Questões de Concurso Para psicólogo

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Q4123650 Português
“João Manuel voltou à cadeira. Tentava pôr a cabeça no lugar, procurar um meio de sair daquela situação. Se fosse no folhetim, era só armar um assassinato ou uma morte acidental, mas, na vida fora do papel, as pessoas geralmente teimam em não morrer quando a gente precisa que elas desapareçam, o que torna o convívio muito mais difícil”. (Trecho de “O Falso Francês”, de Ítalo Damasceno).  
No período "Tentava pôr a cabeça no lugar, procurar um meio de sair daquela situação", a expressão destacada foi empregada em sentido:  
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Q4123649 Português
“João Manuel voltou à cadeira. Tentava pôr a cabeça no lugar, procurar um meio de sair daquela situação. Se fosse no folhetim, era só armar um assassinato ou uma morte acidental, mas, na vida fora do papel, as pessoas geralmente teimam em não morrer quando a gente precisa que elas desapareçam, o que torna o convívio muito mais difícil”. (Trecho de “O Falso Francês”, de Ítalo Damasceno).  
A forma verbal "desapareçam", empregada no trecho "que elas desapareçam", encontra-se no:  
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Q4123648 Português
“João Manuel voltou à cadeira. Tentava pôr a cabeça no lugar, procurar um meio de sair daquela situação. Se fosse no folhetim, era só armar um assassinato ou uma morte acidental, mas, na vida fora do papel, as pessoas geralmente teimam em não morrer quando a gente precisa que elas desapareçam, o que torna o convívio muito mais difícil”. (Trecho de “O Falso Francês”, de Ítalo Damasceno).  
Pode-se identificar no fragmento um pressuposto segundo o qual:  
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Q4123647 Português

A ÂNSIA DE TER E O TÉDIO DE POSSUIR: UMA REFLEXÃO PSICOLÓGICA À LUZ DO PÊNDULO DE SCHOPENHAUER  


A vida humana, em muitos momentos, parece girar em torno da busca por algo que ainda não temos. Seja um novo relacionamento, um bem material, uma conquista profissional ou um reconhecimento social, parece que estamos constantemente impulsionados a preencher um vazio interno com algo externo. Porém, curiosamente, após a conquista, aquilo que antes nos inflamava de desejo pode rapidamente se transformar em indiferença ou até mesmo em tédio. 

Essa dinâmica — a ânsia de ter e o tédio de possuir — é um fenômeno psíquico profundo e recorrente, que merece uma análise cuidadosa, tanto sob a perspectiva filosófica quanto psicológica. 

Arthur Schopenhauer, filósofo do século XIX, trouxe uma contribuição fundamental para essa compreensão através da metáfora do pêndulo. Segundo ele, a vida oscila incessantemente entre a dor e o tédio: a dor do desejo não satisfeito e o tédio que sucede a satisfação. Em suas palavras:

“A vida oscila como um pêndulo, para trás e para frente, entre a dor e o tédio, esses dois elementos que, em última instância, a constituem.” (Schopenhauer, 1818/2005, O Mundo como Vontade e Representação)

No campo da psicologia, especialmente nas abordagens cognitivas e emocionais, podemos interpretar essa oscilação como uma manifestação do funcionamento da mente diante da expectativa e da frustração.  

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que as crenças centrais moldam os desejos e expectativas das pessoas. A ideia de que “preciso ter para ser feliz” é uma distorção cognitiva muito comum. Quando internalizamos que nossa realização pessoal depende da obtenção de algo externo, criamos uma condição para que a ânsia surja com força.

Essa ânsia, por vezes, é confundida com motivação, mas, na prática clínica, percebemos que ela tende a gerar um ciclo de frustração e descontentamento. O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes.

Após a conquista, o sistema de recompensa do cérebro (especialmente associado à dopamina) rapidamente se acomoda. Aquilo que antes era excitante perde a novidade e, com ela, a capacidade de gerar prazer sustentado. Surge então o tédio, que pode ser interpretado como a percepção de um vazio interno não preenchido, agora mais evidente porque o “preenchimento” que idealizamos não se mostrou suficiente.

Em Terapia do Esquema (Young, 2003), o tédio pode ser associado a esquemas de privação emocional, onde o indivíduo sente que suas necessidades básicas de conexão, estabilidade e significado não são atendidas — independentemente das conquistas externas.  

Não há nada de “errado” em desejar ou buscar objetivos. A ânsia e o tédio apenas nos sinalizam que precisamos olhar com mais profundidade para dentro de nós mesmos. Muitas vezes, a busca externa é uma tentativa de compensar necessidades internas não reconhecidas.

Uma abordagem baseada na Terapia Focada nas Emoções (Greenberg, 2010) sugeriria acolher essas emoções sem julgamento. O tédio, por exemplo, pode ser um convite para refletirmos sobre nossos valores mais autênticos — aquilo que realmente dá sentido às nossas vidas, para além do ter.

Aprender a tolerar o vazio, a desacelerar o pêndulo, é um processo terapêutico de grande valor. Significa ensinar nossos pacientes (e a nós mesmos) a viver mais em contato com a experiência presente, aceitando as emoções transitórias, e buscando uma vida orientada por significado e propósito, em vez de apenas pela obtenção.

Schopenhauer nos oferece um olhar cru sobre a condição humana — e, paradoxalmente, essa crueza pode nos libertar. Compreender que a ânsia e o tédio são movimentos naturais da existência pode nos ajudar a viver com mais leveza, sem expectativas ilusórias. A psicologia moderna, com suas diversas abordagens, nos convida a acolher esses movimentos internos com mais consciência, compaixão e responsabilidade.

A vida continuará a oscilar, como um pêndulo. Mas a forma como nos relacionamos com esse movimento pode fazer toda a diferença.

(ADAPTADO. Autor: LEANDRO MARQUES DA ROCHA. Publicado em 18/06/2025. Disponível em https://mrochapsico.com.br/blog/a-ansia-de-ter-e-o-tedio-de-possuir-uma-reflexaopsicologica-a-luz-do-pendulo-de-schopenhauer/)

 A leitura global do texto permite concluir que a posição assumida pelo autor em relação à ânsia de possuir e ao tédio decorrente da posse é a de que: 
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Q4123646 Português

A ÂNSIA DE TER E O TÉDIO DE POSSUIR: UMA REFLEXÃO PSICOLÓGICA À LUZ DO PÊNDULO DE SCHOPENHAUER  


A vida humana, em muitos momentos, parece girar em torno da busca por algo que ainda não temos. Seja um novo relacionamento, um bem material, uma conquista profissional ou um reconhecimento social, parece que estamos constantemente impulsionados a preencher um vazio interno com algo externo. Porém, curiosamente, após a conquista, aquilo que antes nos inflamava de desejo pode rapidamente se transformar em indiferença ou até mesmo em tédio. 

Essa dinâmica — a ânsia de ter e o tédio de possuir — é um fenômeno psíquico profundo e recorrente, que merece uma análise cuidadosa, tanto sob a perspectiva filosófica quanto psicológica. 

Arthur Schopenhauer, filósofo do século XIX, trouxe uma contribuição fundamental para essa compreensão através da metáfora do pêndulo. Segundo ele, a vida oscila incessantemente entre a dor e o tédio: a dor do desejo não satisfeito e o tédio que sucede a satisfação. Em suas palavras:

“A vida oscila como um pêndulo, para trás e para frente, entre a dor e o tédio, esses dois elementos que, em última instância, a constituem.” (Schopenhauer, 1818/2005, O Mundo como Vontade e Representação)

No campo da psicologia, especialmente nas abordagens cognitivas e emocionais, podemos interpretar essa oscilação como uma manifestação do funcionamento da mente diante da expectativa e da frustração.  

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que as crenças centrais moldam os desejos e expectativas das pessoas. A ideia de que “preciso ter para ser feliz” é uma distorção cognitiva muito comum. Quando internalizamos que nossa realização pessoal depende da obtenção de algo externo, criamos uma condição para que a ânsia surja com força.

