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Q3756260 Matemática
Uma professora comprou alguns itens em uma livraria, sendo que o total dessa compra foi igual a R$ 145,80.
A tabela a seguir mostra algumas informações sobre o número de unidades compradas de cada item e seu respectivo valor unitário:


Imagem associada para resolução da questão


Quantas unidades de marcadores de páginas foram compradas? 
Alternativas
Q3756259 Matemática
Em uma estante, há determinado número de apostilas, sendo que 1/3 delas tem capa amarela, 1/5 tem capa azul e as 14 apostilas restantes têm capa verde.

O número de apostilas com capa amarela é igual a
Alternativas
Q3756258 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
Assinale a alternativa em que uma frase reelaborada está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q3756257 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
Considere as seguintes frases reelaboradas a partir do texto:

•  Sabe-se agora, graças    pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental está insatisfeita.
•  As respostas dadas pela sociedade    escola pública precisam ser, além de urgentes, propositivas.
•  O poder público precisa garantir acesso    chances reais para cada indivíduo que está nas escolas públicas.

Atendendo à norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por: 
Alternativas
Q3756256 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome destacado está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa nos trechos reelaborados.
Alternativas
Q3756255 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
Considere a passagem a seguir:

“A escola é o locus de formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança.” (1o parágrafo)

Os termos em destaque apresentam, correta e respectivamente, sentido de
Alternativas
Q3756254 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
Considere a passagem a seguir: “O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente.” (5o parágrafo)

Mantendo-se o sentido original, os trechos em destaque podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3756253 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo do texto, uma tragédia silenciosa e inconcebível é
Alternativas
Q3756252 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Um país de escolas inseguras não tem futuro


    Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

    Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação. Enquanto 75% dos alunos do 6o e do 7o ano dizem ter pelo menos um adulto em quem confiam e 58% deles afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, esse índice cai para 66% e 45%, respectivamente, nas duas séries seguintes. Entre os adolescentes dos 6o e 7o anos, 71% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos, mas só 39% afirmam que os estudantes valorizam os professores – números que caem para 56% e 26%, respectivamente, entre os alunos dos 8o e 9o anos.

   A relevante pesquisa do MEC foi realizada com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Unicef, a partir de um processo de entrevistas com uma amostra de 2,3 milhões de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental de todo o Brasil. As respostas coletadas ancoram a implementação do Programa Escola das Adolescências, uma bem-vinda iniciativa para levar adiante a ideia de uma escola mais conectada com as diferentes formas de viver a adolescência no País.

    Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida tisnada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo do início deste ano, com base em dados do Atlas da Violência 2024, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, consumado em particular no Ensino Médio e motivado sobretudo pela necessidade de trabalhar e pela falta de interesse.

   O Brasil universalizou o Ensino Fundamental só nos anos 1990. Desde então, continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no Ensino Médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

  A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.


(Editorial, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/um-pais-de-escolas-inseguras-nao-tem-futuro/?srsltid=AfmBOorG5q OwqW7dp_lOY7jhhhQYbA33Wj9jtrf53beAx1WVmkto6mT4. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta segundo o texto.
Alternativas
Q3756251 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.




(Bill Watterson, O melhor de Calvin, O Estado de S.Paulo. Adaptado)

No segundo quadro, as reticências foram empregadas para indicar
Alternativas
Q3756250 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.




(Bill Watterson, O melhor de Calvin, O Estado de S.Paulo. Adaptado)

O vocábulo “adversidade”, presente no último quadro, apresenta como sinônimo a palavra
Alternativas
Q3756249 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.




(Bill Watterson, O melhor de Calvin, O Estado de S.Paulo. Adaptado)

É correto afirmar que Calvin, a criança que conversa com a mãe na tirinha,
Alternativas
Q3750685 Secretariado
A secretaria escolar constitui o núcleo administrativo da escola, articulando-se com a gestão pedagógica e com os demais setores institucionais (LIBÂNEO 2012). A partir dessa premissa, analise as alternativas a seguir:
I. A função de secretário (a) escolar pressupõe conhecimento técnico, mas não exige domínio das normas legais no que se refere à escrituração e à legislação escolar.
II. Os princípios da ética e transparência limitam a atuação do secretário escolar que precisa estar em consonância com a vontade da gestão escolar.
III. A participação do (a) secretário (a) escolar não está diretamente ligada a efetivação da gestão democrática, sendo esta obrigação dos gestores escolares.
IV. Uma das mais importantes funções do (a) secretário (a) escolar é o zelo pela fidedignidade do percurso acadêmico dos alunos.
V. A articulação entre a secretaria e os demais setores da escola, quanto mais dissociada, maior fluidez nos processos administrativos, garantindo que as ações pedagógicas ocorram com eficiência e respaldo documental.
Estão corretas as alternativas:
Alternativas
Q3750684 Administração de Recursos Materiais
Os recursos materiais e tecnológicos fazem parte de um rol de mecanismos que instrumentalizam o funcionamento das unidades educacionais. Corroborando com esta proposição pode-se afirmar:
Alternativas
Q3750683 Secretariado
Ainda de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (2018), a utilização do e-mail para a comunicação tornou-se prática comum, não só em âmbito privado, mas também na administração pública, a partir desta afirmação é correto afirmar:
Alternativas
Q3750682 Redação Oficial
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (2018), o ofício é o documento oficial único utilizado para todas as comunicações internas e externas da administração pública. Sobre a estrutura deste documento é correto afirmar:
Alternativas
Q3750681 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei nº 9.394/1996 se constitui como a principal legislação da educação brasileira, definindo as bases, princípios e responsabilidades da União, dos estados, dos municípios. Seguindo suas orientações podemos afirmar:
Alternativas
Q3750680 Ética na Administração Pública
A secretária escolar de uma escola municipal, costuma reservar vagas para conhecidos, mesmo antes da abertura oficial do período de matrícula, com o objetivo de atender a pedidos de pessoas próximas e da gestão. Sob a perspectiva da ética profissional, analise as afirmações a seguir:
I. A postura adotada está em consonância com os princípios éticos que orientam o serviço público, principalmente no que tange a um serviço justo e transparente.
II. Com base na ética na administração pública, a conduta pode ser avaliada como inapropriada, pois contraria os princípios que servem de referência para a atuação de servidores e gestores públicos.
III. Do ponto de vista ético, a ação é justificável, considerando que, no exercício de suas atribuições, o secretário escolar pode alterar algumas regras conforme as orientações subjetivas de seus superiores ou por vontade própria.
IV. De acordo com a ética na administração pública, o secretário violou as normas éticas, pois contraria o princípio da impessoalidade, em que a atuação do agente deve sempre primar pela imparcialidade e buscar os interesses coletivos.
Estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q3750679 Pedagogia
Para Veiga (2003), o (PPP) Projeto Político Pedagógico é um instrumento identitário da escola, que organiza o trabalho pedagógico e administrativo de forma democrática, apontando caminhos que possibilitam o ensino e a aprendizagem de qualidade. Sobre este documento é correto afirmar:
Alternativas
Q3750678 Pedagogia
A (LDB) Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9.394/1996, respalda a função do (a) secretaria (o) escolar ao determinar a obrigatoriedade da escrituração e da documentação escolar adequada. Nessa direção, podemos afirmar:
Alternativas
Respostas
421: C
422: B
423: E
424: C
425: A
426: E
427: C
428: D
429: B
430: D
431: A
432: C
433: A
434: C
435: E
436: D
437: D
438: B
439: A
440: E