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Q726338 Português

Pesquisa: 37% dos obesos atribuem sobrepeso ao estresse

Luana Almeida


      Considerado o grande mal do século, o estresse, atualmente, é apontado pela comunidade médica como o grande causador de doenças graves, como depressão, alergias, infecções, asma, bronquite, gastrite e câncer.

      Em levantamento comportamental realizado pela agência de pesquisa Resulta CNP para a empresa farmacêutica Allergan/Divisão Health, o estresse aparece também como o grande inimigo de quem está acima do peso.

      A pesquisa, realizada por meio de entrevistas com mil pessoas de cinco cidades brasileiras - Salvador, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia -, revelou que o estresse foi o maior influenciador do sobrepeso e obesidade em 37% dos entrevistados.

      Nesse universo, as mulheres foram as que mais relacionaram o estresse ao ganho de peso (37,6%). Em porcentagem um pouco menor, aparecem os homens, com 35,8% das respostas.

      De acordo com a psicóloga especializada em terapia cognitiva comportamental pela Universidade de São Paulo (USP) e em transtornos alimentares pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Marilice Rubbo de Carvalho, o estresse configura-se, hoje, não apenas como o causador do sobrepeso, mas como um dos maiores agravantes do quadro da obesidade.

      “Poucas pessoas sabem, mas o estresse tem ligação direta com a ansiedade. Por conta da correria e das dificuldades diárias, as pessoas ficam mais ansiosas, e muitas têm no hábito de comer uma forma de fuga. Por isso, acabam comendo muito e de forma equivocada, o que contribui para o aumento de peso, que, muitas vezes, foge do controle até alcançar a obesidade”, explicou.

      Na opinião da psicóloga, a relação psicossocial dos indivíduos com o problema se entrelaça, também, para a dificuldade na adesão de um tratamento efetivo, eficaz e de longo prazo.

      “A motivação para um tratamento é algo que oscila, sobretudo em pacientes com alto grau de estresse. As pessoas estressadas costumam transformar a satisfação em constante irritação. Isso dificulta na progressão de uma reeducação alimentar ou de uma regularidade nos exercícios físicos, primordiais no tratamento da obesidade”, disse.

      Trabalho - No levantamento, 25% dos entrevistados apontaram, também, o trabalho como causador do ganho de peso. Nesse caso, os homens são maioria, com 34%. Já as mulheres chegam apenas a 15%.

      Para a nutricionista Valéria Soares, dificuldades no emprego, além da relação difícil com colegas de trabalho e chefia têm relação com o desencadeamento do estresse, consequentemente, com um aumento gradativo de peso.

      Foi justamente o estresse, aliado a exaustiva carga horária do trabalho, o responsável por grandes mudanças na vida da empresária Marta Oliveira Santos, 37.

      Em janeiro de 2007, Marta foi surpreendida por dores na coluna que o levaram ao internamento por seis vezes. Na época, a empresária chegava a trabalhar 16 horas por dia.

      Após realizar uma série de exames e passar por quase uma dezena de médicos e se deparar com diagnósticos imprecisos, Marta decidiu procurar um psiquiatra, que concluiu que a empresária apresentava sintomas de estresse.

      A partir daí, a empresária, que pesava 68 quilos e se considerava “sarada”, ganhou cerca de 30 quilos em apenas sete meses. “Como sentia muitas dores, comecei a comer como forma de compensar o sofrimento. Comecei a ganhar peso de forma desenfreada e abandonei o tratamento, pois acreditava que os calmantes eram os responsáveis por me tornar obesa e compulsiva”, disse.

      Após dois anos lutando contra a balança e alternando dietas mirabolantes, Marta retomou o tratamento psiquiátrico e incorporou na sua rotina exercícios físicos, massagens relaxantes e ioga. Dessa forma, conseguiu emagrecer 22 quilos e, hoje, diz estar satisfeita com seu corpo.

      “Hoje, me sinto melhor e mais saudável. Reduzi minhas horas de trabalho e faço exercícios. Hoje, sou mais calma, mais feliz com minhas novas atribuições”, contou.

                                     Fonte: http://atarde.uol.com.br/materias/imprimir/1516614

Em “Nesse universo, as mulheres foram as que mais relacionaram o estresse ao ganho de peso (37,6%)”, a expressão em destaque
Alternativas
Q726337 Português

Pesquisa: 37% dos obesos atribuem sobrepeso ao estresse

Luana Almeida


      Considerado o grande mal do século, o estresse, atualmente, é apontado pela comunidade médica como o grande causador de doenças graves, como depressão, alergias, infecções, asma, bronquite, gastrite e câncer.

      Em levantamento comportamental realizado pela agência de pesquisa Resulta CNP para a empresa farmacêutica Allergan/Divisão Health, o estresse aparece também como o grande inimigo de quem está acima do peso.

      A pesquisa, realizada por meio de entrevistas com mil pessoas de cinco cidades brasileiras - Salvador, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia -, revelou que o estresse foi o maior influenciador do sobrepeso e obesidade em 37% dos entrevistados.

      Nesse universo, as mulheres foram as que mais relacionaram o estresse ao ganho de peso (37,6%). Em porcentagem um pouco menor, aparecem os homens, com 35,8% das respostas.

      De acordo com a psicóloga especializada em terapia cognitiva comportamental pela Universidade de São Paulo (USP) e em transtornos alimentares pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Marilice Rubbo de Carvalho, o estresse configura-se, hoje, não apenas como o causador do sobrepeso, mas como um dos maiores agravantes do quadro da obesidade.

      “Poucas pessoas sabem, mas o estresse tem ligação direta com a ansiedade. Por conta da correria e das dificuldades diárias, as pessoas ficam mais ansiosas, e muitas têm no hábito de comer uma forma de fuga. Por isso, acabam comendo muito e de forma equivocada, o que contribui para o aumento de peso, que, muitas vezes, foge do controle até alcançar a obesidade”, explicou.

      Na opinião da psicóloga, a relação psicossocial dos indivíduos com o problema se entrelaça, também, para a dificuldade na adesão de um tratamento efetivo, eficaz e de longo prazo.

      “A motivação para um tratamento é algo que oscila, sobretudo em pacientes com alto grau de estresse. As pessoas estressadas costumam transformar a satisfação em constante irritação. Isso dificulta na progressão de uma reeducação alimentar ou de uma regularidade nos exercícios físicos, primordiais no tratamento da obesidade”, disse.

      Trabalho - No levantamento, 25% dos entrevistados apontaram, também, o trabalho como causador do ganho de peso. Nesse caso, os homens são maioria, com 34%. Já as mulheres chegam apenas a 15%.

      Para a nutricionista Valéria Soares, dificuldades no emprego, além da relação difícil com colegas de trabalho e chefia têm relação com o desencadeamento do estresse, consequentemente, com um aumento gradativo de peso.

      Foi justamente o estresse, aliado a exaustiva carga horária do trabalho, o responsável por grandes mudanças na vida da empresária Marta Oliveira Santos, 37.

      Em janeiro de 2007, Marta foi surpreendida por dores na coluna que o levaram ao internamento por seis vezes. Na época, a empresária chegava a trabalhar 16 horas por dia.

      Após realizar uma série de exames e passar por quase uma dezena de médicos e se deparar com diagnósticos imprecisos, Marta decidiu procurar um psiquiatra, que concluiu que a empresária apresentava sintomas de estresse.

      A partir daí, a empresária, que pesava 68 quilos e se considerava “sarada”, ganhou cerca de 30 quilos em apenas sete meses. “Como sentia muitas dores, comecei a comer como forma de compensar o sofrimento. Comecei a ganhar peso de forma desenfreada e abandonei o tratamento, pois acreditava que os calmantes eram os responsáveis por me tornar obesa e compulsiva”, disse.

      Após dois anos lutando contra a balança e alternando dietas mirabolantes, Marta retomou o tratamento psiquiátrico e incorporou na sua rotina exercícios físicos, massagens relaxantes e ioga. Dessa forma, conseguiu emagrecer 22 quilos e, hoje, diz estar satisfeita com seu corpo.

      “Hoje, me sinto melhor e mais saudável. Reduzi minhas horas de trabalho e faço exercícios. Hoje, sou mais calma, mais feliz com minhas novas atribuições”, contou.