Essa ânsia, por vezes, é confundida com motivação, mas, na prática clínica, percebemos que ela tende a gerar um ciclo de frustração e descontentamento. O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes.

Após a conquista, o sistema de recompensa do cérebro (especialmente associado à dopamina) rapidamente se acomoda. Aquilo que antes era excitante perde a novidade e, com ela, a capacidade de gerar prazer sustentado. Surge então o tédio, que pode ser interpretado como a percepção de um vazio interno não preenchido, agora mais evidente porque o “preenchimento” que idealizamos não se mostrou suficiente.

Em Terapia do Esquema (Young, 2003), o tédio pode ser associado a esquemas de privação emocional, onde o indivíduo sente que suas necessidades básicas de conexão, estabilidade e significado não são atendidas — independentemente das conquistas externas.  

Não há nada de “errado” em desejar ou buscar objetivos. A ânsia e o tédio apenas nos sinalizam que precisamos olhar com mais profundidade para dentro de nós mesmos. Muitas vezes, a busca externa é uma tentativa de compensar necessidades internas não reconhecidas.

Uma abordagem baseada na Terapia Focada nas Emoções (Greenberg, 2010) sugeriria acolher essas emoções sem julgamento. O tédio, por exemplo, pode ser um convite para refletirmos sobre nossos valores mais autênticos — aquilo que realmente dá sentido às nossas vidas, para além do ter.

Aprender a tolerar o vazio, a desacelerar o pêndulo, é um processo terapêutico de grande valor. Significa ensinar nossos pacientes (e a nós mesmos) a viver mais em contato com a experiência presente, aceitando as emoções transitórias, e buscando uma vida orientada por significado e propósito, em vez de apenas pela obtenção.

Schopenhauer nos oferece um olhar cru sobre a condição humana — e, paradoxalmente, essa crueza pode nos libertar. Compreender que a ânsia e o tédio são movimentos naturais da existência pode nos ajudar a viver com mais leveza, sem expectativas ilusórias. A psicologia moderna, com suas diversas abordagens, nos convida a acolher esses movimentos internos com mais consciência, compaixão e responsabilidade.

A vida continuará a oscilar, como um pêndulo. Mas a forma como nos relacionamos com esse movimento pode fazer toda a diferença.

(ADAPTADO. Autor: LEANDRO MARQUES DA ROCHA. Publicado em 18/06/2025. Disponível em https://mrochapsico.com.br/blog/a-ansia-de-ter-e-o-tedio-de-possuir-uma-reflexaopsicologica-a-luz-do-pendulo-de-schopenhauer/)

No trecho “O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes”, o autor defende uma perspectiva segundo a qual:
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Q4123645 Português

A ÂNSIA DE TER E O TÉDIO DE POSSUIR: UMA REFLEXÃO PSICOLÓGICA À LUZ DO PÊNDULO DE SCHOPENHAUER  


A vida humana, em muitos momentos, parece girar em torno da busca por algo que ainda não temos. Seja um novo relacionamento, um bem material, uma conquista profissional ou um reconhecimento social, parece que estamos constantemente impulsionados a preencher um vazio interno com algo externo. Porém, curiosamente, após a conquista, aquilo que antes nos inflamava de desejo pode rapidamente se transformar em indiferença ou até mesmo em tédio. 

Essa dinâmica — a ânsia de ter e o tédio de possuir — é um fenômeno psíquico profundo e recorrente, que merece uma análise cuidadosa, tanto sob a perspectiva filosófica quanto psicológica. 

Arthur Schopenhauer, filósofo do século XIX, trouxe uma contribuição fundamental para essa compreensão através da metáfora do pêndulo. Segundo ele, a vida oscila incessantemente entre a dor e o tédio: a dor do desejo não satisfeito e o tédio que sucede a satisfação. Em suas palavras:

“A vida oscila como um pêndulo, para trás e para frente, entre a dor e o tédio, esses dois elementos que, em última instância, a constituem.” (Schopenhauer, 1818/2005, O Mundo como Vontade e Representação)

No campo da psicologia, especialmente nas abordagens cognitivas e emocionais, podemos interpretar essa oscilação como uma manifestação do funcionamento da mente diante da expectativa e da frustração.  

