Foram encontradas 12.096 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Todo mundo tem pelo menos um esqueleto escondido no armário
- Quando o suposto “defeito” fica na parte de fora da gente, aprendemos a disfarçá-lo;
- com cortes de cabelo, maquiagem, roupas que nos favoreçam, filtros fotográficos e o que mais
- estiver ao nosso alcance para que possamos exibir ao mundo uma imagem mais aceita e
- “curtível”. Já quando a incongruência vem de dentro, do nosso caráter ou do nosso DNA
- afetivo, aí a coisa fica um pouquinho mais complicada. Para nossas distorções internas não ___
- filtro, roupa de grife ou tratamento estético que dê jeito. O mais estranho é que, talvez, seja
- exatamente essa maior dificuldade encontrada o que nos torna tão especialistas em camuflar
- nossas partes internas mais densas, pesadas, estranhas e rejeitadas. Por exemplo, já reparou
- como todo mundo se sente vítima da inveja, mas ninguém assume ser invejoso? Essa conta
- simplesmente não fecha; sobra “x”, sobra incógnitas, sobra dividendos e zeros depois da
- vírgula. E a explicação para essa transgressão matemática é muito simples: a nossa
- configuração interna não é exata, não flutua segundo a orientação dos maravilhosos (e
- assustadores) algoritmos, não há fórmula racional possível para equalizar nossas demandas
- emocionais, nossas batalhas diárias contra nosso mais terrível inimigo: a falta de
- autoconhecimento.
- Somos completos estranhos para nós mesmos. Essa personagem que acorda conosco
- dentro de nós apenas imagina quem seja essa outra personagem que a gente vê no espelho, e
- vice-versa. Somos pelo menos dois tentando fazer dar certo um casamento indissolúvel. O fato
- é que passamos a vida julgando os outros, querendo os outros, desejando os outros, rejeitando
- os outros, perseguindo os outros e descartando os outros, para tentar escapar do nosso
- intransferível destino: somos completamente incapazes de sentir por nós mesmos todas essas
- complexas paixões de aproximação e desapego. Então, para não termos de encarar de frente
- esse desafio enorme que é desencavarmos esse fóssil humano de nós mesmos, soterrado sob
- inúmeras camadas de poeira, pedra e lágrimas, seguimos fingindo que está tudo bem.
- Arranjamos jeitos de doer menos, nos cercamos de crenças – religiosas ou não – para nos
- acalmar a angústia diante da nossa indisfarçável imperfeição. Seguimos recitando pequenas
- ladainhas, invocando algum deus ou sábio, a fim de explicar ou abençoar nossas pretensões à
- uma suposta santidade ou – ainda mais ambiciosos – a fim de alcançar uma coisa chamada
- “paz interior”.
- É, companheiro, só a gente mesmo para entender o quão complexo, custoso e
- desafiador é carregar-nos todo santo dia para cima e para baixo. E haja academia, terapia,
- creme hidratante, plástica capilar, fruta orgânica e receitas sem carboidrato para caber em tão
- descabida expectativa. Quem sabe não esteja na hora de visitarmos aquele porão esquecido,
- frio e escurinho. Abrir aquele armário secreto, trancado a sete chaves e dar uma boa olhada
- naquele esqueletinho que padece ali, abandonado e sem afeto. Imagine cada um de nós
- andando por aí com seu podre revelado… Talvez, de início se instalasse o caos. Sim, _______
- desacostumamos demais da verdade. Porque, no começo, insistiríamos em afirmar que o
- esqueleto do outro é muito mais temível do que o nosso. Entretanto, passado um tempo…
- acabaríamos compreendendo que não há uma variedade assim tão grande de defeitos. Nossos
- horrores internos são, na verdade, muito mais parecidos do que a nossa vitrine inventada e
- mantida com tanto custo. Reveladas nossas entranhas esquisitas, acabaríamos tirando um peso
- enorme do peito e das costas e descobriríamos que nossas faltas, assim como nossos excessos,
- são apenas casquinhas de feridas que ainda não aprendemos a curar.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/todo-mundo-tem-pelo-menos-um-esqueleto-escondido-no-armario/. Acesso em 9 set. 2018.
Com base no que o texto explicita, conclui-se que:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Todo mundo tem pelo menos um esqueleto escondido no armário
- Quando o suposto “defeito” fica na parte de fora da gente, aprendemos a disfarçá-lo;
- com cortes de cabelo, maquiagem, roupas que nos favoreçam, filtros fotográficos e o que mais
- estiver ao nosso alcance para que possamos exibir ao mundo uma imagem mais aceita e
- “curtível”. Já quando a incongruência vem de dentro, do nosso caráter ou do nosso DNA
- afetivo, aí a coisa fica um pouquinho mais complicada. Para nossas distorções internas não ___
- filtro, roupa de grife ou tratamento estético que dê jeito. O mais estranho é que, talvez, seja
- exatamente essa maior dificuldade encontrada o que nos torna tão especialistas em camuflar
- nossas partes internas mais densas, pesadas, estranhas e rejeitadas. Por exemplo, já reparou
- como todo mundo se sente vítima da inveja, mas ninguém assume ser invejoso? Essa conta
- simplesmente não fecha; sobra “x”, sobra incógnitas, sobra dividendos e zeros depois da
- vírgula. E a explicação para essa transgressão matemática é muito simples: a nossa
- configuração interna não é exata, não flutua segundo a orientação dos maravilhosos (e
- assustadores) algoritmos, não há fórmula racional possível para equalizar nossas demandas
- emocionais, nossas batalhas diárias contra nosso mais terrível inimigo: a falta de
- autoconhecimento.
- Somos completos estranhos para nós mesmos. Essa personagem que acorda conosco
- dentro de nós apenas imagina quem seja essa outra personagem que a gente vê no espelho, e
- vice-versa. Somos pelo menos dois tentando fazer dar certo um casamento indissolúvel. O fato
- é que passamos a vida julgando os outros, querendo os outros, desejando os outros, rejeitando
- os outros, perseguindo os outros e descartando os outros, para tentar escapar do nosso
- intransferível destino: somos completamente incapazes de sentir por nós mesmos todas essas
- complexas paixões de aproximação e desapego. Então, para não termos de encarar de frente
- esse desafio enorme que é desencavarmos esse fóssil humano de nós mesmos, soterrado sob
- inúmeras camadas de poeira, pedra e lágrimas, seguimos fingindo que está tudo bem.
- Arranjamos jeitos de doer menos, nos cercamos de crenças – religiosas ou não – para nos
- acalmar a angústia diante da nossa indisfarçável imperfeição. Seguimos recitando pequenas
- ladainhas, invocando algum deus ou sábio, a fim de explicar ou abençoar nossas pretensões à
- uma suposta santidade ou – ainda mais ambiciosos – a fim de alcançar uma coisa chamada
- “paz interior”.
- É, companheiro, só a gente mesmo para entender o quão complexo, custoso e
- desafiador é carregar-nos todo santo dia para cima e para baixo. E haja academia, terapia,
- creme hidratante, plástica capilar, fruta orgânica e receitas sem carboidrato para caber em tão
- descabida expectativa. Quem sabe não esteja na hora de visitarmos aquele porão esquecido,
- frio e escurinho. Abrir aquele armário secreto, trancado a sete chaves e dar uma boa olhada
- naquele esqueletinho que padece ali, abandonado e sem afeto. Imagine cada um de nós
- andando por aí com seu podre revelado… Talvez, de início se instalasse o caos. Sim, _______
- desacostumamos demais da verdade. Porque, no começo, insistiríamos em afirmar que o
- esqueleto do outro é muito mais temível do que o nosso. Entretanto, passado um tempo…
- acabaríamos compreendendo que não há uma variedade assim tão grande de defeitos. Nossos
- horrores internos são, na verdade, muito mais parecidos do que a nossa vitrine inventada e
- mantida com tanto custo. Reveladas nossas entranhas esquisitas, acabaríamos tirando um peso
- enorme do peito e das costas e descobriríamos que nossas faltas, assim como nossos excessos,
- são apenas casquinhas de feridas que ainda não aprendemos a curar.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/todo-mundo-tem-pelo-menos-um-esqueleto-escondido-no-armario/. Acesso em 9 set. 2018.
O termo “autoconhecimento” (l. 15) não é hifenizado. Qual das palavras a seguir está grafada INCORRETAMENTE por necessitar de hífen, levando-se em conta a vigência do Novo Acordo Ortográfico?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Todo mundo tem pelo menos um esqueleto escondido no armário
- Quando o suposto “defeito” fica na parte de fora da gente, aprendemos a disfarçá-lo;
- com cortes de cabelo, maquiagem, roupas que nos favoreçam, filtros fotográficos e o que mais
- estiver ao nosso alcance para que possamos exibir ao mundo uma imagem mais aceita e
- “curtível”. Já quando a incongruência vem de dentro, do nosso caráter ou do nosso DNA
- afetivo, aí a coisa fica um pouquinho mais complicada. Para nossas distorções internas não ___
- filtro, roupa de grife ou tratamento estético que dê jeito. O mais estranho é que, talvez, seja
- exatamente essa maior dificuldade encontrada o que nos torna tão especialistas em camuflar
- nossas partes internas mais densas, pesadas, estranhas e rejeitadas. Por exemplo, já reparou
- como todo mundo se sente vítima da inveja, mas ninguém assume ser invejoso? Essa conta
- simplesmente não fecha; sobra “x”, sobra incógnitas, sobra dividendos e zeros depois da
- vírgula. E a explicação para essa transgressão matemática é muito simples: a nossa
- configuração interna não é exata, não flutua segundo a orientação dos maravilhosos (e
- assustadores) algoritmos, não há fórmula racional possível para equalizar nossas demandas
- emocionais, nossas batalhas diárias contra nosso mais terrível inimigo: a falta de
- autoconhecimento.
- Somos completos estranhos para nós mesmos. Essa personagem que acorda conosco
- dentro de nós apenas imagina quem seja essa outra personagem que a gente vê no espelho, e
- vice-versa. Somos pelo menos dois tentando fazer dar certo um casamento indissolúvel. O fato
- é que passamos a vida julgando os outros, querendo os outros, desejando os outros, rejeitando
- os outros, perseguindo os outros e descartando os outros, para tentar escapar do nosso
- intransferível destino: somos completamente incapazes de sentir por nós mesmos todas essas
- complexas paixões de aproximação e desapego. Então, para não termos de encarar de frente
- esse desafio enorme que é desencavarmos esse fóssil humano de nós mesmos, soterrado sob
- inúmeras camadas de poeira, pedra e lágrimas, seguimos fingindo que está tudo bem.
- Arranjamos jeitos de doer menos, nos cercamos de crenças – religiosas ou não – para nos
- acalmar a angústia diante da nossa indisfarçável imperfeição. Seguimos recitando pequenas
- ladainhas, invocando algum deus ou sábio, a fim de explicar ou abençoar nossas pretensões à
- uma suposta santidade ou – ainda mais ambiciosos – a fim de alcançar uma coisa chamada
- “paz interior”.
- É, companheiro, só a gente mesmo para entender o quão complexo, custoso e
- desafiador é carregar-nos todo santo dia para cima e para baixo. E haja academia, terapia,
- creme hidratante, plástica capilar, fruta orgânica e receitas sem carboidrato para caber em tão
- descabida expectativa. Quem sabe não esteja na hora de visitarmos aquele porão esquecido,
- frio e escurinho. Abrir aquele armário secreto, trancado a sete chaves e dar uma boa olhada
- naquele esqueletinho que padece ali, abandonado e sem afeto. Imagine cada um de nós
- andando por aí com seu podre revelado… Talvez, de início se instalasse o caos. Sim, _______
- desacostumamos demais da verdade. Porque, no começo, insistiríamos em afirmar que o
- esqueleto do outro é muito mais temível do que o nosso. Entretanto, passado um tempo…
- acabaríamos compreendendo que não há uma variedade assim tão grande de defeitos. Nossos
- horrores internos são, na verdade, muito mais parecidos do que a nossa vitrine inventada e
- mantida com tanto custo. Reveladas nossas entranhas esquisitas, acabaríamos tirando um peso
- enorme do peito e das costas e descobriríamos que nossas faltas, assim como nossos excessos,
- são apenas casquinhas de feridas que ainda não aprendemos a curar.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/todo-mundo-tem-pelo-menos-um-esqueleto-escondido-no-armario/. Acesso em 9 set. 2018.
Os dois pontos foram utilizados na linha 11 do texto com a finalidade de:
No que diz respeito às palavras e suas descrições, constantes no Código de Obras do Município de Tupandi/RS, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Acréscimo.
2. Alvará.
3. Cota.
4. Licença.
Coluna 2
( ) Documento expedido pelas autoridades competentes, autorizando a execução de obras sujeitas à fiscalização. Licença; licenciamento.
( ) Ato administrativo, com validade determinada, que autoriza o início de uma edificação ou obra; licenciamento.
( ) Aumento de obra ou edificação, concluída ou não; aumento; ampliação.
( ) Indicação ou registro numérico de dimensões; medidas, indicações do nível de um plano ou ponto em relação a outro, tomado como referência.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
De acordo com o Código de Obras do Município de Tupandi/RS, as edificações destinadas a prédios de apartamentos deverão satisfazer as seguintes condições, EXCETO:
De acordo com a Lei Municipal nº 536/2002, “Considera-se _____________ a capacidade de um ecossistema compensar as variações devidas a fatores exteriores e de conservar suas propriedades e funções naturais, permitindo a existência, a evolução e o desenvolvimento do homem e dos outros seres vivos”.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
NÃO é um instrumento da política ambiental do Município de Tupandi/RS:
Analise as assertivas abaixo levando em consideração o Código de Posturas de Tupandi:
I. O serviço de limpeza das vias públicas, praças e outros logradouros públicos e a retirada do lixo domiciliar serão executados diretamente pela Administração ou por concessão.
II. Para efeitos de remoção, lixo é toda matéria assim conceituada pelo serviço de limpeza pública do município.
III. O produto da limpeza das calhas e valetas poderá ser cedido gratuitamente a quem se interessar.
IV. Os munícipes são responsáveis diretos pela limpeza do passeio e sarjetas fronteiriços à sua residência.
Quais estão corretas?
O Código de Posturas de Tupandi/RS, com relação aos divertimentos públicos, estabelece que é proibido aos espectadores, sem distinção de sexo, EXCETO:
O Código de Posturas de Tupandi/RS NÃO estabelece como pena pelo seu descumprimento:
De acordo com a Lei Municipal nº 357/1998, a Vigilância Sanitária do Município de Tupandi/RS funcionará junto à(ao):
Em relação à Lei municipal nº 1.488/2017, no que diz respeito ao comércio ambulante do município, assinale a alternativa correta.
Segundo a Lei Municipal nº 1.463/2017, o alvará de Licença Sanitária possui validade de:
Com base na Figura 6 abaixo, considere que o usuário deu um duplo clique com o botão esquerdo do mouse, configurado para destros, no ícone (diminuir casas decimais). Que valor conterá em A1?
◢ |
A |
1 |
5.639 |
Figura 6 – Visão parcial de uma planilha do programa Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão
Com base na Figura 4 abaixo, considere que o usuário digitou no endereço de célula B5, o seguinte: =PROCH(13;A1:D3;3) e, logo após, pressionou a tecla Enter do teclado. Que valor conterá em B5?
◢ |
A |
B |
C |
D |
E |
1 |
12 |
13 |
6 |
4 |
15 |
2 |
11 |
6 |
13 |
9 |
7 |
3 |
13 |
5 |
14 |
8 |
9 |
4 |
13 |
4 |
1 |
8 |
11 |
5 |
|||||
6 |
Figura 4 – Visão parcial de uma planilha do programa Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão
Com base na Figura 3 abaixo, considere que foi digitado no endereço de célula A1 =AGORA() e, logo após, foi pressionada a tecla Enter do teclado, considere ainda que o recurso Auto-Ajuste, entre colunas, está acionado, conforme Figura 3. Diga, respectivamente, qual o conteúdo da célula A1?
◢ |
A |
1 |
|
2 |
|
Figura 3 – Visão parcial de uma planilha do programa Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão
Com base na Figura 2 abaixo, considere que o usuário digitou no endereço de célula B4 o seguinte, =CONT.SE(A1:D2;">=10")^E2 e, logo após, pressionou a tecla Enter do teclado. Que valor conterá em B4?
◢ |
A |
B |
C |
D |
E |
1 |
6 |
7 |
8 |
9 |
1 |
2 |
10 |
11 |
12 |
13 |
2 |
3 |
14 |
15 |
16 |
17 |
3 |
4 |
Figura 2 – Visão parcial de uma planilha do programa Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão
Com base na Figura 1 abaixo, considere que o usuário digitou no endereço de célula A4, o seguinte: =SOMA(C1:C3)*MÉDIA(A2;C2) e, logo após, pressionou a tecla Enter do teclado. Que valor conterá em A4?
◢ |
A |
B |
C |
1 |
18 |
14 |
9 |
2 |
7 |
11 |
5 |
3 |
16 |
13 |
2 |
4 |
Figura 1 – Visão parcial de uma planilha do programa Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão
Para responder às questões 17 a 20, considere o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Tupandi.
De acordo com as disposições do Capítulo IV – Das Licenças, serão concedidas determinadas licenças ao servidor ocupante de cargos efetivo. São licenças sem remuneração previstas no referido capítulo:
I. Licença para desempenho de mandato de Conselheiro Tutelar.
II. Licença para desempenho de mandato classista.
III. Licença voluntária incentivada.
Quais estão corretas?
Para responder às questões 14 a 16, considere a Constituição Federal.
O parágrafo terceiro do Art. 39 define que são assegurados aos servidores ocupantes de cargos públicos determinados direitos previstos no Art. 7º, que são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. Sendo assim, relativo aos direitos assegurados aos servidores ocupantes de cargos públicos, analise as seguintes assertivas:
I. Licença-paternidade, nos termos fixados em lei.
II. Proteção em face da automação, na forma da lei.
III. Igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso.
Quais estão corretas?