Foram encontradas 17.619 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4299297 Museologia
Leia o excerto a seguir, referente à gestão de patrimônio imaterial:

"No âmbito do Patrimônio Imaterial e da construção de processos de gestão de seus bens, é essencial garantir a manutenção do poder decisório dos grupos detentores" (Barboza; Mendonça, 2024, p. 6).

Ao planejar uma ação museal sobre uma prática cultural ainda realizada por membros da comunidade, a aplicação mais consistente desse princípio é:
Alternativas
Q4299296 Museologia
Museu, escola e moradores planejam um projeto de registro de histórias de trabalho e migração. Parte dos depoimentos será produzida por estudantes durante entrevistas orientadas. Para que o resultado possa contribuir com a memória local e com futuras pesquisas, o planejamento mais consistente é:
Alternativas
Q4299295 Museologia
Em uma pesquisa sobre memória comunitária, a equipe encontra um registro administrativo, dois relatos orais produzidos em épocas diferentes e uma publicação comemorativa. Os documentos não apresentam a mesma interpretação para determinado episódio. Analise as proposições a seguir:

I.A divergência entre fontes pode ser registrada e transformada em problema de pesquisa, desde que autoria, contexto e natureza de cada registro sejam explicitados.
II.Quando um relato oral diverge de documento escrito, o procedimento mais seguro é adotar o documento como versão principal e utilizar o relato apenas como ilustração da memória familiar.
III.A interpretação museológica pode apresentar diferentes perspectivas e seus limites, sem converter a identidade comunitária em narrativa homogênea.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4299294 Museologia
Durante a preparação de uma pesquisa, a equipe encontra três referências para a data de chegada de um pequeno grupo familiar ao município: um caderno particular produzido anos depois do fato, uma notícia de jornal próxima ao período e um depoimento gravado décadas mais tarde. As datas divergem entre si. O encaminhamento metodológico mais consistente é: 
Alternativas
Q4299293 Museologia
Ao revisar o sistema de documentação museológica, a equipe discute padronização e atualização de informações. Analise as proposições a seguir:

I.O uso de vocabulário controlado favorece consistência e recuperação da informação, mas não substitui a indicação das fontes que sustentam dados históricos ou interpretativos.
II.Quando uma interpretação é revista, preservar a data, a fonte e o histórico da alteração favorece a rastreabilidade do conhecimento produzido sobre o acervo.
III.Quando a proveniência é considerada provável, o local mais plausível pode ser inserido no campo definitivo de origem, desde que a observação registre a existência de dúvida.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299292 Biblioteconomia
Em uma situação hipotética, a equipe revisou 40 registros que pretende disponibilizar em catálogo público digital. O diagnóstico mostrou: 

• 40 possuem número de inventário e localização atual; • 34 possuem descrição física consistente; • 28 possuem informação de procedência ou forma de ingresso; • 19 possuem contexto de uso ou relação com pessoas e acontecimentos; • 13 apresentam fontes identificadas para os textos interpretativos.

Considerando a finalidade de difusão com qualidade documental, a prioridade mais consistente é:

Alternativas
Q4299291 Museologia
 A Fundação de Cultura e Turismo de Timbó informa que o Museu do Imigrante guarda o modo de vida, os hábitos e os costumes dos imigrantes e descendentes que viveram na região entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX. Considerando esse recorte e o tratamento museológico da identidade comunitária, registre V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O recorte informado autoriza apresentar a experiência desse período como equivalente à identidade atual do município, desde que a escolha seja explicitada no texto expositivo.
(__)A pesquisa pode relacionar processos de imigração à formação cultural do município sem pressupor que as referências culturais tenham permanecido inalteradas depois desse período. 
(__)Incluir diferentes perspectivas na interpretação não exige abandonar as especificidades documentadas sobre grupos, períodos e experiências.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299290 Museologia
A respeito de uma exposição sobre imigração e território, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando cada recurso de mediação à sua função principal: 

Primeira coluna: recursos
1.Mapa em camadas de períodos distintos 2.Estação de escuta com depoimentos contextualizados 3.Painel de comparação entre fontes 4.Cartão com pergunta investigativa
Segunda coluna: funções

(__)Torna visíveis diferenças entre versões documentais e ajuda o visitante a compreender por que fontes podem produzir informações distintas.
(__)Relaciona trajetórias a lugares e tempos, sem transformar um percurso específico em rota universal para todos os grupos.
(__)Convida o visitante a formular hipótese e buscar elementos no acervo para sustentá-la ou revê-la.
(__)Apresenta diferentes vozes e temporalidades, mantendo autoria e contexto dos relatos.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4299289 Museologia
 A respeito da recepção a visitantes de uma exposição temporária com recorte temático definido, analise as proposições a seguir:

I.A orientação inicial pode explicitar o recorte e os objetivos da exposição, permitindo que o visitante compreenda o que o percurso propõe e o que ele não abrange.
II.Informar que as condições de participação e os recursos de acessibilidade disponíveis integram a orientação regular ao público, e não um atendimento diferenciado concedido mediante solicitação.
III.A orientação deve antecipar as conclusões da exposição logo na recepção, de modo a reduzir o tempo de percurso e evitar que o visitante formule interpretações divergentes das apresentadas nos textos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299283 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está corretamente feita:
Alternativas
Q4299282 Português
Analise as concordâncias dos verbos destacados a seguir e as justificativas. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.
(__)Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.
(__)Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q4299281 Português
Analise as sentenças a seguir a respeito do emprego do acento grave (crase) e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".
(__)Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.
(__)Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".
(__)Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299280 Português
Conhecer a escrita correta das palavras é fundamental para evitar confusão de entendimento daquilo que se lê. Analise as sentenças a seguir, considerando o contexto, e assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente escrita: 
Alternativas
Q4299279 Português
Leia o texto e complete as lacunas:

Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante
A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?
Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.

