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(https://www.google.com.br/ - Acesso em 7.5.2018)
A charge, associando aspectos verbais e não verbais, ressalta
Leia o texto para responder a questão.
TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES
Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil
(...)
Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.
No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.
As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.
(...)
(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).
Leia o texto para responder a questão.
TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES
Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil
(...)
Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.
No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.
As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.
(...)
(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).
Leia o texto para responder a questão.
TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES
Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil
(...)
Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.
No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.
As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.
(...)
(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).
Leia o texto para responder a questão.
TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES
Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil
(...)
Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.
No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.
As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.
(...)
(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).
DIÁLOGO DE SURDOS
Por: Sírio Possenti. Publicado em 09 mai 2016. Adaptado de:
http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4821/n/dialogo_de_surdos Acesso em 30 out 2017.
A expressão corrente trata de situações em que dois lados (ou mais) falam e ninguém se entende. Na verdade, esta é uma visão um pouco simplificada das coisas. De fato, quando dois lados polemizam, dificilmente olham para as mesmas coisas (ou para as mesmas palavras). Cada lado interpreta o outro de uma forma que este acha estranha e vice-versa.
Dominique Maingueneau (em Gênese dos discursos, São Paulo, Parábola) deu tratamento teórico à questão (um tratamento empírico pode ser encontrado em muitos espaços, quase diariamente). [...]
Suponhamos dois discursos, A e B. Se polemizam, B nunca diz que A diz A, mas que diz “nãoB”. E vice-versa. O interessante é que nunca se encontra “nãoB” no discurso de A, sempre se encontra A; mas B não “pode” ver isso, porque trairia sua identidade doutrinária, ideológica.
Um bom exemplo é o que acontece frequentemente no debate sobre variedades do português. Se um linguista diz que não há “erro” em uma fala popular, como em “as elite” (que a elite escreve burramente “a zelite”, quando deveria escrever “as elite”), seus opositores não dirão que os linguistas descrevem o fato como uma variante, mostrando que segue uma regra, mas que “aceitam tudo”, que “aceitam o erro”. O simulacro consiste no fato de que as palavras dos oponentes não são as dos linguistas (não cabe discutir quem tem razão, mas verificar que os dois não se entendem).
Uma variante da incompreensão é que cada lado fala de coisas diferentes.
Atualmente, há uma polêmica sobre se há golpe ou não há golpe. Simplificando um pouco, os que dizem que há golpe se apegam ao fato de que os dois crimes atribuídos à presidenta não seriam crimes. Os que acham que não há golpe dizem que o processo está seguindo as regras definidas pelo Supremo.
Um bom sintoma é a pergunta recorrente feita aos ministros do Supremo pelos repórteres: a pergunta não é “a pedalada é um crime?” (uma questão mérito), mas “impeachment é golpe?”. Esta pergunta permite que o ministro responda que não, pois o impedimento está previsto na Constituição.
Juca Kfouri fez uma boa comparação com futebol: a expulsão de um jogador, ou o pênalti, está prevista(o), o que não significa que qualquer expulsão é justa ou que toda falta é pênalti...
A teoria de Maingueneau joga água na fervura dos que acreditam que a humanidade pode se entender (o que faltaria é adotar uma língua comum, quem sabe o esperanto). Ledo engano: as pessoas não se entendem é falando a mesma língua.
Até hoje, ninguém venceu uma disputa intelectual (ideológica) no debate. Quando venceu, foi com o exército, com a maioria dos eleitores ou dos... deputados.
Sírio Possenti Departamento de Linguística Universidade Estadual de Campinas
Analise as proposições a seguir sobre o primeiro parágrafo do texto. Em seguida, assinale a alternativa que contenha a análise correta sobre as mesmas.
I. A palavra “ninguém” pertence à classe gramatical dos pronomes indefinidos; e “esta” à dos pronomes demonstrativos.
II. A primeira vírgula que aí aparece foi utilizada para marcar a antecipação de um adjunto adverbial.
III. A palavra “este” retoma o termo “o outro”.
IV. A palavra “mesmas” e “estranha” pertencem, tal como foram empregadas, à classe dos adjetivos.
O perito chega em um local e encontra o computador do suspeito ligado com sistema operacional Windows. O gabinete encontrava-se sem as tampas laterais. Foi possível constatar que o gabinete possuía apenas um disco rígido instalado.

Considerando a parte da tela apresentada, selecione a sentença verdadeira:
O perito chega ao local de informática e encontra um servidor de grande porte com sistema Linux, inviabilizando a arrecadação. Este servidor está conectado à rede através de um IP 192.168.1.1. Como alternativa para a coleta de vestígios, o perito configurou a estação pericial (sistema Linux) com IP 192.168.1.100 e obteve a senha para administração remota (SSH) com o administrador do servidor (inclusive com permissões de root). A estação pericial conta com um disco externo de alta capacidade disponível em /media/hdext.

Considerando que os comandos foram realizados com sucesso, selecione a sentença verdadeira:
Quanto às características dos Modelos de Serviços de Computação em Nuvem, analise os itens a seguir e marque com V se a assertiva for verdadeira e com F se for falsa. Ao final, assinale a opção correspondente.
( ) No modelo Software como Serviço (SaaS – Software as a Service), o consumidor não gerencia nem controla a infraestrutura na nuvem subjacente, incluindo rede, servidores, sistemas operacionais, armazenamento, ou mesmo recursos individuais da aplicação, com a possível exceção de configurações limitadas por usuário.
( ) No modelo Plataforma como Serviço (PaaS – Platform as a Service), o consumidor não gerencia nem controla a infraestrutura na nuvem subjacente incluindo rede, servidores, sistema operacional ou armazenamento, mas tem controle sobre as aplicações instaladas e possivelmente configurações do ambiente de hospedagem de aplicações.
( ) No modelo Infraestrutura como Serviço (IaaS –
Infrastructure as a Service), o consumidor
gerencia e controla a infraestrutura na nuvem
subjacente, além de ter controle sobre os
sistemas operacionais, armazenamento, e
aplicativos instalados.
No contexto de transações em um sistema de banco de dados, informe a alternativa que contém todas as afirmações corretas.
I. O esquema abaixo representa uma anomalia chamada atualização perdida (lost update), onde T1 e T2 representam transações e “A” representa o item de dado.

II. O esquema abaixo representa uma anomalia chamada atualização perdida (lost update), onde T1 e T2 representam transações e “A” representa o item de dado.

III. Uma leitura é dita “suja” (dirty read) quando uma transação lê dados escritos por outra transação que já realizou o “commit”.
IV. Uma escrita é dita “suja” (dirty write) quando ela
ocorre sobre um objeto que foi modificado
anteriormente por uma transação que já realizou
o “commit”.
O objetivo da arquitetura três esquemas é separar as aplicações do usuário do banco de dados físico. Nesta arquitetura, os esquemas podem ser definidos em três níveis: externo, conceitual e interno. Neste contexto, informe a alternativa que contém todas as afirmações corretas.
I. O nível conceitual oculta os detalhes das estruturas de armazenamento físico e se concentra na descrição de entidades, tipos de dados, relacionamentos, operações do usuário e restrições.
II. A independência lógica de dados é a capacidade de alterar o esquema conceitual sem ter que alterar os esquemas externos ou os programas de aplicação.
III. A independência física de dados é a capacidade de alterar o esquema conceitual sem ter que alterar o esquema físico.
IV. O nível externo representa o conjunto dos programas de aplicação que acessam as informações armazenadas no banco de dados.
Considere que o sistema de uma loja possui as tabelas Cliente e Pedido, respectivamente representadas abaixo. Em uma consulta SQL (Structure Query Language), um JOIN da tabela Pedido com a tabela Cliente (pelo atributo IdCliente) retornaria linhas com as colunas IdPedido, IdCliente, DataPedido, IdCliente, NomeCliente, NomeContato e UF. Neste contexto, informe a alternativa que contém todas as afirmações corretas.

I. Um INNER JOIN retornaria duas linhas, ou seja, todas as linhas em há correspondência com o valor do atributo.
II. Um LEFT (OUTER) JOIN retornaria três linhas, ou seja, todas as linhas da tabela Cliente. Quando não houver correspondência com a tabela Pedido, as colunas desta tabela são preenchidas com valor nulo (NULL).
III. Um RIGHT (OUTER) JOIN retornaria três linhas, ou seja, todas as linhas da tabela Pedido. Quando não houver correspondência com a tabela Cliente, as colunas desta tabela são preenchidas com valor nulo (NULL).
IV. Um FULL (OUTER) JOIN retornaria quatro linhas, ou seja, todas as linhas que estão em Pedido e
todas as linhas que estão em Cliente. Quando
não houver correspondência com a tabela
Cliente, as colunas desta tabela são preenchidas com valor nulo (NULL). Quando não houver
correspondência com a tabela Pedido, as colunas
desta tabela são preenchidas com valor nulo
(NULL).