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Q3221122 Fonoaudiologia
Um bebê de seis meses de idade, sem histórico de complicações no nascimento, é encaminhado para avaliação fonoaudiológica devido à suspeita de atraso no desenvolvimento da linguagem. Considerando os marcos típicos do desenvolvimento, a conduta mais adequada é: 
Alternativas
Q3221121 Fonoaudiologia

Leia as afirmativas sobre a avaliação audiológica e marque V para verdadeiro e F para falso:


( ) A imitanciometria avalia a função da orelha média e pode auxiliar na detecção de disfunções como otites e disfunção tubária.


( ) A audiometria tonal liminar permite a determinação dos limiares auditivos do paciente, sendo fundamental para o diagnóstico da perda auditiva.


( ) O exame do reflexo acústico mede a resposta da membrana timpânica à pressão sonora, sendo um parâmetro de avaliação da orelha interna.


( ) Os potenciais evocados auditivos são exames eletrofisiológicos utilizados para detectar alterações auditivas centrais e periféricas.


A sequência correta é: 

Alternativas
Q3221120 Fonoaudiologia
Um paciente adulto com diagnóstico de disfonia há três meses apresenta fadiga vocal frequente, dificuldade na projeção da voz e sensação de esforço ao falar. Durante a avaliação fonoaudiológica, observa-se um padrão respiratório predominantemente torácico e abuso vocal frequente. A melhor conduta inicial para o tratamento desse quadro é: 
Alternativas
Q3220561 Noções de Informática

Leia o trecho.


“O _____________________ diz respeito à cópia total de todos os arquivos que serão destinados para um HD externo, um servidor de rede ou um armazenamento em nuvem. Essa é uma excelente alternativa, pois em casos de vazamento ou falhas de hardware, a recuperação é rápida e completa. Apesar de ser uma solução simples, ele não consegue excluir nenhum documento ou dado duplicado após selecionado para realizar o serviço. Além disso, é necessário um espaço maior de armazenamento, visto que ele realiza a cópia do dispositivo em sua totalidade.”


Assinale a alternativa que preencha a lacuna corretamente.

Alternativas
Q3220560 Noções de Informática

Leia o trecho abaixo e responda.

“Fazer login como um usuário diferente ou navegar como visitante.”

Qual atalho deve ser utilizado pelos usuários do Google Chrome para que ele realize essa ação? 

Alternativas
Q3220559 Direito Administrativo
O princípio da legalidade no serviço público estabelece que os agentes administrativos devem atuar conforme a legislação vigente. Sobre esse princípio, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220558 Ética na Administração Pública

A ética profissional exige que o servidor público atue de maneira responsável, evitando conflitos de interesse. Acerca do tema, analise as afirmativas:


I – O servidor público não pode utilizar informações privilegiadas para obter vantagens pessoais.


II – Conflitos de interesse ocorrem quando um agente público tem interesses particulares que podem comprometer sua imparcialidade na função.


III – O acúmulo de cargos públicos é permitido em qualquer circunstância, independentemente da compatibilidade de horários e funções.


IV – A violação de normas éticas pode resultar em penalidades administrativas, como advertência e exoneração.


Estão corretas as afirmativas: 

Alternativas
Q3220557 Legislação Federal
A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece normas para garantir a transparência na administração pública. Em consonância com a referida legislação, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220556 Direito Administrativo
A improbidade administrativa pode ser classificada em diferentes modalidades, conforme previsto na legislação vigente. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220555 Administração Pública
A adoção de práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) tem se tornado essencial para empresas e instituições públicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220554 Conhecimentos Gerais

A economia do Acre apresenta desafios estruturais relacionados a desigualdades regionais e limitações logísticas. Sobre os impactos econômicos dessas desigualdades no desenvolvimento estadual, analise as afirmativas:


I - A dificuldade de acesso a mercados nacionais e internacionais limita a diversificação econômica do estado.


II - O setor agropecuário é o principal motor da economia local, mas enfrenta restrições ambientais para sua expansão.


III - A infraestrutura logística precária impacta diretamente o custo de produção e comercialização no estado.


IV - A industrialização do Acre tem se desenvolvido de maneira acelerada nos últimos anos, reduzindo a dependência do setor primário. Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q3220553 Conhecimentos Gerais
Os fluxos migratórios internos no Brasil influenciam diretamente o desenvolvimento urbano e as políticas públicas. Sobre as características desse fenômeno, marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220552 Raciocínio Lógico

Dadas as proposições: 


        ● P: "Hoje está chovendo."

        ● Q: "Vou levar um guarda-chuva."

Considere a proposição composta:

         P→Q


(Se hoje está chovendo, então vou levar um guarda-chuva.)

Qual é a única situação em que essa proposição é falsa? 

Alternativas
Q3220550 Matemática
A população de uma cidade cresce segundo uma progressão geométrica, aumentando 10% a cada ano. Se a cidade possui 20.000 habitantes atualmente, quantos habitantes terá após 5 anos? 
Alternativas
Q3220549 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Qual é o tipo textual que embasa o texto apresentado?
Alternativas
Q3220548 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Levando-se em consideração as informações explicitadas no texto, NÃO se pode inferir que 
Alternativas
Respostas
7821: C
7822: B
7823: D
7824: D
7825: A
7826: D
7827: B
7828: C
7829: A
7830: C
7831: D
7832: B
7833: D
7834: C
7835: D
7836: D
7837: A
7838: C
7839: A
7840: C