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Q724786 Biblioteconomia
De acordo com a CDD, a classificação correta para um livro de literatura francesa é:
Alternativas
Q724785 Biblioteconomia
De acordo com a CDD, a classificação correta para uma enciclopédia geral é:
Alternativas
Q724784 Biblioteconomia
As Subdivisões de Idiomas individuais na CDD são tratadas na Tabela:
Alternativas
Q724783 Biblioteconomia
A Tabela 1 da CDD refere-se a:
Alternativas
Q724782 Biblioteconomia
De acordo com a CDD, a classificação correta para um livro sobre “Órgãos cardiovasculares” é:
Alternativas
Q724781 Biblioteconomia
Na Classificação Decimal de Dewey (CDD), o número 370.03 se refere a enciclopédias ou dicionários da área de Educação, onde 370 corresponde à classe geral Educação, e .03 corresponde:
Alternativas
Q724780 Biblioteconomia
Quanto à Classificação Decimal de Dewey (CDD), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q724779 Biblioteconomia
A biblioteca contemporânea assume a dimensão dinâmica de polo difusor de informação e cultura. Para cumprir essa missão, a biblioteca deve estar sintonizada com: 
1) as tecnologias de informação e comunicação. 2) os novos suportes e linguagens do livro e da leitura. 3) sua nova função enquanto núcleo de lazer e entretenimento. 4) a ideia de que é um espaço de fomento à criação e à fruição dos mais diversificados bens artístico-culturais.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q724778 Biblioteconomia
O Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) se compõe de um conjunto de diretrizes para uma política pública voltada à leitura e ao livro no Brasil. Os eixos do PNLL são: 
1) democratização do acesso ao livro e formação de mediadores para o incentivo à leitura. 2) desenvolvimento da economia do livro como estímulo à produção intelectual. 3) desenvolvimento da economia nacional.
Está(ão) correta(s), apenas:
Alternativas
Q724777 Biblioteconomia
O processo do planejamento é operado por um conjunto de ferramentas com funções específicas, as quais, quando devidamente articuladas, garantem a eficiência e produtividade da biblioteca. Assinale a alternativa que apresenta um instrumento do planejamento de bibliotecas.
Alternativas
Q724776 Biblioteconomia

Com relação ao planejamento em bibliotecas, analise as proposições abaixo.

1) O planejamento é um compromisso com a mudança, pois a viabiliza e controla.

2) Os planos são compromissos, pois se concentram nos objetivos, geram orçamentos e fazem acontecer.

3) O planejamento reduz riscos, ao mesmo tempo em que tira proveito das oportunidades.

4) Não só as etapas para o cumprimento de determinados objetivos são estudadas minuciosamente, como também são previstos possíveis fracassos e, caso ocorram, estudam-se alternativas para superá-los.

Estão corretas:

Alternativas
Q724775 Biblioteconomia
Acerca de Documentação, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q722904 Português

A questão deve ser respondida com base nos textos 1 e 2. Leia-os atentamente, antes de responder a essa questão.


Texto 1

                                    Viver a vida ou gravá-la?

                                                                                                                  Marcelo Gleiser

      [1º§]Um artigo no jornal New York Times explora a onda explosiva do uso de celulares para gravar eventos, dos mais triviais aos mais significativos. Todo mundo quer ser a estrela da própria vida. Alguns vídeos postados no YouTube tornam-se "virais" (superpopulares) em questões de horas, como o do jornalista Scott Welsh que sacou seu celular em meio a uma pane no seu voo para gravar o caos e o drama a bordo. Conseguiu até sorrir com máscara de oxigênio no rosto. (O avião pousou sem problemas.) Se a morte parece inevitável, por que não registrar seus últimos momentos?

      [2º§] Por um lado, isso faz sentido; nossa vida é importante, e queremos ser vistos, dividir nossas experiências, ser apreciados. Por outro, porém, essa compulsão de gravar tudo acaba provocando um distanciamento do momento vivido. Na ânsia de registrar nossas vidas, acabamos vivendo menos, deixando de nos engajar com o que ocorre.

      [3º§] Algo ocorreu com nossa psique entre o diário que trancávamos na gaveta e a câmera de vídeo. Os celulares apenas agravaram essa tendência. Eis um exemplo. Em junho de 2001, acompanhei um grupo de ex-alunos da minha universidade num cruzeiro para ver um eclipse total do Sol na costa de Madagascar. No navio, havia um grupo de "caçadores de eclipse", pessoas que vão pelo mundo atrás de eclipses do Sol, aliando turismo à ciência. Quando presenciamos um eclipse, dá para entender por quê: é uma experiência primal, que nos remete a um estado emocional de maravilhamento com o mundo natural, ligando-nos a algo maior do que somos. Para minha surpresa, quando o momento estava para chegar, o convés do navio foi invadido por tripés e câmeras: entre assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico, as pessoas optaram por ver tudo por detrás duma lente.

      [4º§]Fiquei chocado, especialmente porque profissionais a bordo tirariam fotos e fariam vídeos muito melhores do que os amadores. Mas as pessoas queriam fazer o seu vídeo, tirar as suas fotos. Fui a dois outros eclipses e foi a mesma coisa. As pessoas optaram por viver a experiência por trás duma máquina, em vez de visceralmente.

      [5º§]O que os celulares e a mídia social fizeram foi facilitar enormemente o processo de registro e de distribuição das imagens. O alcance é muito maior e a gratificação é quantitativa (o número de "curtidas" que uma foto ou vídeo recebe).

      [6º§]Claro, tem um lado disso que é ótimo. Celebramos os momentos significativos das nossas vidas e queremos dividi-los com as pessoas próximas. Mas a maioria do que é registrado não é significativo ou dividido com pessoas próximas. Deixamos de participar do momento, porque gravá-lo para os outros é mais importante (...).

      [7º§]Nada substitui o contato direto, o olho no olho, a conversa direta. Os aparelhos são geniais, claro. Mas não devem definir como vivemos nossas vidas ou como vivenciamos momentos significativos; apenas complementá-los.

                                          Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado.


Texto 2

                          Selfie é agressão permanente, diz Sebastião Salgado

                                                                                                                             Isabel Fleck

      Quando abriu sua exposição "Genesis", em Brasília, no início deste mês, Sebastião Salgado se viu obrigado a sair no meio do vernissage (inauguração de uma exposição de obra de arte). Aos 70 anos, um dos ícones da fotografia brasileira não conseguiu lidar com a profusão de selfies que tomou conta do evento.

      "Olha, é de uma agressividade", disse à Folha, rindo. "Há seis meses, eu abri uma exposição e as pessoas vinham conversar comigo, pediam um autógrafo, trocavam ideias. Agora acabou. Cada pessoa te agarra e quer tirar selfie", desabafou. "Bota um telefone ali, é uma agressão permanente em cima de você."

                                   

As amigas Letícia, Fernanda e Natália fazem selfie na exposição de Sebastião Salgado, em Foz do Iguaçu, Paraná 

                                                                      Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 18/09/2014

Em relação ao texto 1, a opinião do fotógrafo Sebastião Salgado sobre selfies (no texto 2)
Alternativas
Q722902 Português

Texto 1

                                    Viver a vida ou gravá-la?

                                                                                                                  Marcelo Gleiser

      [1º§]Um artigo no jornal New York Times explora a onda explosiva do uso de celulares para gravar eventos, dos mais triviais aos mais significativos. Todo mundo quer ser a estrela da própria vida. Alguns vídeos postados no YouTube tornam-se "virais" (superpopulares) em questões de horas, como o do jornalista Scott Welsh que sacou seu celular em meio a uma pane no seu voo para gravar o caos e o drama a bordo. Conseguiu até sorrir com máscara de oxigênio no rosto. (O avião pousou sem problemas.) Se a morte parece inevitável, por que não registrar seus últimos momentos?

      [2º§] Por um lado, isso faz sentido; nossa vida é importante, e queremos ser vistos, dividir nossas experiências, ser apreciados. Por outro, porém, essa compulsão de gravar tudo acaba provocando um distanciamento do momento vivido. Na ânsia de registrar nossas vidas, acabamos vivendo menos, deixando de nos engajar com o que ocorre.

      [3º§] Algo ocorreu com nossa psique entre o diário que trancávamos na gaveta e a câmera de vídeo. Os celulares apenas agravaram essa tendência. Eis um exemplo. Em junho de 2001, acompanhei um grupo de ex-alunos da minha universidade num cruzeiro para ver um eclipse total do Sol na costa de Madagascar. No navio, havia um grupo de "caçadores de eclipse", pessoas que vão pelo mundo atrás de eclipses do Sol, aliando turismo à ciência. Quando presenciamos um eclipse, dá para entender por quê: é uma experiência primal, que nos remete a um estado emocional de maravilhamento com o mundo natural, ligando-nos a algo maior do que somos. Para minha surpresa, quando o momento estava para chegar, o convés do navio foi invadido por tripés e câmeras: entre assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico, as pessoas optaram por ver tudo por detrás duma lente.

      [4º§]Fiquei chocado, especialmente porque profissionais a bordo tirariam fotos e fariam vídeos muito melhores do que os amadores. Mas as pessoas queriam fazer o seu vídeo, tirar as suas fotos. Fui a dois outros eclipses e foi a mesma coisa. As pessoas optaram por viver a experiência por trás duma máquina, em vez de visceralmente.

      [5º§]O que os celulares e a mídia social fizeram foi facilitar enormemente o processo de registro e de distribuição das imagens. O alcance é muito maior e a gratificação é quantitativa (o número de "curtidas" que uma foto ou vídeo recebe).

      [6º§]Claro, tem um lado disso que é ótimo. Celebramos os momentos significativos das nossas vidas e queremos dividi-los com as pessoas próximas. Mas a maioria do que é registrado não é significativo ou dividido com pessoas próximas. Deixamos de participar do momento, porque gravá-lo para os outros é mais importante (...).

      [7º§]Nada substitui o contato direto, o olho no olho, a conversa direta. Os aparelhos são geniais, claro. Mas não devem definir como vivemos nossas vidas ou como vivenciamos momentos significativos; apenas complementá-los.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado.

Na sentença: “(...) assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico (...).”, o verbo grifado tem o mesmo tipo de transitividade que o verbo/locução verbal grifado(a) em:
Alternativas
Q721796 Noções de Informática

O Microsoft Word permite inserir o conteúdo de um ou mais documentos existentes em um único documento. Por exemplo, 12 documentos, contendo relatórios mensais, podem ser inseridos em um único documento, contendo todos os relatórios.

Para inserir o conteúdo de um documento em outro, no documento de destino, posicione o cursor onde deseja inserir o documento existente. Na guia __________, no grupo __________, clique na seta ________ (não no botão) e, na lista, clique em ____________ . Na caixa de diálogo, ___________, que será aberta, procure o arquivo de origem que deseja e clique duas vezes nele para inserir seu conteúdo no ponto do cursor.

Os termos que preenchem, respectivamente, as lacunas são:

Alternativas
Q721791 Direito Administrativo
Quanto ao Processo Administrativo Disciplinar, previsto na Lei Federal n.º 8.112/90,
Alternativas
Q721788 Ética na Administração Pública
Haja vista o que dispõe o Decreto n. 1.171/94, que regula o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado ao servidor
I- participar de grupos nazistas.
II- fazer uso de informações privilegiadas, obtidas no âmbito interno do serviço, em benefício de suas funções no cargo público.
III- retirar da repartição pública qualquer documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio público, mesmo estando legalmente autorizado. IV- alterar o teor de um documento que deva encaminhar para providências. Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q721787 Direito Administrativo
Acerca dos contratos administrativos, o Estatuto de Licitações (Lei n.º 8.666/93) determina que
Alternativas
Q718304 Legislação Federal
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – IFRS, em sua atuação, observa os seguintes princípios norteadores:
I. Verticalização do ensino e sua integração com a pesquisa e a extensão. II. Eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais. III. Inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais e deficiências específicas. IV. Estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento humano e socioeconômico local e regional. V. Inclusão social de pessoas afrodescendentes, indígenas e em situação de vulnerabilidade social.
Assinale a alternativa em que toda(s) a(s) afirmativa(s) está(ão) INCORRETA(S):
Alternativas
Q718301 Pedagogia
Na metodologia utilizada para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI – do IFRS, um dos elementos considerados foi a análise do ambiente interno. Assinale abaixo a alternativa que representa a definição correta para esse elemento:
Alternativas
Respostas
17521: B
17522: A
17523: B
17524: A
17525: C
17526: D
17527: C
17528: E
17529: B
17530: A
17531: B
17532: B
17533: D
17534: B
17535: B
17536: A
17537: A
17538: E
17539: C
17540: C