(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
Alternativas
Q4299277 Português
[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...] 


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Após a leitura atenta do texto e mobilizando seus conhecimentos prévios, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)De acordo com o texto, considerar as pessoas negras e indígenas como "monstros" é parte de um projeto de negar-lhes dignidade humana, de não reconhecê-las em igualdade com as pessoas brancas e de não conferir-lhes a mesma humanidade que se confere a uma pessoa branca.
(__)A segregação do corpo negro do espaço público deu-se como parte do processo pós-abolição. Naquele momento, segregar esse corpo era importante para prevenir violências diante do fim da escravização. Hoje, essa segregação não é mais uma realidade.
(__)Faz parte do projeto de construção de um Brasil ideal o rótulo de "monstro" às pessoas negras e indígenas, colocando-as como inimigas desse projeto. Para se alcançar esse Brasil ideal, aumenta-se a agressão e opressão, desacreditando, silenciando, esmagando e extinguindo esses corpos da sociedade.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4299276 Português
[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...] 


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
De acordo com Cunha e Cintra, os pronomes demonstrativos são empregados para lembrar a quem ouve ou a quem lê o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. É o que acontece em vários momentos do texto para se construir a coesão textual. A respeito disso, analise as sentenças a seguir:

I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.
II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.
III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299274 Português
[...]

A invenção do que podemos chamar de presença-monstro (que é parte do negar dignidade humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da Proclamação da República — a partir da instituição da República, esse deslocamento ganha complexidade e amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas violências que se oportunizam como verdadeiro processo de isolamento racial ao longo das décadas seguintes. São dois momentos que colocam a relação entre o Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro plano.

Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em segregar o corpo negro do espaço público na forma de uma espécie de violência preventiva em face da 'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro em suas mais diversas manifestações culturais. A violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo negro se encontra emboscado".

Em algum momento do seu processo de dominação do território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado para outro patamar e proclama: não se dialoga com monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do monstro, para a caçada e a condenação do monstro. Esta solução depende do sucesso daquela.

Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço decidem por transformar o processo todo em uma perpétua temporada de caça, destinando aos subordinados movimentações institucionais muito sutis, movimentações institucionais nada sutis, que adesivem neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do projeto de construção de um Brasil ideal — o que justificará o colocar em movimento uma máquina mais agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de esmagar, de extinguir.

Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico.

[...] 


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
No parágrafo a seguir, a vírgula foi usada várias vezes. Analise as sentenças a respeito do uso de vírgula:
"Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico."

I.A vírgula após "periferia" foi usada para indicar o deslocamento de um termo da ordem direta da oração (Tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal para jovens negros da periferia).
II.As vírgulas antes e depois de "reforço" são opcionais. Sem elas, a construção da oração não fica comprometida.
III.As vírgulas antes e depois de "admitido pelo direito posto" são necessárias porque delimitam um aposto explicativo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4298611 Museologia
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando cada instrumento de documentação à função que desempenha no controle e na interpretação do acervo:
Primeira coluna: instrumento ou campo de documentação
1.Proveniência 2.Registro do estado de conservação 3.Vocabulário controlado
Segunda coluna: função no sistema documental
(__)Descreve a condição material do item em determinado momento e permite comparar alterações após transporte, exposição ou armazenamento.
(__)Padroniza os termos usados na descrição e na recuperação, reduzindo variações que dificultam a pesquisa.
(__)Registra origem, trajetória de custódia, forma de incorporação e relações que ajudam a compreender o item.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4298610 Museologia
Na pesquisa para uma exposição sobre Lindolf Bell como crítico de arte, dois livros e um recorte de jornal apresentam divergências quanto à data, ao título e à atribuição de um texto. A decisão correta para a produção da mostra é: 
Alternativas
Q4298609 Comunicação Social
A pesquisa sobre a trajetória de Lindolf Bell incorporou textos de crítica de arte publicados em jornais e posteriormente reunidos em livro. Considere as afirmativas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A recuperação desses textos amplia a compreensão da trajetória do poeta para além da poesia e permite investigar sua atuação no circuito das artes visuais.

(__)A publicação de uma seleção arquivística torna definitiva a interpretação editorial e dispensa a conferência dos jornais e documentos de origem.

(__)A identificação de datas, veículos, artistas e contextos ajuda a analisar redes de circulação cultural e sociabilidades em Santa Catarina.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Respostas
901: B
902: C
903: D
904: E
905: B
906: B
907: D
908: D
909: E
910: C
911: A
912: X
913: B
914: B
915: C
916: A
917: B
918: A
919: D
920: B