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Q4054131 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A identificação de fonemas e dígrafos exige observar a relação entre letras e sons, pois nem sempre cada letra corresponde a um fonema. Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4054130 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A separação silábica permite identificar a quantidade de sílabas de uma palavra e classificá-la quanto ao número de sílabas. No trecho “ela interrompe a passagem e insiste na memória”, a palavra destacada apresenta separação silábica e classificação corretas em: 
Alternativas
Q4054129 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a expressão “constelação de pedras” organiza, de modo figurado, a reunião de diferentes sentidos atribuídos à pedra ao longo da vida e da cultura. Nesse contexto, essa expressão sugere: 
Alternativas
Q4054128 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4054127 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a recorrência da imagem da pedra em diferentes manifestações culturais é usada para mostrar que: 
Alternativas
Q4044538 Pedagogia
Considerando o papel do Auxiliar de Ensino no ambiente escolar e suas atribuições no apoio à mediação pedagógica, à organização da rotina e à promoção de um ambiente seguro e acolhedor, analise as afirmações a seguir acerca das ações permitidas a esse profissional, com o intuito de conter possíveis alterações de comportamento de alunos, respeitando os princípios éticos, pedagógicos e institucionais:

I. Utilizar diálogo acolhedor, escuta ativa e orientação verbal para auxiliar o estudante na regulação das emoções.
II. Aplicar punições físicas ou constrangimentos públicos como forma de disciplina imediata.
III. Solicitar apoio do professor ou da equipe gestora quando a situação ultrapassar suas atribuições.
IV. Redirecionar a atenção do aluno para atividades pedagogicas ou propor estratégias de autorregulação, conÍorme orientação do proÍessor.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4044537 Pedagogia
Considerando que o planejamento escolar constitui um processo intencional, reflexivo e contínuo, que envolve a análise da realidade da turma, das condições institucionais e das diretrizes educacionais, bem como a definição de objetivos, conteúdos, metodologias e formas de avaliação, analise a relação entre as necessidades dos alunos e as possibilidades pedagógicas da escola e assinale a alternativa INCORRETA a respeito desse tema. 
Alternativas
Q4044536 Pedagogia
Considerando a relação entre aprendizagem significativa e o desenvolvimento infantil, analise a situação abaixo:

A defasagem no desenvolvimento pode interferir no processo de aprendizagem da criança No entanto, nem toda dificuldade impede que  aprendizagem significativa ocorra.

Diante disso, em que momento a defasagem no desenvolvimento infantil realmente impede a aprendizagem significativa? 
Alternativas
Q4044535 Pedagogia
O simples ato de jogar e brincar, quando compreendido como prática pedagógica intencional, ultrapassa a ideia de mera recreação e constitui-se como importante instrumento para o desenvolvimento integral da criança. Nessa perspectiva, o lúdico, trabalhado por meio dessas atividades, favorece não apenas o lazer, mas também a construção de conhecimentos, habilidades sociais e competências cognitivas. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4044534 Pedagogia
Considerando que a Educação Inclusiva visa ao desenvolvimento integral do estudante, contemplando não apenas os conteúdos acadêmicos, mas também aspectos físicos, emocionais e sociais, a abordagem de temas como sexualidade, nutrição e alimentação, higiene e cuidados corporais, saúde e bem-estar no ambiente escolar torna-se parte essencial do processo formativo desse aluno. Nesse contexto, tais temáticas contribuem para o processo de ensino aprendizagem, pois: 
Alternativas
Q4044533 Noções de Primeiros Socorros
Em um acidente escolar, o Auxiliar de Ensino se depara com um aluno que possui conhecimentos em primeiros socorros, que já está prestando atendimento à vítima. Considerando que o Auxiliar não domina essas técnicas, qual deve ser sua atitude nesse caso?
Alternativas
Q4044532 Pedagogia
 Considerando que o cotidiano escolar, no âmbito da educação especial, deve estar fundamentado na perspectiva da inclusão, envolvendo práticas pedagógicas que garantam acesso, participação e aprendizagem aos estudantes com deficiência, transtornos do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, analise a relação entre o lúdico, o ensino e a aprendizagem nesse contexto e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4044531 Pedagogia
Considerando que a organização dos espaços físicos e da rotina escolar não é neutra, mas expressa concepções pedagógicas, valores e intencionalidades educativas, analise de que maneira a qualidade dessa organização pode contribuir efetivamente para a promoção da igualdade, do respeito à diversidade e da participação de todos os estudantes no processo de ensino-aprendizagem e assinale a alternativa com a resposta CORRETA a respeito desse tema. 
Alternativas
Q4044530 Pedagogia
O planejamento pedagógico orienta a organização das práticas docentes e pode incluir diferentes estratégias para favorecer a aprendizagem. Considerando a importância do Iúdico no desenvolvimento dos estudantes, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044529 Pedagogia
 No contexto escolar, observa-se que algumas crianças apresentam comportamentos de desobediência, agressividade ou dificuldade em respeitar regras, muitas vezes associados à ausência de limites claros no ambiente familiar. Considerando os princípios do desenvolvimento infantil e a função pedagogica da dlsciplina, como a escola deve agir diante do mau comportamento decorrente da falta de limites em casa?
Alternativas
Q4043843 Legislação Municipal
Analise as partes que seguem, conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município: Após cada três anos ininterruptos de serviço prestado ao Município, a contar da investidura em cargo de provimento efetivo, o servidor fará jus a um prêmio por assiduidade de valor igual a três meses de vencimento do seu cargo efetivo (1ª parte), desde que não esteja no exercício de cargo em comissão ou função gratificada (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4043842 Legislação Municipal
Acerca dos adicionais de penosidade, insalubridade e periculosidade, com base no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, analise as alternativas que seguem e assinale a que apresenta informação que pode ser considerada como INCORRETA.
Alternativas
Q4043841 Legislação Municipal

Analise o texto a seguir, à luz do Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município:


A ajuda de custo não poderá exceder o dobro do vencimento do servidor, salvo quando o deslocamento for para o exterior, caso em que poderá ser até de cinco vezes o vencimento, desde que arbitrada justificadamente.


Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:

Alternativas
Q4043840 Legislação Municipal
 Sabe-se que o servidor perderá a remuneração dos dias que faltar ao serviço, bem como dos dias de repouso da respectiva semana, sem prejuízo da penalidade disciplinar cabível, assim como a parcela da remuneração diária, proporcional aos atrasos, ausências e saídas antecipadas, ___________, sem prejuízo da penalidade disciplinar cabível.

Preenche, conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, CORRETAMENTE a lacuna:
Alternativas
Q4043839 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A prestação de serviços extraordinários só fundamentada do chefe da repartição, ou de ofício. A partir disso, com base no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, afirma-se que:

I. Salvo nos casos excepcionais, devidamente justificados, não poderá o trabalho em horário extraordinário exceder a duas horas diárias.
II. O serviço extraordinário será remunerado por hora de trabalho que exceda o período normal, com acrescimo de cinquenta por cento em relação à hora normal.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
101: C
102: A
103: B
104: C
105: A
106: A
107: D
108: C
109: D
110: B
111: B
112: D
113: C
114: A
115: B
116: B
117: C
118: B
119: C
120: B