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Q3802551 Matemática
Em uma turma de 30 alunos da Professora Vera, 18 são meninas e 12 são meninos. Sabe-se que 5 meninos e 6 meninas usam óculos. Ao escolher um aluno ao acaso, se o aluno sorteado for um menino, a probabilidade de que ele use óculos é:
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Q3802550 Português

Leia o texto a seguir:

 

Belém: saiba mais sobre a cidade palco da COP30

 

Nomeada Belém em 1616, a cidade que receberá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) de 10 a 21 de novembro já foi chamada Mairi. O lugar era o território do povo Tupinambá, guardião de conhecimentos capazes de fazer frente ao desafio global que hoje reunirá líderes de todo o mundo em busca de solução.

Segundo o historiador Michel Pinho, a história do território começou há milhares de anos. Essa região da Amazônia, ao contrário do que foi ensinado por muito tempo, é densamente povoada há 11 mil anos. Existem pesquisadores, como [o arqueólogo] Marcos Magalhães, do Museu Emílio Goeldi, que comprovam uma intensa ocupação ao longo dos rios, lagos e igarapés.

Entre essas ocupações, estava Mairi, ou o território de Maíra, entidade responsável pela origem do mundo e provedora dos segredos ancestrais sobre a mandioca, o açaí e tantas outras culturas ancestrais.

Nós atribuímos a outros povos fora da Amazônia esse grau de desenvolvimento tecnológico e social, como é o caso dos maias, aztecas, incas, egípcios, mas os tupinambás também tinham pleno conhecimento e domínio da natureza. Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém, ocupada por uma população que tem um profundo conhecimento em relação à pesca, em relação à cerâmica, em relação ao plantio, destaca Michel Pinho.

Os estudos arqueológicos da região apontam que esses grupos eram grandes e adensados, podendo ultrapassar mil indivíduos em áreas de cerca de 2,5 hectares segundo descreve Márcio Souza, no livro História da Amazônia.

Os tupinambás colocavam a questão Mairi como um ajuntamento, como um grupo de pessoas. E no nosso caso, esse ajuntamento é plenamente explicável pelo fato de ele estar entre dois espaços geográficos fundamentais, que é o Rio Guamá e a Baía do Guajará. Então, você tem locomoção, você tem proteção e também tem alimentação, explica o historiador Michel Pinho.

Por muitos anos após a chegada de colonizadores no Brasil, os tupinambás resistiram em Mairi, até a disputa entre franceses e portugueses por terras na região levar Francisco Caldeira Castelo Branco e uma tropa com mais de 100 soldados para fundar uma cidade e construir o forte que fosse capaz de barrar a ocupação do território por outras nações europeias.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/11/1057467-belem-saiba-mais-sobre-acidade-palco-da-cop30.html. Acesso em 03/11/2025. Excerto

“Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém” (4º parágrafo). O elemento em destaque, em seu contexto de uso, introduz uma oração subordinada: 
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Q3802549 Português

Leia o texto a seguir:

 

Belém: saiba mais sobre a cidade palco da COP30

 

Nomeada Belém em 1616, a cidade que receberá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) de 10 a 21 de novembro já foi chamada Mairi. O lugar era o território do povo Tupinambá, guardião de conhecimentos capazes de fazer frente ao desafio global que hoje reunirá líderes de todo o mundo em busca de solução.

Segundo o historiador Michel Pinho, a história do território começou há milhares de anos. Essa região da Amazônia, ao contrário do que foi ensinado por muito tempo, é densamente povoada há 11 mil anos. Existem pesquisadores, como [o arqueólogo] Marcos Magalhães, do Museu Emílio Goeldi, que comprovam uma intensa ocupação ao longo dos rios, lagos e igarapés.

Entre essas ocupações, estava Mairi, ou o território de Maíra, entidade responsável pela origem do mundo e provedora dos segredos ancestrais sobre a mandioca, o açaí e tantas outras culturas ancestrais.

Nós atribuímos a outros povos fora da Amazônia esse grau de desenvolvimento tecnológico e social, como é o caso dos maias, aztecas, incas, egípcios, mas os tupinambás também tinham pleno conhecimento e domínio da natureza. Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém, ocupada por uma população que tem um profundo conhecimento em relação à pesca, em relação à cerâmica, em relação ao plantio, destaca Michel Pinho.

Os estudos arqueológicos da região apontam que esses grupos eram grandes e adensados, podendo ultrapassar mil indivíduos em áreas de cerca de 2,5 hectares segundo descreve Márcio Souza, no livro História da Amazônia.

Os tupinambás colocavam a questão Mairi como um ajuntamento, como um grupo de pessoas. E no nosso caso, esse ajuntamento é plenamente explicável pelo fato de ele estar entre dois espaços geográficos fundamentais, que é o Rio Guamá e a Baía do Guajará. Então, você tem locomoção, você tem proteção e também tem alimentação, explica o historiador Michel Pinho.

Por muitos anos após a chegada de colonizadores no Brasil, os tupinambás resistiram em Mairi, até a disputa entre franceses e portugueses por terras na região levar Francisco Caldeira Castelo Branco e uma tropa com mais de 100 soldados para fundar uma cidade e construir o forte que fosse capaz de barrar a ocupação do território por outras nações europeias.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/11/1057467-belem-saiba-mais-sobre-acidade-palco-da-cop30.html. Acesso em 03/11/2025. Excerto

Segundo o historiador Michel Pinho, a história do território começou há milhares de anos” (2º parágrafo). O termo em destaque, em seu contexto de uso, cumpre o papel de indicar: 
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Q3802548 História

Leia o texto a seguir:

 

Belém: saiba mais sobre a cidade palco da COP30

 

Nomeada Belém em 1616, a cidade que receberá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) de 10 a 21 de novembro já foi chamada Mairi. O lugar era o território do povo Tupinambá, guardião de conhecimentos capazes de fazer frente ao desafio global que hoje reunirá líderes de todo o mundo em busca de solução.

Segundo o historiador Michel Pinho, a história do território começou há milhares de anos. Essa região da Amazônia, ao contrário do que foi ensinado por muito tempo, é densamente povoada há 11 mil anos. Existem pesquisadores, como [o arqueólogo] Marcos Magalhães, do Museu Emílio Goeldi, que comprovam uma intensa ocupação ao longo dos rios, lagos e igarapés.

Entre essas ocupações, estava Mairi, ou o território de Maíra, entidade responsável pela origem do mundo e provedora dos segredos ancestrais sobre a mandioca, o açaí e tantas outras culturas ancestrais.

Nós atribuímos a outros povos fora da Amazônia esse grau de desenvolvimento tecnológico e social, como é o caso dos maias, aztecas, incas, egípcios, mas os tupinambás também tinham pleno conhecimento e domínio da natureza. Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém, ocupada por uma população que tem um profundo conhecimento em relação à pesca, em relação à cerâmica, em relação ao plantio, destaca Michel Pinho.

Os estudos arqueológicos da região apontam que esses grupos eram grandes e adensados, podendo ultrapassar mil indivíduos em áreas de cerca de 2,5 hectares segundo descreve Márcio Souza, no livro História da Amazônia.

Os tupinambás colocavam a questão Mairi como um ajuntamento, como um grupo de pessoas. E no nosso caso, esse ajuntamento é plenamente explicável pelo fato de ele estar entre dois espaços geográficos fundamentais, que é o Rio Guamá e a Baía do Guajará. Então, você tem locomoção, você tem proteção e também tem alimentação, explica o historiador Michel Pinho.

Por muitos anos após a chegada de colonizadores no Brasil, os tupinambás resistiram em Mairi, até a disputa entre franceses e portugueses por terras na região levar Francisco Caldeira Castelo Branco e uma tropa com mais de 100 soldados para fundar uma cidade e construir o forte que fosse capaz de barrar a ocupação do território por outras nações europeias.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/11/1057467-belem-saiba-mais-sobre-acidade-palco-da-cop30.html. Acesso em 03/11/2025. Excerto

A partir da explicação do historiador Michel Pinho sobre a localização de Mairi entre o Rio Guamá e a Baía do Guajará, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3802547 Português

Leia o texto a seguir:

 

Belém: saiba mais sobre a cidade palco da COP30

 

Nomeada Belém em 1616, a cidade que receberá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) de 10 a 21 de novembro já foi chamada Mairi. O lugar era o território do povo Tupinambá, guardião de conhecimentos capazes de fazer frente ao desafio global que hoje reunirá líderes de todo o mundo em busca de solução.

Segundo o historiador Michel Pinho, a história do território começou há milhares de anos. Essa região da Amazônia, ao contrário do que foi ensinado por muito tempo, é densamente povoada há 11 mil anos. Existem pesquisadores, como [o arqueólogo] Marcos Magalhães, do Museu Emílio Goeldi, que comprovam uma intensa ocupação ao longo dos rios, lagos e igarapés.

Entre essas ocupações, estava Mairi, ou o território de Maíra, entidade responsável pela origem do mundo e provedora dos segredos ancestrais sobre a mandioca, o açaí e tantas outras culturas ancestrais.

Nós atribuímos a outros povos fora da Amazônia esse grau de desenvolvimento tecnológico e social, como é o caso dos maias, aztecas, incas, egípcios, mas os tupinambás também tinham pleno conhecimento e domínio da natureza. Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém, ocupada por uma população que tem um profundo conhecimento em relação à pesca, em relação à cerâmica, em relação ao plantio, destaca Michel Pinho.

Os estudos arqueológicos da região apontam que esses grupos eram grandes e adensados, podendo ultrapassar mil indivíduos em áreas de cerca de 2,5 hectares segundo descreve Márcio Souza, no livro História da Amazônia.

Os tupinambás colocavam a questão Mairi como um ajuntamento, como um grupo de pessoas. E no nosso caso, esse ajuntamento é plenamente explicável pelo fato de ele estar entre dois espaços geográficos fundamentais, que é o Rio Guamá e a Baía do Guajará. Então, você tem locomoção, você tem proteção e também tem alimentação, explica o historiador Michel Pinho.

Por muitos anos após a chegada de colonizadores no Brasil, os tupinambás resistiram em Mairi, até a disputa entre franceses e portugueses por terras na região levar Francisco Caldeira Castelo Branco e uma tropa com mais de 100 soldados para fundar uma cidade e construir o forte que fosse capaz de barrar a ocupação do território por outras nações europeias.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/11/1057467-belem-saiba-mais-sobre-acidade-palco-da-cop30.html. Acesso em 03/11/2025. Excerto