                                     Fonte: http://atarde.uol.com.br/materias/imprimir/1516614

De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que,
Alternativas
Q697726 Segurança e Saúde no Trabalho
Analisando um ambiente hospitalar, em relação às medidas de proteção a serem adotadas, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-32, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q697725 Segurança e Saúde no Trabalho

Analisando um ambiente hospitalar, qual cor deve ser usada para montagem do mapa de risco, para os seguintes ambientes, de acordo com a Norma Regulamentadora NR- 26 – Sinalização de Segurança?


1. Extintores e sua localização.

2. Corrimões.

3. Localização de EPI, caixa contendo EPI.

4. Portas que dão acesso aonde se manipulam materiais radioativos.

5. Canalizações de ar comprimido.

Alternativas
Q697724 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre riscos químicos em serviços de saúde, conforme Norma Regulamentadora NR-32, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q697723 Segurança e Saúde no Trabalho
Um funcionário que laborava no setor de manutenção de um grande hospital sofreu um acidente de trabalho sendo afastado de suas atividades por um período de 01(um) ano, retornando após esse período a suas atividades normais. De acordo com a Norma Regulamentadora NR-07, qual exame médico será obrigatório?
Alternativas
Q697722 Segurança e Saúde no Trabalho
Com base na Norma Regulamentadora NR-05 – CIPA – Comissão Interna de Prevenção de acidentes, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q697721 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma funcionária trabalha em um laboratório de um grande hospital. De acordo com a Norma Regulamentadora NR-17 – ergonomia, quais são as condições recomendadas de conforto para sua atividade?
Alternativas
Q697720 Segurança e Saúde no Trabalho
Nos termos da Norma Regulamentadora NR- 15, no exercício de trabalho em condições de insalubridade incide, sobre o salário mínimo da região, o adicional, sendo a % em relação ao grau. Desta forma, qual é a correta relação % e grau?
Alternativas
Q697719 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador do setor de manutenção de um hospital trabalha por 08(oito) horas diárias. Em uma avaliação de ruído, foi constatada a exposição a ruído contínuo de 95dba por 03(três) horas diárias e de 80dba por 05 (cinco) horas diárias. Tal trabalhador não utilizava EPI – Equipamento de Proteção Individual. De acordo com a Norma Regulamentadora NR- 15, este funcionário
Alternativas
Q697718 Segurança e Saúde no Trabalho

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.


Nos termos da Norma Regulamentadora NR-26 – sinalização de segurança, a palavra de advertência “CUIDADO” é usada para substâncias que apresentam risco ________, a palavra “ATENÇÃO” é usada para substâncias que apresentam risco____ e a palavra “PERIGO” é usada para substâncias que apresentam risco_________.

Alternativas
Q697717 Segurança e Saúde no Trabalho
Nos termos da Norma Regulamentadora NR- 09 – PPRA (Programa de Prevenção de riscos ambientais), é correto afirmar que
Alternativas
Q697716 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Norma Regulamentadora NR-9, quais são os riscos ambientais?
Alternativas
Q697715 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Norma Regulamentadora NR-8 – Edificações –, a respeito da circulação, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q697714 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Norma Regulamentadora NR-23 – proteção contra incêndios –, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q697713 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinale a alternativa correta sobre resíduos, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-32.
Alternativas
Q697712 Segurança e Saúde no Trabalho

Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.

Nos termos da NR-32, cada trabalhador da instalação radiativa deve ter prontuário clínico individual atualizado, o qual deve ser conservado por ________anos após o término de sua ocupação.

Alternativas
Q697711 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre serviço de medicina nuclear, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-32, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q697710 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre EPI – Equipamento de Proteção Individual –, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-06, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q697709 Segurança e Saúde no Trabalho
Considerando o IBUTG médio de 28,50 para atividade de cozinheira em um grande hospital, com base nos quadros nº 2 e nº 3 da Norma regulamentadora NR-15 – Anexo nº 3 a seguir, sendo a atividade de cozinheira considerada trabalho moderado, de pé; trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. A atividade de cozinheira, devido ao stress térmico
Imagem associada para resolução da questão Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Respostas
8541: E
8542: B
8543: A
8544: D
8545: C
8546: C
8547: E
8548: A
8549: A
8550: B
8551: A
8552: B
8553: C
8554: A
8555: E
8556: E
8557: D
8558: B
8559: C
8560: E