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Q3921815 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Travelling through Brazil and not taking in the variety of local dishes and tastes of the country’s different regions definitely makes for an incomplete experience. In the northern region, for example, strongly influenced by the larger indigenous presence mixed with European immigration, local food has evolved to be quite differentiated from that of other regions. In Brazil, the mixing of several different peoples over 500 years of history has produced a great mix of traditions, ingredients and dishes introduced by native and immigrant populations alike. Brazil’s northern region consists of the states of Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Tocantins, Rondônia and Acre. It is also influenced by Portuguese and African immigrants who arrived in the country since the beginning of colonisation. However, according to Joseny Juvito, a chef specialized in northern cuisine, the region is predominantly indigenous and, therefore, has specific peculiarities influenced by the fact.


(https://gestaoconteudo.presidencia.gov.br)
No trecho do texto “local food has evolved to be quite differentiated from that of other regions”, o termo sublinhado refere-se a
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Q3921814 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Travelling through Brazil and not taking in the variety of local dishes and tastes of the country’s different regions definitely makes for an incomplete experience. In the northern region, for example, strongly influenced by the larger indigenous presence mixed with European immigration, local food has evolved to be quite differentiated from that of other regions. In Brazil, the mixing of several different peoples over 500 years of history has produced a great mix of traditions, ingredients and dishes introduced by native and immigrant populations alike. Brazil’s northern region consists of the states of Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Tocantins, Rondônia and Acre. It is also influenced by Portuguese and African immigrants who arrived in the country since the beginning of colonisation. However, according to Joseny Juvito, a chef specialized in northern cuisine, the region is predominantly indigenous and, therefore, has specific peculiarities influenced by the fact.


(https://gestaoconteudo.presidencia.gov.br)
According to the text, Brazilian northern gastronomy is notable for its 
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Q3921813 Português
Para responder à questão, leia o início do capítulo VI do romance Iracema, do escritor José de Alencar.


    Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.

    Era o tempo em que o doce aracati1 chega do mar e derrama a deliciosa frescura pelo árido sertão. A planta respira; um suave arrepio erriça2 a verde coma3 da floresta.

    O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vê-los algum dia?

    Em torno carpe4 a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida5 e lacrimosa; geme a brisa na folhagem [...].

    Iracema parou em face do jovem guerreiro:

    — É a presença de Iracema que perturba a serenidade no rosto do estrangeiro?

    Martim pousou brandos olhos na face da virgem:

    — Não, filha de Araquém; tua presença alegra como a luz da manhã. Foi a lembrança da pátria que trouxe a saudade ao coração presago6 .

    — Uma noiva te espera?

     O forasteiro desviou os olhos. Iracema dobrou a cabeça sobre a espádua como a tenra7 palma da carnaúba, quando a chuva peneira8 na várzea.

    — Ela não é mais doce do que Iracema, a virgem dos lábios de mel, nem mais formosa! murmurou o estrangeiro.

    — A flor da mata é formosa quando tem rama que a abrigue e tronco onde se enlace. Iracema não vive n’alma de um guerreiro: nunca sentiu a frescura do seu sorriso.

    Emudeceram ambos, com os olhos no chão, escutando a palpitação dos seios que batiam opressos.


(Iracema, 2006.)


1 aracati: brisa do vento.

2 erriçar: arrepiar.

3 coma: copa de árvores frondosas.

4 carpir: lamentar.

5 trépido: trêmulo.

6 presago: que adivinha.

7 tenro: delicado.

8 peneirar: chuviscar.
O narrador faz uso da figura de linguagem conhecida como personificação (figura pela qual o narrador empresta características humanas a seres inanimados, a animais, a mortos ou a ausentes) no seguinte trecho:
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Q3921812 Português
Para responder à questão, leia o início do capítulo VI do romance Iracema, do escritor José de Alencar.


    Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.

    Era o tempo em que o doce aracati1 chega do mar e derrama a deliciosa frescura pelo árido sertão. A planta respira; um suave arrepio erriça2 a verde coma3 da floresta.

    O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vê-los algum dia?

    Em torno carpe4 a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida5 e lacrimosa; geme a brisa na folhagem [...].

    Iracema parou em face do jovem guerreiro:

    — É a presença de Iracema que perturba a serenidade no rosto do estrangeiro?

    Martim pousou brandos olhos na face da virgem:

    — Não, filha de Araquém; tua presença alegra como a luz da manhã. Foi a lembrança da pátria que trouxe a saudade ao coração presago6 .

