Questões de Concurso
Para engenheiro júnior - civil
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Memórias Póstumas de Brás Cubas

ASSIS, M. de. Memórias Póstumas de Brás Cubas; IN:
CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

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CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

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CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

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CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

ASSIS, M. de. Memórias Póstumas de Brás Cubas; IN:
CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Os sinais de pontuação contribuem para a construção dos sentidos dos textos.
No fragmento do texto “Escriturei-me; deram-me um papel que... mas para que o estou a fatigar com isso? Deixe-me ficar com as minhas amofinações” (ℓ. 28-30), as reticências são usadas para demarcar a
Memórias Póstumas de Brás Cubas

ASSIS, M. de. Memórias Póstumas de Brás Cubas; IN:
CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

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CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

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CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
A palavra carcoma foi empregada metaforicamente no trecho “Um dia confessou-me que trazia uma triste carcoma na existência” (ℓ. 7-8).
Um outro exemplo de metáfora empregada no texto é:
Memórias Póstumas de Brás Cubas

ASSIS, M. de. Memórias Póstumas de Brás Cubas; IN:
CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

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CHIARA, A. C. et alli (Orgs.). Machado de Assis para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2008.
Caetano e o ‘mal’ uso da crase
Na terça-feira, Caetano Veloso postou nas redes sociais um vídeo no qual corrige uma frase escrita pelo pessoal que trabalha com ele.
O trecho era este: “Homenagem à Bituca”. Bituca é o apelido do grande Milton Nascimento. No vídeo, Caetano não se limita a dizer que o “a” não deve receber o acento grave (ou acento indicador de crase). O Mestre dá a explicação completa (e perfeita) da questão.
Aproveito o “barulho” que o caso gerou para trocar duas palavras sobre o tema com o caro leitor. Comecemos pela palavra “crase”, que não vem ao mundo como o nome do acento. De origem grega, “crase” significa “fusão, mistura”. Ao pé da letra, pode-se dizer que Coca-Cola com rum ou leite com groselha são casos de crase, já que são fusões.
Em gramática, crase vem a ser a fusão de duas vogais iguais, o que ocorre, por exemplo, na evolução de muitas palavras do latim para o português. Quer um exemplo? O verbo “ler”. Sim, o verbo “ler”. Na evolução do latim para o português, saímos de “legere” e chegamos a “ler”, mas antes passamos por “leer” (que, por sinal, foi a forma que se fixou no espanhol, outra língua neolatina). Na evolução de “leer” para “ler”, as duas vogais se fundiram numa só, o que caracteriza a crase.
Como se vê, pode-se dizer que ocorreu crase na evolução de “legere” para “ler”. Esse caso de crase não é marcado com o acento grave.
Hoje em dia, quando se fala de crase, pensa-se basicamente na fusão da preposição “a” com um segundo “a”, que quase sempre é artigo definido feminino (atenção: “quase sempre” não equivale a “sempre”). Quando se escreve algo como “Você já foi à Bahia?”, por exemplo, emprega-se o acento grave para indicar a crase que de fato ocorre: a preposição “a”, regida pelo verbo “ir” (ir A algum lugar), funde-se com o artigo feminino “a”, exigido por “Bahia” (“Gosto muito dA Bahia”; “Ele mora nA Bahia”).
No caso da construção corrigida por Caetano (“Homenagem à Bituca”), é óbvio que o acento indicador de crase é mais do que inadequado, já que no trecho só existe um “a”, a preposição “a”, regida pelo substantivo “homenagem”; por ser substantivo masculino, “Bituca” obviamente rejeita o artigo feminino.
Os erros no emprego do acento grave são muitos e frequentes. Quer uma bela lista? Lá vai: “traje à rigor”, “Viajou à convite de...”, “carro à álcool/gás”, “Vender à prazo”, “à 100 metros”, “Vem à público”, “ir à pé”, “sal à gosto”, “Vale à pena ir lá”, “Parabéns à você”, “Atendimento à clientes” etc., etc., etc.
Alguns gênios sugerem pura e simplesmente a eliminação do acento grave. Lamento informar que a língua portuguesa escrita não sobrevive sem esse acento. [...]
Em tempo: como nada é tão ruim que não possa piorar, alguém postou no YouTube o depoimento de Caetano com este
título: “Caetano Veloso grava vídeo repreendendo sua própria equipe de internet por mal uso da crase”. “Mal uso”? Não seria “mau
uso”? Elaiá! É isso.
(Pasquale Cipro Neto, publicado em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2015/06/1647510-caetano-e-o-mal-uso-da-crase.shtml>.
Com base no texto acima, assinale a alternativa correta.
A respeito da gestão de manutenção predial e de critérios de dimensionamento, julgue o item a seguir.
As instalações elétricas prediais devem ser munidas de
disjuntor diferencial residual (DR), como meio de se evitar
choques por contato indevido com partes energizadas das
instalações e de se converter em proteção a mais contra
choques elétricos por correntes de fuga.
A respeito da gestão de manutenção predial e de critérios de dimensionamento, julgue o item a seguir.
A manutenção preditiva, que obedece a critérios técnicos e
administrativos embasados em dados estatísticos ou do próprio
histórico da manutenção realizada, atua para evitar a reparação
e para implementar os procedimentos da manutenção corretiva.
A respeito da gestão de manutenção predial e de critérios de dimensionamento, julgue o item a seguir.
Os telhados devem ser fortes o suficiente para que resistam a
chuvas de granizo e a outras pequenas cargas acidentais,
situações que devem ser simuladas por meio de ensaios de
impactos de corpo duro.
A respeito da gestão de manutenção predial e de critérios de dimensionamento, julgue o item a seguir.
Vida útil de projeto consiste no período de tempo em que um
edifício e(ou) seus sistemas se prestam às atividades para as
quais foram projetados e construídos, antes da primeira
manutenção corretiva, equivalendo, na prática, ao prazo de
garantia legal.
De acordo com a legislação federal vigente aplicada ao parcelamento do solo urbano, julgue o item subsequente.
O loteamento de solo urbano será considerado viável, desde
que a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação,
com aproveitamento do sistema viário existente, não acarrete
abertura de novas vias e logradouros públicos ou mesmo
prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes.
De acordo com a legislação federal vigente aplicada ao parcelamento do solo urbano, julgue o item subsequente.
O devido licenciamento ambiental e as restrições de edificação
referentes às áreas de preservação permanente (APP) são
aplicáveis aos parcelamentos do solo urbano.
De acordo com a legislação federal vigente aplicada ao parcelamento do solo urbano, julgue o item subsequente.
A lei considera como estrutura básica dos parcelamentos do
solo urbano os equipamentos urbanos de escoamento de águas
pluviais, as redes de esgoto sanitário, de abastecimento de água
potável e de energia elétrica pública e domiciliar, a iluminação
pública, bem como as vias de circulação, pavimentadas ou não.
A respeito de gerenciamento de riscos em projetos, julgue o próximo item.
O processo de gerenciamento de riscos, restrito aos projetos
estratégicos para a organização e de responsabilidade das
auditorias internas ou das áreas de compliance, exige
profissionais extremamente qualificados.
A respeito de gerenciamento de riscos em projetos, julgue o próximo item.
O método de Monte Carlo pode ser aplicado no planejamento
de projetos para determinação do risco de não se cumprir
prazos ou custos estimados, por meio de simulação
probabilística de determinado fenômeno.