
Q3043066 Auditoria Governamental
Conforme o Manual de Auditoria Governamental do Tribunal de Contas da União (2011), “a matriz de planejamento é o papel de trabalho em que são registrados os passos e procedimentos a serem realizados na fase de execução para que o objetivo da auditoria seja alcançado”. São objetivos almejados com a utilização da matriz de planejamento, EXCETO: 
Alternativas
Q3043065 Direito Administrativo
Segundo José dos Santos Carvalho Filho (2014), “atos _______ são aqueles cuja vontade final da Administração exige a intervenção de agentes ou órgãos diversos, havendo certa autonomia, ou conteúdo próprio, em cada uma das manifestações”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3043064 Contabilidade Pública
Com base no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (2021, p. 66), em se tratando de receitas públicas, “crédito ____________ é aquele que representa o montante do imposto cobrado na operação anterior e objetiva neutralizar o efeito de recuperação dos impostos não cumulativos, pelo qual o Estado se apropria do valor da isenção nas etapas subsequentes da circulação da mercadoria”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3043063 Contabilidade Pública
Considerando as disposições da NBC TSP nº 25/2019, assinale a alternativa INCORRETA quanto ao tratamento contábil dos Eventos Subsequentes.
Alternativas
Q3043062 Contabilidade Pública
Segundo as Normas de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, são critérios que devem ser atendidos para o reconhecimento de uma provisão:

I. A existência de uma obrigação presente.
II. A probabilidade de que haverá uma saída de recursos (benefícios econômicos ou potencial de serviço).
III. A possibilidade de realizar uma estimativa confiável.


Quais estão corretos?
Alternativas
Q3043061 Contabilidade Pública
Em 31/12/2021, os demonstrativos contábeis da prefeitura municipal de uma cidade apresentaram os seguintes saldos:

Imagem associada para resolução da questão


Qual é o índice de Liquidez Corrente?
Alternativas
Q3043060 Contabilidade de Custos
“Instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada” (Lins, 2022). Na terminologia aplicada à Contabilidade de Custos, essa é a definição de: 
Alternativas
Q3043059 Contabilidade Geral
Sobre a mensuração dos elementos das demonstrações contábeis, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3043058 Direito Administrativo
Segundo o Art. 53 da Lei Federal nº 14.133/2021 (Lei de Licitações), concluída a fase preparatória da licitação, cabe ao órgão de assessoramento jurídico do Poder Público realizar análise que constitui controle prévio da contratação pretendida. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3043057 Noções de Informática

Considerando o Excel 2016, analise a Figura 3, a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Se na célula C7 for digitada a fórmula =CONT.VALORES(A1:B7), qual será o resultado apresentado? 

Alternativas
Q3043056 Noções de Informática
No Word 2016, que funcionalidade o ícone  Imagem associada para resolução da questão   representa?
Alternativas
Q3043055 Noções de Informática

Para responder à questão, considere a Figura 2, a seguir.




Analise os itens a seguir, que se tratam de funcionalidades do Excel 2016. 


I. Filtro.

II. Orientação. 

III. Alinhar no Meio.

IV. Mesclar e Centralizar.


Na situação apresentada na Figura 2, quais funcionalidades estão sendo utilizadas? 

Alternativas
Q3043054 Noções de Informática

Para responder à questão, considere a Figura 2, a seguir.




Após analisar a Figura 2, pode-se afirmar que a planilha que está sendo utilizada foi renomeada com o nome ____________________, que o arquivo foi salvo com o nome ____________________ e que a soma dos valores selecionados é igual a ____________________. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas acima. 
Alternativas
Q3043053 Noções de Informática
No Word 2016, qual é o nome da funcionalidade em que é possível ver duas seções do documento ao mesmo tempo, facilitando que se examine uma seção enquanto se edita outra?
Alternativas
Q3043052 Noções de Informática
A funcionalidade de Partes Rápidas no Word 2016 está disponível na guia:
Alternativas
Respostas
941: B
942: A
943: A
944: C
945: B
946: A
947: D
948: A
949: B
950: E
951: B
952: C
953: E
954: C
955: C
956: A
957: E
958: B
959: B
960: D