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- 500 mL de aminoácidos a 12,5%
- 1.000 mL de glicose a 24 %
- 500 mL de água
- 500 mL de emulsão lipídica a 10%
- Eletrólitos, elementos — traço e vitaminas em quantidade apropriada.
Assim, 2.500 mL dessa solução fornecem

Acerca desse procedimento, assinale a opção correta.
I A cirrose hepática alcoólica provoca nos pacientes medidas antropométricas anormais (desgaste muscular e diminuição das reservas energéticas) e anergia a antígenos comuns em testes cutâneos. Entretanto, esses efeitos não são visíveis na cirrose hepática não alcoólica.
II Tanto a lesão hepática aguda alcoólica quanto a não alcoólica provocam hipoglicemia de jejum. Isso tem sido atribuído à depleção das reservas hepáticas de glicogênio e a um bloqueio da gliconeogênese a partir de aminoácidos.
III Na lesão hepática crônica provocada pela cirrose, como os depósitos de glicogênio estão aumentados, há a diminuição da oxidação de ácidos graxos. Isso fica visível quando é realizada a calorimetria indireta, pois pacientes cirróticos estáveis apresentam um quociente respiratório significativamente mais alto que controles normais.
IV A tolerância à glicose frequentemente está anormal em pacientes cirróticos e tem sido associada com a resistência à insulina. Os altos níveis de insulina de jejum e pós- prandial nesses pacientes podem estar relacionados a fatores como derivação portossistêmica, maiores níveis de hormônio de crescimento e depleção dos depósitos corporais de potássio.
V Em alcoólicos crônicos com excesso de ferro plasmático, ou em pacientes com alteração no metabolismo desse mineral (hemocromatose), o dano hepático pode ser reduzido com o uso da flebotomia, não havendo indicação da redução do consumo de ferro alimentar.
Estão certos apenas os itens
Considerando essa situação e sabendo que o parecer nutricional faz parte do protocolo de assistência ao paciente cirúrgico, assinale a opção correta.
I É efeito atribuído à glutamina a manutenção da mucosa intestinal sadia, e a proteção contra lesão induzida por quimioterapia, radiação e outros fatores lesivos à mucosa intestinal.
II Como os triglicerídios de cadeia média são cetogênicos, eles devem ser evitados em pacientes com diabetes, cetose ou acidose.
III São as formas mais comuns de fibras em soluções enterais, a pectina e a goma, sendo o conteúdo em média de 5 g a 14 g por litro, para pacientes com sonda nasogástrica ou nasoenteral.
IV Com nível de evidência científica convincente, soluções ricas em aminoácidos de cadeia ramificada são indicadas para pacientes com encefalopatia hepática, enquanto as soluções padrões de proteínas são contraindicadas.
V A taxa de esvaziamento gástrico independe do pH ou da densidade energética da formulação.
Estão certos apenas os itens

Julgue os itens a seguir, relativos à figura e aos cuidados associados à terapia nutricional enteral.
I Em pacientes que necessitam de nutrição enteral por período de aproximadamente 10 dias, as sondas 1 ou 2 (nasogástrica e nasoenteral, respectivamente) são as mais indicadas.
II A sonda 3 é a que tem maior risco de aspiração e por isso não deve ser administrada com o paciente em posição supina.
III Para pacientes com a sonda 4, a administração deve ser em bolo, para evitar distensão abdominal e dumping.
IV As fontes de proteína intacta, como a caseína e a proteína isolada de soja, não devem ser administradas em pacientes com jejunostomia (sonda 4), mesmo que a administração seja por gotejamento lento.
V Fórmulas com grandes quantidades de nutrientes hidrolisados têm proporcionalmente maior osmolalidade e são indicadas a pacientes com capacidade digestiva e absortiva parcial, em todas as vias de administração.
A quantidade de itens certos é igual a
corporal de um indivíduo adulto.

corporal de um indivíduo adulto.

estão presentes nas mais diversas formas de vida, desempenhando
importantes funções na estrutura das membranas celulares e nos
processos metabólicos. Em humanos, os ácidos linoleico (18:2n-6,
AL) e a-linolênico (18:3n-3, AAL) são necessários para manter,
sob condições normais, as membranas celulares, as funções
cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos. Esses ácidos
graxos também participam da transferência do oxigênio
atmosférico para o plasma sanguíneo, da síntese da hemoglobina
e da divisão celular e são denominados ácidos graxos essenciais.
C. A. Martin et al. Ácidos graxos poli-insaturados ômega-3
e ômega-6: importância e ocorrência em alimentos.
In: Revista de Nutrição, Campinas, 2006. (com adaptações).
estão presentes nas mais diversas formas de vida, desempenhando
importantes funções na estrutura das membranas celulares e nos
processos metabólicos. Em humanos, os ácidos linoleico (18:2n-6,
AL) e a-linolênico (18:3n-3, AAL) são necessários para manter,
sob condições normais, as membranas celulares, as funções
cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos. Esses ácidos
graxos também participam da transferência do oxigênio
atmosférico para o plasma sanguíneo, da síntese da hemoglobina
e da divisão celular e são denominados ácidos graxos essenciais.
C. A. Martin et al. Ácidos graxos poli-insaturados ômega-3
e ômega-6: importância e ocorrência em alimentos.
In: Revista de Nutrição, Campinas, 2006. (com adaptações).
I Operações como fatiar, moer ou triturar alimentos promovem o rompimento das células, facilitando a digestão dos alimentos, sem comprometer a sua fração lipídica.
II Na técnica de fritura, os compostos formados pela decomposição de ácidos graxos insaturados não afetam sua disponibilidade.
III A utilização de micro-ondas para o cozimento de alimentos- fonte de ácidos graxos essenciais é uma alternativa importante, porque a transmissão de calor ocorre por meio de radiação – ondas curtas de alta frequência e não ionizantes.
IV A oxidação lipídica compromete o valor nutritivo dos alimentos, porque leva à perda parcial de vitaminas lipossolúveis e à co-oxidação da vitamina C.
V A relação tempo e temperatura utilizada no preparo de certo alimento-fonte de ácidos graxos essenciais, assim como o método e a técnica de cocção, estimulam a decomposição de lipídios, porque a energia térmica promove desarranjos na estrutura molecular.
Estão certos apenas os itens
estão presentes nas mais diversas formas de vida, desempenhando
importantes funções na estrutura das membranas celulares e nos
processos metabólicos. Em humanos, os ácidos linoleico (18:2n-6,
AL) e a-linolênico (18:3n-3, AAL) são necessários para manter,
sob condições normais, as membranas celulares, as funções
cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos. Esses ácidos
graxos também participam da transferência do oxigênio
atmosférico para o plasma sanguíneo, da síntese da hemoglobina
e da divisão celular e são denominados ácidos graxos essenciais.
C. A. Martin et al. Ácidos graxos poli-insaturados ômega-3
e ômega-6: importância e ocorrência em alimentos.
In: Revista de Nutrição, Campinas, 2006. (com adaptações).
aumentado durante as últimas décadas, provavelmente
influenciado pela maior exposição dos indivíduos aos alérgeno
alimentares. A terapia nutricional recomendada é a exclusão do
alimentos que contêm o componente alergênico. No Brasil, a
oferta de produtos denominados hipoalergênicos é precária e o
produtos disponíveis são, praticamente, fórmulas que contêm
proteínas do soro do leite ou caseína hidrolisada
enzimaticamente.
M. T. S. Martins e M. A. M. Galeazzi. Alergia alimentar
considerações sobre o uso de proteínas modificadas enzimaticamente
In: Revista Cadernos de Debate, p. 89-110, 1996. (com adaptações).
aumentado durante as últimas décadas, provavelmente
influenciado pela maior exposição dos indivíduos aos alérgeno
alimentares. A terapia nutricional recomendada é a exclusão do
alimentos que contêm o componente alergênico. No Brasil, a
oferta de produtos denominados hipoalergênicos é precária e o
produtos disponíveis são, praticamente, fórmulas que contêm
proteínas do soro do leite ou caseína hidrolisada
enzimaticamente.
M. T. S. Martins e M. A. M. Galeazzi. Alergia alimentar
considerações sobre o uso de proteínas modificadas enzimaticamente
In: Revista Cadernos de Debate, p. 89-110, 1996. (com adaptações).
origem animal, nas formas de retinol, retinil, retinal e ácido retinóico.
Os vegetais fornecem provitaminas A, como o a e o β-caroteno e a
β-criptoxantina, que podem ser biologicamente transformadas em
vitamina A em organismos animais. O mais ativo dos carotenóides
provitamínicos A é o β-caroteno, sendo também o mais distribuído em
alimentos. Além disso, o consumo regular de alimentos-fonte de
substâncias fitoquímicas tem sido recomendado em função de
componentes antioxidantes, os quais podem produzir ação protetora
efetiva contra processos oxidativos que naturalmente ocorrem no
organismo.
F. M. Campos e G. P. Rosado. Novos fatores de conversão de
carotenóides provitamínicos A. In: Ciência e Tecnologia
de Alimentos, Campinas, p. 571-578, 2005.