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Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
Entende-se do texto a ideia de que pode ser benéfico acostumar-se com as condições impostas pela vida cotidiana, na medida em que isso permite afastar “uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá”, entre outras vantagens.

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
A maioria dos períodos do terceiro parágrafo é construída com base em relações de causa e consequência; nos períodos em que isso ocorre, é apresentada primeiro a consequência e, em seguida, a causa.

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
Nas linhas 3 e 4, o vocábulo “logo” tem sentido conclusivo.

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
De acordo com a autora, o ser humano busca não sofrer ao se acostumar às condições citadas no texto.

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
No texto, a autora se posiciona contra a adaptação do ser humano às condições adversas de vida no mundo contemporâneo.