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que as crenças centrais moldam os desejos e expectativas das pessoas. A ideia de que “preciso ter para ser feliz” é uma distorção cognitiva muito comum. Quando internalizamos que nossa realização pessoal depende da obtenção de algo externo, criamos uma condição para que a ânsia surja com força.

Essa ânsia, por vezes, é confundida com motivação, mas, na prática clínica, percebemos que ela tende a gerar um ciclo de frustração e descontentamento. O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes.

Após a conquista, o sistema de recompensa do cérebro (especialmente associado à dopamina) rapidamente se acomoda. Aquilo que antes era excitante perde a novidade e, com ela, a capacidade de gerar prazer sustentado. Surge então o tédio, que pode ser interpretado como a percepção de um vazio interno não preenchido, agora mais evidente porque o “preenchimento” que idealizamos não se mostrou suficiente.

Em Terapia do Esquema (Young, 2003), o tédio pode ser associado a esquemas de privação emocional, onde o indivíduo sente que suas necessidades básicas de conexão, estabilidade e significado não são atendidas — independentemente das conquistas externas.  

Não há nada de “errado” em desejar ou buscar objetivos. A ânsia e o tédio apenas nos sinalizam que precisamos olhar com mais profundidade para dentro de nós mesmos. Muitas vezes, a busca externa é uma tentativa de compensar necessidades internas não reconhecidas.

Uma abordagem baseada na Terapia Focada nas Emoções (Greenberg, 2010) sugeriria acolher essas emoções sem julgamento. O tédio, por exemplo, pode ser um convite para refletirmos sobre nossos valores mais autênticos — aquilo que realmente dá sentido às nossas vidas, para além do ter.

Aprender a tolerar o vazio, a desacelerar o pêndulo, é um processo terapêutico de grande valor. Significa ensinar nossos pacientes (e a nós mesmos) a viver mais em contato com a experiência presente, aceitando as emoções transitórias, e buscando uma vida orientada por significado e propósito, em vez de apenas pela obtenção.

Schopenhauer nos oferece um olhar cru sobre a condição humana — e, paradoxalmente, essa crueza pode nos libertar. Compreender que a ânsia e o tédio são movimentos naturais da existência pode nos ajudar a viver com mais leveza, sem expectativas ilusórias. A psicologia moderna, com suas diversas abordagens, nos convida a acolher esses movimentos internos com mais consciência, compaixão e responsabilidade.

A vida continuará a oscilar, como um pêndulo. Mas a forma como nos relacionamos com esse movimento pode fazer toda a diferença.

(ADAPTADO. Autor: LEANDRO MARQUES DA ROCHA. Publicado em 18/06/2025. Disponível em https://mrochapsico.com.br/blog/a-ansia-de-ter-e-o-tedio-de-possuir-uma-reflexaopsicologica-a-luz-do-pendulo-de-schopenhauer/)

Ao longo do texto, o autor aproxima a reflexão filosófica de Schopenhauer das contribuições da psicologia contemporânea para explicar um comportamento humano recorrente. Nesse contexto, a metáfora do pêndulo é utilizada para demonstrar que: 
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Q4122347 História e Geografia de Estados e Municípios
Na atualidade, a situação geopolítica de Baturité, no contexto da macrorregião do Maciço, considerando os dados do IPECE (Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará), está assim configurada:
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Q4122334 Legislação Federal
Para os efeitos da Lei nº 12.527/2011 (Lei de acesso à informação), considera-se integridade: 
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Q4122333 Pedagogia
De acordo com o Art. 200 da Lei Orgânica do Município de Baturité, o Conselho Municipal de Educação será composto democraticamente na seguinte proporção: 
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Q4120154 Psicologia
Grandes autores da psicologia apontam que, no contexto da entrevista psicológica, compreende-se que o enquadramento consiste em uma forma de padronizar a situação-estímulo apresentada ao entrevistado. Tal padronização não tem por objetivo eliminar o caráter estimulador da situação, mas sim assegurar que
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Q4120153 Psicologia
A psicoterapia existencial apresenta fundamentos teóricos e metodológicos específicos que a distinguem de outras abordagens psicoterápicas.

Com base nesses fundamentos, é correto afirmar que a psicoterapia existencial
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Q4120152 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Joana obteve judicialmente a guarda de seu sobrinho, uma criança de 7 anos, em razão de situação de vulnerabilidade familiar. Após alguns meses, surgiram indícios de negligência nos cuidados prestados, levando o Conselho Tutelar a comunicar o fato ao Judiciário. Diante disso, foi instaurado procedimento para reavaliação da medida.

Com base na situação hipotética e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assinale a alternativa correta.
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Q4120151 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
À luz do art. 19 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), uma garantia prevista para os filhos nas situações em que a mãe adolescente se encontra em acolhimento institucional é
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Q4120150 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Considerando o Estatuto da Pessoa Idosa, especialmente o art. 10 e seu § 1º, que dispõe sobre o direito à liberdade da pessoa idosa, assinale a alternativa que corretamente expressa uma das dimensões desse direito, conforme previsão legal.
Alternativas
Q4120149 Psicologia
Considerando a abordagem cognitivo-comportamental e a teoria da dissonância cognitiva, entende-se que é possível prever se o indivíduo alterará seu comportamento dependendo 
Alternativas
Q4120148 Legislação Federal
A equipe de saúde mental atende Jorge (nome fictício), 32 anos, em surto psicótico agudo, apresentando comportamento desorganizado e risco potencial para si e para terceiros. Jorge recusa qualquer forma de tratamento e não consente com a internação. Diante da gravidade do quadro, a mãe dele comparece ao serviço e solicita a internação, relatando histórico de agravamento recente e ausência de adesão ao tratamento. O médico psiquiatra, após avaliação clínica detalhada, elabora laudo médico, indicando a necessidade de internação.

Considerando o disposto no art. 6º da Lei nº 10.216/2001, é correto afirmar que se trata de solicitação de
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Q4120147 Psicologia
O movimento da luta antimanicomial no Brasil constitui um dos pilares da Reforma Psiquiátrica.

Sobre esse movimento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4120146 Psicologia
Um psicólogo que atua em uma instituição pública de saúde atende diversos usuários encaminhados pelo serviço. Paralelamente, passa a oferecer atendimento particular em seu consultório e, durante as sessões institucionais, aconselha que alguns pacientes continuem o acompanhamento em seu serviço privado, destacando vantagens, como maior disponibilidade de horários e atenção individualizada.

À luz do Código de Ética Profissional do Psicólogo (art. 2º), tal conduta 
Alternativas
Q4120145 Psicologia
Em um município de médio porte, a equipe de saúde mental identifica que pessoas com transtornos mentais e usuários de álcool e outras drogas apresentam isolamento, recorrentes internações e barreiras à participação social. Como estratégia, a gestão local decide fortalecer dispositivos territoriais criando Centros de Convivência.

Considerando a Portaria no 3.088, de 23 de dezembro de 2011, assinale a alternativa que expressa corretamente a função dos Centros de Convivência nesse contexto.
Alternativas
Q4120144 Psicologia
No contexto do trabalho multiprofissional em saúde, a atuação do psicólogo envolve contribuições específicas para a qualificação do cuidado ofertado.

Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente uma função típica do psicólogo nesse tipo de atuação.
Alternativas
Respostas
2741: C
2742: B
2743: D
2744: A
2745: A
2746: D
2747: D
2748: D
2749: C
2750: D
2751: D
2752: D
2753: A
2754: B
2755: C
2756: E
2757: B
2758: C
2759: E
2760: C