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Analisar a equação de segundo grau abaixo e assinalar a alternativa que corresponde ao produto das raízes.
2x² − 9x + 4 = 0
Considerando−se a classificação dos pronomes, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Pronome pessoal.
(2) Pronome possessivo.
(3) Pronome demonstrativo.
( ) A sua bolsa ficou na escola.
( ) Essa camisa é muito linda.
( ) Eu gosto muito da Ana.
Sobre sinônimos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Importante = relevante.
( ) Difícil = árduo.
( ) Indispensável = necessário.
( ) Regredir = progredir.
Em relação ao uso correto do verbo quanto à sua regência, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Prefiro praia do que piscina.
( ) Assistimos ao final da novela, ontem.
( ) O não pagamento implica em multa.
Assinalar a alternativa que apresenta a sequência correta dos períodos, de forma a construir um texto coeso e coerente.
(1) Afinal, é importante que encontremos um equilíbrio, utilizando a tecnologia de maneira que beneficie a sociedade sem comprometer os valores humanos essenciais.
(2) A tecnologia tem mudado radicalmente a forma como vivemos, trazendo praticidade para diversas áreas do cotidiano.
(3) Porém, o uso excessivo de dispositivos e rede sociais têm gerado preocupações sobre o distanciamento social e a dependência digital.
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Fonte: Martha Medeiros(adaptado).
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Fonte: Martha Medeiros(adaptado).
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Fonte: Martha Medeiros(adaptado).
Considerando−se o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Iludir−se é a melhor forma de enganar o sofrimento.
( ) A dor é inevitável, logo, o sofrimento também.
( ) Desperdiçamos a vida no esforço que se gasta para evitar o sofrimento.
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Fonte: Martha Medeiros(adaptado).
I- Um sistema de informação eficaz deve produzir informações realmente necessárias, confiáveis e atendendo aos requisitos operacionais e gerenciais da tomada de decisão.
II- Um sistema de informação eficaz deve ter por base diretrizes capazes de assegurar a realização dos objetos organizacionais, de maneira direta, simples e eficiente.
III- Um sistema de informação eficaz deve funcionar de maneira independente da estrutura organizacional.
IV- Um sistema de informação eficaz deve ter um fluxo de procedimentos racional, integrado, rápido e de menor custo possível.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O decisor tem o poder de decidir ou ratificar uma decisão e assume a responsabilidade pelas consequências – influencia a decisão considerando as relações, as informações e seu juízo de valor.
II- O facilitador é um líder experiente que atua na resolução do problema, esclarecendo dúvidas e apoiando a tomada de decisão – deve se posicionar de maneira clara acerca da melhor alternativa para solucionar o problema, explicitando seu juízo de valor e influenciando ativamente a definição da decisão.
III- O analista faz a análise e auxilia o facilitador e o decisor a melhor compreenderem o problema e os fatores que influenciam a solução.
IV- Cada uma das três funções (decisor, facilitador e analista) presentes no processo decisório deve ser executada por indivíduos distintos, uma vez que é inviável que um mesmo indivíduo exerça mais de uma função.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- No nível individual, uma das práticas para superar barreiras na comunicação é a adoção de uma escuta ativa, na qual o indivíduo mostra interesse, faz perguntas e fornece feedback para o seu interlocutor, a fim de viabilizar uma comunicação adequada.
II- Os indivíduos devem selecionar o canal apropriado para a mensagem que pretendem transmitir, levando em consideração a sua importância e complexidade. Assim, mensagens de alta complexidade e relevância devem ser enviadas por meio de canais simples.
III- A criação de um clima de confiança e abertura é uma ação organizacional para a superação de barreiras comunicacionais, uma vez que a comunicação aberta e o diálogo encorajam as pessoas a se comunicarem honestamente ente si.
IV- A organização pode encorajar o uso de canais múltiplos, incluindo comunicações formais e informais, aumentando a probabilidade de que as mensagens sejam apropriadamente recebidas.
É CORRETO o que se afirma apenas em: