Questões de Concurso
Para técnico em assuntos educacionais
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Preencha as lacunas das frases a seguir, conforme a “norma-padrão” da língua portuguesa em uma das opções abaixo.
O Reitor e o Diretor do Campus ______ à cerimônia de formatura dos cursos superiores. A formanda estudiosa ______ esperanças da família.
Já ______ duas assembleias de estudantes durante o semestre. ______ em dois ou mais anos que os prédios novos recebem os alunos.
Fui eu quem ______ a pesquisa institucional e nó
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Marque a alternativa que apresente uma oração com o mesmo sentido da sublinhada abaixo.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC, ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
Poucos estados e municípios entregaram planos de educação
Falta pouco menos de um mês para o fim do prazo para que os estados e municípios tenham os próprios planos de educação sancionados. Para entidades que representam os entes federados, o prazo não será cumprido por todos. Entre os estados, três sancionaram os planos: Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Quanto aos municípios, dos quase 5,6 mil, só 151 têm planos sancionados. As informações são do site Planejando a Próxima Década do Ministério da Educação (MEC).
Os planos estaduais e municipais de educação estão previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Ele traça metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas vão desde a inclusão de crianças e adolescentes na escola até a pós-graduação. Trata ainda da valorização do professor e dos investimentos em educação, que até 2024 deverão ser de, no mínimo, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente o investimento na área é 6,6%.Pela lei, os planos locais têm até o dia 24 de junho de 2015 para serem sancionados. O prazo é o primeiro estipulado no PNE. Os planos municipais e estaduais devem, de acordo com a realidade local, estabelecer estratégias para o cumprimento de cada uma das metas do PNE. Eles têm liberdade, inclusive, para avançar nas metas caso elas estejam superadas.
A situação mais crítica é entre os municípios. "Não
vamos cumprir em todos os municípios", disse a
presidenta da União Nacional de Dirigentes
Municipais de Educação (Undime), Cleuza
Repulho. "Mas quero deixar claro que é muito
importante que esses planos reflitam a realidade.
Muito mais que prazo, é a importância que os
planos têm na execução, que sejam feitos com a
discussão ampla, com a participação de todo
mundo, para refletir a realidade". Segundo ela,
mesmo após o fim do prazo, a Undime continuará
trabalhando com os municípios para que todos
tenham os planos aprovados.
Para constituir os planos, o MEC estipula fases. A primeira é a constituição de uma comissão coordenadora, depois, produzir um diagnóstico da educação na localidade, a elaboração de um documento-base, consulta pública e elaboração de projeto de lei. O projeto é então enviado ao Legislativo, aprovado e sancionado.
Entre os municípios, um não tem sequer comissão coordenadora instituída; só 531 instituíram a comissão e 1.049 concluíram apenas o diagnóstico. Os demais avançaram na elaboração do documento-base (1.560), fizeram consulta pública (1.185), têm o projeto de lei elaborado (505), enviaram o projeto ao Legislativo (534) e apenas 54 aprovaram a lei e 151 a sancionaram.Entre os estados, a expectativa é que até o fim do ano todos os planos estejam em vigor, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps. "Temos um número significativo de estados que estão concluindo seus planos para remeter às assembleias legislativas. Eu acho que o número de estados que terão os planos aprovados até o dia 24 de junho vai ser reduzido, mas entre os que estarão com os planos nas assembleias legislativas, teremos um número significativo. Todos os estados estão trabalhando fortemente para isso", informou.
Todos os estados têm pelo menos o documento-base
elaborado. Dois, o Rio Grande do Sul e
Paraná, além do Distrito Federal avançaram até o
envio dos projetos ao Legislativo. Rondônia tem o
projeto aprovado, mas ainda não sancionado.
Como o prazo está em lei, de acordo com o MEC,
ele não será adiado, a não ser que se altere a lei.
Em entrevista, o ministro da Educação, Renato
Janine Ribeiro, ressaltou que o MEC "não quer
que os estados e as prefeituras se sintam
coagidos com o prazo e acabem comprando um
plano pronto de educação, que não vai emanar de
uma discussão da sociedade. O mais importante é
a sociedade se mobilizar e discutir o que quer para
a educação”.
Fonte: Disponível em:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/poucosestados-e-municipios-entregaram-planos-deeducacao.
Acesso em: 01 jun. 2015 (Adaptado).
De acordo com o Estatuto da UFSM, no que se refere ao Conselho Universitário, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) nas afirmativas a seguir.
( ) Compete a ele fixar a política universitária.
( )O Reitor é o seu Presidente.
( ) Na sua composição o Corpo Docente ocupará, no mínimo, setenta por cento dos assentos.
( ) Os representantes da categoria técnico-administrativa em educação serão eleitos pelo voto direto de seus pares por dois anos, permitida uma única recondução.
A sequência correta é
No que tange à regulamentação do exercício de cargos, empregos ou funções na Administração Pública, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) nas afirmativas a seguir.
( ) Nem todos os servidores públicos têm seus direitos e deveres regidos por estatuto.
( ) Nas relações de trabalho com o poder estatal a função pública significa o exercício de atividades da competência da administração, em nome desta e de acordo com as finalidades desta, ou seja, para atender ao interesse público.
( ) Todo cargo público implica exercício de função pública, e o ato administrativo que atribui a uma pessoa o exercício inicial de um cargo é a nomeação.
( ) Toda função pública implica exercício de cargo público.
A sequência correta é
No que tange a questões relacionadas ao exercício do cargo na Administração Pública, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) nas afirmativas a seguir.
( ) Vacância é a situação do cargo que está sem ocupante, e o preenchimento do cargo vago se dá pelo provimento.
( ) Com a nomeação o cargo está preenchido, no entanto, outros dois elementos são necessários para que o nomeado inicie as atividades do cargo: a posse e o início do exercício.
( ) Para servidores ocupantes de cargo de provimento efetivo, a Constituição Federal de 1988 possibilita a aquisição de estabilidade após três anos de efetivo exercício (estabilidade ordinária), sendo que o período entre o início de exercício no cargo efetivo e a data de aquisição de estabilidade denomina-se estágio probatório.
( ) As licenças, também denominadas de afastamento, são períodos em que o servidor deixa de exercer as atribuições do seu cargo, função ou emprego, por razões apontadas na lei, podendo perceber ou não perceber seus vencimentos.
A sequência correta é
Com base nos dispositivos constitucionais referentes à educação, considere as afirmações a seguir.
I - A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.
II - A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito por cento, e os Estados, Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino.
III - As Universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial e devem obedecer ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
IV - O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente.
Está(ão) correta(s)
Embora dialoguem entre si, todos os princípios constitucionais da Administração Pública (explícitos ou implícitos) possuem um núcleo distinto. Analise os referidos núcleos e assinale V (verdadeira) ou F (falsa)em cada uma das afirmativas a seguir.
( ) Pelo princípio da impessoalidade, a Administração Pública visa obstaculizar atuações geradas por fatores subjetivos como antipatias ou simpatias, nepotismo ou favorecimentos diversos.
( ) Legalidade é o princípio que se traduz de modo simples na seguinte fórmula: "a Administração deve se sujeitar às normas legais".
( ) Um dos desdobramentos do princípio da informação encontra-se previsto pela Constituição Federal de 1988 quando reconhece a todos o direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral.
( ) O princípio da motivação, acrescentado pela Emenda Constitucional 19/1998 (Reforma Administrativa), determina que a Administração deve agir de modo rápido e preciso para produzir resultado que satisfaça as necessidades da população.
A sequência correta é
A respeito da linguagem empregada no texto, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) em cada alternativa a seguir.
( ) A palavra "caudatária" (ℓ. 19) é empregada no sentido de independência ou insubordinação e contribui para o desenvolvimento da ideia de que "a tradição de qualidade nas profissões manuais" (ℓ. 18-19) permanece no mundo do trabalho de hoje.
( ) As palavras "incapaz" (ℓ. 11) e "jamais" (ℓ. 26) indicam uma hierarquização do profissional e do dever do ofício em relação ao cliente.
( ) Os sufixos em "profissionalismo" (ℓ. 3-4) e "lanterneiro" ( ℓ. 13) indicam atividade ou ofício e ligam-se ao radical de cada uma das palavras pelo processo de parassíntese.
( ) O termo "só", tanto na 3, quanto na linha linha 33, modifica "isso" e pode ser substituído por "apenas" em ambas as ocorrências.
A sequência correta é
Em relação ao conteúdo do texto, considere as afirmações a seguir.
I - A associação do campo semântico de "conduta" ( ℓ. 4) ao campo semântico de "profissionais" (ℓ. 34) subsidia o desenvolvimento do tema "profissionalismo" ( ℓ. 30-31).
II - No 1º parágrafo, são apresentados exemplos de atitudes profissionais que corroboram a fundamentação da tese.
III - A tese centraliza-se na ideia de que o equilíbrio necessário à lapidação de profissionais depende do tempo gasto com os serviços prestados e do custo pago por esses serviços.
IV - No 2º parágrafo, verifica-se o estabelecimento de uma relação de causa e efeito, sendo a causa o domínio do "profissionalismo de sua força de trabalho" ( ℓ.30-31) e o efeito "muito esforço em lapidar os profissionais" (ℓ. 33-34).
Estão corretas
