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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com os anestésicos locais utilizados em odontologia.
( ) Pacientes com fluxo sanguíneo hepático abaixo do habitual ou função hepática deficiente são incapazes de efetuar a biotransformação dos anestésicos locais do tipo amida em velocidade normal. ( ) Os anestésicos locais do tipo éster são hidrolisados no plasma sanguíneo. ( ) A prilocaína é o único anestésico do tipo amida a possuir um anel tiofeno como radical lipofílico. ( ) Os pacientes com insuficiência renal significativa podem ser incapazes de eliminar do sangue o anestésico local original ou seus principais metabólitos, resultando em um aumento dos níveis sanguíneos desse composto. ( ) O cloridrato de articaína é o único anestésico local do tipo amida amplamente utilizado que também contém um grupamento éster.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Observe a imagem abaixo:

Disponível em: Livro – Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea – Hupp; Ellis; & Tucker. 6ª ed.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a
fratura mandibular da imagem:
Qual dos materiais de moldagem citados abaixo possui excelentes fidelidade e estabilidade dimensional, tempo de vazamento de até 14 dias e não deve ser manipulado com luvas de látex?
Dentre eles, estão:
Sobre a capitação ponderada, é correto afirmar que:
O conceito acima refere-se:
Sobre o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis, é correto afirmar que:
O diagnóstico das deformidades dentofaciais envolve o conhecimento de sinais característicos de cada tipo de deformidade. Em um grande número de pacientes com oclusão de Classe III de Angle, o excesso de mandíbula é erroneamente apontado pela maioria dos pacientes e algumas vezes pelos cirurgiões-dentistas, quando o problema é, na realidade, uma deficiência maxilar. O recuo de mandíbula, nesses casos, pode criar problemas na estética facial, especialmente em pacientes do gênero masculino, e na capacidade respiratória durante o sono.
Qual a explicação para a intercorrência relatada no texto?
Desde que se tem registros a respeito do tratamento de pacientes com deformidades dentofaciais, a atenção ao problema de má oclusão é mais intensa que a atenção à deformidade do esqueleto facial. Diversas técnicas cirúrgicas, equipamentos e materiais têm sido desenvolvidos para facilitar o planejamento e o procedimento de reposicionamento do esqueleto facial na posição desejada.
No plano de tratamento das deformidades dentofaciais,
As infecções odontogênicas que envolvem os seios maxilares se originam das doenças periapicais agudas e das doenças periodontais. Infecção e sinusite também resultam de trauma ou de cirurgias na maxila posterior, incluindo remoção de dentes, alveolectomia, redução de tuberosidade, enxerto para elevação do seio maxilar e colocação de implante, ou outros procedimentos que possam criar uma área de comunicação entre a cavidade oral e o seio maxilar.
Nas patologias associadas ao seio maxilar e cavidade bucal,
A maioria das infecções da região maxilofacial se resolve sem o uso de antibióticos, pois as defesas do hospedeiro são potentes na cabeça e no pescoço devido à abundante vascularização da região. Quando o organismo não pode combater totalmente uma infecção facial, a intervenção cirúrgica proporciona a necessidade de ajuda ou pela remoção do foco de infecção, ou facilitando a drenagem dos produtos acumulados da inflamação, ou ambas. Assim, os antibióticos cumprem uma função coadjuvante no tratamento da maioria das infecções. Entretanto, eles também ajudam a prevenir infecções depois que a contaminação ocorre ou ajudam a interromper o desenvolvimento da infecção se administrados precocemente. Os antibióticos não devem ser usados como substitutos do tratamento cirúrgico, suporte nutricional ou outros tratamentos básicos.
Nesse contexto, nos tratamentos de infecções odontogênicas,
Quando uma infecção resultante da necrose pulpar se estende para além do ápice do dente, o curso patofisiológico do processo infeccioso pode variar, dependendo do número e da virulência dos organismos envolvidos, da resistência do hospedeiro, e da anatomia da área envolvida.
Nesse contexto, quando
Pacientes com doenças hemorrágicas hereditárias normalmente são cientes de seus problemas, permitindo que o médico tome as precauções necessárias antes de qualquer procedimento cirúrgico. Entretanto, em muitos pacientes, o sangramento prolongado após a extração de um dente pode ser a primeira evidência de que uma doença hemorrágica existe. Também há risco de hemorragia quando a anticoagulação terapêutica é realizada em pacientes com implantes trombogênicos, como próteses de válvulas cardíacas; com problemas cardiovasculares trombogênicos, como fibrilação atrial, ou após infarto do miocárdio.
Em casos de pacientes que tomam
Um histórico médico preciso é a informação mais útil que um clínico pode ter enquanto decide se um paciente pode realizar o tratamento dentário planejado de modo seguro. O cirurgião-dentista também deve estar preparado para prever de que modo um problema médico pode alterar a resposta do paciente em relação aos agentes anestésicos necessários e à cirurgia. Se o histórico for obtido com sucesso, o exame físico e a avaliação laboratorial de um paciente geralmente desempenham papéis secundários na avaliação pré-operatória.
Tendo em vista a condição sistêmica e sua influência nas decisões clínicas, para o pré-operatório de um paciente deve-se considerar que: