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Q1970118 Odontologia

Atenção: Para responder à questão, considere as informações a seguir:


Paciente com 29 anos de idade, sexo masculino, relata sentir-se “estressado” por ter de resolver problemas de gestão de pessoas no ambiente de trabalho, tendo desenvolvido sintomas de “ansiedade” que o levam a “ficar nervoso” diante do tratamento odontológico. A queixa principal do paciente é de “dor forte” nas gengivas, que sangram “sem motivo”. Ele refere, adicionalmente, ter febre e mal-estar. O exame clínico mostra úlceras gengivais em forma de cratera nas papilas interdentais da região dos incisivos inferiores. Há grandes quantidades de biofilme bacteriano dental e o sangramento gengival é espontâneo. O exame radiográfico mostra ausência de perda óssea.  

O diagnóstico compatível com o quadro clínico e o procedimento indicado são, respectivamente,
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Q1970117 Odontologia

Atenção: Para responder à questão, considere as informações a seguir:


Paciente com 29 anos de idade, sexo masculino, relata sentir-se “estressado” por ter de resolver problemas de gestão de pessoas no ambiente de trabalho, tendo desenvolvido sintomas de “ansiedade” que o levam a “ficar nervoso” diante do tratamento odontológico. A queixa principal do paciente é de “dor forte” nas gengivas, que sangram “sem motivo”. Ele refere, adicionalmente, ter febre e mal-estar. O exame clínico mostra úlceras gengivais em forma de cratera nas papilas interdentais da região dos incisivos inferiores. Há grandes quantidades de biofilme bacteriano dental e o sangramento gengival é espontâneo. O exame radiográfico mostra ausência de perda óssea.  

Aliada a uma atitude acolhedora por parte do cirurgião-dentista, a abordagem farmacológica da condição emocional do paciente consiste na prescrição em dose única, por via oral, de
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Q1970116 Odontologia

Atenção: Para responder à questão, considere as informações a seguir:


Paciente com 29 anos de idade, sexo masculino, relata sentir-se “estressado” por ter de resolver problemas de gestão de pessoas no ambiente de trabalho, tendo desenvolvido sintomas de “ansiedade” que o levam a “ficar nervoso” diante do tratamento odontológico. A queixa principal do paciente é de “dor forte” nas gengivas, que sangram “sem motivo”. Ele refere, adicionalmente, ter febre e mal-estar. O exame clínico mostra úlceras gengivais em forma de cratera nas papilas interdentais da região dos incisivos inferiores. Há grandes quantidades de biofilme bacteriano dental e o sangramento gengival é espontâneo. O exame radiográfico mostra ausência de perda óssea.  

Na entrevista dialogada com o paciente, o cirurgião-dentista deve:
I. utilizar fichas contendo um conjunto de perguntas, às quais o paciente deve dar respostas concisas, como “sim”, “não” e “não sei”, para que as respostas sejam objetivas e não haja dispersão na entrevista.
II. colher informações por meio da participação ativa do paciente no processo, utilizando um roteiro que inclua tópicos como a história médica e a queixa principal.
III. prescindir das informações sociodemográficas, pois a consulta individualizada e humanizada é voltada especificamente a este paciente.
IV. ouvir a queixa principal e abordar possíveis vinculações com a história médica e odontológica do paciente.
V. coletar informações sobre hábitos como consumo de bebidas alcoólicas ou tabagismo, orientando o paciente sobre os efeitos nocivos destes hábitos à saúde bucal.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Q1970115 Odontologia

Atenção: Para responder à questão, considere as informações a seguir:


Paciente com 49 anos de idade, sexo masculino, refere ter azia após “tirar uma soneca depois do almoço”, além de arrotos frequentes e “gosto amargo na boca”. A queixa principal consiste em “leve desconforto” ao escovar os dentes, em especial na região palatina anterior. O exame clínico mostra as superfícies palatinas dos dentes 11, 12, 13, 21, 22 e 23 com o esmalte uniformemente mais delgado e aparência brilhante.