Segundo o texto, antes da chegada dos colonizadores, a ocupação do território que hoje corresponde a Belém: 
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Q3801131 Nutrição
A educação permanente em saúde, no âmbito do SUS, tem como objetivo principal a atualização técnica dos profissionais e a adaptação às novas tecnologias, sendo dissociada de uma perspectiva transformadora da prática, que pressupõe reflexão crítica sobre o trabalho e a construção coletiva de novas abordagens.
Alternativas
Q3801130 Nutrição
O processo de congelamento de alimentos, embora reduza a velocidade de proliferação microbiana, não é capaz de inativar integralmente microrganismos patogênicos e esporos, exigindo que o descongelamento seja realizado sob refrigeração ou em micro-ondas, para evitar a zona de perigo de temperatura e o crescimento bacteriano.
Alternativas
Q3801129 Nutrição
Na terapia nutricional de pacientes com pancreatite aguda grave, o início precoce da nutrição enteral, mesmo em presença de íleo paralítico, é preferível à nutrição parenteral por preservar a integridade da barreira intestinal e modular a resposta inflamatória, desde que a via de acesso seja distal ao ligamento de Treitz.
Alternativas
Q3801128 Nutrição
A avaliação nutricional em pacientes hepáticos crônicos deve priorizar o Índice de Massa Corporal (IMC) como principal indicador de desnutrição, uma vez que a retenção hídrica e a ascite não impactam significativamente a interpretação desse parâmetro, e a albumina sérica reflete primariamente a função síntese hepática e não o real estado nutricional.
Alternativas
Q3801127 Nutrição
Situação hipotética: Um nutricionista planeja a produção de refeições em uma UAN para um hospital pediátrico. Assertiva: A utilização de métodos de cocção como a fritura por imersão é desaconselhada para a população pediátrica devido ao alto teor de gorduras saturadas e risco de formação de compostos tóxicos, sendo preferível cocção a vapor ou assados, independentemente do objetivo calórico da dieta individual.
Alternativas
Q3801126 Nutrição
A Portaria GM/MS nº 2.436/2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelece que a Atenção Primária à Saúde deve orientar-se pelos princípios da universalidade, equidade e integralidade, mas não confere ao nutricionista um papel explícito na coordenação do cuidado ao paciente crônico ou na elaboração de planos terapêuticos singulares na equipe de saúde.
Alternativas
Q3801125 Nutrição
A digestão e absorção de lipídios no trato gastrointestinal humano dependem criticamente da emulsificação pelas sais biliares e da ação das lipases, sendo que a formação de quilomícrons para transporte de triglicerídeos de cadeia longa ocorre exclusivamente no intestino, sendo subsequentemente liberados na circulação linfática e não diretamente na porta. 
Alternativas
Q3801124 Nutrição
A intolerância à lactose difere fundamentalmente da alergia à proteína do leite de vaca (APLV) por envolver uma resposta imunológica mediada por IgE na APLV, enquanto a intolerância à lactose é uma deficiência enzimática. Consequentemente, a restrição dietética na APLV é mais rigorosa e permanente, enquanto na intolerância à lactose, pequenas quantidades de lactose podem ser toleradas por alguns indivíduos.
Alternativas
Q3801123 Nutrição
A política de saúde denominada Estratégia Saúde da Família (ESF) tem como um de seus pilares a interdisciplinaridade, incorporando equipes multiprofissionais como o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), cuja atuação é restrita ao apoio técnico-pedagógico e à educação continuada dos profissionais da ESF,sem interferir diretamente no atendimento clínico dos usuários cadastrados.
Alternativas
Q3801122 Nutrição
A desnutrição em pacientes idosos é um fator de risco independente para desfechos clínicos adversos, incluindo maior morbidade e mortalidade, sendo que a sarcopenia associada ao envelhecimento é primariamente revertida com incremento do aporte proteico, independentemente da prática de exercícios físicos de resistência.
Alternativas
Q3801121 Nutrição
No contexto da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), a sobrecarga ventilatória decorrente do metabolismo excessivo de carboidratos, especialmente em pacientes em fase de exacerbação, justifica uma maior proporção de lípidios na dieta enteral para minimizar a produção de dióxido de carbono, mesmo que isso possa levar a um discreto aumento do quociente respiratório.
Alternativas
Q3801120 Nutrição
Situação hipotética: Uma UAN hospitalar decide implementar um sistema de Gestão da Qualidade baseado na ISO 22000. Assertiva: A simples certificação ISO 22000 substitui a necessidade de implementação de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Procedimentos Operacionais Padronizados (POP’s) específicos para a UAN, uma vez que a ISO engloba todos os aspectos de segurança alimentar. 
Alternativas
Q3801119 Nutrição
A Resolução RDC nº 63/2000 da ANVISA, que define os requisitos mínimos para a terapia de nutrição parenteral, estabelece que a manipulação de NPT deve ocorrer em área limpa exclusiva, com controle de pressão positiva e fluxo laminar, sendo dispensável o teste de endotoxinas bacterianas na formulação final, desde que os componentes brutos tenham certificado de análise. 
Alternativas
Q3801118 Nutrição
O Código de Ética do Nutricionista estabelece que o sigilo profissional deve ser sempre mantido, mesmo em situações onde a quebra do sigilo possa prevenir danos consideráveis à saúde do paciente ou de terceiros, pois a confiança é o pilar fundamental da relação profissional-paciente.
Alternativas
Q3801117 Nutrição
A fermentação microbiana de fibras alimentares no intestino grosso produz ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), como butirato, acetato e propionato, que possuem funções tróficas para os colonócitos e sistêmicas, impactando no metabolismo energético e na imunidade inata, contudo, sua produção é insensível à composição da microbiota intestinal estabelecida.
Alternativas
Respostas
6721: C
6722: A
6723: C
6724: D
6725: B
6726: E
6727: C
6728: E
6729: E
6730: C
6731: E
6732: C
6733: C
6734: E
6735: E
6736: C
6737: E
6738: E
6739: E
6740: E