    — Uma noiva te espera?

     O forasteiro desviou os olhos. Iracema dobrou a cabeça sobre a espádua como a tenra7 palma da carnaúba, quando a chuva peneira8 na várzea.

    — Ela não é mais doce do que Iracema, a virgem dos lábios de mel, nem mais formosa! murmurou o estrangeiro.

    — A flor da mata é formosa quando tem rama que a abrigue e tronco onde se enlace. Iracema não vive n’alma de um guerreiro: nunca sentiu a frescura do seu sorriso.

    Emudeceram ambos, com os olhos no chão, escutando a palpitação dos seios que batiam opressos.


(Iracema, 2006.)


1 aracati: brisa do vento.

2 erriçar: arrepiar.

3 coma: copa de árvores frondosas.

4 carpir: lamentar.

5 trépido: trêmulo.

6 presago: que adivinha.

7 tenro: delicado.

8 peneirar: chuviscar.
A voz do personagem Martim parece se mesclar intimamente à voz do narrador no seguinte trecho:
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Q3921811 Literatura
Para responder à questão, leia o início do capítulo VI do romance Iracema, do escritor José de Alencar.


    Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.

    Era o tempo em que o doce aracati1 chega do mar e derrama a deliciosa frescura pelo árido sertão. A planta respira; um suave arrepio erriça2 a verde coma3 da floresta.

    O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vê-los algum dia?

    Em torno carpe4 a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida5 e lacrimosa; geme a brisa na folhagem [...].

    Iracema parou em face do jovem guerreiro:

    — É a presença de Iracema que perturba a serenidade no rosto do estrangeiro?

    Martim pousou brandos olhos na face da virgem:

    — Não, filha de Araquém; tua presença alegra como a luz da manhã. Foi a lembrança da pátria que trouxe a saudade ao coração presago6 .

    — Uma noiva te espera?

     O forasteiro desviou os olhos. Iracema dobrou a cabeça sobre a espádua como a tenra7 palma da carnaúba, quando a chuva peneira8 na várzea.

    — Ela não é mais doce do que Iracema, a virgem dos lábios de mel, nem mais formosa! murmurou o estrangeiro.

    — A flor da mata é formosa quando tem rama que a abrigue e tronco onde se enlace. Iracema não vive n’alma de um guerreiro: nunca sentiu a frescura do seu sorriso.

    Emudeceram ambos, com os olhos no chão, escutando a palpitação dos seios que batiam opressos.


(Iracema, 2006.)


1 aracati: brisa do vento.

2 erriçar: arrepiar.

3 coma: copa de árvores frondosas.

4 carpir: lamentar.

5 trépido: trêmulo.

6 presago: que adivinha.

7 tenro: delicado.

8 peneirar: chuviscar.
Um traço característico da prosa romântica que pode ser encontrado nesse trecho é
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Q3921810 Português
Examine o meme publicado pelo perfil @artesdepressao no Instagram em 15.10.2024. O meme foi criado a partir da pintura intitulada “Sir Michael Foster” (1869), do artista inglês John Collier (1850-1934).

Q5.png (298×313)

Para obter seu efeito de humor, o meme explora, sobretudo, o recurso expressivo denominado 
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Q3921809 Português
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
“Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu.” (2° parágrafo)

No contexto em que se insere, a conjunção sublinhada expressa ideia de
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Q3921808 Literatura
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
No primeiro parágrafo, o narrador refere-se a Quincas Borba como “inventor de uma filosofia”. No contexto do romance, tal filosofia é denominada Humanitismo (cujo lema era “Ao vencedor, as batatas”) e pode ser vista como uma espécie de sátira
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Q3921807 Literatura
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
“Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena.” (1° parágrafo)

Observa-se nesse parágrafo o seguinte procedimento estilístico que caracteriza a prosa madura de Machado de Assis:
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Q3921806 Português
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
Contida na fala do médico de Quincas Borba de que “filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra” (5o parágrafo) está a seguinte oposição:
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Q3921805 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para realizar o tratamento de água em uma estação de tratamento, inicialmente dissolve-se sulfato de alumínio, A2 (SO4)3, para a remoção da maior parte da sujeira dispersa na água. Após essa etapa, a água passa por um sistema de filtros e recebe a adição de hipoclorito de sódio, NaCO, e fluossilicato de sódio, Na2SiF6, para completar o processo. As substâncias citadas no texto têm como função, respectivamente,
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Q3921804 Química
A eletroquímica, ramo da química que estuda a relação entre reações químicas e eletricidade, baseia-se na compreensão da transferência de elétrons em reações de óxido-redução. Nessas reações, o eletrodo que está no compartimento da espécie química que doa elétrons é chamado       . Essa espécie química é denominada agente       e, no processo, sofre       .

As lacunas do texto são preenchidas, respectivamente, por:
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Q3921803 Química

As figuras representam a cinética de decomposição do gás ozônio durante 40 minutos.



Imagem associada para resolução da questão



A velocidade média da reação, em relação ao reagente, em mol/min, no intervalo de 40 minutos, é de 

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Q3921802 Química
A remoção de dióxido de carbono, CO2, da atmosfera é uma estratégia importante para mitigar os efeitos do aquecimento global, pois o CO2 é um dos principais gases do efeito estufa. Uma técnica de captura direta envolve fazer o ar passar por uma fase líquida alcalina que contém hidróxido de cálcio, Ca(OH)2, que reage com o CO2 (M = 44 g/mol), formando um precipitado de carbonato de cálcio, CaCO3 (M = 100 g/mol), de acordo com a equação:

Ca(OH)2 (aq) + CO2 (g) CaCO3 (s) + H2O (

A figura representa um dispositivo usado para a captura do CO2 do ar.

Imagem associada para resolução da questão
(https://www.mdpi.com. Adaptado.)

Após um período de funcionamento, foram coletados no dispositivo 50 kg de CaCO3, que correspondeu a       kg de CO2 capturados.

A lacuna é preenchida por
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Q3921801 Química
Lagartixas e pequenos insetos possuem a incrível capacidade de se locomover por paredes e tetos, mesmo quando essas superfícies são extremamente lisas, como vidros ou azulejos. Essa adesão ocorre graças à secreção de uma substância pegajosa e insolúvel em água, liberada por estruturas microscópicas nas patas desses animais. Como essas superfícies são geralmente apolares, como ocorre em materiais cerâmicos e vítreos, a adesão ocorre por meio de interações intermoleculares chamadas 
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Q3921800 Química
No final do século XVIII, os químicos Antoine Lavoisier e Joseph Proust elaboraram, respectivamente, as leis da conservação da massa e das proporções definidas. No entanto, essas ideias ainda careciam de uma explicação baseada na estrutura da matéria. Foi apenas no início do século XIX que surgiu o primeiro modelo atômico capaz de justificar essas leis, marcando o início da teoria atômica moderna. Esse modelo foi proposto por 
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Q3921799 Química
O descarte consciente é uma prática importante para a redução do lixo eletrônico. Equipamentos eletrônicos descartados de forma inadequada podem liberar substâncias tóxicas no ambiente. Do ponto de vista químico, o principal problema relacionado a esse tipo de descarte é
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Q3921798 Química
Caixas de gordura são dispositivos que devem ser instalados em quaisquer edificações em que há pias onde se manipulam alimentos ou outros produtos gordurosos. Quando a água dessas pias passa pela caixa de gordura, ocorre a separação entre os materiais gordurosos ou oleosos e a água, conforme ilustrado na figura.

Imagem associada para resolução da questão

A separação nas caixas de gordura é possível porque a gordura 
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Q3921797 Física
Considere cinco circuitos elétricos compostos, individualmente, por duas pilhas ideais de 1,5 V cada uma, uma chave também ideal e uma lâmpada que se acende quando a diferença de potencial entre seus terminais estiver entre 1,2 V e 3,0 V. Sabendo que os fios têm resistências elétricas desprezíveis, o circuito que terá sua lâmpada mantida acesa após a chave ser fechada corresponde a:
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Q3921796 Física
Apesar de todas as ondas não estacionárias transportarem energia, há diferenças entre elas. Por exemplo, as ondas de luz provenientes do Sol e as ondas sonoras de um trovão se diferenciam por sua natureza, pois as ondas de luz são        e as ondas sonoras são        . Além dessa diferença quanto à direção de propagação da onda em relação à direção de vibração que as gerou, as ondas de luz são denominadas        enquanto as ondas sonoras são ondas         . Por fim, outra diferença entre ondas de luz e ondas sonoras é que a propagação das primeiras        no vácuo enquanto a propagação das ondas sonoras        no vácuo.

As lacunas do texto são preenchidas, respectivamente, por:
Alternativas
Respostas
641: D
642: E
643: C
644: C
645: E
646: E
647: B
648: D
649: D
650: A
651: B
652: D
653: A
654: B
655: A
656: E
657: D
658: B
659: B
660: A