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A respeito da sistematização da reanimação neonatal, julgue os seguintes itens.
I Um feto em sofrimento agudo prolongado apresenta na vida intrauterina as seguintes alterações: parada dos movimentos respiratórios, taquicardia, geralmente acima de 180 bpm, e hipertensão arterial.
II A avaliação da eficácia das ações em reanimação neonatal baseia-se em três sinais: respiração, frequência cardíaca e cor.
III Quando um recém-nascido está respirando bem, a sua frequência cardíaca está acima de 100 bpm e ele apresenta cianose central, a intervenção correta é fornecer oxigênio inalatório a 100%, com vazão de 5 L/min.
IV A ação mais importante em um neonato que nasce em apneia, hipotônico e envolvido em mecônio espesso é aspirar prontamente a traqueia por intermédio de uma sonda orogástrica de grosso calibre.
V Balão autoinflável sem reservatório oferece concentrações de oxigênio entre 70% e 90%.
Segundo as normas do programa de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, estão certos apenas os itens
Na sala de parto, um recém-nascido de termo, sem mecônio, foi levado à unidade de reanimação com aquecimento. A equipe neonatal observou que o bebê estava em apneia, flácido e cianótico. O neonato foi posicionado em decúbito dorsal com leve flexão do pescoço, a fim de que fossem aspiradas primeiramente as secreções do nariz e depois as da boca. Concomitantemente, era providenciada a secagem da criança e eram administrados breves piparotes sobre a planta dos pés. Como não foram observados movimentos respiratórios após essas medidas, a equipe decidiu por ventilar com pressão positiva com balão, máscara e oxigênio a 100%. Após 30 segundos, a frequência cardíaca estava em 90 bpm e a criança não respirava. Decidiu-se continuar ventilando a criança através de um tubo orotraqueal e iniciar massagem cardíaca.
Nessa situação, a quantidade de erros de sistematização da reanimação neonatal é igual a
Assinale a opção que corresponde ao diagnóstico mais provável para esse quadro clínico.
O poder de regulação da ANS sobre o setor de planos privados de saúde implica em, entre outras medidas, celebrar termos de compromisso de ajuste de conduta, estabelecer normas para ressarcimento do SUS, e até a liquidação extrajudicial de uma empresa, quando cabível.
Pessoas que sejam proprietárias, administradores ou dirigentes de entidades ou serviços contratados pelo SUS estão impedidas de exercerem cargos de chefia no âmbito do próprio SUS.
Especialmente em relação ao servidor que exerça funções equivalentes às de ACS ou de agente de combate às endemias, o texto constitucional prevê a perda de cargo em caso de descumprimento dos requisitos específicos, fixados em lei, para o seu exercício, além das demais hipóteses previstas em lei para perda de cargo no caso de servidor público estável em geral.
Estão submetidas à regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as empresas que operam planos privados de assistência à saúde, excluídas aquelas do tipo cooperativas médicas e cooperativas odontológicas.
Compete ao Ministério da Educação ordenar a formação dos recursos humanos de todas as áreas, incluindo a área da saúde, podendo, no entanto, sempre que necessário, convocar o SUS para participar e emitir parecer a respeito de cada processo.
A legislação permite, de maneira ampla, que a assistência à saúde seja livre à iniciativa privada, porém estabelece que a contratação de serviços privados de saúde pelo SUS, em caráter complementar, deverá considerar de forma preferencial as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.
A legislação vigente permite aos gestores locais do SUS contratar agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias, desde que aprovados em processos seletivos públicos, salvo em situações especiais dispostas em lei.
O diretor clínico de um hospital privado pode impedir que um paciente seja atendido por seu médico assistente, caso
esse profissional não pertença ao corpo clínico daquele nosocômio.
Oxigenoterapia por via inalatória e derivados ergotamínicos são exemplos de opções terapêuticas usadas no tratamento de uma crise aguda de paciente com diagnóstico de cefaleia em salvas.
O pleno entendimento da fisiopatologia do diagnóstico e do tratamento das doenças possibilita, ao profissional médico, a capacidade e o poder de realizar procedimentos terapêuticos necessários para o paciente, independentemente de seu consentimento e da situação clínica.
Em paciente de 17 anos de idade que se apresenta no prontosocorro após episódio de síncope, com confusão mental, hipotensão arterial grave e má perfusão periférica, cujo eletrocardiograma convencional permita o diagnóstico de taquicardia ventricular polimórfica e sustentada, com frequência cardíaca média de 178 bpm, o tratamento de primeira escolha deve ser a cardioversão elétrica sincronizada.
As evidências recentes têm mostrado que, devido às graves complicações associadas, o uso do balão de Sengstaken Blakemore está absolutamente contraindicado no tratamento de pacientes cirróticos em episódio agudo de sangramento de varizes gastroesofágicas.
A drenagem rápida de volumes maiores do que 1,5 L, durante toracocentese de alívio em um paciente com grande derrame pleural e importante dispneia, pode ocasionar edema pulmonar de reexpansão.
Cumprimentar o paciente carinhosamente, chamando-o pelo nome, constatar e responder a aspectos emocionais e ouvir ativamente são exemplos de funções relacionadas com o estabelecimento de uma boa relação médico-paciente durante a consulta médica.
Ortotanásia pode ser definida como o uso de todos os métodos terapêuticos possíveis e existentes em paciente que sofre doença incurável e em estado agônico, visando prolongar-lhe a vida, sem certeza de sua real eficácia ou da reversibilidade da situação clínica.