Questões de Concurso Para motorista

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Q3576256 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
No trecho “... alguém que ali chegasse para me velar” (3° parágrafo), o termo “para” apresenta o mesmo sentido da palavra destacada em:
Alternativas
Q3576255 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
Considere as passagens do 4° parágrafo a seguir:

•  “... volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto...”
•  “... não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer...”

As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Q3576254 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
No trecho “... Humberto Werneck havia morrido.” (1° parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por:
Alternativas
Q3576253 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
No trecho “Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.” (6° parágrafo), o cronista emprega dois- -pontos a fim de
Alternativas
Q3576252 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3576251 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
No trecho “... um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional.” (4o parágrafo), a palavra destacada
Alternativas
Q3576250 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


O céu pode esperar


    Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem, como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira de começar o dia. 

    Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.

    Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse para me velar.

    Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.

    Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de nascimento e morte.

    Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.

    Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.


(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos, 2010. Adaptado)
O cronista desistiu da ideia de ir ao velório porque
Alternativas
Q3570788 Engenharia Mecânica
No sistema de suspensão veicular, o desgaste irregular dos amortecedores pode gerar não apenas perda de estabilidade, mas também impactos indiretos no consumo de combustível, desgaste prematuro de pneus e aumento do risco de acidentes. Com base nessa inter-relação mecânica, qual alternativa expressa uma leitura tecnicamente fundamentada sobre os efeitos da degradação dos amortecedores dianteiros em pista irregular? 
Alternativas
Q3570616 Engenharia Mecânica
A análise ambiental da emissão de poluentes por veículos automotores deve considerar, além do tipo de combustível, o estado de conservação dos sistemas de injeção, ignição e exaustão. A manutenção inadequada desses sistemas pode contribuir para a intensificação da poluição atmosférica urbana. Nesse contexto, assinale a alternativa que expressa um impacto ambiental direto da falha na vedação do sistema de escapamento de um veículo a gasolina:
Alternativas
Q3570615 Engenharia Mecânica
As correias automotivas, como a correia dentada e a correia de acessórios, exercem papel crucial na sincronização do funcionamento do motor e na operação de periféricos. Uma falha na tensão ou desgaste acentuado pode provocar sérios danos ao propulsor e comprometer a eficiência energética do sistema. Com base nos princípios de funcionamento desses componentes, assinale a alternativa que expressa uma consequência mecânica direta da ruptura da correia sincronizadora (dentada) em um motor com comando de válvulas no cabeçote (OHC) e sem sistema de proteção (free-wheeling):
Alternativas
Q3570614 Engenharia Mecânica
O sistema de freios de um veículo é composto por múltiplos subsistemas interdependentes. A falha em um único componente, como o cilindro mestre, pode comprometer a capacidade de frenagem e elevar o risco de acidentes, especialmente em descidas prolongadas ou em tráfego intenso. Diante dessa realidade, qual das alternativas expressa, de forma tecnicamente fundamentada, um sinal indicativo de falha progressiva no cilindro mestre, com risco à segurança e ao meio ambiente?
Alternativas
Q3570613 Engenharia Mecânica
Em veículos com motores a combustão interna de ciclo Otto, a falha na regulagem da folga entre as válvulas e os tuchos pode comprometer não apenas o desempenho, mas também a emissão de poluentes e o consumo energético. Considerando os efeitos sistêmicos dessa irregularidade, assinale a alternativa que expressa, com maior rigor técnico, uma consequência mecânica e ambiental da folga excessiva nas válvulas de admissão e escape:  
Alternativas
Q3570612 Engenharia Mecânica
A suspensão veicular tem a função de absorver impactos, estabilizar o deslocamento e manter o contato constante entre os pneus e o solo. É composta por amortecedores, molas, buchas e articulações que operam em conjunto. Um conhecimento técnico adequado sobre os sinais de falha no sistema é essencial para o motorista profissional. Assinale a alternativa que apresenta uma inferência tecnicamente equivocada sobre problemas na suspensão.
Alternativas
Q3570611 Engenharia Mecânica
A embreagem, como sistema responsável pela transmissão de torque entre o motor e a caixa de câmbio, opera sob condições severas de pressão, atrito e temperatura. A sua regulagem inadequada pode comprometer não apenas o conforto ao dirigir, mas também a durabilidade de componentes como o platô, o disco e o rolamento. Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que indica um erro técnico com potencial para gerar desgaste prematuro do sistema de embreagem.
Alternativas
Q3570610 Engenharia Mecânica
Durante a operação veicular, a integridade do sistema de correias é essencial para o funcionamento adequado de periféricos como alternador, bomba d’água, compressor do ar-condicionado e direção hidráulica. A falha nesse sistema pode comprometer não apenas a eficiência energética do motor, mas também gerar superaquecimento, descarga elétrica e perda de assistência à direção. Considerando os conhecimentos técnicos sobre manutenção e substituição de correias automotivas, assinale a alternativa que expressa, com maior precisão, uma prática inadequada que compromete a durabilidade do conjunto motor e seus periféricos:
Alternativas
Q3570609 Engenharia Mecânica
Em sistemas de frenagem automotiva, a eficiência está diretamente associada à integridade física dos componentes, à geometria dos sistemas hidráulicos e pneumáticos e à capacidade de dissipação térmica dos discos e tambores. Diante disso, a análise preventiva do sistema de freios é fundamental para a segurança veicular. Qual das situações abaixo representa um erro técnico que compromete a eficácia do sistema de freios e pode gerar risco iminente de falha funcional? 
Alternativas
Q3570608 Engenharia Ambiental e Sanitária
A relação entre meio ambiente e trânsito vem sendo amplamente discutida à luz dos impactos ambientais gerados pelo transporte rodoviário, incluindo emissões atmosféricas, poluição sonora e uso intensivo de combustíveis fósseis. A Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/2012) e o Código de Trânsito Brasileiro, em sua versão atualizada, reforçam a necessidade de práticas sustentáveis na circulação de veículos automotores. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que expressa uma medida tecnicamente adequada para a redução do impacto ambiental causado por veículos em centros urbanos.
Alternativas
Q3570607 Engenharia Mecânica
A manutenção preventiva dos sistemas mecânicos e estruturais dos veículos automotores é obrigação legal imposta aos condutores e proprietários, conforme previsto nos arts. 27 e 230 do Código de Trânsito Brasileiro. A negligência em relação ao estado de conservação do veículo pode acarretar, além de sanções administrativas, responsabilização civil e penal em caso de ocorrência de acidentes. Considerando os princípios da engenharia automotiva, as recomendações técnicas dos fabricantes e a legislação vigente, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3570606 Legislação de Trânsito
A direção defensiva, como instrumento técnico e normativo de prevenção de acidentes, integra o conteúdo obrigatório de formação de condutores no Brasil, sendo disciplinada por diretrizes da SENATRAN e embasada no art. 28 do Código de Trânsito Brasileiro, que impõe ao condutor o dever de dirigir com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito. Considerando os princípios da condução segura e da responsabilidade solidária no trânsito, assinale a alternativa que expressa corretamente uma conduta defensiva juridicamente e tecnicamente adequada:
Alternativas
Q3570605 Legislação de Trânsito
A sinalização viária constitui elemento central na engenharia de tráfego e na normatização da circulação, conforme disposto nos arts. 80 a 90 do Código de Trânsito Brasileiro, sendo regida pelo princípio da legalidade estrita, padronização nacional e hierarquia técnica entre os sinais. A Resolução CONTRAN nº 160/2004 estabelece a ordem de prevalência entre os diferentes tipos de sinalização, enquanto os Manuais Brasileiros de Sinalização Viária definem suas características operacionais e simbólicas. Com base nesse marco normativo e técnico, assinale a alternativa que apresenta interpretação compatível com a legalidade da sinalização viária:
Alternativas
Respostas
6181: E
6182: A
6183: A
6184: C
6185: B
6186: E
6187: D
6188: E
6189: C
6190: B
6191: A
6192: A
6193: D
6194: B
6195: D
6196: E
6197: C
6198: A
6199: C
6200: B