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Por que a borboleta monarca é considerada uma espécie notável?
Identifique a concordância verbal correta na frase:
"A maioria dos estudantes ____ na biblioteca agora."
Assinale a alternativa que preenche a frase corretamente.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as : lacunas das frases a seguir, observando o correto emprego de pronomes.
- Favor, dê-me copo que está na sua mão.
- Pegue cadeira aqui e leve-a para outro lugar.
- Para , trabalhar na prefeitura é muito bom.
- Esse não é um serviço para fazer.
- Não crie mais problemas para ___ter que resolver.
Nova tendência
Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das dez tendências mais importantes do futuro pela revista "Time."
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquinas de lavar, quartos em casas.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso; as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas; e, por fim, existe a preocupação com o meio ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Ela vai contra essa obsessão histérica pelo consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está se tornando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro O que é meu é seu, que está se tornando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
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Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das dez tendências mais importantes do futuro pela revista "Time."
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquinas de lavar, quartos em casas.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso; as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas; e, por fim, existe a preocupação com o meio ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Ela vai contra essa obsessão histérica pelo consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está se tornando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro O que é meu é seu, que está se tornando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
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Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das dez tendências mais importantes do futuro pela revista "Time."
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquinas de lavar, quartos em casas.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso; as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas; e, por fim, existe a preocupação com o meio ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Ela vai contra essa obsessão histérica pelo consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está se tornando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro O que é meu é seu, que está se tornando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
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Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das dez tendências mais importantes do futuro pela revista "Time."
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquinas de lavar, quartos em casas.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso; as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas; e, por fim, existe a preocupação com o meio ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
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Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
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Poucas coisas me chamam tanto a atenção aqui nos Estados Unidos quanto o consumo colaborativo. A prática foi considerada, na semana passada, uma das dez tendências mais importantes do futuro pela revista "Time."
Em poucas palavras, o consumo colaborativo é composto por um mercado mundial de trocas e aluguel de tudo o que se possa imaginar: carros, máquinas de lavar, quartos em casas.
Isso é estimulado por algumas razões: a crise deixou as pessoas com menos dinheiro no bolso; as novas tecnologias permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas; e, por fim, existe a preocupação com o meio ambiente (menos consumo, menos pressão ambiental).
Gosto muito da ideia. Ela vai contra essa obsessão histérica pelo consumo. A grande guru desse movimento chama-se Rachel Botsman, formada em Harvard, que mostra, em detalhes, como o consumo colaborativo está se tornando um negócio bilionário e em escala planetária. Ela é autora do livro O que é meu é seu, que está se tornando leitura obrigatória para quem discute os caminhos do consumo e os impactos das novas tecnologias.
Gilberto Dimenstein
www.uol.com.br - 04/04/2015
Numa primeira parada em Cascavel desceram 15 passageiros e subiram outros 11. Em Guarapuava, desceram 8 e subiram outros 6 passageiros. Quantos passageiros havia no veiculo a0 sair de Guarapuava?