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Q2812469 Português

Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.


Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

Os verbos da 1ª estrofe no presente do indicativo mostram que o autor se refere a um (uma)

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Q2812459 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

Na 1ª estrofe, o sujeito de “ilumina” é

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Q2812458 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

São versos que demonstram a afeição e o carinho do poeta para com sua família.

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Q2812451 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

No texto, “serão” significa

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Q2812448 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

As lembranças da infância do poeta eram trazidas pelo(a)(s)

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Q2812445 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

No texto, “pai-joão”, representa

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Q2812441 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

O poeta revela sua irrealização na vida em qual estrofe?

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Q2811835 Português

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Candeeiro familiar


Nas noites de minha meninice

existe um grande candeeiro amigo,

que sobre a vasta mesa de jantar

ilumina o meu serão antigo.

As doces sombras dos meus se projetavam

na parede branquinha do salão.

O primeiro cinema que eu conheci

foram essas sombras de carvão.

À procura do velho candeeiro

vinham asas da mata se queimar;

vinham de longe insetos viageiros,

borboletas de forma singular.

O candeeiro era a lanterna mágica,

que me fazia na parede branca

o homem grande que eu queria ser

e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.

A ventania às vezes surpreendia

as janelas abertas do meu lar,

e então as doces sombras se moviam,

trêmulas, trêmulas a bailar.

Quem é lá? perguntavam.

- É a ventania que lá forte está.

E com o vento, como que entravam,

e se espalhavam pelos vãos da sala,

a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,

todas as sombras que não vivem mais.

Jorge de Lima

[...] branquinha, no texto, dá a ideia de

Alternativas
Q2420043 Odontologia

As lesões do tecido conjuntivo compreendem um número grande e diverso de entidades que variam de lesões reativas a neoplasias.


Em relação às lesões do tecido conjuntivo, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2420042 Odontologia

Radiografias são úteis para detectar lesões cariosas porque o processo carioso causa desmineralização do esmalte e da dentina. A lesão é vista em uma imagem diagnóstica como uma zona radiolucente (escura), já que a área desmineralizada do dente não absorve tantos fótons de raios X como a porção não afetada.


Em relação ao papel da radiografia na Odontologia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2420041 Odontologia

Analise a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

MALAMED, S. F. Manual de Anestesia Local. 6. ed. Rio de

Janeiro: Elsevier, 2013. 410p.


É correto afirmar que a imagem

Alternativas
Q2420040 Odontologia

O cisto dentígero ou folicular é o cisto de desenvolvimento mais comum na região dos maxilares.


Em relação ao cisto dentígero, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2420039 Odontologia

De acordo Código de Ética Odontológico, não é uma infração ética:

Alternativas
Q2420038 Odontologia

O primeiro registro do uso do amálgama como material restaurador odontológico data de 659 d.C., na literatura médica chinesa.


Sobre o amálgama odontológico, analise as afirmativas a seguir.


I. Expansão tardia ou expansão secundária ocorre quando amálgamas contendo estanho são contaminados com umidade durante a trituração ou condensação.


II. O objetivo da trituração é permitir a amalgamação apropriada do mercúrio e da liga.


III. Amálgamas compostos de partículas esféricas apresentam maior resistência à condensação do que amálgamas contendo exclusivamente partículas limalha.


IV. Quanto maior o número de partículas Ag-Sn não reagidas retidas na estrutura final, mais resistente o amálgama vai ser.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2420037 Odontologia

Cimento de ionômero de vidro (CIV) é o nome genérico de materiais que tomam presa por meio da reação entre o pó de vidro e o ácido poliacrílico. Esses cimentos surgiram na década de 70 do século passado com o intuito de apresentar um desempenho clínico melhor do que aquele ofertado pelo cimento de silicato, além de reduzir o risco de injúria pulpar.


Sobre os CIV, analise as afirmativas a seguir.


I. O uso do ácido poliacrílico torna o CIV incapaz de aderir à estrutura dental.

II. CIVs são usados para restaurações estéticas de dentes anteriores, por exemplo, cavidades de classe III e V.

III. CIVs do tipo I são indicados para cimentação de coroas, pontes e brackets ortodônticos.

IV. CIVs do tipo III são indicados para restaurações de classe I e II incipientes.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2420036 Odontologia

O conhecimento da epidemiologia das doenças periodontais auxilia o cirurgião-dentista durante o diagnóstico dessas doenças, bem como no melhor plano de tratamento a ser executado.


Em relação às doenças periodontais, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2420035 Odontologia

Considerando a nomenclatura diagnóstica empregada para as alterações pulpares, analise as afirmativas a seguir.


I. Na pulpite reversível, os dentes apresentam uma sintomatologia provocada de resposta um pouco mais intensa que na polpa normal.


II. Na pulpite irreversível sintomática, o diagnóstico é estabelecido em achados subjetivos e objetivos em que a polpa é capaz de retornar sua higidez.


III. Na pulpite irreversível assintomática, a polpa está inflamada e é incapaz de retornar a sua condição de normalidade e, muitas vezes, não há queixa de dor pelo paciente.


IV. Clinicamente é possível diagnosticar necrose pulpar, quadros de periodontite apical, de abscessos agudos e entre cistos, além de granulomas perirradiculares.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2420034 Odontologia

A Cariologia é uma importante área do conhecimento presente em várias especialidades odontológicas.


Sobre a Cariologia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2420031 Direito Penal

Um idoso de 80 anos foi preso nesta quinta (5/8) por chamar uma mulher de “macaca” em um ponto de ônibus (no) Centro de BH. [...]


Segundo a Guarda Municipal, ele vai responder pelo crime de injúria racial. Os agentes levaram o idoso à Central de Flagrantes (Ceflan) da Polícia Civil, também em BH.


O crime prevê pena de um a seis meses de prisão, além de multa.


Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/

gerais/2021/08/05/interna_gerais,1293328/idoso-chama-

mulher-de-macaca-em-ponto-de-onibus-e-e-preso-em-bh.

shtml. Acesso em: 6 ago. 2021.


O crime de injúria racial:

Alternativas
Q2413135 Odontologia

Paciente feminino, 13 anos de idade, compareceu a UBS para uma consulta de rotina com o cirurgião dentista. No exame clinico observou-se um pequeno aumento de volume séssil na gengiva vestibular da maxila, em região do elemento 53. No exame radiográfico notou-se a presença de uma lesão radiolúcida circunscrita com calcificações em aspecto de flocos de neve, envolvendo a coroa do elemento 13 e se estendendo apicalmente ao longo da raiz, passando pela junção amelocementária. O paciente não sente sintomatologia. Qual hipótese de diagnostico?

Alternativas
Respostas
8521: D
8522: B
8523: A
8524: C
8525: C
8526: D
8527: D
8528: B
8529: B
8530: C
8531: B
8532: A
8533: B
8534: D
8535: C
8536: D
8537: B
8538: A
8539: D
8540: D