Questões de Concurso Para agente (superior)

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Q2276671 Matemática
Um poliedro convexo tem 10 faces, sendo 6 delas quadrados e as outras 4 triângulos equiláteros. Quantos vértices tem esse poliedro? 
Alternativas
Q2276670 Matemática
Qual das afirmações abaixo é falsa sobre a mediana de um conjunto de dados?  
Alternativas
Q2276669 Matemática
Um total de R$ 6.500,00 é investido em dois fundos. Um fundo paga juros anuais de 4% e o outro fundo paga juros anuais de 6%. O total de juros anuais ganhos é de R$ 350,00. Quanto dos R$ 6.500,00 é investido no fundo que paga 4% de juros?
Alternativas
Q2276668 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao uso dos pronomes oblíquos de acordo com a norma culta:  
Alternativas
Q2276667 Português
Marque a alternativa em que o termo destacado está empregado com o sentido correto:  
Alternativas
Q2276666 Português
Marque a alternativa correta segundo a norma culta:  
Alternativas
Q2276665 Português
Assinale a alternativa em que os termos destacados são sinônimos:
Alternativas
Q2276664 Português

Assinale a alternativa correta quanto à norma culta:

Alternativas
Q2276663 Português
        Durante a Primeira Guerra Mundial, os soldados diziam que amputar uma perna era morrer duas vezes: a primeira durante a operação, a segunda de febre. De fato, infecções bacterianas do coto do membro amputado eram tão frequentes que a cirurgia só era indicada em casos de gangrena, sangramento incontrolável e outras situações extremas. A descoberta da caverna Liang Tebo, em Borneo, na Indonésia, acaba de revelar que esse tipo de cirurgia já era realizado há muito mais tempo do que imaginávamos. 
        Liang Tebo é uma caverna com 160 m³, formada por três câmaras com pinturas pré-históricas nas paredes da câmara superior, que datam de 41 mil anos atrás, no Pleistoceno tardio. Em 2020, escavações no assoalho dessa caverna encontraram um cemitério a 1,5 metro de profundidade. Entre as ossadas, chamou a atenção a de um adulto deitado de costas, com as pernas flexionadas, na qual faltava o pé esquerdo. O esqueleto foi batizado de TB1.
        Acompanhada com scanning a laser, a remoção cuidadosa dos ossos mostrou que 75% deles estavam preservados, bem como todos os dentes. Os estudos das cartilagens de crescimento [...] permitiram concluir que se tratava de um espécimen de Homo sapiens, com 19 a 20 anos de idade. [...]
        Mas, o que mais chamou a atenção dos paleontólogos foram as evidências de que a amputação do pé seccionou os ossos da perna – tíbia e fíbula – com incidência oblíqua, numa linha regular, como a das incisões cirúrgicas. Por acidente, uma amputação com essas características só poderia ser provocada por lâminas metálicas de uma máquina moderna. Esmagamento por acidente ou mordida de animal deixariam fragmentos ósseos irregulares, jamais um corte oblíquo linear. [...]
        A realização de uma cirurgia dessas proporções sugere que, no Pleistoceno tardio, milhares de anos antes do advento da agricultura, numa população de caçadores-coletores que habitavam cavernas, cirurgiões já tinham adquirido conhecimentos anatômicos sobre a disposição topográfica dos músculos, ossos, artérias, veias e nervos dos membros inferiores, que lhes permitia executar uma intervenção que só se tornaria rotina 30 mil anos mais tarde.

(drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/o-cirurgia o-mais-velho-do-mundo/).  
Sobre o texto, assinale a alternativa incorreta:  
Alternativas
Q2276662 Português
        Durante a Primeira Guerra Mundial, os soldados diziam que amputar uma perna era morrer duas vezes: a primeira durante a operação, a segunda de febre. De fato, infecções bacterianas do coto do membro amputado eram tão frequentes que a cirurgia só era indicada em casos de gangrena, sangramento incontrolável e outras situações extremas. A descoberta da caverna Liang Tebo, em Borneo, na Indonésia, acaba de revelar que esse tipo de cirurgia já era realizado há muito mais tempo do que imaginávamos. 
        Liang Tebo é uma caverna com 160 m³, formada por três câmaras com pinturas pré-históricas nas paredes da câmara superior, que datam de 41 mil anos atrás, no Pleistoceno tardio. Em 2020, escavações no assoalho dessa caverna encontraram um cemitério a 1,5 metro de profundidade. Entre as ossadas, chamou a atenção a de um adulto deitado de costas, com as pernas flexionadas, na qual faltava o pé esquerdo. O esqueleto foi batizado de TB1.
        Acompanhada com scanning a laser, a remoção cuidadosa dos ossos mostrou que 75% deles estavam preservados, bem como todos os dentes. Os estudos das cartilagens de crescimento [...] permitiram concluir que se tratava de um espécimen de Homo sapiens, com 19 a 20 anos de idade. [...]
        Mas, o que mais chamou a atenção dos paleontólogos foram as evidências de que a amputação do pé seccionou os ossos da perna – tíbia e fíbula – com incidência oblíqua, numa linha regular, como a das incisões cirúrgicas. Por acidente, uma amputação com essas características só poderia ser provocada por lâminas metálicas de uma máquina moderna. Esmagamento por acidente ou mordida de animal deixariam fragmentos ósseos irregulares, jamais um corte oblíquo linear. [...]
        A realização de uma cirurgia dessas proporções sugere que, no Pleistoceno tardio, milhares de anos antes do advento da agricultura, numa população de caçadores-coletores que habitavam cavernas, cirurgiões já tinham adquirido conhecimentos anatômicos sobre a disposição topográfica dos músculos, ossos, artérias, veias e nervos dos membros inferiores, que lhes permitia executar uma intervenção que só se tornaria rotina 30 mil anos mais tarde.

(drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/o-cirurgia o-mais-velho-do-mundo/).  
Sobre o texto, assinale a alternativa incorreta:  
Alternativas
Q2276661 Português
        Durante a Primeira Guerra Mundial, os soldados diziam que amputar uma perna era morrer duas vezes: a primeira durante a operação, a segunda de febre. De fato, infecções bacterianas do coto do membro amputado eram tão frequentes que a cirurgia só era indicada em casos de gangrena, sangramento incontrolável e outras situações extremas. A descoberta da caverna Liang Tebo, em Borneo, na Indonésia, acaba de revelar que esse tipo de cirurgia já era realizado há muito mais tempo do que imaginávamos. 
        Liang Tebo é uma caverna com 160 m³, formada por três câmaras com pinturas pré-históricas nas paredes da câmara superior, que datam de 41 mil anos atrás, no Pleistoceno tardio. Em 2020, escavações no assoalho dessa caverna encontraram um cemitério a 1,5 metro de profundidade. Entre as ossadas, chamou a atenção a de um adulto deitado de costas, com as pernas flexionadas, na qual faltava o pé esquerdo. O esqueleto foi batizado de TB1.
        Acompanhada com scanning a laser, a remoção cuidadosa dos ossos mostrou que 75% deles estavam preservados, bem como todos os dentes. Os estudos das cartilagens de crescimento [...] permitiram concluir que se tratava de um espécimen de Homo sapiens, com 19 a 20 anos de idade. [...]
        Mas, o que mais chamou a atenção dos paleontólogos foram as evidências de que a amputação do pé seccionou os ossos da perna – tíbia e fíbula – com incidência oblíqua, numa linha regular, como a das incisões cirúrgicas. Por acidente, uma amputação com essas características só poderia ser provocada por lâminas metálicas de uma máquina moderna. Esmagamento por acidente ou mordida de animal deixariam fragmentos ósseos irregulares, jamais um corte oblíquo linear. [...]
        A realização de uma cirurgia dessas proporções sugere que, no Pleistoceno tardio, milhares de anos antes do advento da agricultura, numa população de caçadores-coletores que habitavam cavernas, cirurgiões já tinham adquirido conhecimentos anatômicos sobre a disposição topográfica dos músculos, ossos, artérias, veias e nervos dos membros inferiores, que lhes permitia executar uma intervenção que só se tornaria rotina 30 mil anos mais tarde.

(drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/o-cirurgia o-mais-velho-do-mundo/).  
Sobre o texto, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q2240620 Direito Ambiental
No Brasil, existem que tipos de licenças ambientais? 
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Q2240619 Geografia
É um fenômeno geológico que consiste na formação de grandes buracos de erosão, causados pela chuva e intempéries, em solos onde a vegetação é escassa e não mais protege o solo, que fica cascalhento e suscetível de carregamento por enxurradas. Pobre, seco, e quimicamente morto, nada fecunda. Pode ser prevenida com a plantação de árvores na beira dos buracos, que agem como guarda-chuva do solo contra a chuva e vento, além de evitar que o fluxo da água leve consigo terra e sedimentos, que são retidos por suas raízes. É um fenômeno prejudicial, pois destrói terras cultiváveis e colabora para o assoreamento de rios e entupimento de redes de esgoto, que ficam entulhadas por detritos do solo, facilitando o processo das enchentes urbanas.
O trecho refere-se a uma erosão bem particular (que afeta de forma prejudicial certos municípios do Maranhão) conhecida como:  
Alternativas
Q2240618 Engenharia Florestal
Uma área degradada apresenta:  
Alternativas
Q2240617 Engenharia Florestal
Um PRAD deve considerar em seu escopo, EXCETO:  
Alternativas
Q2240616 Engenharia Florestal
Ainda acerca do processo de recuperação ambiental, assinale a alternativa incorreta:  
Alternativas
Q2240615 Direito Ambiental
Sobre o plano de recuperação de áreas degradadas, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q2240614 Meio Ambiente
sobre monitoramento do solo, água e ar:

Os três principais compartimentos da biosfera, ar (atmosfera), água (hidrosfera) e solo (litosfera) interagem e determinam a qualidade da vida, em todos os seus níveis e matizes. Há dois aspectos de pronto que devem ser considerados quando tratamos desses três compartimentos: a) não são isolados uns dos outros, isto é, a qualidade de um influencia e mesmo determina a qualidade do outro; b) não são geograficamente circunscritos, isto é, a modificação da qualidade do ar e da água em um dado ponto é propagada por grandes extensões.
Acerca da poluição dos solos, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q2240613 Meio Ambiente
sobre monitoramento do solo, água e ar:

Os três principais compartimentos da biosfera, ar (atmosfera), água (hidrosfera) e solo (litosfera) interagem e determinam a qualidade da vida, em todos os seus níveis e matizes. Há dois aspectos de pronto que devem ser considerados quando tratamos desses três compartimentos: a) não são isolados uns dos outros, isto é, a qualidade de um influencia e mesmo determina a qualidade do outro; b) não são geograficamente circunscritos, isto é, a modificação da qualidade do ar e da água em um dado ponto é propagada por grandes extensões.
Acerca da poluição hídrica, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q2240612 Meio Ambiente
sobre monitoramento do solo, água e ar:

Os três principais compartimentos da biosfera, ar (atmosfera), água (hidrosfera) e solo (litosfera) interagem e determinam a qualidade da vida, em todos os seus níveis e matizes. Há dois aspectos de pronto que devem ser considerados quando tratamos desses três compartimentos: a) não são isolados uns dos outros, isto é, a qualidade de um influencia e mesmo determina a qualidade do outro; b) não são geograficamente circunscritos, isto é, a modificação da qualidade do ar e da água em um dado ponto é propagada por grandes extensões.
Acerca da poluição do ar, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Respostas
861: A
862: D
863: A
864: B
865: C
866: A
867: D
868: A
869: D
870: B
871: B
872: D
873: B
874: A
875: C
876: E
877: B
878: E
879: C
880: B