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Boa parte das drogas que vêm empolgando os mercados tem por finalidade não a defesa do organismo contra doenças que ameaçam ou debilitam a saúde, mas sim a expansão da nossa capacidade de desfrutar prazeres, sentir satisfação em sermos quem somos e gozar ativamente a vida. Não são remédios apenas “defensivos", ou seja, voltados para o reparo de deficiências e anomalias; são drogas “ofensivas" (life style, no jargão farmacêutico) à base de substâncias que visam à ampliação do campo de experiência e à propulsão de “vôos mais altos" do bem-estar subjetivo — armas químicas na guerra de conquista pela torre da felicidade.
(GIANETTI, Eduardo. Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.)
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar
Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar
Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais
I. “... porque os dias vão pra nunca mais..."
II. Vão-se as tristezas, restam as esperanças.
III. Vão não é o sonho quando ilumina a alma.
IV. Pessoas religiosas evitam dizer o nome de Deus em vão.
V. Entre as duas muralhas, existe estreito vão por onde escorrem os sonhos.
Dentre as afirmações acima, aquelas que apresentam termo com significação semelhante ao destacado em “Se chorar, chorar é vão" são apenas:
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar
Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais



I. Utilização de estruturas sintáticas que lhe imprimem tom de aconselhamento.
II. O uso do padrão culto da língua que determina um público leitor especializado.
III. Exploração recorrente de intertextualidade explícita para defender um modelo de vida profissional.
IV. Emprego de termos científicos como argumento de autoridade na defesa de um posicionamento.
Está CORRETO apenas o que se indica em



Os objetivos operacionais são derivados do objetivo geral e servem para nortear as ações dele oriundas.
Ao criar os projetos, os professores devem ter como foco principal o impacto das ações desses projetos sobre a realidade da comunidade.
Os conteúdos atitudinais têm a função de provocar a reflexão acerca dos valores e das atitudes que influenciam as relações interpessoais no contexto educacional.
Em razão de sua importância para o bom andamento do ensino, o planejamento deve ser pensado e executado pelos professores a partir de reflexões conjuntas com os alunos e a comunidade escolar.
O primeiro passo no planejamento das aulas é o diagnóstico da realidade sobre a qual se vai atuar; esse diagnóstico servirá de base para a formulação dos objetivos, os quais serão o norte do plano de aulas.
A aprendizagem dos conteúdos que envolvem a identificação de conceitos e princípios exige a capacidade de reprodução exata de situações vivenciadas.
Na aprendizagem receptiva, espera-se que o aluno reúna e integre informações novas à sua estrutura cognitiva, de modo a tornar significativa a aprendizagem.
A andragogia defende que sejam aplicados princípios metodológicos especiais na educação de alunos adultos, por considerar que uma metodologia apropriada pode compensar a deficiência das pessoas que não aprenderam na idade certa.
O elogio do professor ao comportamento do aluno, quando este manifesta interesse pelo estudo, é um exemplo da aplicação de contingência positiva para favorecer a aprendizagem.
A teoria da aprendizagem por imitação, desenvolvida por Albert Bandura, organiza-se em quatro eixos ou processos, em que um deles é o processo de retenção, o qual é marcado pelo envolvimento das capacidades verbal e visual.