Questões de Concurso Para analista administrativo

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Q1858571 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

A crônica em sua função

   A palavra crônica é conhecida e designa um gênero de texto. Vem por vezes acompanhada de adjetivo: política, esportiva, social, policial etc. Se vier desacompanhada de qualquer qualificativo, é porque ela serve a um cronista não especializado, um escritor de linguagem cativante que pode falar de qualquer coisa que desperte o interesse do leitor. Não há jornal ou revista que dispense esse tipo de cronista. Que função terá essa modalidade de crônica, livre que está para abordar não importa o que seja?
     Quando, ao ler um jornal, nos detemos nela, é porque sabemos que a mão do escritor, com leveza de estilo, com algum humor, com um mínimo de sabedoria e perspicácia, nos conduzirá por um texto que nos poupa da gravidade dos grandes assuntos da política ou da economia e chamará nossa atenção para algum assunto que, não sendo manchete, diz respeito à nossa vida pequenina, ao nosso cotidiano, aos nossos hábitos, aos nossos valores mais íntimos. Uma crônica pode falar de uma dor de dente, de um incidente na praia, de um caso de amor, de uma viagem, de um momento de tédio ou até mesmo da falta de assunto. O importante é que o cronista faça de seu texto um objeto hipnótico, do qual não se consegue tirar os olhos. Para isso, há que haver talento. 
    Entre nós, pontifica até hoje o nome do cronista Rubem Braga (1913-1990). É uma unanimidade: todos o consideram o maior de todos, o mestre do gênero. De fato, Rubem Braga cumpriu com excelência o alcance de um cronista: deu-nos poesia, reflexão, análise, lucidez, ironia, humor − tudo numa linguagem de exemplar clareza e densidade subjetiva. A crônica de Rubem Braga cumpriu à perfeição o papel fundamental desse gênero literário pouco homenageado. Nas palavras do crítico Antonio Candido, uma crônica “pega o miúdo da vida e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas. Isto acontece porque ela não tem a pretensão de durar, uma vez que é filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão depressa”. O crítico não tem dúvida em considerar que as boas crônicas, “por serem leves e acessíveis talvez comuniquem, mais do que poderia fazer um estudo intencional, a visão humana do homem na sua vida de todo dia”. Não é pouca coisa. Vida longa aos bons cronistas. 
(Jeremias Salustiano, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q1858570 Português
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A crônica em sua função

   A palavra crônica é conhecida e designa um gênero de texto. Vem por vezes acompanhada de adjetivo: política, esportiva, social, policial etc. Se vier desacompanhada de qualquer qualificativo, é porque ela serve a um cronista não especializado, um escritor de linguagem cativante que pode falar de qualquer coisa que desperte o interesse do leitor. Não há jornal ou revista que dispense esse tipo de cronista. Que função terá essa modalidade de crônica, livre que está para abordar não importa o que seja?
     Quando, ao ler um jornal, nos detemos nela, é porque sabemos que a mão do escritor, com leveza de estilo, com algum humor, com um mínimo de sabedoria e perspicácia, nos conduzirá por um texto que nos poupa da gravidade dos grandes assuntos da política ou da economia e chamará nossa atenção para algum assunto que, não sendo manchete, diz respeito à nossa vida pequenina, ao nosso cotidiano, aos nossos hábitos, aos nossos valores mais íntimos. Uma crônica pode falar de uma dor de dente, de um incidente na praia, de um caso de amor, de uma viagem, de um momento de tédio ou até mesmo da falta de assunto. O importante é que o cronista faça de seu texto um objeto hipnótico, do qual não se consegue tirar os olhos. Para isso, há que haver talento. 
    Entre nós, pontifica até hoje o nome do cronista Rubem Braga (1913-1990). É uma unanimidade: todos o consideram o maior de todos, o mestre do gênero. De fato, Rubem Braga cumpriu com excelência o alcance de um cronista: deu-nos poesia, reflexão, análise, lucidez, ironia, humor − tudo numa linguagem de exemplar clareza e densidade subjetiva. A crônica de Rubem Braga cumpriu à perfeição o papel fundamental desse gênero literário pouco homenageado. Nas palavras do crítico Antonio Candido, uma crônica “pega o miúdo da vida e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas. Isto acontece porque ela não tem a pretensão de durar, uma vez que é filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão depressa”. O crítico não tem dúvida em considerar que as boas crônicas, “por serem leves e acessíveis talvez comuniquem, mais do que poderia fazer um estudo intencional, a visão humana do homem na sua vida de todo dia”. Não é pouca coisa. Vida longa aos bons cronistas. 
(Jeremias Salustiano, inédito)
No terceiro parágrafo do texto, verificam-se estas duas preocupações essenciais:
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Q1858569 Português
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A crônica em sua função

   A palavra crônica é conhecida e designa um gênero de texto. Vem por vezes acompanhada de adjetivo: política, esportiva, social, policial etc. Se vier desacompanhada de qualquer qualificativo, é porque ela serve a um cronista não especializado, um escritor de linguagem cativante que pode falar de qualquer coisa que desperte o interesse do leitor. Não há jornal ou revista que dispense esse tipo de cronista. Que função terá essa modalidade de crônica, livre que está para abordar não importa o que seja?
     Quando, ao ler um jornal, nos detemos nela, é porque sabemos que a mão do escritor, com leveza de estilo, com algum humor, com um mínimo de sabedoria e perspicácia, nos conduzirá por um texto que nos poupa da gravidade dos grandes assuntos da política ou da economia e chamará nossa atenção para algum assunto que, não sendo manchete, diz respeito à nossa vida pequenina, ao nosso cotidiano, aos nossos hábitos, aos nossos valores mais íntimos. Uma crônica pode falar de uma dor de dente, de um incidente na praia, de um caso de amor, de uma viagem, de um momento de tédio ou até mesmo da falta de assunto. O importante é que o cronista faça de seu texto um objeto hipnótico, do qual não se consegue tirar os olhos. Para isso, há que haver talento. 
    Entre nós, pontifica até hoje o nome do cronista Rubem Braga (1913-1990). É uma unanimidade: todos o consideram o maior de todos, o mestre do gênero. De fato, Rubem Braga cumpriu com excelência o alcance de um cronista: deu-nos poesia, reflexão, análise, lucidez, ironia, humor − tudo numa linguagem de exemplar clareza e densidade subjetiva. A crônica de Rubem Braga cumpriu à perfeição o papel fundamental desse gênero literário pouco homenageado. Nas palavras do crítico Antonio Candido, uma crônica “pega o miúdo da vida e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas. Isto acontece porque ela não tem a pretensão de durar, uma vez que é filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão depressa”. O crítico não tem dúvida em considerar que as boas crônicas, “por serem leves e acessíveis talvez comuniquem, mais do que poderia fazer um estudo intencional, a visão humana do homem na sua vida de todo dia”. Não é pouca coisa. Vida longa aos bons cronistas. 
(Jeremias Salustiano, inédito)
No segundo parágrafo do texto, considera-se que na crônica de um autor talentoso
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Q1858568 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

A crônica em sua função

   A palavra crônica é conhecida e designa um gênero de texto. Vem por vezes acompanhada de adjetivo: política, esportiva, social, policial etc. Se vier desacompanhada de qualquer qualificativo, é porque ela serve a um cronista não especializado, um escritor de linguagem cativante que pode falar de qualquer coisa que desperte o interesse do leitor. Não há jornal ou revista que dispense esse tipo de cronista. Que função terá essa modalidade de crônica, livre que está para abordar não importa o que seja?
     Quando, ao ler um jornal, nos detemos nela, é porque sabemos que a mão do escritor, com leveza de estilo, com algum humor, com um mínimo de sabedoria e perspicácia, nos conduzirá por um texto que nos poupa da gravidade dos grandes assuntos da política ou da economia e chamará nossa atenção para algum assunto que, não sendo manchete, diz respeito à nossa vida pequenina, ao nosso cotidiano, aos nossos hábitos, aos nossos valores mais íntimos. Uma crônica pode falar de uma dor de dente, de um incidente na praia, de um caso de amor, de uma viagem, de um momento de tédio ou até mesmo da falta de assunto. O importante é que o cronista faça de seu texto um objeto hipnótico, do qual não se consegue tirar os olhos. Para isso, há que haver talento. 
    Entre nós, pontifica até hoje o nome do cronista Rubem Braga (1913-1990). É uma unanimidade: todos o consideram o maior de todos, o mestre do gênero. De fato, Rubem Braga cumpriu com excelência o alcance de um cronista: deu-nos poesia, reflexão, análise, lucidez, ironia, humor − tudo numa linguagem de exemplar clareza e densidade subjetiva. A crônica de Rubem Braga cumpriu à perfeição o papel fundamental desse gênero literário pouco homenageado. Nas palavras do crítico Antonio Candido, uma crônica “pega o miúdo da vida e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas. Isto acontece porque ela não tem a pretensão de durar, uma vez que é filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão depressa”. O crítico não tem dúvida em considerar que as boas crônicas, “por serem leves e acessíveis talvez comuniquem, mais do que poderia fazer um estudo intencional, a visão humana do homem na sua vida de todo dia”. Não é pouca coisa. Vida longa aos bons cronistas. 
(Jeremias Salustiano, inédito)
No primeiro parágrafo do texto, informa-se que a crônica
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Q1854978 Noções de Informática
O tráfego de dados na Internet é composto por uma grande diversidade de elementos, tais como textos, figuras, vídeos, mensagens de voz, arquivos de dados e documentos. Dependendo da atividade, itens sensíveis como senhas e informações bancárias também passam pelos meios físicos de comunicação.
Para evitar que o tráfego seja interceptado por estranhos, e tornar mais segura a movimentação de dados, os procedimentos de segurança baseiam-se principalmente:
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Q1854977 Noções de Informática
Carlos renovou uma foto em sua página na Internet, mas o Google Chrome continua mostrando a imagem anterior quando essa página é aberta.
Para evitar que a versão de alguma página seja exibida numa versão ultrapassada, Carlos deve abrir as configurações do Chrome e “limpar”: 
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Q1854976 Noções de Informática
Marcos precisa ativar rapidamente o Bluetooth de seu computador por meio do Windows 10.
Na tela de configurações, Marcos deve abrir a configuração de:
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Q1854975 Noções de Informática
Na busca avançada do MS Word, é possível realizar operações que localizem trechos com grafias diversas num único comando de busca. Por exemplo, localizar tanto a palavra laser como a palavra lazer.
Na interface do Word, essa possibilidade decorre do uso do que é conhecido como:
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Q1854973 Noções de Informática
Mateus trabalha numa planilha MS Excel 2010 BR que será preenchida por outras pessoas do seu departamento. Nessa planilha, a coluna K armazena um código cujos valores podem ser, somente, 111, 112, 201, 203 e 204.
Para garantir que essa coluna seja preenchida corretamente, Mateus pode, por meio da guia Dados, utilizar o recurso:
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Q1854970 Administração Pública
A evolução da administração pública brasileira pode ser compreendida por intermédio de diferentes paradigmas. Relacione as características a seguir com os paradigmas correspondentes.

I. Direito Administrativo e Administração Pública são equivalentes
II. Ênfase na mobilização social
III. Racionalização dos procedimentos
IV. Capacidade política aliada à competência técnica

A. Paradigma da Administração Pública como Ciência Política
B. Paradigma da Administração Pública como Ciência Jurídica
C. Paradigma da Administração Pública como Administração Pública
D. Paradigma da Administração Pública como Ciência Administrativa

A relação correta é:
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Q1854968 Administração Pública
O conceito de política pública modificou-se ao longo das últimas décadas. Atualmente considera-se que as políticas públicas têm uma natureza bastante complexa e controversa. O ciclo clássico de políticas públicas que englobava três etapas foi ampliado, no sentido de se compreender melhor seu processo.
Considerando essa nova perspectiva, as fases e a respectiva ordem de desenvolvimento das políticas públicas são:
Alternativas
Q1854967 Legislação Estadual
A Constituição do Estado de Sergipe estabelece que o governador deverá remeter à Assembleia Legislativa, por ocasião da abertura da sessão legislativa, uma peça de planejamento expondo a situação do Estado e solicitando as providências que julgar necessárias.
Essa peça é denominada: 
Alternativas
Q1854966 Gerência de Projetos
A ação pública desenvolve-se por intermédio de políticas, programas, projetos e atividades.
Os projetos são: 
Alternativas
Q1854965 Administração Pública

O planejamento público envolve duas dimensões.


São elas:

Alternativas
Q1854964 Administração Pública
É possível identificar três modelos na administração pública brasileira: patrimonialista, burocrático e gerencial.
A ideia de profissionalização, carreiras estruturadas, hierarquia funcional e impessoalidade são características do(s) modelo(s): 
Alternativas
Q1854963 Gerência de Projetos
Uma empreiteira implementa projeto de construção de novo shopping na cidade de Aracaju, na orla da praia de Atalaia. Para aproveitar a vista da praia, a empresa optou por desenvolver uma edificação apenas com vidraças espelhadas, permitindo a visualização de toda a orla pelos frequentadores do shopping.
No atual momento, o projeto encontra-se na etapa de seu ciclo de vida em que os custos de mudança são altos e os riscos baixos.
É correto afirmar, portanto, que esse projeto se encontra na etapa de:
Alternativas
Q1854962 Gestão de Pessoas
Em 0I/20I8, o então Ministério da Fazenda editou a Resolução CGEP nº 0I, tratando da estão por Competências no seu contexto, seguindo prática bastante difundida no setor público. Sobre o tema da gestão por competências, relacione a seguir os exemplos de competências com as respectivas denominações. I. Nicolas é professor e possui amplo conhecimento teórico. II. Altair é pedreiro, sendo especialista na construção de casas. III. Bernardo é um estagiário extremamente proativo, antecipando-se sempre aos pedidos de seus supervisores.
A. conhecimento B. técnicas C. atitude
A relação que melhor define cada competência é:
Alternativas
Q1854961 Administração Geral
Um funcionário que trabalha no chão de fábrica de uma montadora, responsável apenas por questões rotineiras e repetitivas, realiza decisões do tipo:
Alternativas
Q1854960 Administração Geral
O Balanced Scorecard é uma metodologia de gestão que busca descrever e traduzir a estratégia da organização por meio de diferentes perspectivas, integradas e relacionadas.
Sobre o Balanced Scorecard, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1854959 Administração Geral
O tipo de liderança praticado pelo líder que centraliza toda a tomada de decisões e impõe suas ordens e diretrizes sem participação do grupo é o:
Alternativas
Respostas
8081: B
8082: A
8083: C
8084: D
8085: B
8086: B
8087: B
8088: B
8089: E
8090: A
8091: C
8092: D
8093: C
8094: A
8095: C
8096: E
8097: A
8098: C
8099: D
8100: D