Questões de Concurso Para nível superior

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Q4305129 Português
Leia o texto para responder à questão:

Medidas contra as bets são muito tímidas

    O governo endureceu as regras para a publicidade das apostas esportivas. Todas as propagandas de bets deverão agora exibir advertências informando que apostar pode causar dependência, faz perder dinheiro e não é investimento. Também ficam proibidas peças publicitárias que associem as apostas a sucesso financeiro, fonte de renda ou enriquecimento fácil. As medidas representam um avanço e mostram que o Estado reconhece, de forma clara, os riscos de uma atividade que nem deveria ter sido legalizada. Nesse sentido, as medidas do governo são muito tímidas.
    Nos últimos anos, o mercado de apostas online cresceu sem freios. Enquanto a regulamentação patinava, empresas se instalaram no País e multiplicaram patrocínios a clubes, campeonatos e programas esportivos. Também transformaram influenciadores, atletas e celebridades em vitrines permanentes de um negócio apresentado como entretenimento inofensivo. O tsunami veio com a Copa do Mundo. Hoje, as pesquisas mostram o aumento do endividamento das famílias, o crescimento dos casos de ludopatia, a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e até o adiamento do ingresso de jovens no ensino superior.
Trata-se de impor à publicidade das bets limites proporcionais aos danos que elas provocam. Foi essa lógica que orientou, ao longo das últimas décadas, a restrição à propaganda de cigarros. Ninguém proibiu o consumo. O que se reconheceu foi que produtos capazes de causar prejuízos dessa dimensão à saúde pública não poderiam continuar sendo promovidos como símbolos de sucesso, diversão ou qualidade de vida.
    No segundo semestre, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá retomar o julgamento das ações que questionam a constitucionalidade da Lei das Bets. Entre os temas em debate estão a proteção de grupos vulneráveis, como beneficiários de programas sociais, e os limites de uma atividade que, segundo a Procuradoria-Geral da República, possui caráter predatório e compromete direitos fundamentais. O presidente do STF já associou o avanço das apostas ao crime organizado e classificou o tema como um grave problema social e de segurança pública. Suas declarações indicam que o tribunal dificilmente será permissivo.
    O julgamento, porém, ainda está distante, e seu resultado é incerto. Até lá, governo e Congresso não têm desculpa para continuar adiando restrições muito mais severas à publicidade das bets. Não basta alertar sobre os riscos de uma atividade reconhecidamente nociva enquanto sua publicidade continua ocupando estádios, transmissões esportivas, redes sociais e a rotina dos brasileiros quase sem limitações. O aviso institucional é bem-vindo, mas a tolerância já passou da hora de acabar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.07.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido próprio.
Alternativas
Q4305128 Português
Leia o texto para responder à questão:

Medidas contra as bets são muito tímidas

    O governo endureceu as regras para a publicidade das apostas esportivas. Todas as propagandas de bets deverão agora exibir advertências informando que apostar pode causar dependência, faz perder dinheiro e não é investimento. Também ficam proibidas peças publicitárias que associem as apostas a sucesso financeiro, fonte de renda ou enriquecimento fácil. As medidas representam um avanço e mostram que o Estado reconhece, de forma clara, os riscos de uma atividade que nem deveria ter sido legalizada. Nesse sentido, as medidas do governo são muito tímidas.
    Nos últimos anos, o mercado de apostas online cresceu sem freios. Enquanto a regulamentação patinava, empresas se instalaram no País e multiplicaram patrocínios a clubes, campeonatos e programas esportivos. Também transformaram influenciadores, atletas e celebridades em vitrines permanentes de um negócio apresentado como entretenimento inofensivo. O tsunami veio com a Copa do Mundo. Hoje, as pesquisas mostram o aumento do endividamento das famílias, o crescimento dos casos de ludopatia, a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e até o adiamento do ingresso de jovens no ensino superior.
Trata-se de impor à publicidade das bets limites proporcionais aos danos que elas provocam. Foi essa lógica que orientou, ao longo das últimas décadas, a restrição à propaganda de cigarros. Ninguém proibiu o consumo. O que se reconheceu foi que produtos capazes de causar prejuízos dessa dimensão à saúde pública não poderiam continuar sendo promovidos como símbolos de sucesso, diversão ou qualidade de vida.
    No segundo semestre, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá retomar o julgamento das ações que questionam a constitucionalidade da Lei das Bets. Entre os temas em debate estão a proteção de grupos vulneráveis, como beneficiários de programas sociais, e os limites de uma atividade que, segundo a Procuradoria-Geral da República, possui caráter predatório e compromete direitos fundamentais. O presidente do STF já associou o avanço das apostas ao crime organizado e classificou o tema como um grave problema social e de segurança pública. Suas declarações indicam que o tribunal dificilmente será permissivo.
    O julgamento, porém, ainda está distante, e seu resultado é incerto. Até lá, governo e Congresso não têm desculpa para continuar adiando restrições muito mais severas à publicidade das bets. Não basta alertar sobre os riscos de uma atividade reconhecidamente nociva enquanto sua publicidade continua ocupando estádios, transmissões esportivas, redes sociais e a rotina dos brasileiros quase sem limitações. O aviso institucional é bem-vindo, mas a tolerância já passou da hora de acabar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.07.2026. Adaptado)
No último parágrafo, o editorial chama a atenção para o fato de que existe
Alternativas
Q4305127 Atualidades
Leia o texto para responder à questão:

Medidas contra as bets são muito tímidas

    O governo endureceu as regras para a publicidade das apostas esportivas. Todas as propagandas de bets deverão agora exibir advertências informando que apostar pode causar dependência, faz perder dinheiro e não é investimento. Também ficam proibidas peças publicitárias que associem as apostas a sucesso financeiro, fonte de renda ou enriquecimento fácil. As medidas representam um avanço e mostram que o Estado reconhece, de forma clara, os riscos de uma atividade que nem deveria ter sido legalizada. Nesse sentido, as medidas do governo são muito tímidas.
    Nos últimos anos, o mercado de apostas online cresceu sem freios. Enquanto a regulamentação patinava, empresas se instalaram no País e multiplicaram patrocínios a clubes, campeonatos e programas esportivos. Também transformaram influenciadores, atletas e celebridades em vitrines permanentes de um negócio apresentado como entretenimento inofensivo. O tsunami veio com a Copa do Mundo. Hoje, as pesquisas mostram o aumento do endividamento das famílias, o crescimento dos casos de ludopatia, a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e até o adiamento do ingresso de jovens no ensino superior.
Trata-se de impor à publicidade das bets limites proporcionais aos danos que elas provocam. Foi essa lógica que orientou, ao longo das últimas décadas, a restrição à propaganda de cigarros. Ninguém proibiu o consumo. O que se reconheceu foi que produtos capazes de causar prejuízos dessa dimensão à saúde pública não poderiam continuar sendo promovidos como símbolos de sucesso, diversão ou qualidade de vida.
    No segundo semestre, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá retomar o julgamento das ações que questionam a constitucionalidade da Lei das Bets. Entre os temas em debate estão a proteção de grupos vulneráveis, como beneficiários de programas sociais, e os limites de uma atividade que, segundo a Procuradoria-Geral da República, possui caráter predatório e compromete direitos fundamentais. O presidente do STF já associou o avanço das apostas ao crime organizado e classificou o tema como um grave problema social e de segurança pública. Suas declarações indicam que o tribunal dificilmente será permissivo.
    O julgamento, porém, ainda está distante, e seu resultado é incerto. Até lá, governo e Congresso não têm desculpa para continuar adiando restrições muito mais severas à publicidade das bets. Não basta alertar sobre os riscos de uma atividade reconhecidamente nociva enquanto sua publicidade continua ocupando estádios, transmissões esportivas, redes sociais e a rotina dos brasileiros quase sem limitações. O aviso institucional é bem-vindo, mas a tolerância já passou da hora de acabar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.07.2026. Adaptado)
De forma inequívoca, o editorial explica que as bets
Alternativas
Q4305126 Português
Leia o texto para responder à questão:

Medidas contra as bets são muito tímidas

    O governo endureceu as regras para a publicidade das apostas esportivas. Todas as propagandas de bets deverão agora exibir advertências informando que apostar pode causar dependência, faz perder dinheiro e não é investimento. Também ficam proibidas peças publicitárias que associem as apostas a sucesso financeiro, fonte de renda ou enriquecimento fácil. As medidas representam um avanço e mostram que o Estado reconhece, de forma clara, os riscos de uma atividade que nem deveria ter sido legalizada. Nesse sentido, as medidas do governo são muito tímidas.
    Nos últimos anos, o mercado de apostas online cresceu sem freios. Enquanto a regulamentação patinava, empresas se instalaram no País e multiplicaram patrocínios a clubes, campeonatos e programas esportivos. Também transformaram influenciadores, atletas e celebridades em vitrines permanentes de um negócio apresentado como entretenimento inofensivo. O tsunami veio com a Copa do Mundo. Hoje, as pesquisas mostram o aumento do endividamento das famílias, o crescimento dos casos de ludopatia, a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e até o adiamento do ingresso de jovens no ensino superior.
Trata-se de impor à publicidade das bets limites proporcionais aos danos que elas provocam. Foi essa lógica que orientou, ao longo das últimas décadas, a restrição à propaganda de cigarros. Ninguém proibiu o consumo. O que se reconheceu foi que produtos capazes de causar prejuízos dessa dimensão à saúde pública não poderiam continuar sendo promovidos como símbolos de sucesso, diversão ou qualidade de vida.
    No segundo semestre, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá retomar o julgamento das ações que questionam a constitucionalidade da Lei das Bets. Entre os temas em debate estão a proteção de grupos vulneráveis, como beneficiários de programas sociais, e os limites de uma atividade que, segundo a Procuradoria-Geral da República, possui caráter predatório e compromete direitos fundamentais. O presidente do STF já associou o avanço das apostas ao crime organizado e classificou o tema como um grave problema social e de segurança pública. Suas declarações indicam que o tribunal dificilmente será permissivo.
    O julgamento, porém, ainda está distante, e seu resultado é incerto. Até lá, governo e Congresso não têm desculpa para continuar adiando restrições muito mais severas à publicidade das bets. Não basta alertar sobre os riscos de uma atividade reconhecidamente nociva enquanto sua publicidade continua ocupando estádios, transmissões esportivas, redes sociais e a rotina dos brasileiros quase sem limitações. O aviso institucional é bem-vindo, mas a tolerância já passou da hora de acabar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.07.2026. Adaptado)
Na análise que apresenta em relação às bets, o editorial enfatiza que
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Q4305125 Português
Leia a postagem de rede social para responder à questão:


Captura_de tela 2026-09-15 202503.png (347×272)

(https://www.instagram.com/jeangalvao)
A relação de sentido entre as duas cenas apresentadas na postagem está corretamente expressa por:
Alternativas
Q4305124 Português
Leia a postagem de rede social para responder à questão:


Captura_de tela 2026-09-15 202503.png (347×272)

(https://www.instagram.com/jeangalvao)
A postagem traz um posicionamento contrário
Alternativas
Q4300908 Serviço Social
Uma assistente social atuava em um CRAS, orientando famílias sobre o acesso a benefícios e a serviços socioassistenciais e buscando fortalecer, no atendimento cotidiano, a compreensão dos usuários acerca de seus direitos de cidadania. Ao mesmo tempo, sua atuação estava subordinada às diretrizes definidas pela gestão municipal, empregadora, que estabelecia prioridades, metas e limites de recursos para o serviço, cabendo à profissional, dentro desses condicionantes, imprimir determinada direção técnica e ético‑política a seu trabalho.

Com base nessa situação hipotética e considerando a relação entre Estado, políticas sociais e cidadania, bem como o debate sobre o significado social da profissão, assinale a opção correta, acerca das possibilidades e dos limites do protagonismo profissional.
Alternativas
Q4300907 Serviço Social
Uma equipe técnica responsável por um projeto de qualificação profissional destinado a jovens em situação de vulnerabilidade social passou a analisar, mês a mês, a frequência dos participantes nas oficinas e o cumprimento do cronograma de atividades, o que permitiu reorganizar turmas e ajustar horários ainda durante a execução do projeto. Seis meses após o encerramento das atividades, a equipe realizou um novo levantamento junto aos egressos, a fim de verificar em qual medida os objetivos de inserção profissional estabelecidos no projeto haviam sido alcançados.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta duas etapas descritas, respectivamente.
Alternativas
Q4300906 Serviço Social
Um usuário procurou um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) buscando orientação sobre o acesso a um benefício de caráter não contributivo, destinado a idosos e a pessoas com deficiência em situação de comprovada insuficiência de renda, sem que se exija do requerente qualquer contribuição prévia à Previdência Social.

Com base nessa situação hipotética e considerando a estrutura da seguridade social prevista na Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que esse benefício se insere no âmbito da
Alternativas
Q4300905 Serviço Social
O modelo de Estado de Bem‑Estar Social, consolidado em diversos países centrais no período posterior à Segunda Guerra Mundial, sustentou‑se em um pacto que combinava crescimento econômico, pleno emprego e ampliação de direitos sociais. A partir da década de 1970, esse modelo passou a enfrentar um cenário de crise e fragilização. Quanto a esse processo, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4300904 Serviço Social
O Plano Plurianual (PPA‑2024‑2027) instituiu a igualdade racial como uma das agendas transversais e multissetoriais do governo federal, com objetivos, entregas e indicadores distribuídos entre diversos órgãos, entre os quais se destacam o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e pastas específicas do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a exemplo de programas voltados a populações quilombolas e de povos e comunidades tradicionais. Para viabilizar o acompanhamento dessa agenda, a lei orçamentária anual (LOA) passou a identificar, por meio de etiquetagem orçamentária, as ações que beneficiam, de forma exclusiva ou não exclusiva, a população negra, quilombola e de povos de matriz africana, permitindo que tanto o governo quanto os conselhos gestores e a sociedade civil acompanhem a execução dos recursos. Considerando essa informação, assinale a opção correta, acerca da relação entre os instrumentos orçamentários e o controle social nesse contexto.
Alternativas
Q4300903 Serviço Social
Ao analisar diferentes concepções sobre as determinações das políticas sociais no capitalismo, a abordagem utilizada por Ivanete Boschetti e Elaine Behring afirma que as políticas sociais não podem ser compreendidas apenas como concessão do Estado ou do capital, tampouco apenas como conquista dos trabalhadores. Essa concepção é teoricamente alinhada ao(à)
Alternativas
Q4300902 Serviço Social
Em um contexto de crescente flexibilização das relações de trabalho, desemprego estrutural e desmonte de políticas públicas, decorrentes da reestruturação produtiva e da adoção de diretrizes neoliberais a partir das últimas décadas do século XX, os assistentes sociais que atuam em equipamentos públicos relatam o aumento da fragmentação e da complexidade das demandas trazidas pelos usuários, associado à precarização dos próprios vínculos de trabalho profissional. Essa situação exemplifica, de acordo com a literatura sobre o tema,
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Q4300901 Serviço Social
O movimento de reconceituação foi impulsionado pela intensificação das lutas sociais no continente, que se refratavam na universidade; na igreja; e nos movimentos estudantis, com nítidas particularidades nacionais. O movimento recusou a importação de teorias e de métodos alheios à nossa história, e criticou os fundamentos das abordagens de serviço social de caso, de grupo e de comunidade.

IAMAMOTO, M. V. 80 anos do serviço social no Brasil: a certeza na frente, a história na mão. São Paulo, n. 128, 2017 (com adaptações).

Em relação ao movimento de reconceituação do serviço social, é possível afirmar que a incorporação do método de Marx pelo serviço social brasileiro 
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Q4300900 Serviço Social
De acordo com a literatura especializada, o serviço social no Brasil institucionalizou‑se na década de 1930, vinculado, inicialmente, à ação de grupos católicos preocupados em qualificar agentes para atuar diante das expressões da questão social decorrentes da industrialização e da urbanização acelerada do período. Considerando o processo sócio‑histórico de constituição da profissão no país, assinale a opção que apresenta corretamente a base teórico‑filosófica que orientou as primeiras escolas de serviço social.
Alternativas
Q4300899 Serviço Social
Um assunto fundamental para a formação em serviço social é a questão social, cujo debate ganhou densidade na década de 1990, e, hoje, incorpora importantes discussões emergentes. Com base na literatura acadêmica sobre o assunto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4300898 Serviço Social
Considerando os subsídios e as orientações para a atuação profissional sistematizados na publicação “Produção de Documentos e Emissão de Opinião Técnica em Serviço Social” (CFESS, 2022), assinale a opção que apresenta corretamente a natureza e a finalidade da entrevista no serviço social contemporâneo. 
Alternativas
Q4300897 Serviço Social
Uma assistente social recém‑contratada por uma grande empresa privada passou a atuar na gestão de benefícios e no apoio aos funcionários. Em uma reunião com a diretoria, ela foi solicitada para elaborar um protocolo que priorizasse o atendimento de colaboradores com maior “produtividade e potencial de retorno para a companhia”, em detrimento de trabalhadores em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica e de saúde. A profissional argumentou que essa diretriz feriria os princípios de universalidade e equidade, mas a gestão reiterou que, como funcionária da empresa, ela deveria seguir as prioridades estabelecidas pelo setor de recursos humanos, que definiu os objetivos, as metas e o acesso aos recursos para sua intervenção.

Com base nessa situação hipotética e à luz da inserção socioinstitucional do assistente social como trabalhador assalariado defendida por Iamamoto (2015), no livro “O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional”, assinale a opção que apresenta corretamente o dilema apresentado na situação descrita.
Alternativas
Q4300896 Serviço Social
A práxis investigativa no Serviço Social é um elemento determinante que permite ao assistente social apreender as mediações da realidade social em que atua. No entanto, o cotidiano institucional, muitas vezes, impõe uma tensão entre uma postura que prioriza a investigação crítica e a necessidade de respostas imediatistas. Considerando essa afirmação, assinale a opção que apresenta corretamente a relação entre a pesquisa e a atuação profissional. 
Alternativas
Q4300895 Serviço Social
O trabalho profissional cotidiano do assistente social é atravessado por múltiplas exigências institucionais. Considerando a relação estruturante entre teoria, método e prática no serviço social, assinale a opção que define corretamente a essência dessa relação.  
Alternativas
Respostas
641: A
642: E
643: B
644: D
645: C
646: D
647: B
648: C
649: B
650: A
651: B
652: E
653: D
654: B
655: A
656: D
657: D
658: C
659: B
660: C