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Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.
Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Os verbos da 1ª estrofe no presente do indicativo mostram que o autor se refere a um (uma)
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Na 1ª estrofe, o sujeito de “ilumina” é
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
São versos que demonstram a afeição e o carinho do poeta para com sua família.
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
No texto, “serão” significa
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
As lembranças da infância do poeta eram trazidas pelo(a)(s)
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existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
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na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
No texto, “pai-joão”, representa
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existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
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na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
O poeta revela sua irrealização na vida em qual estrofe?
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
[...] branquinha, no texto, dá a ideia de
As lesões do tecido conjuntivo compreendem um número grande e diverso de entidades que variam de lesões reativas a neoplasias.
Em relação às lesões do tecido conjuntivo, assinale a alternativa correta.
Radiografias são úteis para detectar lesões cariosas porque o processo carioso causa desmineralização do esmalte e da dentina. A lesão é vista em uma imagem diagnóstica como uma zona radiolucente (escura), já que a área desmineralizada do dente não absorve tantos fótons de raios X como a porção não afetada.
Em relação ao papel da radiografia na Odontologia, assinale a alternativa correta.
Analise a imagem a seguir.
MALAMED, S. F. Manual de Anestesia Local. 6. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013. 410p.
É correto afirmar que a imagem
O cisto dentígero ou folicular é o cisto de desenvolvimento mais comum na região dos maxilares.
Em relação ao cisto dentígero, assinale a alternativa correta.
De acordo Código de Ética Odontológico, não é uma infração ética:
O primeiro registro do uso do amálgama como material restaurador odontológico data de 659 d.C., na literatura médica chinesa.
Sobre o amálgama odontológico, analise as afirmativas a seguir.
I. Expansão tardia ou expansão secundária ocorre quando amálgamas contendo estanho são contaminados com umidade durante a trituração ou condensação.
II. O objetivo da trituração é permitir a amalgamação apropriada do mercúrio e da liga.
III. Amálgamas compostos de partículas esféricas apresentam maior resistência à condensação do que amálgamas contendo exclusivamente partículas limalha.
IV. Quanto maior o número de partículas Ag-Sn não reagidas retidas na estrutura final, mais resistente o amálgama vai ser.
Estão corretas as afirmativas
Cimento de ionômero de vidro (CIV) é o nome genérico de materiais que tomam presa por meio da reação entre o pó de vidro e o ácido poliacrílico. Esses cimentos surgiram na década de 70 do século passado com o intuito de apresentar um desempenho clínico melhor do que aquele ofertado pelo cimento de silicato, além de reduzir o risco de injúria pulpar.
Sobre os CIV, analise as afirmativas a seguir.
I. O uso do ácido poliacrílico torna o CIV incapaz de aderir à estrutura dental.
II. CIVs são usados para restaurações estéticas de dentes anteriores, por exemplo, cavidades de classe III e V.
III. CIVs do tipo I são indicados para cimentação de coroas, pontes e brackets ortodônticos.
IV. CIVs do tipo III são indicados para restaurações de classe I e II incipientes.
Estão corretas as afirmativas
O conhecimento da epidemiologia das doenças periodontais auxilia o cirurgião-dentista durante o diagnóstico dessas doenças, bem como no melhor plano de tratamento a ser executado.
Em relação às doenças periodontais, assinale a alternativa correta.
Considerando a nomenclatura diagnóstica empregada para as alterações pulpares, analise as afirmativas a seguir.
I. Na pulpite reversível, os dentes apresentam uma sintomatologia provocada de resposta um pouco mais intensa que na polpa normal.
II. Na pulpite irreversível sintomática, o diagnóstico é estabelecido em achados subjetivos e objetivos em que a polpa é capaz de retornar sua higidez.
III. Na pulpite irreversível assintomática, a polpa está inflamada e é incapaz de retornar a sua condição de normalidade e, muitas vezes, não há queixa de dor pelo paciente.
IV. Clinicamente é possível diagnosticar necrose pulpar, quadros de periodontite apical, de abscessos agudos e entre cistos, além de granulomas perirradiculares.
Estão corretas as afirmativas
A Cariologia é uma importante área do conhecimento presente em várias especialidades odontológicas.
Sobre a Cariologia, assinale a alternativa correta.
Um idoso de 80 anos foi preso nesta quinta (5/8) por chamar uma mulher de “macaca” em um ponto de ônibus (no) Centro de BH. [...]
Segundo a Guarda Municipal, ele vai responder pelo crime de injúria racial. Os agentes levaram o idoso à Central de Flagrantes (Ceflan) da Polícia Civil, também em BH.
O crime prevê pena de um a seis meses de prisão, além de multa.
Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/
gerais/2021/08/05/interna_gerais,1293328/idoso-chama-
mulher-de-macaca-em-ponto-de-onibus-e-e-preso-em-bh.
shtml. Acesso em: 6 ago. 2021.
O crime de injúria racial:
Paciente feminino, 13 anos de idade, compareceu a UBS para uma consulta de rotina com o cirurgião dentista. No exame clinico observou-se um pequeno aumento de volume séssil na gengiva vestibular da maxila, em região do elemento 53. No exame radiográfico notou-se a presença de uma lesão radiolúcida circunscrita com calcificações em aspecto de flocos de neve, envolvendo a coroa do elemento 13 e se estendendo apicalmente ao longo da raiz, passando pela junção amelocementária. O paciente não sente sintomatologia. Qual hipótese de diagnostico?