O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de erosão dental, que consiste em
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Q1970114 Odontologia

Atenção: Para responder à questão, considere as informações a seguir:


Paciente com 49 anos de idade, sexo masculino, refere ter azia após “tirar uma soneca depois do almoço”, além de arrotos frequentes e “gosto amargo na boca”. A queixa principal consiste em “leve desconforto” ao escovar os dentes, em especial na região palatina anterior. O exame clínico mostra as superfícies palatinas dos dentes 11, 12, 13, 21, 22 e 23 com o esmalte uniformemente mais delgado e aparência brilhante.

O cirurgião-dentista deve
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Q1970113 Odontologia
Paciente com 41 anos de idade, sexo feminino, procura por atendimento odontológico devido a “dor de dente” na região do dente 34. Durante a anamnese, a paciente relata ter tomado a primeira dose de reforço da vacina contra Covid-19. Contudo, ela comenta que teve “sintomas leves de gripe” e o teste para Covid-19, realizado há 3 dias, teve resultado positivo. O exame clínico mostra uma lesão cavitada de cárie no terço gengival da face vestibular do dente 34. O cirurgião-dentista deve
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Q1968912 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
O Plano Estratégico Ciclo 2021-2026 do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região especifica que realizar justiça, no âmbito das relações de trabalho, contribuindo para a paz social e o fortalecimento da cidadania trata-se 
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Q1968911 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Nos termos da Consolidação Normativa de Provimentos da Corregedoria Regional do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, é VEDADA a utilização de classes processuais não aprovadas previamente
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Q1968910 Legislação Federal
Consoante a Lei nº 12.527/2011, dentre outras, uma das diretrizes que se destinam a assegurar o direito fundamental de acesso à informação é
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Q1968909 Direito Administrativo
Em relação ao exercício de cargo público, a Lei nº 8.112/1990 dispõe que 
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Q1968908 Direito Administrativo
A Lei nº 8.112/1990 dispõe que o aproveitamento é forma de
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Q1968907 Matemática
Uma escola de ensino médio possui 30 alunos e 5 professores. A idade média dos alunos é de 16 anos e a dos professores é de 34 anos. Um professor acaba de ser contratado e a idade média dessas 36 pessoas passou a ser de 19 anos. A idade do novo professor é:
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Q1968906 Matemática
Em um processo de partilha de herança entre Ana, Beatriz e Clara, ficou decidido que os valores recebidos serão diretamente proporcionais às suas respectivas idades. Sabe-se que Ana tem o triplo da idade de Clara que, por sua vez, tem a metade da idade de Beatriz. Clara receberá 100 mil reais. O valor total da herança é de:
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Q1968905 Raciocínio Lógico
Um dado com 6 faces numeradas de 1 a 6 foi lançado 4 vezes e o valor observado no segundo lançamento foi igual ao valor do primeiro lançamento. Sabendo-se que a soma dos valores desses 4 lançamentos foi 9 e que o valor do segundo lançamento menos o valor do terceiro lançamento foi igual ao valor do quarto lançamento, o primeiro lançamento foi 
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Q1968904 Matemática
Alberto, seu pai e seu avô têm hoje 21, 52 e 73 anos de vida, respectivamente. Podemos afirmar corretamente que a
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Q1968903 Raciocínio Lógico
Hugo e Luís são gêmeos e foram passear com sua tia Elisa. Sabe-se que 3/5 da soma das idades dos três é igual à idade de Elisa, que é 14 anos mais velha que os meninos. A idade de Elisa é
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Q1968902 Português

Crimes ditos “passionais”

       A história da humanidade registra poucos casos de mulheres que mataram por se sentirem traídas ou desprezadas. Não sabemos, ainda, se a emancipação feminina irá trazer também esse tipo de igualdade: a igualdade no crime e na violência. Provavelmente, não. O crime dado como passional costuma ser uma reação daquele que se sente “possuidor” da vítima. O sentimento de posse, por sua vez, decorre não apenas do relacionamento sexual, mas também do fator econômico: o homem é, em boa parte dos casos, o responsável maior pelo sustento da casa. Por tudo isso, quando ele se vê contrariado, repelido ou traído, acha-se no direito de matar.

