Questões de Concurso Para motorista

Foram encontradas 34.211 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3616196 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A ortografia da Língua Portuguesa estabelece regras específicas para o uso do acento gráfico. No trecho “dentro do possível que éramos na época”, a palavra sublinhada recebe acento porque:
Alternativas
Q3616195 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A ortoépia estuda a correta separação das sílabas e a acentuação da sílaba tônica nas palavras. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A palavra fantasmas separa-se em fan-tas-mas e tem a sílaba tônica em tas, classificando-se como paroxítona.
II. O vocábulo equivocada divide-se em e-qui-vo-ca-da e apresenta tonicidade em ca, sendo, portanto, paroxítona.
III. A palavra impossibilidades separa-se em im-pos-si-bi-li-da-des e tem como sílaba tônica da, classificando-se como paroxítona.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3616194 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
No trecho “Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas...”, o termo impossibilidades pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3616193 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
No período “Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu”, o antônimo de aceitando seria: 
Alternativas
Q3616192 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
O texto articula reflexões existenciais sobre o tempo e a construção da vida. Analise as assertivas:
I. Estar vivo é assumir riscos, errar e corrigir percursos, como parte inevitável do processo de existir.
II. Permanecer fixado em dúvidas passadas representa uma forma de paralisia diante da vida.
III. A metáfora das “lápides e estátuas trincadas” reforça a ideia de que o “e se” mantém o indivíduo preso ao que já está morto.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3616191 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A autora estabelece metáforas para refletir sobre a relação humana com erros, escolhas e passado. Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3616190 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...

        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.

        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.

        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.

        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
O texto utiliza a expressão “e se” como eixo central de reflexão. Nesse contexto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3616179 Geografia
A ocupação do território no qual hoje está localizado Tapurah tem origem na segunda metade do século XX, estando diretamente ligada a um projeto de colonização promovido pela empresa Tapurah. A principal atividade econômica desenvolvida nesse projeto de colonização foi a exploração:
Alternativas
Q3616177 Agropecuária
No contexto do estado de Mato Grosso, Tapurah se destaca como a “capital da suinocultura” devido a uma atividade econômica de grande importância no setor primário. Essa atividade está relacionada:
Alternativas
Q3616173 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
“Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela” (2º parágrafo). No texto, o verbo “viralizar” significa: 
Alternativas
Q3616172 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
O ponto principal desse texto é:
Alternativas
Q3616171 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
No texto, a expressão “riscos irreversíveis” significa uma:
Alternativas
Q3616170 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
De acordo com o texto, sobre a relação entre práticas capilares e ocorrência de alopecia, é possível inferir que: 
Alternativas
Q3615108 Saúde Pública

Governo Federal institui a Política de Enfrentamento da Infecção por HPV


Brasil conta a partir desta quarta-feira, 23 de julho, com uma Política Nacional de Enfrentamento da Infecção por Papilomavírus Humano. O vírus é mais conhecido como HPV, afeta a pele e as mucosas e é considerada a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo. A Lei nº 15.174, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde) e pelas ministras Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania), Márcia Lopes (Mulheres) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), foi publicada no Diário Oficial da União.


(Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/. Acesso em: julho de 2025.)

A instituição da Política de Enfrentamento ao HPV no Brasil é um grande avanço na saúde da população nacional. Diante dos riscos que a infecção pelo vírus pode causar, a ação se destaca como medida para solucionar:
Alternativas
Q3615107 Português

Brasil volta a criticar violações de direitos humanos na Palestina

Itamaraty expressa indignação diante da violência contra a população.


O governo brasileiro publicou nova nota contra violações sistemáticas de direitos humanos na Palestina. O Ministério das Relações Exteriores expressou profunda indignação diante dos recorrentes episódios de violência contra a população civil no Estado da Palestina, não se restringindo à Faixa de Gaza e se estendendo à Cisjordânia. Segundo a nota, a comunidade internacional segue testemunhando as graves violações de direitos humanos e humanitários com os ataques de Israel à infraestrutura civil, inclusive a locais religiosos, e às instalações das Nações Unidas. O Brasil destaca a violência indiscriminada e o vandalismo por colonos extremistas na Cisjordânia, como o incêndio de uma igreja em ruínas e de um cemitério bizantino.


(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/. Acesso em: julho de 2025.)

Os conflitos entre Palestina e Israel tem ganhado repercussão internacional pela violência e pelo número de mortos crescente, principalmente na Faixa de Gaza. No Brasil, o Itamaraty, órgão responsável pela diplomacia e relações internacionais, emitiu uma nota oficial de posicionamento. Essa atitude pode contribuir com a redução de danos, visto que
Alternativas
Q3615106 Português

Cidades podem escolher comida saudável que ainda protege o meio ambiente

Essa é a proposta que faz o Governo Federal, com a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades. Trabalho conjunto de ministérios já planta ações pelo país.


No último dia 22 de julho, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) publicou portaria que coloca 18 municípios do Rio Grande do Sul, todos sujeitos a intempéries iguais à que vitimou o estado no ano passado, como prioritários na implementação da Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades. O projeto pressupõe uma série de ações que estimulam a criação de hortas urbanas e periurbanas – regiões periféricas, próximas a áreas rurais – como frentes de produção de alimentos saudáveis, mais baratos e cujo cultivo ainda tem o condão de proteger as cidades de deslizamentos e outras manifestações destrutivas das mudanças climáticas. Esse modelo é proposto às prefeituras, e a adesão é voluntária.


(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/. Acesso em: julho de 2025.)


O programa “Alimenta Cidades” se mostra como uma alternativa para a promoção da saúde e preservação do meio ambiente, através da agricultura. Além de garantir a segurança alimentar dos beneficiados, a ação contribui com o enfrentamento das mudanças climáticas, pois o plantio estratégico de verduras, legumes e hortaliças contribui com:

Alternativas
Respostas
7961: A
7962: D
7963: B
7964: A
7965: D
7966: D
7967: B
7968: A
7969: B
7970: C
7971: A
7972: C
7973: B
7974: A
7975: B
7976: C
7977: D
7978: B
7979: B
7980: A