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- “Eu moro no Brasil.” - “Eu possuo passaporte.” - “Eu sempre viajo nas férias.” - “Eu viajo nas férias para cidades do litoral brasileiro.” - “Eu não uso o meu passaporte em viagens nacionais.”
A partir das premissas apresentadas é correto afirmar que eu
Considere a premissa a seguir.
“Moro num país tropical abençoado por Deus e bonito pela natureza.”
Dessa premissa é correto concluir que
Considere o texto a seguir e preencha corretamente as lacunas.

Um dos sinais gráficos em evidência no cartaz delimita um/uma __________ e foi empregado pelo mesmo motivo que em __________, termo citado no texto de Sérgio Rodrigues.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
“Só muitos anos depois aprendi que o pandemônio, termo tão corriqueiro, tinha uma origem não apenas literária, mas enraizada na alta cultura. Era um termo erudito, eruditíssimo, que havia caído na vida. Como? Não é tão simples desvendar esse como porque rola no mundo dos vocábulos uma clara tendência ao pandemônio. O que podemos fazer no caso é reconstituir com relativa segurança a fonte primária da palavra – e isso não é pouco”.
( ) Os dois termos em destaque pertencem à mesma classe gramatical.
( ) No primeiro período, as vírgulas foram usadas para separar o aposto.
( ) “Pandemônio” e “primária” são acentuadas por terminarem em ditongo crescente.
( ) “Eruditíssimo” está flexionado em grau para intensificar a qualidade do substantivo.
( ) No último período, segundo a norma-padrão, a crase é de rigor em “à fonte primária”.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
SARMENTO, Leila Lauar. Oficina de redação. São Paulo: Moderna, 2013, p. 238.
A passagem transcrita na qual NÃO está presente, explicitamente, esse dialogismo para ofertar coerência ao texto é
“Pandemonium vem a ser o local de trabalho deste último [Satã]: o palácio, o quartel-general onde labutam o “Rabudo” e seus demônios subordinados. [...] Sobre a bem-sucedida carreira do pandemônio na linguagem comum há pistas esparsas. O dicionário etimológico de Douglas Harper registra, para o inglês, o surgimento do sentido expandido ‒ e já atenuado, pois não diabólico ‒ de "lugar de balbúrdia e desordem...”
TEXTO II
“Já dizia Camões, 'do velho caos a tão confusa face'. Mas, afinal, o que é o caos? [...] Desordem, babel, balbúrdia, barafunda, confusão, atrapalhada, charivari, embaralhação, escangalho, forrobodó, fuzarca, pandemônio, algaravia, atarantação, bagunça, cipoal etc. Esses sinônimos são uma expressão do caos, o qual é assim resumido por Plinio Corrêa de Oliveira: 'Um catastrófico auge de todas as desordens. [...] O caos, portanto, é o contrário da ordem.'”
Disponível em: <https://www.abim.inf.br/caos-o-aids-psicossocial-de-nossos-dias/>. .
Considerando-se os dois textos, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – Ambos, cada um à sua maneira, buscam explicar os sentidos para as palavras-chave que os norteiam, com destaque para certos aspectos que os aproximam. Ambos também se servem do argumento de autoridade para fundamentar seu ponto de vista. Todavia, o TEXTO II se distancia do TEXTO I
PORQUE,
II – além de conter a mescla de elementos verbais e imagéticos (ainda que esses últimos pudessem ser descartados, pois não comprometeriam a intenção original da mensagem), privilegia o humor estabelecido a partir da contraposição entre as representações metafóricas de “caos” e de “pandemônio”.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
I – jogos de palavras. II – função metalinguística. III – dados histórico-literários. IV – fenômeno da homonímia.
São recursos usados pelo autor apenas os citados em
No trecho “tinha uma simplicidade de três acordes da Jovem Guarda ‒ que, aliás, lhe providenciava a maior parte da trilha sonora.”, a palavra “trilha” significa “composição, parte musical”. Todavia, em outros contextos, pode ser empregada no sentido de “pista, rastro, vereda, vestígio, exemplo, debulho”, entre outros.
A esse fenômeno linguístico dá-se o nome de
I. Em pacientes com meningites virais, frequentemente a glicose se apresenta normal e a proteína levemente aumentada.
II. Em casos de meningites bacterianas, frequentemente são encontrados níveis de proteína aumentada e a glicose frequentemente reduzida.
III. Na meningite tuberculosa, o teor proteico é sempre elevado e a glicorraquia é baixa.
Está correto o que se afirma em
Observando o quadro clínico e o eletrocardiograma, pode-se concluir que a paciente apresenta o seguinte bloqueio:
I. A principal causa de insuficiência adrenal primária é a adrenalite autoimune.
II. A hemorragia nas adrenais pode ser causa de insuficiência adrenal, tendo como fatores predisponentes infecções sistêmicas graves ou sepse.
III. A causa mais comum de insuficiência adrenal é a suspensão abruta do uso de corticoides.
Está correto o que se afirma em