      O que acontece com os homens que matam mulheres quando são levados a julgamento? São execrados ou perdoados? Como reage a sociedade e a Justiça brasileiras diante da brutalidade que se tenta justificar como resultante da paixão? Há decisões estapafúrdias, sentenças que decorrem mais em função da eloquência dos advogados e do clima emocional prevalecente entre os jurados do que das provas dos autos.

    Vejam-se, por exemplo, casos de crimes passionais cujos responsáveis acabaram sendo inocentados com o argumento de que houve uma “legítima defesa da honra”, que não existe na lei. Os motivos que levam o criminoso passional a praticar o ato delituoso têm mais a ver com os sentimentos de vingança, ódio, rancor, frustração, vaidade ferida, narcisismo maligno, prepotência, egoísmo do que com o verdadeiro sentimento de honra.

     A evolução da posição da mulher na sociedade e o desmoronamento dos padrões patriarcais tiveram grande repercussão nas decisões judiciais mais recentes, sobretudo nos crimes passionais. A sociedade brasileira vem se dando conta de que mulheres não podem ser tratadas como cidadãs de segunda categoria, submetidas ao poder de homens que, com o subterfúgio da sua “paixão”, vinham assumindo o direito de vida e morte sobre elas.


(Adaptado de: ELUF, Luiza Nagib. A paixão no banco dos réus. São Paulo: Saraiva, 2002, XI-XIV, passim) 

É inteiramente regular a pontuação do seguinte período:
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Q1968901 Português

Crimes ditos “passionais”

       A história da humanidade registra poucos casos de mulheres que mataram por se sentirem traídas ou desprezadas. Não sabemos, ainda, se a emancipação feminina irá trazer também esse tipo de igualdade: a igualdade no crime e na violência. Provavelmente, não. O crime dado como passional costuma ser uma reação daquele que se sente “possuidor” da vítima. O sentimento de posse, por sua vez, decorre não apenas do relacionamento sexual, mas também do fator econômico: o homem é, em boa parte dos casos, o responsável maior pelo sustento da casa. Por tudo isso, quando ele se vê contrariado, repelido ou traído, acha-se no direito de matar.

      O que acontece com os homens que matam mulheres quando são levados a julgamento? São execrados ou perdoados? Como reage a sociedade e a Justiça brasileiras diante da brutalidade que se tenta justificar como resultante da paixão? Há decisões estapafúrdias, sentenças que decorrem mais em função da eloquência dos advogados e do clima emocional prevalecente entre os jurados do que das provas dos autos.

    Vejam-se, por exemplo, casos de crimes passionais cujos responsáveis acabaram sendo inocentados com o argumento de que houve uma “legítima defesa da honra”, que não existe na lei. Os motivos que levam o criminoso passional a praticar o ato delituoso têm mais a ver com os sentimentos de vingança, ódio, rancor, frustração, vaidade ferida, narcisismo maligno, prepotência, egoísmo do que com o verdadeiro sentimento de honra.

     A evolução da posição da mulher na sociedade e o desmoronamento dos padrões patriarcais tiveram grande repercussão nas decisões judiciais mais recentes, sobretudo nos crimes passionais. A sociedade brasileira vem se dando conta de que mulheres não podem ser tratadas como cidadãs de segunda categoria, submetidas ao poder de homens que, com o subterfúgio da sua “paixão”, vinham assumindo o direito de vida e morte sobre elas.


(Adaptado de: ELUF, Luiza Nagib. A paixão no banco dos réus. São Paulo: Saraiva, 2002, XI-XIV, passim) 

Considere as orações:
I. Há crimes ditos passionais. II. Os agentes desses crimes são por vezes inocentados. III. Os inocentados alegam legítima defesa da honra.
Essas orações articulam-se de modo claro, correto e coerente neste período único:
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Q1968900 Português

Crimes ditos “passionais”

       A história da humanidade registra poucos casos de mulheres que mataram por se sentirem traídas ou desprezadas. Não sabemos, ainda, se a emancipação feminina irá trazer também esse tipo de igualdade: a igualdade no crime e na violência. Provavelmente, não. O crime dado como passional costuma ser uma reação daquele que se sente “possuidor” da vítima. O sentimento de posse, por sua vez, decorre não apenas do relacionamento sexual, mas também do fator econômico: o homem é, em boa parte dos casos, o responsável maior pelo sustento da casa. Por tudo isso, quando ele se vê contrariado, repelido ou traído, acha-se no direito de matar.

      O que acontece com os homens que matam mulheres quando são levados a julgamento? São execrados ou perdoados? Como reage a sociedade e a Justiça brasileiras diante da brutalidade que se tenta justificar como resultante da paixão? Há decisões estapafúrdias, sentenças que decorrem mais em função da eloquência dos advogados e do clima emocional prevalecente entre os jurados do que das provas dos autos.

    Vejam-se, por exemplo, casos de crimes passionais cujos responsáveis acabaram sendo inocentados com o argumento de que houve uma “legítima defesa da honra”, que não existe na lei. Os motivos que levam o criminoso passional a praticar o ato delituoso têm mais a ver com os sentimentos de vingança, ódio, rancor, frustração, vaidade ferida, narcisismo maligno, prepotência, egoísmo do que com o verdadeiro sentimento de honra.

     A evolução da posição da mulher na sociedade e o desmoronamento dos padrões patriarcais tiveram grande repercussão nas decisões judiciais mais recentes, sobretudo nos crimes passionais. A sociedade brasileira vem se dando conta de que mulheres não podem ser tratadas como cidadãs de segunda categoria, submetidas ao poder de homens que, com o subterfúgio da sua “paixão”, vinham assumindo o direito de vida e morte sobre elas.


(Adaptado de: ELUF, Luiza Nagib. A paixão no banco dos réus. São Paulo: Saraiva, 2002, XI-XIV, passim) 

É inteiramente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
Alternativas
Q1968899 Português

Crimes ditos “passionais”

       A história da humanidade registra poucos casos de mulheres que mataram por se sentirem traídas ou desprezadas. Não sabemos, ainda, se a emancipação feminina irá trazer também esse tipo de igualdade: a igualdade no crime e na violência. Provavelmente, não. O crime dado como passional costuma ser uma reação daquele que se sente “possuidor” da vítima. O sentimento de posse, por sua vez, decorre não apenas do relacionamento sexual, mas também do fator econômico: o homem é, em boa parte dos casos, o responsável maior pelo sustento da casa. Por tudo isso, quando ele se vê contrariado, repelido ou traído, acha-se no direito de matar.

      O que acontece com os homens que matam mulheres quando são levados a julgamento? São execrados ou perdoados? Como reage a sociedade e a Justiça brasileiras diante da brutalidade que se tenta justificar como resultante da paixão? Há decisões estapafúrdias, sentenças que decorrem mais em função da eloquência dos advogados e do clima emocional prevalecente entre os jurados do que das provas dos autos.

    Vejam-se, por exemplo, casos de crimes passionais cujos responsáveis acabaram sendo inocentados com o argumento de que houve uma “legítima defesa da honra”, que não existe na lei. Os motivos que levam o criminoso passional a praticar o ato delituoso têm mais a ver com os sentimentos de vingança, ódio, rancor, frustração, vaidade ferida, narcisismo maligno, prepotência, egoísmo do que com o verdadeiro sentimento de honra.

     A evolução da posição da mulher na sociedade e o desmoronamento dos padrões patriarcais tiveram grande repercussão nas decisões judiciais mais recentes, sobretudo nos crimes passionais. A sociedade brasileira vem se dando conta de que mulheres não podem ser tratadas como cidadãs de segunda categoria, submetidas ao poder de homens que, com o subterfúgio da sua “paixão”, vinham assumindo o direito de vida e morte sobre elas.


(Adaptado de: ELUF, Luiza Nagib. A paixão no banco dos réus. São Paulo: Saraiva, 2002, XI-XIV, passim) 

A posição da autora do texto em face do argumento da “legítima defesa da honra”, invocado pela defesa do acusado em crimes passionais, manifesta-se na seguinte formulação:
Alternativas
Respostas
441: B
442: B
443: E
444: C
445: D
446: A
447: D
448: A
449: B
450: A
451: D
452: E
453: C
454: A
455: C
456: B
457: E
458: D
459: B
460: E